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MÉTODO DA GRAMÁTICA
O método da gramática (também conhecido como método tradicional) foi a maneira encontrada para se trabalharem línguas clássicas como o grego e o latim, ensinadas nas escolas, até meados do século XX. O enfoque do ensino e da aprendizagem girava em torno da tradução e da versão de textos literários, já que o método era usado para auxiliar os alunos na leitura destes textos em língua estrangeira. Tais textos literários eram considerados de nível superior por contribuírem com o conhecimento sobre a cultura da língua estrangeira. Naquela época, o referencial de sucesso na aprendizagem da língua estrangeira era a habilidade de traduzir de uma língua para outra, o que poderia ser obtido pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua. Pode-se dizer que o hábito de se traduzir textos em sala, muito comum ainda hoje, advém principalmente desse método.
Como o principal objetivo deste método é o de transmitir um
conhecimento sobre a língua, a gramática assume um papel
normativo, sendo ela um dos focos centrais da aula de língua
estrangeira. Para que os alunos possam ganhar consciência
das regras gramaticais, extensos trabalhos com a
memorização são realizados na forma de exercícios
estruturalistas de substituição e/ou repetição. As estruturas
são trabalhadas de forma dedutiva, ou seja, o professor
explica as regras e os alunos aplicam as regras por meio de
exercícios gramaticais tradicionais. A sequência dedutiva
para a aprendizagem de estruturas gramaticais envolve o
que, em Língua Inglesa, chamamos de “3 Ps” (presentation,
practice, production).
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE.
I. Em meados do século XX, o referencial de sucesso na aprendizagem da língua estrangeira era o conhecimento sobre o uso prático da linguagem falada, inclusive utilizando termos populares e não formais, de acordo com o texto.
II. Segundo o texto, os textos literários em línguas clássicas, como o grego e o latim, eram considerados de nível superior por contribuírem com o conhecimento sobre a cultura da Língua Inglesa.
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VISÕES DA MATEMÁTICA
A matemática caracteriza-se como uma forma de compreender e atuar no mundo. O conhecimento gerado nessa área do saber é um fruto da construção humana na sua interação constante com o contexto natural, social e cultural.
Esta visão opõe-se àquela que considera a matemática
como um corpo de conhecimento imutável e verdadeiro, que
deve ser assimilado pelo aluno. A matemática é uma ciência
viva, não apenas no cotidiano dos cidadãos, mas também
nas universidades e centros de pesquisas, onde se verifica,
hoje, uma impressionante produção de novos
conhecimentos que, a par de seu valor intrínseco, de
natureza lógica, têm sido instrumentos úteis na solução de
problemas científicos e tecnológicos da maior importância.
Em contrapartida, não se deve perder de vista a
característica especulativa, estética e não imediatamente
pragmática do conhecimento matemático sem a qual se
perde parte de sua natureza.
Duas forças indissociáveis estão sempre a impulsionar o
trabalho em matemática. De um lado, o permanente apelo
das aplicações às mais variadas atividades humanas, das
mais simples na vida cotidiana, às mais complexas
elaborações das ciências. De outro lado, a especulação pura,
a busca de respostas a questões geradas no próprio edifício
da matemática. A indissociabilidade desses dois aspectos
fica evidenciada pelos inúmeros exemplos de belas
construções abstratas originadas em problemas aplicados e,
por outro lado, de surpreendentes aplicações encontradas
para as mais puras especulações.
A matemática faz-se presente na quantificação do real, na
contagem, na medição de grandezas e no desenvolvimento
das técnicas de cálculo com os números e com as
grandezas. No entanto, esse conhecimento vai muito além,
criando sistemas abstratos e ideais, que organizam, se interrelacionam e revelam fenômenos do espaço, do movimento,
das formas e dos números, associados quase sempre a
fenômenos do mundo físico.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3i3IZBP
I. Segundo o texto, ao estudar matemática, o aluno deve buscar entender como ocorrem a concepção, o projeto, a construção, a manutenção e o dimensionamento de todos os tipos de infraestrutura necessários ao bem-estar e ao desenvolvimento da sociedade.
II. O conhecimento da matemática permite criar sistemas abstratos e ideais, que organizam, se inter-relacionam e revelam fenômenos do espaço, do movimento, das formas e dos números, associados quase sempre a fenômenos do mundo físico, de acordo com o texto.
III. A característica especulativa, estética e não imediatamente pragmática do conhecimento matemático causa a perda de grande parte de natureza dessa ciência, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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MÉTODO DA GRAMÁTICA
O método da gramática (também conhecido como método tradicional) foi a maneira encontrada para se trabalharem línguas clássicas como o grego e o latim, ensinadas nas escolas, até meados do século XX. O enfoque do ensino e da aprendizagem girava em torno da tradução e da versão de textos literários, já que o método era usado para auxiliar os alunos na leitura destes textos em língua estrangeira. Tais textos literários eram considerados de nível superior por contribuírem com o conhecimento sobre a cultura da língua estrangeira. Naquela época, o referencial de sucesso na aprendizagem da língua estrangeira era a habilidade de traduzir de uma língua para outra, o que poderia ser obtido pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua. Pode-se dizer que o hábito de se traduzir textos em sala, muito comum ainda hoje, advém principalmente desse método.
Como o principal objetivo deste método é o de transmitir um
conhecimento sobre a língua, a gramática assume um papel
normativo, sendo ela um dos focos centrais da aula de língua
estrangeira. Para que os alunos possam ganhar consciência
das regras gramaticais, extensos trabalhos com a
memorização são realizados na forma de exercícios
estruturalistas de substituição e/ou repetição. As estruturas
são trabalhadas de forma dedutiva, ou seja, o professor
explica as regras e os alunos aplicam as regras por meio de
exercícios gramaticais tradicionais. A sequência dedutiva
para a aprendizagem de estruturas gramaticais envolve o
que, em Língua Inglesa, chamamos de “3 Ps” (presentation,
practice, production).
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE.
I. O texto afirma que, no método da gramática, as estruturas são trabalhadas de forma dedutiva, ou seja, o professor explica as regras e os alunos as aplicam por meio de exercícios gramaticais tradicionais.
II. O texto afirma que, em meados do século XX, a habilidade de traduzir de uma língua para outra poderia ser obtida pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua.
Marque a alternativa CORRETA:
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Analise as afirmativas a seguir:
I. luz do artigo 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente, a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
II. Nos termos do artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente, nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
Marque a alternativa CORRETA:
I. luz do artigo 7º do Estatuto da Criança e do Adolescente, a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
II. Nos termos do artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente, nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
Marque a alternativa CORRETA:
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MÉTODO DA GRAMÁTICA
O método da gramática (também conhecido como método tradicional) foi a maneira encontrada para se trabalharem línguas clássicas como o grego e o latim, ensinadas nas escolas, até meados do século XX. O enfoque do ensino e da aprendizagem girava em torno da tradução e da versão de textos literários, já que o método era usado para auxiliar os alunos na leitura destes textos em língua estrangeira. Tais textos literários eram considerados de nível superior por contribuírem com o conhecimento sobre a cultura da língua estrangeira. Naquela época, o referencial de sucesso na aprendizagem da língua estrangeira era a habilidade de traduzir de uma língua para outra, o que poderia ser obtido pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua. Pode-se dizer que o hábito de se traduzir textos em sala, muito comum ainda hoje, advém principalmente desse método.
Como o principal objetivo deste método é o de transmitir um
conhecimento sobre a língua, a gramática assume um papel
normativo, sendo ela um dos focos centrais da aula de língua
estrangeira. Para que os alunos possam ganhar consciência
das regras gramaticais, extensos trabalhos com a
memorização são realizados na forma de exercícios
estruturalistas de substituição e/ou repetição. As estruturas
são trabalhadas de forma dedutiva, ou seja, o professor
explica as regras e os alunos aplicam as regras por meio de
exercícios gramaticais tradicionais. A sequência dedutiva
para a aprendizagem de estruturas gramaticais envolve o
que, em Língua Inglesa, chamamos de “3 Ps” (presentation,
practice, production).
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE.
I. Até meados do século XX, o método da gramática, também conhecido como método tradicional, foi a maneira encontrada para se trabalharem línguas clássicas ensinadas nas escolas, como o grego e o latim, de acordo com o texto.
II. O método da gramática tem o enfoque do ensino e da aprendizagem em torno da tradução e da versão de textos literários, já que, até meados do século XX, esse método era usado para auxiliar os alunos na leitura de textos em língua estrangeira, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemProblemas de Aprendizagem na Escola
Dificuldade de aprendizagem
O primeiro estudioso a falar sobre a dificuldade de
aprendizagem foi Ponce de León, na Espanha, que projetou
os primeiros ensaios pedagógicos para surdo-mudo, no
século XVIII, apresenta à humanidade a dactilologia, soletrar
palavras utilizando as mãos, meio que este utilizou para se
comunicar com sua esposa.
Quando se falava em dificuldade de aprendizagem, os
primeiros estudiosos realizaram experimentos com crianças
com deficiência mental ou com capacidade mental limitada.
Porém, foi em 1913 que Montessori percebeu que os
ensaios pedagógicos até então utilizado com crianças com
deficiência poderia ser instrumento de minimização da
dificuldade de aprendizagem, leitura, escrita e cálculo,
também em crianças normais.
Foi ao final do século XIX e início de XX que começou a se
visualizar muitas crianças em fase escolar que
demonstravam dificuldade de aprendizagem. Esse número
de crianças tornou-se a principal preocupação dos
professores, psicólogos, médicos e famílias.
A sala de aula, local onde a aprendizagem se desenvolve por
meio de métodos aplicados que estimulam o
desenvolvimento cognitivo das crianças, é também o
ambiente que aflora as dificuldades, até então latente.
Na escola, o ambiente arejado, limpo, com boa iluminação,
turma com números pequenos de alunos, professores
capacitados, motivados e dedicados são relevantes para o
desenvolvimento cognitivo satisfatório do aluno. Como
também, material didático e método pedagógico que sejam
condizentes com a realidade social do aluno são fatores que
diminuem a dificuldade de aprendizagem das crianças em
toda fase escolar.
Por Daniella Gusmão, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/30bhXkp). Com adaptações.
I. O estudioso e filósofo Ponce de León, na Espanha, projetou os primeiros ensaios pedagógicos para surdo-mudo, no século XV, de acordo com o texto.
II. Manter um ambiente escolar arejado, insalubre e com boa iluminação é uma forma de contribuir para o desenvolvimento cognitivo e satisfatório dos alunos, de acordo com as informações apresentadas no texto.
III. Foi no final do século XIX e início do século XX que começou a se visualizar muitas crianças em fase escolar que demonstravam dificuldade de aprendizagem, de acordo com as informações apresentadas no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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METODOLOGIAS
Atualmente, existem dois métodos de ensino que, ao mesmo tempo, se opõem: o método da instrução direta e o ensino ativo.
O método da instrução direta, chamado de método
tradicional, prevê um professor como transmissor do
conhecimento, em uma organização hierárquica. O educador
é o centro do ensino e ele repassa as informações à turma,
expondo o conteúdo e certificando-se de que os estudantes
aprenderam o que se espera deles. O método inclui técnicas
de repetição, testes e exemplos.
O ensino ativo ou interativo consiste em criar ambientes de
ensino que estimulam a interação entre o professor e os
alunos, abrindo possibilidades de colaboração e de debates
construtivos. A base dessa técnica é a comunicação
multidirecional, com preferência para conversas em grupos e
projetos coletivos.
Uma maneira interessante para aprender a disciplina é
fazendo aulas particulares, ou seja, ter um profissional da
disciplina ou área que acompanhe seus estudos.
As aulas particulares de matemática são um jeito diferente
de aprender a matéria, pois é um método mais
personalizado e que se adapta às necessidades individuais
do aluno. Para o aluno é uma alternativa bem eficaz, pois ele
não precisa se incomodar com os colegas de turma, pode
tirar as dúvidas sem pressa e se por acaso não conseguir
entender algum ponto, o professor pode dedicar mais tempo
nesse conteúdo específico.
Ainda existem outras alternativas para aqueles que desejam
aprender a disciplina de matemática fora dos métodos
tradicionais, por exemplo:
• Método Kumon: método bem difundido no Brasil, existe há
mais de meio século. O Kumon tem como principal objetivo
incentivar a criança a adquirir autonomia nos estudos,
buscando fortalecer o potencial individual de aprendizado de
cada aluno. Por meio de um processo de aprendizagem
planejado e personalizado, o aluno se torna confiante e
capaz de enfrentar sozinho o desafio da conquista do
conhecimento.
• Método Moore: esse método tem como centro o estudante.
É ele que escolhe o conteúdo que vai abordar e aprofundar.
Em vez de utilizar livros didáticos, os alunos trabalham
fórmulas e teoremas que devem depois ser apresentados
para a turma.
• Método Singapura: esse método de ensino de matemática
tem como base a abordagem concreto-pictórica-abstrata,
sendo aplicado sobretudo na Educação Infantil. Essa
modalidade usa bastante desenhos e objetos que os alunos
podem manusear para ensinar habilidades de agrupamento
que auxiliam na aprendizagem da adição, subtração,
multiplicação e divisão.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32odsEi.
I. O método Moore utiliza livros didáticos, jogos, programas de computador e vídeos para estimular os alunos a trabalhar fórmulas e teoremas que devem depois ser apresentados para a turma, de acordo com o texto.
II. A base do ensino ativo ou interativo é a comunicação unidirecional e formal, com preferência para conversas em grupos, apresentações, palestras, jogos, dinâmicas, pesquisas e projetos coletivos, de acordo com o texto.
III. Para o aluno, as aulas particulares são uma alternativa bem eficaz, pois ele não precisa se incomodar com os colegas de turma, pode tirar as dúvidas sem pressa e se por acaso não conseguir entender algum ponto, o professor pode dedicar mais tempo nesse conteúdo específico, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
METODOLOGIAS
Atualmente, existem dois métodos de ensino que, ao mesmo tempo, se opõem: o método da instrução direta e o ensino ativo.
O método da instrução direta, chamado de método
tradicional, prevê um professor como transmissor do
conhecimento, em uma organização hierárquica. O educador
é o centro do ensino e ele repassa as informações à turma,
expondo o conteúdo e certificando-se de que os estudantes
aprenderam o que se espera deles. O método inclui técnicas
de repetição, testes e exemplos.
O ensino ativo ou interativo consiste em criar ambientes de
ensino que estimulam a interação entre o professor e os
alunos, abrindo possibilidades de colaboração e de debates
construtivos. A base dessa técnica é a comunicação
multidirecional, com preferência para conversas em grupos e
projetos coletivos.
Uma maneira interessante para aprender a disciplina é
fazendo aulas particulares, ou seja, ter um profissional da
disciplina ou área que acompanhe seus estudos.
As aulas particulares de matemática são um jeito diferente
de aprender a matéria, pois é um método mais
personalizado e que se adapta às necessidades individuais
do aluno. Para o aluno é uma alternativa bem eficaz, pois ele
não precisa se incomodar com os colegas de turma, pode
tirar as dúvidas sem pressa e se por acaso não conseguir
entender algum ponto, o professor pode dedicar mais tempo
nesse conteúdo específico.
Ainda existem outras alternativas para aqueles que desejam
aprender a disciplina de matemática fora dos métodos
tradicionais, por exemplo:
• Método Kumon: método bem difundido no Brasil, existe há
mais de meio século. O Kumon tem como principal objetivo
incentivar a criança a adquirir autonomia nos estudos,
buscando fortalecer o potencial individual de aprendizado de
cada aluno. Por meio de um processo de aprendizagem
planejado e personalizado, o aluno se torna confiante e
capaz de enfrentar sozinho o desafio da conquista do
conhecimento.
• Método Moore: esse método tem como centro o estudante.
É ele que escolhe o conteúdo que vai abordar e aprofundar.
Em vez de utilizar livros didáticos, os alunos trabalham
fórmulas e teoremas que devem depois ser apresentados
para a turma.
• Método Singapura: esse método de ensino de matemática
tem como base a abordagem concreto-pictórica-abstrata,
sendo aplicado sobretudo na Educação Infantil. Essa
modalidade usa bastante desenhos e objetos que os alunos
podem manusear para ensinar habilidades de agrupamento
que auxiliam na aprendizagem da adição, subtração,
multiplicação e divisão.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32odsEi.
I. O método da instrução direta, chamado de método tradicional ou escola de instrução regrada, prevê um professor como transmissor do conhecimento, em uma organização hierárquica cujo objetivo é estimular o aluno a questionar e ter autonomia sobre os próprios saberes, conhecimentos e objetivos, de acordo com o texto.
II. O ensino ativo ou interativo consiste em criar ambientes de ensino que estimulam a interação entre o professor e os alunos, abrindo possibilidades de colaboração e de debates construtivos, de acordo com o texto.
III. O texto afirma que, atualmente, existem dois métodos de ensino que se complementam: o método da instrução direta e o ensino ativo, e que ambos contribuem diretamente para a formação de conhecimentos matemáticos na criança, estimulando sua autonomia e o raciocínio crítico.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
ABORDAGEM COMUNICATIVA
Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
O conceito de competência comunicativa postula que ser
competente, comunicativamente falando, vai além do
conhecimento linguístico que o indivíduo pode ter. Ser
competente, comunicativamente falando, engloba também
outras competências, tais como:
• A competência cultural, que é o conhecimento acerca do
contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levandose em consideração os países, a suas populações, as suas
tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros
aspectos;
• A competência sociolinguística, que é a competência para
saber escolher, entre os vários meios e registros de
comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma
determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais
formal ou informal, por exemplo;
• A competência discursiva, que é a capacidade de construir
ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de
aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação
de gêneros, também questões relacionadas ao discurso.
Aqui, o texto deixa de ser um pretexto para ensinar a
gramática e passa a ser o pilar de sustentação da aula,
devendo ser priorizado sempre. A leitura não dependerá
somente do material didático, mas, também, da articulação
feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno;
• A competência estratégica, que é a capacidade de usar
estratégias apropriadas para compensar deficiências no
domínio do código linguístico ou outras lacunas na
comunicação, visando favorecer uma efetiva comunicação
ou alcançar um efeito pretendido (falar mais lentamente,
pedir para repetir ou esclarecer algo, enfatizar certas
palavras, entre outros).
A prioridade dada ao conceito de competências é um
recurso para quem busca um processo de ensino e de
aprendizagem mais equilibrado, cujos objetivos são
definidos não apenas em termos de conteúdo a ser
aprendido, mas também com base na discussão das
habilidades que o aprendiz precisa desenvolver. Assim, a
aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho
segmental cujo foco está nela mesma como objeto de
estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas
situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de
segmentos e discursos.
O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa
a ser um mediador da aprendizagem; promove situações
efetivas de uso da língua e atua como um conselheiro dos
aprendizes; e encoraja a cooperação entre os alunos e a
comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e
dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem
não somente com o que dizer, mas como fazê-lo. Dessa
maneira, os contextos social e cultural ganham maior
importância, assim como as interações do tipo aluno-aluno.
Com relação aos erros, o professor geralmente não corrige
os alunos imediatamente, porém trabalha os erros como
algo construtivo, retomados após as situações de prática em
um segundo momento de produção ou uso da língua.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE
I. A competência discursiva prega que o texto deve deixar de ser um pretexto para ensinar a gramática, passando a ser o pilar de sustentação da aula, pois uma língua deve ser aprendida primeiramente através das regras gramaticais puras, de acordo com o texto.
II. Ser competente, comunicativamente falando, engloba certas competências, tais como: a competência cultural, a competência sociolinguística, a competência discursiva, a competência jurídica e a competência estratégica, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Ensino das DisciplinasLíngua Estrangeira
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais Pedagógicos
ABORDAGEM COMUNICATIVA
Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
O conceito de competência comunicativa postula que ser
competente, comunicativamente falando, vai além do
conhecimento linguístico que o indivíduo pode ter. Ser
competente, comunicativamente falando, engloba também
outras competências, tais como:
• A competência cultural, que é o conhecimento acerca do
contexto sociocultural no qual se fala a língua-alvo, levandose em consideração os países, a suas populações, as suas
tradições, os seus costumes e os seus hábitos, entre outros
aspectos;
• A competência sociolinguística, que é a competência para
saber escolher, entre os vários meios e registros de
comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma
determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais
formal ou informal, por exemplo;
• A competência discursiva, que é a capacidade de construir
ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de
aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação
de gêneros, também questões relacionadas ao discurso.
Aqui, o texto deixa de ser um pretexto para ensinar a
gramática e passa a ser o pilar de sustentação da aula,
devendo ser priorizado sempre. A leitura não dependerá
somente do material didático, mas, também, da articulação
feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno;
• A competência estratégica, que é a capacidade de usar
estratégias apropriadas para compensar deficiências no
domínio do código linguístico ou outras lacunas na
comunicação, visando favorecer uma efetiva comunicação
ou alcançar um efeito pretendido (falar mais lentamente,
pedir para repetir ou esclarecer algo, enfatizar certas
palavras, entre outros).
A prioridade dada ao conceito de competências é um
recurso para quem busca um processo de ensino e de
aprendizagem mais equilibrado, cujos objetivos são
definidos não apenas em termos de conteúdo a ser
aprendido, mas também com base na discussão das
habilidades que o aprendiz precisa desenvolver. Assim, a
aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho
segmental cujo foco está nela mesma como objeto de
estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas
situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de
segmentos e discursos.
O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa
a ser um mediador da aprendizagem; promove situações
efetivas de uso da língua e atua como um conselheiro dos
aprendizes; e encoraja a cooperação entre os alunos e a
comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e
dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem
não somente com o que dizer, mas como fazê-lo. Dessa
maneira, os contextos social e cultural ganham maior
importância, assim como as interações do tipo aluno-aluno.
Com relação aos erros, o professor geralmente não corrige
os alunos imediatamente, porém trabalha os erros como
algo construtivo, retomados após as situações de prática em
um segundo momento de produção ou uso da língua.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3jJjsOE
I. A competência sociolinguística é a competência para saber escolher, entre os vários meios e registros de comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais formal ou informal, por exemplo, de acordo com o texto.
II. O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa a ser um mediador da aprendizagem, promovendo situações efetivas de uso da língua e privando-se de dar conselhos aos aprendizes, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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