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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
“Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos.”. Assinale a alternativa, em que a reescrita desse trecho do texto mantém a correção gramatical e as mesmas relações de sentido.
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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Ainda acerca das ideias presentes no texto, é correto afirmar que o ensino remoto:
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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remoto, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaque e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor. A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantes durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Acerca das ideias apresentadas pelo texto, é correto afirmar somente que:
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O esporte é um dos elementos da cultura corporal, no âmbito da Educação Física, que apresenta uma grande disseminação na sociedade, principalmente, devido ao processo de Globalização e à difusão dada pela mídia. Sobre o esporte na escola, analise as alternativas que seguem e marque a opção CORRETA.
I - Na escola, o esporte é um dos conteúdos que deve ser privilegiado com vistas a desenvolver o ensino das práticas esportivas na forma como as modalidades eleitas estão inseridas social e culturalmente na vida dos alunos, bem como educar pelo esporte, por meio do fomento de valores socioculturais que contribuam para potencializar a formação humana e cidadã.
II – O esporte na escola deve ser tematizado com uma intencionalidade pedagógica e deve potencializar que os alunos vivenciem práticas as quais possam se aproximar do esporte fora da escola. As aulas devem privilegiar a performance, o rendimento, a busca da superação das limitações pessoais e a aprendizagem especializada dos aspectos técnicos e táticos dos esportes.
III – O ensino do esporte na escola não deve se limitar ao ensino tradicional-esportivista que, por muito tempo, foi difundido. Isso implica ensinar a executar os fundamentos, os elementos táticos, as regras, o histórico das modalidades e a refletir sobre os diferentes papéis que estão presentes na prática do esporte, mas ensinar também o esporte em uma perspectiva pedagógica, ensinar os alunos a gostar de práticas de esporte, refletir sobre os condicionantes sociais que perpassam essa prática e o universo de sentidos e de significados atribuídos socialmente.
IV – O esporte na escola deve ser tratado em uma perspectiva cultural, o que implica romper com a tradição centrada apenas no ensino das quatro modalidades esportivas, o “quarteto fantástico”, e favorecer a compreensão e a leitura crítica sem a necessidade de focar na aprendizagem de habilidades, nos fundamentos e nas técnicas, pois esses fatores apenas contribuem para selecionar os alunos.
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo o qual define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e das modalidades da Educação Básica (BRASIL, 2018). Sobre a Educação Física proposta pela BNCC, analise as proposições e assinale V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS.
( ) Na BNCC, a Educação Infantil está estruturada em cinco campos de experiências: O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Mesmo não aparecendo de forma direta, a Educação pode contribuir de forma significativa para as aprendizagens e para o desenvolvimento das crianças.
( ) A BNCC propõe dez competências específicas para a Educação Física para o Ensino Fundamental que devem ser desenvolvidas pelas seis unidades temáticas propostas: Brincadeiras e jogos, Esportes, Ginásticas, Danças, Lutas e Práticas corporais de aventura.
( ) Para o Ensino Fundamental, a BNCC propõe 12 habilidades para os 1º e 2º anos; 15 habilidades para os 3º, 4º e 5º anos; 21 habilidades para os 6º e 7º anos; 21 habilidades para os 8º e 9º anos norteadas pelas oito dimensões do conhecimento.
( ) A avaliação proposta pela BNCC, para a Educação Física, prevê a utilização de instrumentos e de critérios baseados nas dimensões do conhecimento e, que articuladas, devem promover a progressão dos alunos.
Assinale, de cima para baixo, a alternativa CORRETA.
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Atividade física e saúde são temas recorrentes na Educação Física. Historicamente, desde a introdução da Educação Física na escola, a disciplina configurou-se sob a influência do pensamento médico-higienista. Atualmente, ainda são marcantes a relação atividade física e prevenção de riscos à saúde, como o sedentarismo, a obesidade e as doenças crônico-degenerativas, e a importância das aulas de Educação Física para promover a problematização desses temas. Em 2021, foi lançado o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, e esse documento apresenta um capítulo que aborda a Educação Física escolar, explicitando a importância da participação e do envolvimento dos alunos nas aulas, pois esta contribui, de forma significativa, para a saúde e para o desenvolvimento pessoal dos estudantes. Sobre as recomendações presentes nesse Guia, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
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A ginástica, mesmo tendo sido historicamente, uma das primeiras formas de inserção da Educação Física na escola, atualmente, ainda é pouca difundida e raramente vivenciada de forma sistemática pelos alunos na escola. Um dos aspectos que, muitas vezes, é destacado se refere aos cuidados com a segurança. No entanto, para que esse fator da segurança não seja colocado como obstáculo para a não inserção do conteúdo nas aulas, algumas alternativas podem ser utilizadas para garantir a segurança dos alunos. Sobre essas afirmativas, coloque V para VERDADEIRO e F para FALSO e, em seguida, assinale, de cima para baixo, a alternativa CORRETA.
( ) Orientação aos alunos sobre os possíveis riscos de quedas e de lesões, evitando que se machuquem.
( ) Inclusão de habilidades com nível de progressão diversificada para os alunos conforme o seu grau de inserção na prática.
( ) Adequação do espaço e orientação para os alunos que irão auxiliar na segurança dos movimentos.
( ) Utilização de materiais alternativos, como lenços, bambolês, balangandãs, garrafas plásticas, dentre outros, que podem favorecer maior segurança do que os aparelhos oficiais.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
Tendo em vista o que determina a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação nacional para a organização dos currículos escolares, é CORRETO afirmar.
I. A inclusão de novos componentes curriculares de caráter obrigatório, na Base Nacional Comum Curricular, dependerá de aprovação do Conselho Nacional de Educação e de homologação pelo Ministro de Estado da Educação.
II. O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.
III. Dentre os critérios que tornam a prática da Educação Física facultativa para os alunos, incluem-se “ser maior de 21 anos de idade” e “cumprir jornada diária de trabalho igual ou superior a quatro horas”.
IV. Somente nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio públicos, é obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
V. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, dentre outras vantagens, progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho.
São verdadeiras as afirmações:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
O padrão mínimo de qualidade da educação, de que trata o § 1º, do Art. 211, da Constituição Federal, conforme inclusão contida na Emenda Constitucional nº 108, de 2020, considerará as condições adequadas de oferta e terá como referência:
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Professores do MedioTec compartilham experiências exitosas no ensino remoto
Práticas inovadoras e criativas têm sido o diferencial nas aulas remotas dos cursos técnicos oferecidos aos alunos do MedioTec/Pronatec. Em tempos de ensino remoto, professores e coordenadores têm se reinventado para passar os conteúdos com qualidade, de forma a motivar os alunos do programa. Na última quinta-feira (26/11), professores e coordenadores do MedioTec tiveram a oportunidade de socializar experiências exitosas no ensino remotoa, durante mais uma capacitação pedagógica promovida pela coordenação do Pronatec/Funece. O encontro virtual ocorreu via Google Meet.
O coordenador do Pronatec/MedioTec/Funece, professor Hidelbrando Soares, destacou a atuação da equipe de professores do MedioTec, que desafiam o quadro da pandemia da Covid-19 e estão produzindo resultados importantes para o programa. Para ele, a Universidade Estadual do Ceará vem conquistado uma posição de destaqueb e resultados de qualidade no processo de formação da juventude cearense. E as capacitações promovidas à equipes do Pronatec/MedioTec contribuem para boas ações em sala de aula.
“As nossas capacitações são uma grande estratégia para analisar e discutir os desafios que aparecem. São também um momento de troca de experiências e boas práticas do que vem sendo desenvolvido nas turmas, que podem ser socializadas e compartilhadas para toda a rede Pronatec. A preocupação com as capacitações sempre esteve presente nas ações da equipe pedagógica do programa, e isso tem sido nosso diferencial quando comparamos as experiências de Pronatec no Ceará e mesmo no Nordeste. Precisamos sempre estar discutindo novas metodologias e novas práticas, para que esse ambiente remoto sirva de estímulo para nossos estudantes e seu projeto de vida”, enfatizou o coordenador.
A coordenadora psicopedagógica do Pronatec, professora Ana Ignez Belém, também ressaltou o momento de compartilhamento de informações, que, segundo ela, são importantes para a prática pedagógica. “As experiências passadas pelos nossos pares são as melhores fontes de aprendizagem. Momentos como esse potencializam a atividade pedagógica de ensino e aprendizagem. É um momento rico para pensar nossa didática e estratégia, e também em como essa didática está chegando aos alunos”.
Durante o encontro, experiências exitosas no ensino remoto foram apresentadas pelos professores Ítalo Pinto Carneiro, que promoveu palestras virtuais com profissionais da área técnica; Francisco Valdizar Forte, que traçou estratégias de acompanhamento contra a evasão escolar e fortaleceu o uso de ferramentas da informática para dinamizar as aulas; e Thiago Sampaio de Lima, que falou sobre o uso de jogos on-line como ferramenta de aprendizagem.
Segundo o professor Ítalo Carneiro, do curso técnico em Segurança do Trabalho, uma das estratégias usadas nas salas de aula virtuais foi possibilitar aos alunos de Caucaia e Fortaleza uma palestra com uma médica do trabalho e outra sobre uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para o docente, é importante que os estudantes saibam na prática a aplicação dos conteúdos e conheçam o trabalho de profissionais.
“Pensei que, se não posso levar os alunos a uma visita técnica por conta da pandemia, poderia trazer uma empresa até o momento de aula dos alunos. Após introduzir o conteúdo, convido um profissional de uma empresa de grande porte, para abordar dentro daquele conteúdo a parte prática e de vivência dele. Isso contribui para que o aluno consiga ver, por exemplo, um técnico de segurança do trabalho atuando dentro de uma grande instituição, e veja que ele pode crescer e ser como aquele profissional”, analisou.
Já o professor Valdizar Forte contou que tentou trazer conteúdos de informática com base nos conhecimentos dos alunos sobre o assunto, além de levar em conta se eles tinham computador em casa, que ferramentas usavam e se tinham acesso à internet com facilidade.
“Em cima disso, tracei à disciplina de Informática Básica, sem fugir do conteúdo proposto na apostila e buscando trazer assuntos voltados para a área profissional. Mesmo em tempos de pandemia, não tivemos problema de reprovação e não participação dos alunos. Sabemos que a realidade de cada aluno e em cada município é diferente, mas tentamos despertar neles à ideia de que o curso pode fazer a diferença em suas vidas. O professor deve ser o maior motivador. Estamos no momento de repensar o processo educacional, de trazer as novidades tecnológicas e agregá-las ao processo de ensino e aprendizagem. O ensino jamais vai voltar a ser o que era, vai ser híbrido. As tecnologias mais do que nunca vão fazer parte do processo educacional”, ensinou Valdizar.
O professor Thiago Sampaio compartilhou sua estratégia de aplicar jogos on-line entre os estudantes durante as aulas virtuais, elaborando perguntas de acordo com os conteúdos abordados nas disciplinas até então ministradas por ele nos municípios de Brejo Santo, Campos Sales e Mombaça. O professor informou que usa a plataforma Wordwall na elaboração dos jogos e explicou a funcionalidade da ferramenta. “O objetivo maior é o aprendizado dos alunos. Sempre que usamos o jogo em sala de aula é uma alegria. É uma forma de incentivá-los, e pode render ainda uma bonificação na nota, a critério do professor.c A intenção não é gerar competição, mas motivá-los a sempre querer aprender mais para ganhar o próximo jogo. Quando um assunto rende dificuldades, podemos discutir quais respostas foram mais acertadas e quais eles mais erraram”, esclarece o professor Thiago.
Durante o encontro, também foi destacado que algumas turmas já realizaram aulas de campo presenciais, obedecendo todos os critérios de distanciamento social e com uso de máscaras. Entre as atividades práticas, estão aula de campo realizada com alunos do curso técnico em Agronegócio em um sítio de Limoeiro do Norte e visita técnica a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mombaça, que recebeu alunos do curso técnico em Gerência de Saúde.
A coordenadora de Ensino do Pronatec/Funece parabenizou o empenho dos professores e coordenadores ao trazer conteúdo diferenciado para os estudantese durante o ensino remoto e ressaltou a dedicação de toda a equipe. “Este ano está sendo desafiador em todas as perspectivas. Fico muito feliz em fazer parte de uma equipe que aceitou participar de uma experiência de aulas remotas. É tudo novo para todos, estamos todos aprendendo. Temos um espírito coletivo muito bom e a gente só cresce. É muito bom saber que temos um programa onde todo mundo se ajuda. Sabemos que, para que um tenha sucesso, é importante que todos também tenham”.
(Disponível em http://www.uece.br/pronatec/
2020/11/27/professores-do-mediotec-compartilham-experiencias-exitosas-no-ensino-remoto/ Acessado em 22 de jun. de 2022 – com adaptações).
Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses substitui a palavra destacada mantendo as relações de sentido e a correção gramatical do texto.
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