Recém-nascido do sexo masculino, com 39 semanas de idade gestacional, parto vaginal sem intercorrências, apresenta, com 12 horas de vida, episódios repetidos de dessaturação associada a movimentos sutis de extremidades, sem correlação clínica evidente em todos os eventos. O monitor de EEG contínuo confirma crises eletrográficas recorrentes. Não há suspeita clínica ou familiar de canalopatia.
Após estabilização hemodinâmica, é iniciado tratamento anticonvulsivante. Após administração da medicação inicial, observa-se persistência das crises no EEG. O neonato não apresenta cardiopatia estrutural, mantém função cardíaca preservada e não há contraindicações farmacológicas.
Segundo as diretrizes normativas da International League Against Epilepsy (ILAE) para tratamento de crises neonatais, qual é a conduta farmacológica correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.