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Foram encontradas 50 questões.

705160 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Criada após o término da 2ª Guerra Mundial, a Organização das Nações Unidas (ONU) tem o objetivo de facilitar a cooperação dos países em relação a temas como direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz. A instituição conta com cinco órgãos principais, que realizam diferentes trabalhos ligados à segurança, economia, justiça, entre outros. Sobre sua estrutura e funcionamento, marque V para verdadeiro ou F para falso e, sem seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O Conselho de Segurança da ONU é o responsável por manter a paz e a segurança no mundo. Somente os membros permanentes possuem o poder de veto sobre as resoluções deste conselho, entre eles o Brasil, que foi incluído a este seleto grupo de países recentemente.
( ) A Assembleia Geral da ONU é a principal do órgão. Nela são votadas recomendações sobre a paz e segurança, eleição de membros de órgãos, admissão, suspensão e expulsão de membros, questões orçamentais, entre outras deliberações. Neste caso, todos os países membros têm direito a um voto sobre as decisões a serem tomadas pela instituição.
( ) A Corte Internacional de Justiça, também conhecida por Tribunal de Haia, tem a função de ouvir e interferir em casos relacionados a crimes de guerra, à interferência estatal ilegal, casos de limpeza étnica, entre outros.
( ) O Conselho Econômico e Social é formado por duas importantes instituições financeiras, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), cujos objetivos são a promoção da cooperação econômica e social e do desenvolvimento internacional. Tem o poder de interferir nas finanças dos países membros em caso de crise econômica.
 

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Pesquisa analisa presença estrangeira na construção de São Paulo.
Ao longo de quatro anos, um grupo interdisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizou um amplo estudo com o objetivo de compreender, a partir da presença estrangeira em São Paulo, os processos de transformação física, demográfica, econômica, social e cultural ocorridos na cidade a partir do Século 19.
O Projeto Temático “São Paulo: os estrangeiros e a construção das cidades”, coordenado pela professora Ana Lucia Duarte Lanna, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, teve a participação de pesquisadores do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU), da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Museu Paulista (MP) da USP.
Segundo Lanna, as pesquisas procuraram abordar a presença estrangeira na capital paulista a partir de sua diversidade de formas – imigrantes, viajantes, visitantes, residentes, nativos ou “eternos estrangeiros” – na heterogeneidade dos modos de viver, descrever e simbolizar o outro.
“O projeto se propôs a evitar a multiplicidade de experiências que constitui o estrangeiro como categoria sociocultural à figura clássica do imigrante, que é normalmente associada à explicação dos processos de modernização das grandes cidades americanas”, disse Lanna à Agência Fapesp.
“Partimos da figura do estrangeiro, mais ampla, com maior heterogeneidade de inserções e experiências, para tentar compreender como a cidade se transforma a partir dessa multiplicidade de encontros possíveis”, disse.
O projeto considerou os estrangeiros também em relação ao universo do trabalho. Os temas de investigação foram articulados em duas linhas de pesquisa: “A transformação dos bairros centrais, a construção de territórios, redes e identidades” e “A transformação dos campos profissionais: práticas, redes, atores e circulação de saberes”.
“As pesquisas incluíram desde estudos sobre trabalhadores italianos, judeus e japoneses, até a vinda de intelectuais, artistas, arquitetos e urbanistas. Essa ampla gama de tipos profissionais e nacionalidades, com inserções e tempos de permanência muito variados, permitiu problematizar melhor essa relação que é muito importante para a cidade de São Paulo”, disse Lanna.
As reflexões realizadas sobre os vários grupos de estrangeiros e os aspectos relacionados aos trabalhos foram associadas a outros recortes, abordando categorias como bairro, território e sociabilidade.
O projeto também teve a preocupação de salvaguardar parte dos acervos com os quais os pesquisadores trabalharam, que estavam sob a guarda da FAU e do MP. Uma das principais propostas do projeto consistiu em elaborar um banco de dados que pudesse formar uma plataforma disponível para outros estudos futuros, com as mais variadas abordagens. O banco de dados foi elaborado com base na experiência com catalogação e sistemas de busca por descritores desenvolvidos no Museu Paulista e coordenado pela professora Solange Lima, do MP.
“Grande parte do material – incluindo projetos arquitetônicos e decorativos, plantas, fotografias e mais de mil mapas da cidade de São Paulo, das coleções de arquitetos e fotógrafos estrangeiros – foi tratado e selecionado. Boa parte foi digitalizado”, disse Lanna.
Para que a consulta do banco de dados fosse mais ágil, seu conteúdo foi adaptado e disponibilizado no site http://estrangeiros.fau.usp.br. “O banco de dados continuará sendo alimentado com outras informações ou pesquisas que surjam como desdobramento do Projeto Temático”, disse.
Por Fábio de Castro, da Agência Fapesp – Revista Envolverde.
Leia o período abaixo. Se arrependeu, viu que tinha feito uma loucura. Assinale a alternativa cujo termo destacado exerce a mesma função de “que” no trecho acima.
 

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682678 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A Amazônia é uma região com abundância incontestável de recursos minerais. Entre eles, pode-se destacar
 

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667587 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Enunciado 667587-1
Retirado de “Atlas Geográfico: espaço mundial” de Graça Maria Lemos Ferreira. Editora Moderna. 3ª edição. São Paulo, 2012. Pág. 152.
O Território Federal é uma denominação para uma categoria específica de divisão administrativa, integrada diretamente à União. Sobre a criação destes territórios no Brasil, assinale a alternativa incorreta.
 

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660006 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Campinas já tem poluição como a de São Paulo
O ar da região de Campinas já atingiu os mesmos níveis de saturação que o da Grande São Paulo em relação a um dos principais poluentes atmosféricos: o ozônio. É o que aponta o relatório de severidade do ar da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deste ano. Dados mostram que as duas regiões estão severamente saturadas, o pior dos cinco níveis usados pelo governo estadual para classificar as cidades paulistas.
Os dados, que levam em consideração medições feitas nos últimos três anos, servem como referência para as autoridades ambientais proibirem ou liberarem atividades industriais nos municípios. Agora, a região de Campinas se juntou à Grande São Paulo e à Baixada Santista como os três locais do Estado onde o ozônio já chegou ao pior nível da escala. O motivo, de acordo com especialistas, é a instalação de indústrias pesadas em Jundiaí e Paulínia, além do contínuo crescimento da frota de veículos nesses locais.
A gerente da Divisão de Qualidade do Ar da Cetesb, Maria Helena Martins, afirma que o nível de concentração do gás não deve ser motivo para desespero dos moradores desses locais. “O índice de severidade não significa que o ar está ficando irrespirável. Tecnicamente, ele é apenas um parâmetro para avaliar o impacto de novas indústrias naqueles locais e não é usado para medir impactos na saúde respiratória”, explica.
Já o presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental, Carlos Bocuhy, afirma que o crescimento nos índices é preocupante. Ele diz que o problema vai persistir enquanto a matriz de queima de combustíveis fósseis não mudar. “Continuamos lançando precursores de ozônio, que são hidrocarbonetos, que reagem à luz solar e criam o ozônio não desejável.”
O ambientalista afirma que a tecnologia menos poluente é compensada negativamente pelo aumento da frota. E a poluição não tem fronteiras. “De repente, você foge para o interior para respirar ar puro e está mergulhado em um fog de ozônio.”
Fonte: O Estado de São Paulo, 15/07/2012.
A partir das informações apontadas na reportagem, é possível afirmar que
 

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Pesquisa analisa presença estrangeira na construção de São Paulo.
Ao longo de quatro anos, um grupo interdisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizou um amplo estudo com o objetivo de compreender, a partir da presença estrangeira em São Paulo, os processos de transformação física, demográfica, econômica, social e cultural ocorridos na cidade a partir do Século 19.
O Projeto Temático “São Paulo: os estrangeiros e a construção das cidades”, coordenado pela professora Ana Lucia Duarte Lanna, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, teve a participação de pesquisadores do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU), da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Museu Paulista (MP) da USP.
Segundo Lanna, as pesquisas procuraram abordar a presença estrangeira na capital paulista a partir de sua diversidade de formas – imigrantes, viajantes, visitantes, residentes, nativos ou “eternos estrangeiros” – na heterogeneidade dos modos de viver, descrever e simbolizar o outro.
“O projeto se propôs a evitar a multiplicidade de experiências que constitui o estrangeiro como categoria sociocultural à figura clássica do imigrante, que é normalmente associada à explicação dos processos de modernização das grandes cidades americanas”, disse Lanna à Agência Fapesp.
“Partimos da figura do estrangeiro, mais ampla, com maior heterogeneidade de inserções e experiências, para tentar compreender como a cidade se transforma a partir dessa multiplicidade de encontros possíveis”, disse.
O projeto considerou os estrangeiros também em relação ao universo do trabalho. Os temas de investigação foram articulados em duas linhas de pesquisa: “A transformação dos bairros centrais, a construção de territórios, redes e identidades” e “A transformação dos campos profissionais: práticas, redes, atores e circulação de saberes”.
“As pesquisas incluíram desde estudos sobre trabalhadores italianos, judeus e japoneses, até a vinda de intelectuais, artistas, arquitetos e urbanistas. Essa ampla gama de tipos profissionais e nacionalidades, com inserções e tempos de permanência muito variados, permitiu problematizar melhor essa relação que é muito importante para a cidade de São Paulo”, disse Lanna.
As reflexões realizadas sobre os vários grupos de estrangeiros e os aspectos relacionados aos trabalhos foram associadas a outros recortes, abordando categorias como bairro, território e sociabilidade.
O projeto também teve a preocupação de salvaguardar parte dos acervos com os quais os pesquisadores trabalharam, que estavam sob a guarda da FAU e do MP. Uma das principais propostas do projeto consistiu em elaborar um banco de dados que pudesse formar uma plataforma disponível para outros estudos futuros, com as mais variadas abordagens. O banco de dados foi elaborado com base na experiência com catalogação e sistemas de busca por descritores desenvolvidos no Museu Paulista e coordenado pela professora Solange Lima, do MP.
“Grande parte do material – incluindo projetos arquitetônicos e decorativos, plantas, fotografias e mais de mil mapas da cidade de São Paulo, das coleções de arquitetos e fotógrafos estrangeiros – foi tratado e selecionado. Boa parte foi digitalizado”, disse Lanna.
Para que a consulta do banco de dados fosse mais ágil, seu conteúdo foi adaptado e disponibilizado no site http://estrangeiros.fau.usp.br. “O banco de dados continuará sendo alimentado com outras informações ou pesquisas que surjam como desdobramento do Projeto Temático”, disse.
Por Fábio de Castro, da Agência Fapesp – Revista Envolverde.
Sobre o texto, analise as assertivas abaixo.
I. O projeto que estuda os estrangeiros teve como principal foco a figura do imigrante.
II. Categorias como sociabilidade, bairro e território foram abordadas nas reflexões realizadas sobre os vários grupos de estrangeiros.
III. O projeto teve a preocupação de se articular com futuros projetos a partir da elaboração de um banco de dados.
IV. O projeto articulou a questão social e do trabalho, dividindo a pesquisa em duas categorias.
É correto o que se afirma em
 

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656685 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Tal como nas duas revoluções tecnológicas anteriores, o desenrolar de uma profunda mudança na base técnico-científica, neste início do século 21, gera tendências, que acentuam ainda mais rapidamente a natureza desigual e combinada do desenvolvimento nas economias capitalistas.
Na segunda metade do século 18, o curso da revolução tecnológica, concentrada fundamentalmente na Inglaterra, foi acompanhado pelo surgimento de novos setores de atividade, que inovaram e ampliaram o conjunto do setor produtivo. Por meio de uma nova fonte de energia decorrente da descoberta do motor a vapor, o transporte e a logística ganharam impulsos inéditos. Com a indústria das ferrovias, o transporte terrestre de cargas e de pessoas evoluiu modernizando e ampliando o valor agregado do sistema econômico como um todo, especialmente para os poucos países que naquele período conseguiram se industrializar. Em síntese, o nascimento de novos setores durante a primeira revolução tecnológica foi responsável pela ampliação da competição inter e intrassetores da economia.
Da mesma forma, a evolução da segunda revolução tecnológica no último terço do século 19 trouxe, por consequência, a explosão de novos setores econômicos, que se aliaram e modernizaram o conjunto das atividades produtivas. Naquela época, o surgimento dos setores de energia elétrica, petróleo, motor a combustão, telefonia, entre tantos outros, transformaram e tornaram bem mais complexas as estruturas produtivas, sobretudo dos países que se industrializavam ou já contavam com sua indústria avançada.
Todavia, o aparecimento de grandes empresas – capazes de suportar os investimentos da revolução tecnológica e, especialmente, o tamanho das escalas de produção – terminou por alterar a competição dita perfeita, que até então se realizava por meio das forças de mercado (milhares de ofertantes e demandantes que competiam, sem que nenhum tivesse capacidade de estabelecer o preço final). A concorrência se manteve, porém, cada vez mais imperfeita, uma vez que o preço final passou a depender cada vez mais do grau de monopólio da empresa (estabelecimento de uma margem de lucro sobre o custo total de produção), tendo em conta a organização de estruturas de mercado em oligopólios (oligopsônios) e monopólio (monopsônios).
Trecho de: POCHMANN, Márcio. Tendências da revolução na base técnico-científica. In Revista Fórum, fevereiro/2011.
É correto afirmar, sobre as revoluções tecnológicas, que
 

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De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é dever do Estado garantir
 

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A política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á através de um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais. Dentro desta perspectiva, assinale a alternativa que não representa as linhas de ação da política de atendimento.
 

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593562 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Enunciado 593562-1
Fonte: retirado de: http://thyselfolord.blogspot.com.br/2011/08/porque- ciencia-acabou-no-mundo.html, dia 17/07/2012 às 15hs.
Os países em negrito pertencem ao grupo de países
 

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