Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões 17 a 20 se referem à Lei Complementar Municipal nº 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.
Existem diversas situações nas quais é possível conceder licença a servidor. Qual das seguintes alternativas apresenta uma situação CORRETA?
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
As questões 17 a 20 se referem à Lei Complementar Municipal nº 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.
Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade se ficar provado que o inativo, na atividade:
I. Deixou de praticar usura, em qualquer de suas formas.
II. Praticou falta punível com a demissão.
III. Aceitou ilegalmente cargo ou função pública.
Está(ão) CORRETA(S):
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Existem determinadas competências do Município que são concorrentes com a União ou com o Estado, ou supletivas a elas. Qual alternativa apresenta uma dessas atribuições de forma INCORRETA?
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
No que se refere à pontuação do texto, é possível afirmar que as vírgulas utilizadas em Uma rua da infância, que exigia muitas pedaladas para ser percorrida, hoje é atravessada em poucos passos. (l. 36-38) representam o isolamento de uma oração.
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta um período classificado corno simples.
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Com base na grafia e no número de fonemas de vocábulos do texto, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) inventamos (l. 2) apresenta dois dígrafos vocálicos.
( ) telhados (l. 14) apresenta um dígrafo consonantal e 7 fonemas.
( ) corredores (l. 14) e filosófica (l.4) apresentam, respectivamente, 9 e 10 fonemas.
( ) Tanto pergunto (l.29) quanto fraquezas (l.25) apresentam dígrafos consonantais em suas composições.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.
Interferência do Tempo
- Há quem diga que o tempo não existe, que somos
- nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
- nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
- essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
- tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
- passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
- O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
- colégio em que estudei durante mais de uma década,
- meu primeiro contato com o mundo fora da minha
- casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
- espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
- assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
- escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
- atravessavam os telhados. Os corredores eram
- passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
- portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
- Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
- que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
- pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
- o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
- minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
- A interferência do tempo atinge minhas emoções
- também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
- de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
- apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
- e a sensação que me causam não é nem um pouco
- desafiadora. E mesmo os que amei já não me
- provocam perturbação alguma, apenas um carinho
- sereno. Me pergunto como é que se explica que
- sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
- se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
- fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
- dando a devida proporção aos meus afetos e
- desafetos.
- Talvez seja esta a prova da sua existência: o
- tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
- infância, que exigia muitas pedaladas para ser
- percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
- Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
- logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
- por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
- alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
- do tamanho que é, sem a condescendência da
- fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
- realmente foram reduzidas: apartamentos que
- parecem caixotes, carros compactos, conversas
- telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
- cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
- infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
- inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
- mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
- por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
- como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
- volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
- vivendo apertados, financeira e emocionalmente
- falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
- esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
- do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
- frente.
-
Autor: Martha Medeiros (adaptado).
Acerca do período Hoje revejo essas pessoas, e a sensação que me causam não é nem um pouco desafiadora (l. 25-27), é CORRETO afirmar que:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Com base nos conhecimentos em Contabilidade Aplicada ao Setor Público, analise a situação hipotética abaixo, na qual um ente público apresentou os seguintes saldos:
DESCRIÇÃO | SALDO (R$) |
Receita Prevista | R$ 280.000,00 |
Receita Arrecadada | R$ 270.000,00 |
Despesa Fixada | R$ 280.000,00 |
Despesa Empenhada | R$ 250.000,00 |
Despesa Paga | R$ 240.000,00 |
Com base no exposto é CORRETO afirmar que o Resultado do Balanço Orçamentário, no final do período considerado, foi:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
Em relação às normas gerais de Finanças Públicas e Orçamento Público, conforme as disposições da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
De acordo com classificação trazida pelo Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) não é uma Categoria Econômica da Receita Orçamentária:
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