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Adolescente do sexo masculino, 15 anos, com diagnóstico clínico de enxaqueca há dois anos, apresenta crises recorrentes de cefaleia associadas a fotofobia e fonofobia, com alívio parcial com analgésicos comuns. Relata que costuma iniciar a medicação apenas quando a dor já está intensa.
Na anamnese dirigida, informa antecedente documentado de síndrome de Wolff–Parkinson–White (WPW), sem história prévia de AVC, AIT ou cardiopatia estrutural. Durante a consulta, solicita prescrição de triptano, referindo que colegas utilizam essa classe com boa resposta.
Segundo, exclusivamente, a diretriz AAN/AHS sobre tratamento agudo da enxaqueca em crianças e adolescentes, qual é a conduta correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
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Adolescente do sexo masculino, 13 anos, previamente hígido, é encaminhado por declínio progressivo do rendimento escolar, irritabilidade, alterações comportamentais e surgimento recente de tremor de intenção e rigidez discreta de membros superiores. Ao exame físico, não há icterícia, hepatomegalia ou estigmas clínicos de hepatopatia crônica. A oftalmoscopia evidencia anel de Kayser-Fleischer bilateral.
Os exames laboratoriais iniciais mostram:
• Ceruloplasmina sérica reduzida,
• Cobre urinário de 24 horas elevado,
• Transaminases discretamente aumentadas.
A família questiona se esses achados já permitem estabelecer o diagnóstico definitivo ou se seriam necessários exames adicionais.
Qual é a interpretação diagnóstica correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
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L.G.F., menino de 30 meses de idade, nascido a termo, sem intercorrências neonatais, é encaminhado para avaliação especializada por atraso de linguagem e dificuldades comportamentais. A mãe relata que a criança fala apenas duas palavras isoladas, não combina palavras, raramente responde ao nome, apresenta pouco contato visual e não aponta para compartilhar interesse. Observa-se ausência de brincadeira simbólica e dificuldade em alternar atenção com o examinador. Não houve perda de habilidades previamente adquiridas. O exame neurológico é normal e não há déficits sensoriais identificados.
Na avaliação especializada, foi aplicado um instrumento padronizado de triagem para Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), cujo resultado foi positivo. Os pais perguntam se esse resultado já configura diagnóstico clínico definitivo ou se são necessários exames laboratoriais ou de imagem para confirmação.
Segundo exclusivamente as diretrizes normativas oficiais para diagnóstico clínico do Transtorno do Espectro do Autismo, qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
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Recém-nascido do sexo masculino, com 39 semanas de idade gestacional, parto vaginal sem intercorrências, apresenta, com 12 horas de vida, episódios repetidos de dessaturação associada a movimentos sutis de extremidades, sem correlação clínica evidente em todos os eventos. O monitor de EEG contínuo confirma crises eletrográficas recorrentes. Não há suspeita clínica ou familiar de canalopatia.
Após estabilização hemodinâmica, é iniciado tratamento anticonvulsivante. Após administração da medicação inicial, observa-se persistência das crises no EEG. O neonato não apresenta cardiopatia estrutural, mantém função cardíaca preservada e não há contraindicações farmacológicas.
Segundo as diretrizes normativas da International League Against Epilepsy (ILAE) para tratamento de crises neonatais, qual é a conduta farmacológica correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
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