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Foram encontradas 70 questões.

950137 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o excerto.

Uma verdadeira filosofia da educação não poderá fundar-se apenas em ideias. Tem de identificar-se com o contexto a que vai se aplicar o seu agir educativo. Tem de ter consciência crítica do contexto – dos seus valores em transição –, somente como pode interferir neste contexto, para que dele também não seja uma escrava.

FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2001.

Neste trecho, Paulo Freire se refere à relação entre:

 

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230573 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Quando tratam da linguagem, os PCNs demonstram a interdisciplinaridade que a envolve, lembrando que outras áreas do conhecimento buscam nela o suporte para seus objetos de estudo (BRASIL, 1998, p. 19-20). De acordo com os PCNs, a linguagem só pode ser estudada na interação social. O efetivo ensino de literatura pode atender a essa expectativa, desde que a concepção de Literatura adotada para os estudos de letramento esteja:
 

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230565 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A criança que quebra a cabeça com os barbara e baraliption, fatiga-se, certamente, e deve-se procurar fazer com que ela só se fatigue quando for indispensável e não inutilmente; mas é igualmente certo que será sempre necessário que ela se fatigue a fim de aprender e que se obrigue a privações e limitações de movimento físico, isto é, que se submeta a um tirocínio psicofísico. Deve-se convencer a muita gente que o estudo é também um trabalho, e muito fatigante, com um tirocínio particular próprio, não só muscular-nervoso mas intelectual: é um hábito adquirido com esforço, aborrecimento e mesmo sofrimento (Gramsci, 1968, 138-139).

O fragmento de António Gramsci foi extraído da obra Os intelectuais e a organização da cultura e chama a atenção

 

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230563 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Uma palavra só!

Era uma vez um rei mandão — como muitos — que resolveu castigar qualquer um que falasse uma mentira (mentira pelo menos no seu ponto de vista). Mas a primeira vítima do castigo real foi seu próprio filho, condenado a nunca mais abrir a boca para falar, a não ser, única e exclusivamente... a palavra “exclusivamente”. É assim que o príncipe sai pelo mundo, respondendo a tudo: “exclusivamente”. Até que um dia ele conhece Eva. Ele a seguia, tímido, meio de longe. Eva era fantástica. Sabia inclusive ler, o que era raríssimo naquele tempo. "Se ao menos eu soubesse ler e escrever", pensava o príncipe.

Talvez por pena, a contorcionista, que passava o seu tempo livre lendo romances, notando o interesse do príncipe pelas letras, decidiu que o ensinaria a ler e a escrever. Escreveu bem grande EXCLUSIVAMENTE e tentou lhe ensinar as letras dessa palavra. No princípio, para sermos sinceros, o príncipe não entendia nada. Eva repetia. Um dia já estava no finalzinho da palavra: -M-E-N, MEN, T-E, TE. MEN-TE, MENTE. De repente deu um clique no príncipe. Ele pegou o lápis e com certa dificuldade — não muita — escreveu alguma coisa. Depois cortou algumas letras de EXCLUSIVAMENTE e deixou apenas E - V - A. Ela não aguentou e lhe deu um beijo. O príncipe tinha descoberto a maior maravilha. Agora, por exemplo, se gritavam por ele, perguntando onde ele estava, podia pegar o C da sílaba CLU e o A que está em VAMENTE e dizer: CÁ.

Não era uma resposta muito longa, mas já era alguma coisa para quem tinha passado tanto tempo só com "exclusivamente". E podia também inventar [...] palavras meigas para acarinhar a contorcionista. Mas... os candongueiros do reino, que não percebiam que as novas palavras estavam dentro da palavra exclusivamente, foram mexericar para o rei que o príncipe não estava mais lhe obedecendo. E levaram o menino preso. A contorcionista foi atrás e tentou explicar que o príncipe só usava as letras de exclusivamente. Mas o rei não queria saber de explicações.

– Bem... — disse sua majestade. — Se o príncipe responder a três perguntas simples, só com a palavra exclusivamente, eu até lhe entrego minha coroa. Mas, se não der conta, vou ter que cortar a língua dele.

– Quantos anos você tem? – perguntou para começar.

– E - X - C - L - U - S - I - V - A - M - E - N - T - E - soletrou o príncipe e repetiu de novo, falando bem alto as letras S - E - T - E as outras bem baixinho.

– Oh céus! Então é mesmo verdade que só tem usado a palavra exclusivamente? — assustou-se o rei.

– E quem foi que lhe ensinou esse truque dos diabos?

O príncipe apontou a contorcionista e de novo repetiu as letras de exclusivamente, enfatizando E - L - A. Hoje, o príncipe fala o que ele quer e o rei sem coroa, que não é mais o dono da verdade, anda tomando umas aulas com a contorcionista.

LAGO, Ângela. Uma palavra só! São Paulo: Moderna, 1996. [Adaptado].

O texto “Uma palavra só!”, de Ângela Lago, tematiza o processo de compreensão do sistema de escrita alfabética. O modo como o príncipe aprende a escrever é semelhante à prática pedagógica que:
 

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230562 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica visam estabelecer bases comuns nacionais para:
 

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230560 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Uma palavra só!

Era uma vez um rei mandão — como muitos — que resolveu castigar qualquer um que falasse uma mentira (mentira pelo menos no seu ponto de vista). Mas a primeira vítima do castigo real foi seu próprio filho, condenado a nunca mais abrir a boca para falar, a não ser, única e exclusivamente... a palavra “exclusivamente”. É assim que o príncipe sai pelo mundo, respondendo a tudo: “exclusivamente”. Até que um dia ele conhece Eva. Ele a seguia, tímido, meio de longe. Eva era fantástica. Sabia inclusive ler, o que era raríssimo naquele tempo. "Se ao menos eu soubesse ler e escrever", pensava o príncipe.

Talvez por pena, a contorcionista, que passava o seu tempo livre lendo romances, notando o interesse do príncipe pelas letras, decidiu que o ensinaria a ler e a escrever. Escreveu bem grande EXCLUSIVAMENTE e tentou lhe ensinar as letras dessa palavra. No princípio, para sermos sinceros, o príncipe não entendia nada. Eva repetia. Um dia já estava no finalzinho da palavra: -M-E-N, MEN, T-E, TE. MEN-TE, MENTE. De repente deu um clique no príncipe. Ele pegou o lápis e com certa dificuldade — não muita — escreveu alguma coisa. Depois cortou algumas letras de EXCLUSIVAMENTE e deixou apenas E - V - A. Ela não aguentou e lhe deu um beijo. O príncipe tinha descoberto a maior maravilha. Agora, por exemplo, se gritavam por ele, perguntando onde ele estava, podia pegar o C da sílaba CLU e o A que está em VAMENTE e dizer: CÁ.

Não era uma resposta muito longa, mas já era alguma coisa para quem tinha passado tanto tempo só com "exclusivamente". E podia também inventar [...] palavras meigas para acarinhar a contorcionista. Mas... os candongueiros do reino, que não percebiam que as novas palavras estavam dentro da palavra exclusivamente, foram mexericar para o rei que o príncipe não estava mais lhe obedecendo. E levaram o menino preso. A contorcionista foi atrás e tentou explicar que o príncipe só usava as letras de exclusivamente. Mas o rei não queria saber de explicações.

– Bem... — disse sua majestade. — Se o príncipe responder a três perguntas simples, só com a palavra exclusivamente, eu até lhe entrego minha coroa. Mas, se não der conta, vou ter que cortar a língua dele.

– Quantos anos você tem? – perguntou para começar.

– E - X - C - L - U - S - I - V - A - M - E - N - T - E - soletrou o príncipe e repetiu de novo, falando bem alto as letras S - E - T - E as outras bem baixinho.

– Oh céus! Então é mesmo verdade que só tem usado a palavra exclusivamente? — assustou-se o rei.

– E quem foi que lhe ensinou esse truque dos diabos?

O príncipe apontou a contorcionista e de novo repetiu as letras de exclusivamente, enfatizando E - L - A. Hoje, o príncipe fala o que ele quer e o rei sem coroa, que não é mais o dono da verdade, anda tomando umas aulas com a contorcionista.

LAGO, Ângela. Uma palavra só! São Paulo: Moderna, 1996. [Adaptado].

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, o objeto de ensino/aprendizagem deve ser o "conhecimento linguístico e discursivo com o qual o sujeito opera ao participar das práticas sociais mediadas pela linguagem" (BRASIL, 1998, p. 22). Qual das alternativas abaixo pode ser considerada inócua em uma mediação organizada para a leitura do texto "Uma palavra só!”
 

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230559 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Planejar significa antever uma forma possível e desejável. (...). Não planejar pode implicar perder possibilidades de melhores caminhos, perder pontos de entrada significativos (Vasconcellos, 1999, p. 148).

São elementos reconhecidos como imprescindíveis a um plano de aula:

 

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230558 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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A ampliação gradativa da jornada escolar no Brasil está prevista na LDBEN/9394/1996. Madeleine Compère (1997) informa que em países europeus as crianças menores ficam menos tempo na escola, e esse tempo se amplia para crianças maiores e para os adolescentes. No Brasil, as pesquisas mostram que são as crianças menores que permanecem mais tempo na escola (Cavaliere, 2006, p. 96). Esta tipicidade da escola brasileira evidencia a presença de:
 

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230556 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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De acordo com Maria Teresa Estrela (1994), ao tecer considerações sobre a disciplina e a indisciplina na sala de aula, o professor desenvolve dois papéis básicos: "agente normativo e organizador da aula". Este entendimento corresponde à afirmação de que:
 

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230555 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Existe uma distância entre o saber escolar e o conhecimento que o aluno possui. A transposição didática expressa bem o que ocorre com os saberes a serem ensinados na escola. Há uma passagem da cultura extraescolar ao currículo formal, do currículo formal ao currículo real e do currículo real à aprendizagem efetiva dos alunos. Essa passagem acontece quando o professor realiza um processo de:
 

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