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A temperatura externa a um laboratório é monitorada todos os dias no mesmo horário. Durante a última semana do mês de abril, a temperatura medida ao meio-dia em cada um dos dias foi, respectivamente: 31 °C, 30 °C, 35 °C, 25 °C, 21 °C, 20 °C e 20 °C. Considerando a sequência apresentada, é correto afirmar que a temperatura média da semana em questão foi de:
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De acordo com o Banco Central do Brasil, o rendimento médio atual da caderneta de poupança é de aproximadamente 0,67% ao mês. Já em aplicações financeiras que utilizam a taxa Selic como referência, a remuneração média é de 1% ao mês. Supondo que um investidor aplicasse R$ 10.000,00 em cada uma das duas modalidades, de quanto seria a diferença entre elas no rendimento obtido após um mês de aplicação?
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Em um celeiro em que há porcos e galinhas, há um total de 36 animais. Considerando que os animais presentes no celeiro totalizam juntos 96 pernas, é correto afirmar que o número de galinhas nesse celeiro é de:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Flores Cunha-RS
Assinale a alternativa em que a sentença apresentada é uma proposição lógica composta.
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Flores Cunha-RS
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Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
- A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
- à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
- pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
- quer saber de explicação.
- Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
- afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
- de tomar a decisão que mudaria nossa história.
- É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
- que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
- come”.
- Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
- de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
- a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
- se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
- Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
- pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
- alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
- onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
- São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
- indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
- passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
- que se culpar?
- Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
- os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
- espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
- invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
- Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
- que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
- e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
- afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
- os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
- ___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
- tornam-se existenciais e crescem como tumores.
- Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
- se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao- sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa INCORRETA em relação à palavra “indiferente”, presente no trecho a seguir, retirado do texto.
“Foi indiferente à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)?”
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Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
- A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
- à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
- pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
- quer saber de explicação.
- Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
- afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
- de tomar a decisão que mudaria nossa história.
- É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
- que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
- come”.
- Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
- de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
- a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
- se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
- Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
- pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
- alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
- onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
- São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
- indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
- passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
- que se culpar?
- Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
- os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
- espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
- invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
- Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
- que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
- e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
- afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
- os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
- ___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
- tornam-se existenciais e crescem como tumores.
- Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
- se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao- sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, os tempos em que estão conjugadas as formas verbais presentes no fragmento.
“Terminou com alguém que ainda o amava?”
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Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
- A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
- à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
- pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
- quer saber de explicação.
- Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
- afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
- de tomar a decisão que mudaria nossa história.
- É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
- que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
- come”.
- Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
- de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
- a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
- se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
- Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
- pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
- alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
- onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
- São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
- indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
- passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
- que se culpar?
- Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
- os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
- espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
- invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
- Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
- que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
- e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
- afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
- os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
- ___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
- tornam-se existenciais e crescem como tumores.
- Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
- se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao- sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO tenha sido formada com o prefixo “in-” de sentido negativo.
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Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
- A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
- à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
- pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
- quer saber de explicação.
- Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
- afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
- de tomar a decisão que mudaria nossa história.
- É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
- que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
- come”.
- Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
- de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
- a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
- se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
- Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
- pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
- alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
- onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
- São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
- indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
- passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
- que se culpar?
- Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
- os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
- espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
- invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
- Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
- que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
- e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
- afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
- os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
- ___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
- tornam-se existenciais e crescem como tumores.
- Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
- se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao- sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir o vocábulo “martirizar-se” sem causar alterações significativas ao sentido original em que ele ocorre.
“a verdadeira libertação está em se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.”
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Culpa: não sinta muito
Por Martha Medeiros
- A culpa não desgruda. Terminou com alguém que ainda o amava? Culpa. Foi indiferente
- à dor do outro (ou, pior, indiferente às suas conquistas)? Que feio. Não estava ao lado dos seus
- pais em seus momentos finais? Perdeu a conexão com os filhos? Acontece, mas o remorso não
- quer saber de explicação.
- Sejam físicas ou espirituais, nossas ausências, mesmo involuntárias, nos corroem vida
- afora. E nem falei das culpas que nos autoinfligimos por termos cedido __ covardia, ao invés
- de tomar a decisão que mudaria nossa história.
- É mais fácil ser inimigo de si mesmo do que chutar o balde e magoar dois ou três, se bem
- que a culpa não escolhe lado neste caso. É o clássico “se correr o bicho pega, se ficar o bicho
- come”.
- Uns 15 anos atrá...., li um pequeno e ótimo livro sobre o assunto, chamado O sentimento
- de culpa, de Paulo Sergio Guedes e Julio Walz (edição dos autores). Eles me fizeram entender
- a onipotência que sustenta essa relação credor/devedor, e que a verdadeira libertação está em
- se responsabilizar pelos seus atos, sem martirizar-se.
- Sentir-se culpado é um desperdício de energia que é recompensado, incon....ientemente,
- pela importância que estamos nos dando. Ainda assim, de vez em quando, me pego
- alimentando esse monstro chamado culpa, que ataca principalmente as relações familiares,
- onde estão aqueles de quem mais cobramos e a quem mais devemos.
- São muitas promessas feitas em nome de um afeto obrigatório e pretensamente
- indestrutível. Maridos e mulheres são induzidos a manter a eternidade de um laço que, com o
- passar dos anos, pode afrouxar, sem que tenha havido má-fé de nenhuma das partes – por
- que se culpar?
- Pais e filhos têm seus direitos e deveres atravessados pelo que nunca pode ser previsto:
- os desvios naturais de rota e o livre arbítrio de cada um, que muitas vezes destoa do que se
- espera. A culpa nem sempre nasce de uma ação incorreta ou maldosa: ela quase sempre nos
- invade por não termos conseguido realizar o que o outro espera de nós.
- Por isso, mais uma vez, a amizade se destaca em sua nobreza. Ninguém culpa um amigo
- que foi morar em outro país ou que fica muito tempo sem dar notícias: não há abandono nem
- e....pectativas a atender; é um gostar-se sem exclusividade nem contrato. Se acaso as
- afinidades se desfizerem, nem assim colocaremos o dedo na cara do amigo: aceita-se em paz
- os humores do destino. Amigos não embaçam: desatam nós com habilidade e dormem bem
- ___ noite. Raramente dão motivos para a insônia alheia. Já as culpas geradas pelo parentesco
- tornam-se existenciais e crescem como tumores.
- Por dar a esse monstro insaciável o nome de amor, não temos coragem de fazer o que
- se deve: deixar ___ culpa morrer de fome.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/05/culpa-nao- sinta-muito-cmokq8t0o01do0123loqadbtf.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na expressão popular “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”, a conjunção “se”, em ambas as ocorrências, exprime ideia de ______________ e tem o mesmo sentido do termo ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas do trecho acima.
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