Foram encontradas 40 questões.
TEXTO 01
Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
Marque a alternativa que apresenta a classificação da primeira oração desse período.
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TEXTO 01
Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras, nessa oração, respectivamente.
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Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
no conteúdo infantil
As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
“Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias.”
As expressões: “Nesse contexto” e “especialmente durante as férias” exercem a função sintática de:
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crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
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22.jan.2026. Texto adaptado).
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e impulsionam debate sobre estímulos
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As férias escolares costumam ampliar o tempo das
crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
“O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)” A expressão “conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram” exerce a função sintática de:
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e impulsionam debate sobre estímulos
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da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
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da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
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crianças diante das telas e, com isso, acendem um alerta
entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
(Disponivel: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/maternar/2026/01/22/ férias-ampliam-tempo-de-tela-e-impulsionamdebate-sobre-estimulos-no-conteudo-infantil.shtml. Acesso em:
22.jan.2026. Texto adaptado).
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Férias ampliam tempo de tela
e impulsionam debate sobre estímulos
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entre especialistas em desenvolvimento infantil. Longe
da rotina escolar, muitos pequenos passam horas consumindo vídeos curtos, desenhos acelerados e conteúdos
altamente estimulantes, cenário que tem alimentado as
discussões sobre o chamado brain rot, termo usado para
descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
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22.jan.2026. Texto adaptado).
I. A linguagem predominante no texto é o nível formal, com rigor gramatical.
II. Predominam, no texto, as funções de linguagem metalinguística e referencial.
III. O texto aborda o tempo das crianças diante de telas num viés clínico e pedagógico.
IV. No texto, há opiniões controversas entre especialistas em desenvolvimento infantil.
Está correto o que se afirma em:
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descrever o desgaste cognitivo provocado pelo excesso de
estímulos digitais rápidos e fragmentados.
Nesse contexto, animações de baixo estímulo vêm
ganhando espaço como alternativas mais saudáveis, especialmente durante as férias. São produções com ritmo
mais calmo, menos cortes, trilhas sonoras suaves e narrativas que respeitam o tempo da infância, permitindo que
a criança acompanhe histórias com começo, meio e fim.
Essa mudança de olhar tem influenciado diretamente a produção de conteúdos infantis brasileiros. (...)
Desenvolvido pela Totoy Corp, com apoio de pedagogos
e psicólogos, os desenhos apostam em episódios afetivos e
cotidianos, abordando temas como empatia, cooperação,
curiosidade e hábitos diários, sem sobrecarregar o sistema
sensorial das crianças. (...)
A mesma visão é compartilhada pela psicóloga Isa
Vaal, cofundadora da empresa e uma das diretoras da série. “A infância precisa de pausas. Quando tudo é rápido,
barulhento e excessivo, o corpo da criança responde com
agitação. Um bom desenho acolhe, não acelera”, diz. (...)
A preocupação com os impactos do excesso de estímulos também aparece nas discussões clínicas. Para a
psicanalista e CEO do Grupo Altis, Ana Lisboa, o cérebro
infantil aprende a funcionar a partir dos estímulos que recebe. “Quando a criança se acostuma apenas a conteúdos
rápidos e fragmentados, o cérebro passa a operar no modo
da urgência. Isso reduz a capacidade de foco e aumenta
a busca por recompensas imediatas”, explica. Para Ana, o
brain rot afeta tanto o desempenho cognitivo quanto a organização emocional.(...)
O cuidado com a infância também é reforçado por
médicos e especialistas em saúde infantil. O pediatra Daniel Becker, conhecido pelo perfil Pediatra Integral no Instagram, defende escolhas conscientes no uso das telas. (...)
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