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METODOLOGIAS
Atualmente, existem dois métodos de ensino que, ao mesmo tempo, se opõem: o método da instrução direta e o ensino ativo.
O método da instrução direta, chamado de método
tradicional, prevê um professor como transmissor do
conhecimento, em uma organização hierárquica. O educador
é o centro do ensino e ele repassa as informações à turma,
expondo o conteúdo e certificando-se de que os estudantes
aprenderam o que se espera deles. O método inclui técnicas
de repetição, testes e exemplos.
O ensino ativo ou interativo consiste em criar ambientes de
ensino que estimulam a interação entre o professor e os
alunos, abrindo possibilidades de colaboração e de debates
construtivos. A base dessa técnica é a comunicação
multidirecional, com preferência para conversas em grupos e
projetos coletivos.
Uma maneira interessante para aprender a disciplina é
fazendo aulas particulares, ou seja, ter um profissional da
disciplina ou área que acompanhe seus estudos.
As aulas particulares de matemática são um jeito diferente
de aprender a matéria, pois é um método mais
personalizado e que se adapta às necessidades individuais
do aluno. Para o aluno é uma alternativa bem eficaz, pois ele
não precisa se incomodar com os colegas de turma, pode
tirar as dúvidas sem pressa e se por acaso não conseguir
entender algum ponto, o professor pode dedicar mais tempo
nesse conteúdo específico.
Ainda existem outras alternativas para aqueles que desejam
aprender a disciplina de matemática fora dos métodos
tradicionais, por exemplo:
• Método Kumon: método bem difundido no Brasil, existe há
mais de meio século. O Kumon tem como principal objetivo
incentivar a criança a adquirir autonomia nos estudos,
buscando fortalecer o potencial individual de aprendizado de
cada aluno. Por meio de um processo de aprendizagem
planejado e personalizado, o aluno se torna confiante e
capaz de enfrentar sozinho o desafio da conquista do
conhecimento.
• Método Moore: esse método tem como centro o estudante.
É ele que escolhe o conteúdo que vai abordar e aprofundar.
Em vez de utilizar livros didáticos, os alunos trabalham
fórmulas e teoremas que devem depois ser apresentados
para a turma.
• Método Singapura: esse método de ensino de matemática
tem como base a abordagem concreto-pictórica-abstrata,
sendo aplicado sobretudo na Educação Infantil. Essa
modalidade usa bastante desenhos e objetos que os alunos
podem manusear para ensinar habilidades de agrupamento
que auxiliam na aprendizagem da adição, subtração,
multiplicação e divisão.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32odsEi.
I. Uma maneira interessante para aprender a matemática é fazendo aulas particulares, ou seja, ter um profissional da disciplina ou área que acompanhe seus estudos em meio a uma sala com outros alunos com as mesmas dificuldades, de acordo com o texto.
II. No método da instrução direta, o educador é o centro do ensino e ele repassa as informações à turma, expondo o conteúdo e certificando-se de que os estudantes aprenderam o que se espera deles, de acordo com o texto.
III. No método Kumon, o aluno se torna confiante e capaz de enfrentar sozinho o desafio da conquista do conhecimento por meio de um processo de aprendizagem planejado e personalizado, de acordo com o texto.
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
ABORDAGEM COMUNICATIVA
Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
O conceito de competência comunicativa postula que ser
competente, comunicativamente falando, vai além do
conhecimento linguístico que o indivíduo pode ter. Ser
competente, comunicativamente falando, engloba também
outras competências, tais como:
• A competência cultural, que é o conhecimento acerca do
contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levandose em consideração os países, a suas populações, as suas
tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros
aspectos;
• A competência sociolinguística, que é a competência para
saber escolher, entre os vários meios e registros de
comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma
determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais
formal ou informal, por exemplo;
• A competência discursiva, que é a capacidade de construir
ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de
aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação
de gêneros, também questões relacionadas ao discurso.
Aqui, o texto deixa de ser um pretexto para ensinar a
gramática e passa a ser o pilar de sustentação da aula,
devendo ser priorizado sempre. A leitura não dependerá
somente do material didático, mas, também, da articulação
feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno;
• A competência estratégica, que é a capacidade de usar
estratégias apropriadas para compensar deficiências no
domínio do código linguístico ou outras lacunas na
comunicação, visando favorecer uma efetiva comunicação
ou alcançar um efeito pretendido (falar mais lentamente,
pedir para repetir ou esclarecer algo, enfatizar certas
palavras, entre outros).
A prioridade dada ao conceito de competências é um
recurso para quem busca um processo de ensino e de
aprendizagem mais equilibrado, cujos objetivos são
definidos não apenas em termos de conteúdo a ser
aprendido, mas também com base na discussão das
habilidades que o aprendiz precisa desenvolver. Assim, a
aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho
segmental cujo foco está nela mesma como objeto de
estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas
situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de
segmentos e discursos.
O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa
a ser um mediador da aprendizagem; promove situações
efetivas de uso da língua e atua como um conselheiro dos
aprendizes; e encoraja a cooperação entre os alunos e a
comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e
dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem
não somente com o que dizer, mas como fazê-lo. Dessa
maneira, os contextos social e cultural ganham maior
importância, assim como as interações do tipo aluno-aluno.
Com relação aos erros, o professor geralmente não corrige
os alunos imediatamente, porém trabalha os erros como
algo construtivo, retomados após as situações de prática em
um segundo momento de produção ou uso da língua.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE
I. Para o professor que faz uso da abordagem comunicativa, os contextos social e cultural ganham maior importância e entravam o processo de aprendizagem, pois ampliam as interações entre os alunos, de acordo com o texto.
II. A competência discursiva, afirma o texto, é a capacidade de construir ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação de gêneros, as questões relacionadas ao discurso.
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- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
ABORDAGEM COMUNICATIVA
Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
O conceito de competência comunicativa postula que ser
competente, comunicativamente falando, vai além do
conhecimento linguístico que o indivíduo pode ter. Ser
competente, comunicativamente falando, engloba também
outras competências, tais como:
• A competência cultural, que é o conhecimento acerca do
contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levandose em consideração os países, a suas populações, as suas
tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros
aspectos;
• A competência sociolinguística, que é a competência para
saber escolher, entre os vários meios e registros de
comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma
determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais
formal ou informal, por exemplo;
• A competência discursiva, que é a capacidade de construir
ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de
aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação
de gêneros, também questões relacionadas ao discurso.
Aqui, o texto deixa de ser um pretexto para ensinar a
gramática e passa a ser o pilar de sustentação da aula,
devendo ser priorizado sempre. A leitura não dependerá
somente do material didático, mas, também, da articulação
feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno;
• A competência estratégica, que é a capacidade de usar
estratégias apropriadas para compensar deficiências no
domínio do código linguístico ou outras lacunas na
comunicação, visando favorecer uma efetiva comunicação
ou alcançar um efeito pretendido (falar mais lentamente,
pedir para repetir ou esclarecer algo, enfatizar certas
palavras, entre outros).
A prioridade dada ao conceito de competências é um
recurso para quem busca um processo de ensino e de
aprendizagem mais equilibrado, cujos objetivos são
definidos não apenas em termos de conteúdo a ser
aprendido, mas também com base na discussão das
habilidades que o aprendiz precisa desenvolver. Assim, a
aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho
segmental cujo foco está nela mesma como objeto de
estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas
situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de
segmentos e discursos.
O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa
a ser um mediador da aprendizagem; promove situações
efetivas de uso da língua e atua como um conselheiro dos
aprendizes; e encoraja a cooperação entre os alunos e a
comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e
dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem
não somente com o que dizer, mas como fazê-lo. Dessa
maneira, os contextos social e cultural ganham maior
importância, assim como as interações do tipo aluno-aluno.
Com relação aos erros, o professor geralmente não corrige
os alunos imediatamente, porém trabalha os erros como
algo construtivo, retomados após as situações de prática em
um segundo momento de produção ou uso da língua.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE
I. O texto explica que a competência cultural é o conhecimento acerca do contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levando-se em consideração os países, as suas populações, as suas tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros aspectos.
II. O texto relata que, por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula.
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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os objetivos do ensino balizam a avaliação, pois são eles que permitem a elaboração de critérios para avaliar a aprendizagem dos conteúdos de Língua Portuguesa em uma instituição de ensino. Os critérios de avaliação não são, no entanto, coincidentes com todas as expectativas de aprendizagem – essas estão expressas nos objetivos, cuja função é orientar o ensino. Os critérios de avaliação não podem, de forma alguma, ser tomados como objetivos, pois isso significaria um injustificável rebaixamento da oferta de ensino e, consequentemente, a não-garantia de conquista das aprendizagens consideradas essenciais.
Outro alerta importante é que não tem sentido utilizar certos
critérios de avaliação para avaliar a aprendizagem de alunos
submetidos a práticas educativas orientadas por outros
objetivos. Ou seja, é necessário existir um alinhamento entre
os objetivos de ensino e os critérios de avaliação. A adoção
destes critérios pressupõe a adoção também dos
respectivos objetivos. Assim, as adaptações dos objetivos
que cada equipe escolar julgar necessárias precisam
corresponder às adaptações também dos critérios.
Para avaliar segundo os critérios estabelecidos é necessário
considerar indicadores bastante precisos que sirvam para
identificar de fato as aprendizagens realizadas. No entanto, é
importante não perder de vista que um progresso
relacionado a um critério específico pode manifestar-se de
diferentes formas, em diferentes alunos. E uma mesma ação
pode, para um aluno, indicar avanço em relação a um critério
estabelecido, e, para outro, não. Por isso, além de
necessitarem de indicadores precisos, os critérios de
avaliação devem ser tomados em seu conjunto,
considerados de forma contextual e, muito mais do que isso,
analisados à luz dos objetivos que realmente orientaram o
ensino oferecido aos alunos. E se o propósito é avaliar
também o processo, além do produto, não há nenhum
instrumento de avaliação da aprendizagem melhor do que
buscar identificar por que o aluno teria dado as respostas
que deu às situações que lhe foram propostas.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2ZxsesP.
I. O texto alerta que não faz sentido utilizar certos critérios de avaliação para avaliar a aprendizagem de alunos submetidos a práticas educativas orientadas por objetivos diferentes daqueles utilizados no planejamento da avaliação. Ou seja, é necessário existir um alinhamento entre os objetivos de ensino e os critérios de avaliação.
II. Os critérios de avaliação não podem, de forma alguma, ser tomados como objetivos, pois isso significaria um injustificável rebaixamento da oferta de ensino e, consequentemente, a não-garantia de conquista das aprendizagens consideradas essenciais, de acordo com o texto.
III. O texto esclarece que é importante não perder de vista que um progresso relacionado a um critério de avaliação específico pode manifestar-se de diferentes formas, em diferentes alunos. E uma mesma ação pode, para um aluno, indicar avanço em relação a um critério estabelecido, e, para outro, não.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. O controle de recursos humanos deve ter como pré-requisito, entre outros aspectos, o desinteresse sobre o comportamento humano e suas manifestações. II. Um dos passos do processo de avaliação psicológica é a integração das informações e o desenvolvimento das hipóteses iniciais, diante das quais o psicólogo pode constatar a necessidade de utilizar outros instrumentos ou estratégias de modo a refinar ou elaborar novas hipóteses. III. Não é recomendável que o psicólogo utilize uma só técnica ou um só instrumento para realizar a avaliação psicológica. A utilização de técnicas e métodos combinados torna a avaliação mais completa.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O controle de recursos humanos deve ter como pré-requisito, entre outros aspectos, o desinteresse sobre o comportamento humano e suas manifestações. II. Um dos passos do processo de avaliação psicológica é a integração das informações e o desenvolvimento das hipóteses iniciais, diante das quais o psicólogo pode constatar a necessidade de utilizar outros instrumentos ou estratégias de modo a refinar ou elaborar novas hipóteses. III. Não é recomendável que o psicólogo utilize uma só técnica ou um só instrumento para realizar a avaliação psicológica. A utilização de técnicas e métodos combinados torna a avaliação mais completa.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeJung
- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicologia Jurídica e ForenseViolência Doméstica, Violência Contra a Mulher e Casos de Abuso
- Psicodiagnóstico e Avaliação Psicológica
Analise as afirmativas a seguir:
I. A Avaliação Psicológica de crianças e de adolescentes em situação de violência ocorre de modo acolhedor e considera as condições de cada vítima. Todo o contexto é organizado com intuito de minimizar a revitimização. Nos casos de violência sexual, os testes psicológicos podem ter resultados que indicam a presença de sinais e sintomas que são observados com relativa frequência em vítimas de violência sexual. Porém, os dados dos testes apenas mostram-se importantes e úteis quando confrontados e analisados com todas as demais informações obtidas na avaliação psicológica, pois não possibilitam estabelecer uma relação causal sobre a ocorrência da violência sexual. II. Para Carl Gustav Jung, a personalidade – ou psique, como ele a chamava – é formada por sistemas interdependentes que atuam de forma dinâmica uns sobre os outros e estão organizados de acordo com uma hierarquia, na qual os aspectos sociais sempre se sobrepõem às necessidades fisiológicas.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Avaliação Psicológica de crianças e de adolescentes em situação de violência ocorre de modo acolhedor e considera as condições de cada vítima. Todo o contexto é organizado com intuito de minimizar a revitimização. Nos casos de violência sexual, os testes psicológicos podem ter resultados que indicam a presença de sinais e sintomas que são observados com relativa frequência em vítimas de violência sexual. Porém, os dados dos testes apenas mostram-se importantes e úteis quando confrontados e analisados com todas as demais informações obtidas na avaliação psicológica, pois não possibilitam estabelecer uma relação causal sobre a ocorrência da violência sexual. II. Para Carl Gustav Jung, a personalidade – ou psique, como ele a chamava – é formada por sistemas interdependentes que atuam de forma dinâmica uns sobre os outros e estão organizados de acordo com uma hierarquia, na qual os aspectos sociais sempre se sobrepõem às necessidades fisiológicas.
Marque a alternativa CORRETA:
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Questão presente nas seguintes provas
- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicodiagnóstico e Avaliação Psicológica
- Psicologia OrganizacionalGestão Estratégica de Pessoas
Analise as afirmativas a seguir:
I. A avaliação psicológica é um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas que, independentemente da área do conhecimento, requer o uso de uma única metodologia. II. No planejamento dos recursos humanos, é importante evitar qualquer esforço na condução de mudanças que envolvam políticas de pessoas, planejamento de carreira ou administração de conflitos.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A avaliação psicológica é um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas que, independentemente da área do conhecimento, requer o uso de uma única metodologia. II. No planejamento dos recursos humanos, é importante evitar qualquer esforço na condução de mudanças que envolvam políticas de pessoas, planejamento de carreira ou administração de conflitos.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Um dos passos do processo de avaliação psicológica é o levantamento dos objetivos da avaliação e das particularidades do indivíduo ou grupo a ser avaliado. Tal processo permite a escolha dos instrumentos ou estratégias mais adequados para a realização da avaliação psicológica. II. Dependendo dos objetivos da avaliação psicológica, a compreensão sobre o indivíduo ou grupo poderá abranger aspectos psicológicos de natureza diversa. Nesse caso, a qualidade do conhecimento alcançado depende da escolha de instrumentos que maximizem a qualidade do processo de avaliação psicológica. III. O primeiro passo a ser dado quando se pretende realizar uma avaliação psicológica é a coleta de informações pelos meios escolhidos, tais como as entrevistas, as dinâmicas, as observações e os testes projetivos e/ou psicométricos etc.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um dos passos do processo de avaliação psicológica é o levantamento dos objetivos da avaliação e das particularidades do indivíduo ou grupo a ser avaliado. Tal processo permite a escolha dos instrumentos ou estratégias mais adequados para a realização da avaliação psicológica. II. Dependendo dos objetivos da avaliação psicológica, a compreensão sobre o indivíduo ou grupo poderá abranger aspectos psicológicos de natureza diversa. Nesse caso, a qualidade do conhecimento alcançado depende da escolha de instrumentos que maximizem a qualidade do processo de avaliação psicológica. III. O primeiro passo a ser dado quando se pretende realizar uma avaliação psicológica é a coleta de informações pelos meios escolhidos, tais como as entrevistas, as dinâmicas, as observações e os testes projetivos e/ou psicométricos etc.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicologia ClínicaPsicopatologiaPsicofarmacologia
- Psicodiagnóstico e Avaliação Psicológica
- Pesquisa em Psicologia
Analise as afirmativas a seguir:
I. A escolha da metodologia e dos recursos complementares necessários para o alcance dos objetivos do processo de Avaliação Psicológica é de responsabilidade da(o) profissional, que deverá avaliar constantemente o caráter científico e ético desses procedimentos, bem como respaldar-se tecnicamente para a utilização deles. É necessário contínuo aprimoramento profissional para que a(o) Psicóloga(o) tenha conhecimento de técnicas e instrumentos atualizados e aplicáveis à população e contexto em estudo, bem como domínio sobre a aplicação e aplicabilidade deles. Deve-se ter atenção ao uso de instrumentos originais e aprovados pelo Satepsi e/ou com comprovada referência na literatura a partir de estudos científicos em revistas reconhecidamente aceitas no meio científico. II. A psicopatologia biológica enfatiza os aspectos cerebrais, neuroquímicos ou neurofisiológicos das doenças e dos sintomas mentais. A base de todo transtorno mental são alterações de mecanismos neurais e de determinadas áreas e circuitos cerebrais. Em contraposição, a perspectiva sociocultural visa estudar os transtornos mentais como comportamentos desviantes que surgem a partir de certos fatores socioculturais.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A escolha da metodologia e dos recursos complementares necessários para o alcance dos objetivos do processo de Avaliação Psicológica é de responsabilidade da(o) profissional, que deverá avaliar constantemente o caráter científico e ético desses procedimentos, bem como respaldar-se tecnicamente para a utilização deles. É necessário contínuo aprimoramento profissional para que a(o) Psicóloga(o) tenha conhecimento de técnicas e instrumentos atualizados e aplicáveis à população e contexto em estudo, bem como domínio sobre a aplicação e aplicabilidade deles. Deve-se ter atenção ao uso de instrumentos originais e aprovados pelo Satepsi e/ou com comprovada referência na literatura a partir de estudos científicos em revistas reconhecidamente aceitas no meio científico. II. A psicopatologia biológica enfatiza os aspectos cerebrais, neuroquímicos ou neurofisiológicos das doenças e dos sintomas mentais. A base de todo transtorno mental são alterações de mecanismos neurais e de determinadas áreas e circuitos cerebrais. Em contraposição, a perspectiva sociocultural visa estudar os transtornos mentais como comportamentos desviantes que surgem a partir de certos fatores socioculturais.
Marque a alternativa CORRETA:
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Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na perspectiva da Gestalt-terapia, um diagnóstico baseado nos rótulos nosológicos oriundos da psiquiatria clássica, sem uma compreensão psicodinâmica, de nada serve ao propósito do diagnóstico gestáltico, uma vez que facilita e viabiliza uma melhor percepção do processo e do indivíduo. II. Segundo Freud, o ego seria o sistema original da personalidade, ligado às ações primárias e às pulsões inconscientes, ou seja, as satisfações e prazeres corporais. O id, por sua vez, é o lado racional, que obedece aos princípios da realidade, controlando os impulsos do ego. O superego é o lado da personalidade responsável pelos valores sociais e morais. É o superego que determina os impulsos instintivos do indivíduo.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Na perspectiva da Gestalt-terapia, um diagnóstico baseado nos rótulos nosológicos oriundos da psiquiatria clássica, sem uma compreensão psicodinâmica, de nada serve ao propósito do diagnóstico gestáltico, uma vez que facilita e viabiliza uma melhor percepção do processo e do indivíduo. II. Segundo Freud, o ego seria o sistema original da personalidade, ligado às ações primárias e às pulsões inconscientes, ou seja, as satisfações e prazeres corporais. O id, por sua vez, é o lado racional, que obedece aos princípios da realidade, controlando os impulsos do ego. O superego é o lado da personalidade responsável pelos valores sociais e morais. É o superego que determina os impulsos instintivos do indivíduo.
Marque a alternativa CORRETA:
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