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1958746 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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METODOLOGIAS


Atualmente, existem dois métodos de ensino que, ao mesmo tempo, se opõem: o método da instrução direta e o ensino ativo.
O método da instrução direta, chamado de método tradicional, prevê um professor como transmissor do conhecimento, em uma organização hierárquica. O educador é o centro do ensino e ele repassa as informações à turma, expondo o conteúdo e certificando-se de que os estudantes aprenderam o que se espera deles. O método inclui técnicas de repetição, testes e exemplos.
O ensino ativo ou interativo consiste em criar ambientes de ensino que estimulam a interação entre o professor e os alunos, abrindo possibilidades de colaboração e de debates construtivos. A base dessa técnica é a comunicação multidirecional, com preferência para conversas em grupos e projetos coletivos.
Uma maneira interessante para aprender a disciplina é fazendo aulas particulares, ou seja, ter um profissional da disciplina ou área que acompanhe seus estudos.
As aulas particulares de matemática são um jeito diferente de aprender a matéria, pois é um método mais personalizado e que se adapta às necessidades individuais do aluno. Para o aluno é uma alternativa bem eficaz, pois ele não precisa se incomodar com os colegas de turma, pode tirar as dúvidas sem pressa e se por acaso não conseguir entender algum ponto, o professor pode dedicar mais tempo nesse conteúdo específico.
Ainda existem outras alternativas para aqueles que desejam aprender a disciplina de matemática fora dos métodos tradicionais, por exemplo:
• Método Kumon: método bem difundido no Brasil, existe há mais de meio século. O Kumon tem como principal objetivo incentivar a criança a adquirir autonomia nos estudos, buscando fortalecer o potencial individual de aprendizado de cada aluno. Por meio de um processo de aprendizagem planejado e personalizado, o aluno se torna confiante e capaz de enfrentar sozinho o desafio da conquista do conhecimento.
• Método Moore: esse método tem como centro o estudante. É ele que escolhe o conteúdo que vai abordar e aprofundar. Em vez de utilizar livros didáticos, os alunos trabalham fórmulas e teoremas que devem depois ser apresentados para a turma.
• Método Singapura: esse método de ensino de matemática tem como base a abordagem concreto-pictórica-abstrata, sendo aplicado sobretudo na Educação Infantil. Essa modalidade usa bastante desenhos e objetos que os alunos podem manusear para ensinar habilidades de agrupamento que auxiliam na aprendizagem da adição, subtração, multiplicação e divisão.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32odsEi.
Leia o texto 'METODOLOGIAS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma maneira interessante para aprender a matemática é fazendo aulas particulares, ou seja, ter um profissional da disciplina ou área que acompanhe seus estudos em meio a uma sala com outros alunos com as mesmas dificuldades, de acordo com o texto.

II. No método da instrução direta, o educador é o centro do ensino e ele repassa as informações à turma, expondo o conteúdo e certificando-se de que os estudantes aprenderam o que se espera deles, de acordo com o texto.

III. No método Kumon, o aluno se torna confiante e capaz de enfrentar sozinho o desafio da conquista do conhecimento por meio de um processo de aprendizagem planejado e personalizado, de acordo com o texto.

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1958745 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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ABORDAGEM COMUNICATIVA


Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
O conceito de competência comunicativa postula que ser competente, comunicativamente falando, vai além do conhecimento linguístico que o indivíduo pode ter. Ser competente, comunicativamente falando, engloba também outras competências, tais como:
• A competência cultural, que é o conhecimento acerca do contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levandose em consideração os países, a suas populações, as suas tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros aspectos;
• A competência sociolinguística, que é a competência para saber escolher, entre os vários meios e registros de comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais formal ou informal, por exemplo;
• A competência discursiva, que é a capacidade de construir ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação de gêneros, também questões relacionadas ao discurso. Aqui, o texto deixa de ser um pretexto para ensinar a gramática e passa a ser o pilar de sustentação da aula, devendo ser priorizado sempre. A leitura não dependerá somente do material didático, mas, também, da articulação feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno;
• A competência estratégica, que é a capacidade de usar estratégias apropriadas para compensar deficiências no domínio do código linguístico ou outras lacunas na comunicação, visando favorecer uma efetiva comunicação ou alcançar um efeito pretendido (falar mais lentamente, pedir para repetir ou esclarecer algo, enfatizar certas palavras, entre outros).
A prioridade dada ao conceito de competências é um recurso para quem busca um processo de ensino e de aprendizagem mais equilibrado, cujos objetivos são definidos não apenas em termos de conteúdo a ser aprendido, mas também com base na discussão das habilidades que o aprendiz precisa desenvolver. Assim, a aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho segmental cujo foco está nela mesma como objeto de estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de segmentos e discursos.
O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa a ser um mediador da aprendizagem; promove situações efetivas de uso da língua e atua como um conselheiro dos aprendizes; e encoraja a cooperação entre os alunos e a comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem não somente com o que dizer, mas como fazê-lo. Dessa maneira, os contextos social e cultural ganham maior importância, assim como as interações do tipo aluno-aluno. Com relação aos erros, o professor geralmente não corrige os alunos imediatamente, porém trabalha os erros como algo construtivo, retomados após as situações de prática em um segundo momento de produção ou uso da língua.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE
Leia o texto 'ABORDAGEM COMUNICATIVA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Para o professor que faz uso da abordagem comunicativa, os contextos social e cultural ganham maior importância e entravam o processo de aprendizagem, pois ampliam as interações entre os alunos, de acordo com o texto.

II. A competência discursiva, afirma o texto, é a capacidade de construir ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação de gêneros, as questões relacionadas ao discurso.

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1958744 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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ABORDAGEM COMUNICATIVA


Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
O conceito de competência comunicativa postula que ser competente, comunicativamente falando, vai além do conhecimento linguístico que o indivíduo pode ter. Ser competente, comunicativamente falando, engloba também outras competências, tais como:
• A competência cultural, que é o conhecimento acerca do contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levandose em consideração os países, a suas populações, as suas tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros aspectos;
• A competência sociolinguística, que é a competência para saber escolher, entre os vários meios e registros de comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais formal ou informal, por exemplo;
• A competência discursiva, que é a capacidade de construir ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação de gêneros, também questões relacionadas ao discurso. Aqui, o texto deixa de ser um pretexto para ensinar a gramática e passa a ser o pilar de sustentação da aula, devendo ser priorizado sempre. A leitura não dependerá somente do material didático, mas, também, da articulação feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno;
• A competência estratégica, que é a capacidade de usar estratégias apropriadas para compensar deficiências no domínio do código linguístico ou outras lacunas na comunicação, visando favorecer uma efetiva comunicação ou alcançar um efeito pretendido (falar mais lentamente, pedir para repetir ou esclarecer algo, enfatizar certas palavras, entre outros).
A prioridade dada ao conceito de competências é um recurso para quem busca um processo de ensino e de aprendizagem mais equilibrado, cujos objetivos são definidos não apenas em termos de conteúdo a ser aprendido, mas também com base na discussão das habilidades que o aprendiz precisa desenvolver. Assim, a aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho segmental cujo foco está nela mesma como objeto de estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de segmentos e discursos.
O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa a ser um mediador da aprendizagem; promove situações efetivas de uso da língua e atua como um conselheiro dos aprendizes; e encoraja a cooperação entre os alunos e a comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem não somente com o que dizer, mas como fazê-lo. Dessa maneira, os contextos social e cultural ganham maior importância, assim como as interações do tipo aluno-aluno. Com relação aos erros, o professor geralmente não corrige os alunos imediatamente, porém trabalha os erros como algo construtivo, retomados após as situações de prática em um segundo momento de produção ou uso da língua.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE
Leia o texto 'ABORDAGEM COMUNICATIVA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto explica que a competência cultural é o conhecimento acerca do contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levando-se em consideração os países, as suas populações, as suas tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros aspectos.

II. O texto relata que, por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula.

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1958743 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


Os objetivos do ensino balizam a avaliação, pois são eles que permitem a elaboração de critérios para avaliar a aprendizagem dos conteúdos de Língua Portuguesa em uma instituição de ensino. Os critérios de avaliação não são, no entanto, coincidentes com todas as expectativas de aprendizagem – essas estão expressas nos objetivos, cuja função é orientar o ensino. Os critérios de avaliação não podem, de forma alguma, ser tomados como objetivos, pois isso significaria um injustificável rebaixamento da oferta de ensino e, consequentemente, a não-garantia de conquista das aprendizagens consideradas essenciais.
Outro alerta importante é que não tem sentido utilizar certos critérios de avaliação para avaliar a aprendizagem de alunos submetidos a práticas educativas orientadas por outros objetivos. Ou seja, é necessário existir um alinhamento entre os objetivos de ensino e os critérios de avaliação. A adoção destes critérios pressupõe a adoção também dos respectivos objetivos. Assim, as adaptações dos objetivos que cada equipe escolar julgar necessárias precisam corresponder às adaptações também dos critérios.
Para avaliar segundo os critérios estabelecidos é necessário considerar indicadores bastante precisos que sirvam para identificar de fato as aprendizagens realizadas. No entanto, é importante não perder de vista que um progresso relacionado a um critério específico pode manifestar-se de diferentes formas, em diferentes alunos. E uma mesma ação pode, para um aluno, indicar avanço em relação a um critério estabelecido, e, para outro, não. Por isso, além de necessitarem de indicadores precisos, os critérios de avaliação devem ser tomados em seu conjunto, considerados de forma contextual e, muito mais do que isso, analisados à luz dos objetivos que realmente orientaram o ensino oferecido aos alunos. E se o propósito é avaliar também o processo, além do produto, não há nenhum instrumento de avaliação da aprendizagem melhor do que buscar identificar por que o aluno teria dado as respostas que deu às situações que lhe foram propostas.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2ZxsesP.
Leia o texto 'CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto alerta que não faz sentido utilizar certos critérios de avaliação para avaliar a aprendizagem de alunos submetidos a práticas educativas orientadas por objetivos diferentes daqueles utilizados no planejamento da avaliação. Ou seja, é necessário existir um alinhamento entre os objetivos de ensino e os critérios de avaliação.

II. Os critérios de avaliação não podem, de forma alguma, ser tomados como objetivos, pois isso significaria um injustificável rebaixamento da oferta de ensino e, consequentemente, a não-garantia de conquista das aprendizagens consideradas essenciais, de acordo com o texto.

III. O texto esclarece que é importante não perder de vista que um progresso relacionado a um critério de avaliação específico pode manifestar-se de diferentes formas, em diferentes alunos. E uma mesma ação pode, para um aluno, indicar avanço em relação a um critério estabelecido, e, para outro, não.

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1958742 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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Analise as afirmativas a seguir:
I. O controle de recursos humanos deve ter como pré-requisito, entre outros aspectos, o desinteresse sobre o comportamento humano e suas manifestações. II. Um dos passos do processo de avaliação psicológica é a integração das informações e o desenvolvimento das hipóteses iniciais, diante das quais o psicólogo pode constatar a necessidade de utilizar outros instrumentos ou estratégias de modo a refinar ou elaborar novas hipóteses. III. Não é recomendável que o psicólogo utilize uma só técnica ou um só instrumento para realizar a avaliação psicológica. A utilização de técnicas e métodos combinados torna a avaliação mais completa.
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1958741 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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Analise as afirmativas a seguir:
I. A Avaliação Psicológica de crianças e de adolescentes em situação de violência ocorre de modo acolhedor e considera as condições de cada vítima. Todo o contexto é organizado com intuito de minimizar a revitimização. Nos casos de violência sexual, os testes psicológicos podem ter resultados que indicam a presença de sinais e sintomas que são observados com relativa frequência em vítimas de violência sexual. Porém, os dados dos testes apenas mostram-se importantes e úteis quando confrontados e analisados com todas as demais informações obtidas na avaliação psicológica, pois não possibilitam estabelecer uma relação causal sobre a ocorrência da violência sexual. II. Para Carl Gustav Jung, a personalidade – ou psique, como ele a chamava – é formada por sistemas interdependentes que atuam de forma dinâmica uns sobre os outros e estão organizados de acordo com uma hierarquia, na qual os aspectos sociais sempre se sobrepõem às necessidades fisiológicas.
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1958740 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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Analise as afirmativas a seguir:
I. A avaliação psicológica é um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas que, independentemente da área do conhecimento, requer o uso de uma única metodologia. II. No planejamento dos recursos humanos, é importante evitar qualquer esforço na condução de mudanças que envolvam políticas de pessoas, planejamento de carreira ou administração de conflitos.
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1958739 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Um dos passos do processo de avaliação psicológica é o levantamento dos objetivos da avaliação e das particularidades do indivíduo ou grupo a ser avaliado. Tal processo permite a escolha dos instrumentos ou estratégias mais adequados para a realização da avaliação psicológica. II. Dependendo dos objetivos da avaliação psicológica, a compreensão sobre o indivíduo ou grupo poderá abranger aspectos psicológicos de natureza diversa. Nesse caso, a qualidade do conhecimento alcançado depende da escolha de instrumentos que maximizem a qualidade do processo de avaliação psicológica. III. O primeiro passo a ser dado quando se pretende realizar uma avaliação psicológica é a coleta de informações pelos meios escolhidos, tais como as entrevistas, as dinâmicas, as observações e os testes projetivos e/ou psicométricos etc.
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1958738 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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Analise as afirmativas a seguir:
I. A escolha da metodologia e dos recursos complementares necessários para o alcance dos objetivos do processo de Avaliação Psicológica é de responsabilidade da(o) profissional, que deverá avaliar constantemente o caráter científico e ético desses procedimentos, bem como respaldar-se tecnicamente para a utilização deles. É necessário contínuo aprimoramento profissional para que a(o) Psicóloga(o) tenha conhecimento de técnicas e instrumentos atualizados e aplicáveis à população e contexto em estudo, bem como domínio sobre a aplicação e aplicabilidade deles. Deve-se ter atenção ao uso de instrumentos originais e aprovados pelo Satepsi e/ou com comprovada referência na literatura a partir de estudos científicos em revistas reconhecidamente aceitas no meio científico. II. A psicopatologia biológica enfatiza os aspectos cerebrais, neuroquímicos ou neurofisiológicos das doenças e dos sintomas mentais. A base de todo transtorno mental são alterações de mecanismos neurais e de determinadas áreas e circuitos cerebrais. Em contraposição, a perspectiva sociocultural visa estudar os transtornos mentais como comportamentos desviantes que surgem a partir de certos fatores socioculturais.
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1958737 Ano: 2020
Disciplina: Psicologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Na perspectiva da Gestalt-terapia, um diagnóstico baseado nos rótulos nosológicos oriundos da psiquiatria clássica, sem uma compreensão psicodinâmica, de nada serve ao propósito do diagnóstico gestáltico, uma vez que facilita e viabiliza uma melhor percepção do processo e do indivíduo. II. Segundo Freud, o ego seria o sistema original da personalidade, ligado às ações primárias e às pulsões inconscientes, ou seja, as satisfações e prazeres corporais. O id, por sua vez, é o lado racional, que obedece aos princípios da realidade, controlando os impulsos do ego. O superego é o lado da personalidade responsável pelos valores sociais e morais. É o superego que determina os impulsos instintivos do indivíduo.
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