Adolescente do sexo feminino, 14 anos, previamente hígida, desenvolve, de forma subaguda, perda visual
dolorosa no olho direito, com discromatopsia e redução
importante da acuidade visual. Duas semanas depois, evolui com parestesia ascendente, fraqueza em membros inferiores e retenção urinária. A ressonância magnética da
medula mostra lesão longitudinalmente extensa envolvendo mais de três segmentos vertebrais. A RM encefálica
não apresenta lesões típicas de esclerose múltipla. A sorologia revela positividade para anticorpos anti–aquaporina-4 (AQP4-IgG), utilizando método baseado em célula
(cell-based assay).
A família questiona se o diagnóstico definitivo
já pode ser estabelecido ou se seriam necessários novos
episódios clínicos para confirmação.
Qual é a conduta diagnóstica correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.