Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

O movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural, social e pedagógica. O debate em torno das diferenças e das diversidades tem tido destaque. Nesse sentido, vem sendo proposto:
1. Pedagogias diferenciadas, que pressupõem a organização de interações e atividades de modo que cada aluno seja confrontado com frequência com situações didáticas fecundas para ele.
2. O respeito às diferenças na escola, compreendendo o espaço institucional como complexo e plural, com a concepção e implementação de currículos que favoreçam a produção de identidades.
3. A incorporação de temáticas transversais que garantem a produção de identidades individuais e culturais particulares.
4. Um atendimento educacional especializado substitutivo ao ensino comum, em instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais.
5. A defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação.
São corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2394708 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
Em “Sabe o que ela quer dizer?”, o termo destacado confere, no nível local do texto, um sentido de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2394686 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 4
Chamem o Samu
O Recife tem um cardápio enorme e variado de opções sobre como morrer mais depressa de enfarte sendo apenas um cidadão submetido às deficiências da cidade. As condições das calçadas: essas já foram eleitas como causa hors concours, mas também podem produzir número razoável de outros problemas como pernas quebradas, por exemplo. Buracos já não deixam motoristas a ponto de cair fulminados – porque, pelo menos, ninguém mais é obrigado a pagar a taxa cobrada a pretexto de dar cabo deles –, porém ainda fazem as doenças de pele provenientes de estresse irromper tão logo o carro despenca em um. Na lista, o lixo continua ocupando lugar de destaque entre os vilões da saúde dos recifenses, pois eles não podem fazer mais do que engolir sapo caladinhos sempre que gente de fora mete o sarrafo na sujeira, garantindo que Bagdá perde feio. Se estrangeiros comparam a iluminação do Recife à de Berlim dos tempos do Holocausto, comichões são inevitáveis, seguidos dos mais diversos tiques nervosos, reações que se repetem quando visitantes torpedeiam a bagunça em que se transformou o comércio informal, no centro. Mais graves são os sintomas de morte súbita a que estão sujeitos aqueles cidadãos preocupados com a cultura e o patrimônio histórico, dois segmentos jogados às traças. Enquanto a cidade não consegue avançar um milímetro no primeiro quesito, no segundo só faz engatar marcha à ré, permitindo que a memória da cidade vire pó para saciar o apetite de grupos econômicos e do segmento imobiliário. A lista de vilões do coração é grande mesmo. Mas, de uns tempos para cá, o que pode dar férias eternas ao baticum no peito de recifenses comuns é a ausência da CTTU em questões básicas de sua alçada. Alguém já experimentou circular por várias ruas de mão dupla, na Zona Sul, onde há carros estacionados de um lado e de outro e o cidadão precisa ter nascido no Tibet para esperar calmamente o que vem lá no começo da rua alcançar o fim dela? Apenas aqueles que se dão ao trabalho de conferir o caos ou não têm como se livrar dele descobrem que essa é uma das maneiras mais eficientes de, no Recife, sofrer um ataque cardíaco. Só falta mesmo a CTTU dizer que quem tiver achando ruim ou com o coração em perigo, chame o Samu.
Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/27/urbana4_0.asp Acesso em 08 de jun. 2010.
A eficiência da argumentação se dá, também, com base, principalmente, na seguinte estratégia:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 2
O “papa-figo”
Dizem que, no século XIX, no Recife, o chefe de uma família rica sofreu de uma grave enfermidade. Ficou pálido, recluso e abatido. Os médicos falavam de uma "doença do sangue", só que não conseguiram encontrar uma medicação eficiente. Não havia quem não se assustasse só de olhá-lo. Para uns, mais supersticiosos, ele estava virando um lobisomem.
Até que um negro velho, empregado da família, falou para o senhor que o remédio era "figo" de criança nova, isto é, fígado, no vocabulário do velho homem. O próprio velho saía pelas ruas com um saco nas costas, pegando os meninos: quanto mais gordos e corados, melhor. Quando perguntavam, dizia que levava ossos de boi e de carneiro para refinar açúcar.
Na casa grande, o fígado era retirado, e, com o passar do tempo e com a utilização daquela "medicação", o senhor melhorou.
[...]
Texto disponível no site: http://www.sobrenatural.org/lenda_urbana/detalhar/5956/o_. Acessso em 27/03/2010. Adaptado.
Assinale a alternativa em que as regras da concordância (verbal e nominal) foram obedecidas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2393640 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
Na ponta da língua,
Tão fácil de falar
E de entender.
A linguagem
Na superfície estrelada de letras,
Sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Gois, ele é quem sabe,
E vai desmatando
O amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
Atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
Em que pedia para ir lá fora,
Em que levava e dava pontapé,
A língua, breve língua entrecortada
Do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
(Carlos Drummond de Andrade)
Considerando a construção de atividade de leitura com o texto literário, a questão anterior adota uma perspectiva de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2392714 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 4
Chamem o Samu
O Recife tem um cardápio enorme e variado de opções sobre como morrer mais depressa de enfarte sendo apenas um cidadão submetido às deficiências da cidade. As condições das calçadas: essas já foram eleitas como causa hors concours, mas também podem produzir número razoável de outros problemas como pernas quebradas, por exemplo. Buracos já não deixam motoristas a ponto de cair fulminados – porque, pelo menos, ninguém mais é obrigado a pagar a taxa cobrada a pretexto de dar cabo deles –, porém ainda fazem as doenças de pele provenientes de estresse irromper tão logo o carro despenca em um. Na lista, o lixo continua ocupando lugar de destaque entre os vilões da saúde dos recifenses, pois eles não podem fazer mais do que engolir sapo caladinhos sempre que gente de fora mete o sarrafo na sujeira, garantindo que Bagdá perde feio. Se estrangeiros comparam a iluminação do Recife à de Berlim dos tempos do Holocausto, comichões são inevitáveis, seguidos dos mais diversos tiques nervosos, reações que se repetem quando visitantes torpedeiam a bagunça em que se transformou o comércio informal, no centro. Mais graves são os sintomas de morte súbita a que estão sujeitos aqueles cidadãos preocupados com a cultura e o patrimônio histórico, dois segmentos jogados às traças. Enquanto a cidade não consegue avançar um milímetro no primeiro quesito, no segundo só faz engatar marcha à ré, permitindo que a memória da cidade vire pó para saciar o apetite de grupos econômicos e do segmento imobiliário. A lista de vilões do coração é grande mesmo. Mas, de uns tempos para cá, o que pode dar férias eternas ao baticum no peito de recifenses comuns é a ausência da CTTU em questões básicas de sua alçada. Alguém já experimentou circular por várias ruas de mão dupla, na Zona Sul, onde há carros estacionados de um lado e de outro e o cidadão precisa ter nascido no Tibet para esperar calmamente o que vem lá no começo da rua alcançar o fim dela? Apenas aqueles que se dão ao trabalho de conferir o caos ou não têm como se livrar dele descobrem que essa é uma das maneiras mais eficientes de, no Recife, sofrer um ataque cardíaco. Só falta mesmo a CTTU dizer que quem tiver achando ruim ou com o coração em perigo, chame o Samu.
Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/27/urbana4_0.asp Acesso em 08 de jun. 2010.
No trabalho com a produção de texto na escola de ensino fundamental, deve(m) ser priorizado(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
São perspectivas valorizadas pela pedagogia das competências:
1. Atenuar divisões disciplinares.
2. Introduzir novas formas de avaliar.
3. Diferenciar o ensino.
4. Estimular a cooperação, tenacidade e responsabilidade dos alunos.
5. Negociar e conduzir projetos com os alunos.
Estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1
Superstições e crendices
Foi o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que gerou nos homens crenças supersticiosas(A). As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer, pois não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula sem cabeça, o lobisomem, as bruxas, e em feitiços jogados, mau-olhado ou olho gordo. Mas há crendices que não implicam medo ou defesa de algum mal(C), como por exemplo:(D) as sortes tiradas nas festas do ciclo junino; a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo; a criança jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes, dentre outras.
Há também superstições ligadas a fatos da vida humana, como as relacionadas à gravidez e ao parto(B). Elas são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas, havia a crença de que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar no bebê. Entre os índios da Amazônia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo do curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas nem podem comer paca, pois, do contrário, não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas. Abaixo, há alguns exemplos dessas crendices.(E)
• Não deixe uma tesoura aberta por muito tempo. Dá azar.
• Ao acompanhar um enterro, não entre no cemitério antes do caixão.
• Não pise num rabo de gato, pois atrai malefícios.
• Não passe debaixo de escadas ou quebre espelho. Dá azar.
• Deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário.
ALBUQUERQUE, Cristiana et. al. Português. 7° ano. São José dos Campos, SP: Poliedro, 2009, p.20. Adaptado.
Analisando a função de alguns elementos linguísticos do Texto 1, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2391645 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 4
Chamem o Samu
O Recife tem um cardápio enorme e variado de opções sobre como morrer mais depressa de enfarte sendo apenas um cidadão submetido às deficiências da cidade. As condições das calçadas: essas já foram eleitas como causa hors concours, mas também podem produzir número razoável de outros problemas como pernas quebradas, por exemplo. Buracos já não deixam motoristas a ponto de cair fulminados – porque, pelo menos, ninguém mais é obrigado a pagar a taxa cobrada a pretexto de dar cabo deles –, porém ainda fazem as doenças de pele provenientes de estresse irromper tão logo o carro despenca em um. Na lista, o lixo continua ocupando lugar de destaque entre os vilões da saúde dos recifenses, pois eles não podem fazer mais do que engolir sapo caladinhos sempre que gente de fora mete o sarrafo na sujeira, garantindo que Bagdá perde feio. Se estrangeiros comparam a iluminação do Recife à de Berlim dos tempos do Holocausto, comichões são inevitáveis, seguidos dos mais diversos tiques nervosos, reações que se repetem quando visitantes torpedeiam a bagunça em que se transformou o comércio informal, no centro. Mais graves são os sintomas de morte súbita a que estão sujeitos aqueles cidadãos preocupados com a cultura e o patrimônio histórico, dois segmentos jogados às traças. Enquanto a cidade não consegue avançar um milímetro no primeiro quesito, no segundo só faz engatar marcha à ré, permitindo que a memória da cidade vire pó para saciar o apetite de grupos econômicos e do segmento imobiliário. A lista de vilões do coração é grande mesmo. Mas, de uns tempos para cá, o que pode dar férias eternas ao baticum no peito de recifenses comuns é a ausência da CTTU em questões básicas de sua alçada. Alguém já experimentou circular por várias ruas de mão dupla, na Zona Sul, onde há carros estacionados de um lado e de outro e o cidadão precisa ter nascido no Tibet para esperar calmamente o que vem lá no começo da rua alcançar o fim dela? Apenas aqueles que se dão ao trabalho de conferir o caos ou não têm como se livrar dele descobrem que essa é uma das maneiras mais eficientes de, no Recife, sofrer um ataque cardíaco. Só falta mesmo a CTTU dizer que quem tiver achando ruim ou com o coração em perigo, chame o Samu.
Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/05/27/urbana4_0.asp Acesso em 08 de jun. 2010.
O texto é construído com base, sobretudo, em uma realidade cuja análise se mostra
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
São princípios da avaliação:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas