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Teorema de Pitágoras
O teorema de Pitágoras é uma relação matemática entre os comprimentos dos lados de qualquer triângulo retângulo. Na geometria euclidiana, o teorema afirma que em qualquer triângulo retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos comprimentos dos catetos.
Por definição, a hipotenusa é o lado oposto ao ângulo reto, e
os catetos são os dois lados que o formam. Assim, o
teorema de Pitágoras também pode ser enunciado como
uma relação entre áreas: em qualquer triângulo retângulo, a
área do quadrado cujo lado é a hipotenusa é igual à soma
das áreas dos quadrados cujos lados são os catetos.
Para ambos os enunciados anteriormente mencionados,
pode-se equacionar: c² = b² + a², onde “c” representa o
comprimento da hipotenusa, e “a” e “b” representam os
comprimentos dos outros dois lados.
A demonstração do teorema de Pitágoras utilizando a
comparação de áreas pode ser feita da seguinte forma:
1. Desenha-se um quadrado de lado b + a;
2. Subdivide-se este quadrado em quatro retângulos, sendo
dois deles quadrados de lados, respectivamente, “a” e “b”:
Traça-se dois segmentos de reta paralelos a dois lados
consecutivos do quadrado, sendo cada um deles interno ao
quadrado e com o mesmo comprimento que o lado do
quadrado;
3. Divide-se cada um destes dois retângulos em dois
triângulos retângulos, traçando-se as diagonais. Chama-se
“c” o comprimento de cada diagonal;
4. A área da região que resta ao retirar-se os quatro
triângulos retângulos é igual a b² + a²;
5. Desenha-se agora o mesmo quadrado de lado b + a, mas
coloca-se os quatro triângulos retângulos noutra posição
dentro do quadrado: a posição que deixa desocupada uma
região que é um quadrado de lado c.
6. Assim, a área da região formada quando os quatro
triângulos retângulos são retirados é igual a c².
Como b² + a² representa a área do quadrado maior subtraída
da soma das áreas dos triângulos retângulos, e c² representa
a mesma área, então b² + a² = c². Ou seja: num triângulo
retângulo o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos
quadrados dos catetos.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2QiNr3C
I. De acordo com o texto, na geometria euclidiana, o teorema de Pitágoras afirma que, em qualquer triângulo retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos comprimentos dos catetos.
II. O teorema de Pitágoras é uma relação matemática entre os comprimentos dos lados de qualquer triângulo isósceles, de acordo com o texto.
III. O 6º passo para a demonstração do teorema de Pitágoras utilizando a comparação de áreas, de acordo com o texto, é verificar que a área da região formada quando os quatro triângulos retângulos são retirados é igual a c², de acordo com o texto.
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- FundamentosUnidades de Medida
- FundamentosSolução de Problemas
- Álgebra
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Analise as afirmativas a seguir:
I. Uma escada de concreto tem os seus degraus no formato de paralelepípedos com as seguintes dimensões: 0,5 metro de largura, 1 metro de comprimento e 0,2 metro de altura. Sabe-se que essa escada possui 15 degraus, todos eles sólidos e devidamente preenchidos com concreto. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o volume total de concreto utilizado na construção dessa escada é superior a 2,3 m³ e inferior a 2,95 m³.
II. Nos pontos médios das medidas dos lados de um piso retangular de 6 metros por 8 metros será feito um mosaico em forma de um único losango. O perímetro desse losango será evidenciado por uma moldura de largura desprezível. Sabe-se que o preço da moldura é de R$ 20 por metro linear. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o valor total pago pela moldura será superior a R$ 525 e inferior a R$ 580.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Uma escada de concreto tem os seus degraus no formato de paralelepípedos com as seguintes dimensões: 0,5 metro de largura, 1 metro de comprimento e 0,2 metro de altura. Sabe-se que essa escada possui 15 degraus, todos eles sólidos e devidamente preenchidos com concreto. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o volume total de concreto utilizado na construção dessa escada é superior a 2,3 m³ e inferior a 2,95 m³.
II. Nos pontos médios das medidas dos lados de um piso retangular de 6 metros por 8 metros será feito um mosaico em forma de um único losango. O perímetro desse losango será evidenciado por uma moldura de largura desprezível. Sabe-se que o preço da moldura é de R$ 20 por metro linear. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o valor total pago pela moldura será superior a R$ 525 e inferior a R$ 580.
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Analise as afirmativas a seguir:
I. Mãe e filha guardaram separadamente algumas moedas de R$ 0,50. Durante os primeiros quatro meses, a mãe guardou 30 moedas por mês e a filha guardou 22 moedas por mês. A mãe não guardou mais moedas, enquanto a filha continuou a guardar 22 moedas por mês. Com isso, é correto afirmar que, após dois meses que a mãe havia parado de poupar moedas, a filha tinha apenas R$ 6,00 a mais que a mãe.
II. Ana tinha R$ 1.500 em sua conta corrente. Desse valor, ela utilizou uma parte para realizar algumas compras. Ana comprou um ventilador que custou R$ 121,00, uma sanduicheira que custou R$ 65,50, duas caixas de aveia que custaram R$5,25 cada uma e um celular que custou R$ 355. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o saldo restante da conta de Ana, após pagar por todas as compras, é superior a R$ 817,00 e inferior a R$ 951,20.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Mãe e filha guardaram separadamente algumas moedas de R$ 0,50. Durante os primeiros quatro meses, a mãe guardou 30 moedas por mês e a filha guardou 22 moedas por mês. A mãe não guardou mais moedas, enquanto a filha continuou a guardar 22 moedas por mês. Com isso, é correto afirmar que, após dois meses que a mãe havia parado de poupar moedas, a filha tinha apenas R$ 6,00 a mais que a mãe.
II. Ana tinha R$ 1.500 em sua conta corrente. Desse valor, ela utilizou uma parte para realizar algumas compras. Ana comprou um ventilador que custou R$ 121,00, uma sanduicheira que custou R$ 65,50, duas caixas de aveia que custaram R$5,25 cada uma e um celular que custou R$ 355. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o saldo restante da conta de Ana, após pagar por todas as compras, é superior a R$ 817,00 e inferior a R$ 951,20.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a
taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar
da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic
ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom
(Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um
patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da
Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente
descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma tendência mundial, de acordo com o texto.
II. A atual política econômica do Banco Central jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano, de acordo com o texto.
III. Igor Mundstock afirma, no texto, que os investidores estrangeiros ingressam no Brasil para desfrutar da taxa de juros mais reduzida e do câmbio forte.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. No texto, Mundstock diz que a taxa de juros brasileira zerada iria proporcionar uma redução expressiva dos preços da economia, gerando inflação.
II. Nos últimos quatro anos, afirma o texto, a Selic já desabou 12 pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao mês.
III. Para os economistas consultados semanalmente pelo Banco Central, a taxa básica de juros ainda deve passar por mais uma queda de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir até o final de 2020, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. De acordo com o texto, Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, aposta em novos cortes significativos da Selic ainda em 2020, pois essa possibilidade vinha sendo apresentada pelo Banco Central desde 2019.
II. Na avaliação de Igor Mundstock, apresentada no texto, a queda da taxa de juros brasileira a zero não é possível porque o Brasil tem um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo.
III. O texto afirma que, para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, no Brasil, o Banco Central quer evitar uma taxa de juros real muito negativa.
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. De acordo com as informações apresentadas pelo texto, o Banco Central planeja, ainda em 2020, reduzir os juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos.
II. Segundo Mundstock, no texto, o cenário de taxa de juros zerada e alta dos preços da economia obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência, e o Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente.
III. Sempre que o Banco Central opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.
III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. Com a taxa de juros a zero, o Brasil conseguiria finalmente conter a especulação em cima do câmbio e a saída de capital, afirma Igor Mundstock no texto.
II. De acordo com o texto, o Banco Central pretende elevar a taxa básica de juros como uma forma de estimular os brasileiros a investir em empresas estrangeiras na bolsa de valores.
III. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, a redução dos juros a um patamar de 0% é algo amplamente descartado pelos economistas, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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1958230
Ano: 2020
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Delmiro Gouveia-AL
Provas:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um produto é vendido à vista por R$ 1.800 ou de forma parcelada, em duas prestações, com R$ 400 de entrada mais uma parcela de R$ 1.500,00 após 2 meses. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a taxa mensal de juros simples do financiamento é superior a 3,1% e inferior a 3,8%.
II. Um capital de R$ 1.000 foi aplicado à taxa de 20% ao ano, por um período de 4 anos, no regime de juros compostos. Assim, considerando exclusivamente os dados apresentados, é correto afirmar que o montante final é superior a R$ 1.930 e inferior a R$ 2.140.
III. Considere um reservatório com um volume interno de 12 m³ e que começou a ser cheio em determinado momento por duas torneiras que despejavam água a uma vazão de 10 litros por minuto cada uma. Sabe-se que 1 m³ corresponde a 1.000 litros de água. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, pode-se afirmar que o tempo necessário para encher o reservatório foi superior a 11 horas e 35 minutos e inferior a 13 horas e 50 minutos.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um produto é vendido à vista por R$ 1.800 ou de forma parcelada, em duas prestações, com R$ 400 de entrada mais uma parcela de R$ 1.500,00 após 2 meses. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a taxa mensal de juros simples do financiamento é superior a 3,1% e inferior a 3,8%.
II. Um capital de R$ 1.000 foi aplicado à taxa de 20% ao ano, por um período de 4 anos, no regime de juros compostos. Assim, considerando exclusivamente os dados apresentados, é correto afirmar que o montante final é superior a R$ 1.930 e inferior a R$ 2.140.
III. Considere um reservatório com um volume interno de 12 m³ e que começou a ser cheio em determinado momento por duas torneiras que despejavam água a uma vazão de 10 litros por minuto cada uma. Sabe-se que 1 m³ corresponde a 1.000 litros de água. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, pode-se afirmar que o tempo necessário para encher o reservatório foi superior a 11 horas e 35 minutos e inferior a 13 horas e 50 minutos.
Marque a alternativa CORRETA:
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