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Foram encontradas 639 questões.

3788610 Ano: 2024
Disciplina: Direito Tributário
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Na reforma tributária, imposto do pecado refere-se:
 

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3788609 Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Um investidor aplicou R$ 5.000,00 em um fundo que oferece uma taxa de juros simples de 3% ao semestre. Após quanto tempo, em anos, o valor total do investimento será de R$ 6.800,00?
 

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3788608 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Qual é a probabilidade de uma das raízes da equação x² − 2x − 10 = x ser sorteada, considerando que os números sorteados são naturais menores que 50?
 

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3788607 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Se a raiz da equação -2(x + 4) + 8 = 12 é o primeiro termo de uma progressão aritmética com razão -2, qual será a soma dos 10 primeiros termos dessa progressão?
 

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3788606 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Em um festival de caldos em Belo Horizonte, doze pessoas consomem 8,2 litros de caldo de feijão. Se o número de pessoas aumentar em 25%, quantos litros de caldo elas irão consumir?
 

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3788605 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Quanto é 2kk + 2, considerando que k é o dobro do valor da expressão numérica 2 3/5 + 2, 5 - (3, 6 + 4) ÷ (-2)?
 

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3788604 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Assinale a alternativa cujo conectivo NÃO pode substituir o que se encontra em destaque no excerto a seguir, por modificar o sentido básico do trecho:
“Ratos com asas, praga urbana e pássaros de sarjeta – são muitos os apelidos negativos que os pombos ganharam em várias partes do mundo. Mas uma mulher fez da missão de sua vida melhorar a imagem dessas aves. A britânica Hannah Hall diz querer combater o ‘preconceito contra os pombos’ com uma nova instituição de caridade”.
LOWBRIDGE, Caroline. 'Relações Públicas das pombas': a mulher que luta para melhorar a imagem da ave. BBC Brasil, 26 de maio de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy00xdy8yypo. Acesso em: 26 mai. 2024.
 

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3788603 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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Quais são, respectivamente, as classes de palavras que ocorrem no segundo quadrinho da tirinha abaixo, considerando o contexto sintático em que se encontram os vocábulos em questão?
Enunciado 3788603-1
GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 17 de maio de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/05/17/ni quel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 27 mai. 2024.
 

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3788602 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Segura que o filho é nosso
Posso me desdobrar em vinte, mas isso vai fazer meu filho acreditar que eu sou uma heroína, e eu não quero dar para ele o exemplo de que mãe é mártir
Giovana Madalosso | Escritora, roteirista e uma das idealizadoras do movimento Um Grande Dia para as Escritoras | 26.mai.2024
        Sou mãe e, como a maioria das outras, consigo me desdobrar em muitas, mas será que devo fazer isso?
        Posso me dividir um duas, mas nunca vou conseguir cobrir a figura do pai. E nem quero porque a presença paterna é importante para uma criança.
        Posso me desdobrar em quatro, mas nunca vou conseguir fazer o papel dos avós, com sua experiência e seu afeto açucarado pelos anos e hérnias.
        Posso me desdobrar em dez, mas nunca vou conseguir substituir a madrinha, o padrinho, a vizinha, o motorista da perua, o amigo de família, o primo que faz aviãozinho e tantos outros, porque cada pessoa é uma, e cada uma delas mostra para o meu filho que o mundo é feito de pessoas diferentes, com ideias diversas.
        Posso mostrar para o meu filho planetas, estrelas e constelações, ensinar matemática com 200 g de farinha e 100 ml de óleo, recortar na massa fresca um triângulo isósceles e um escaleno, mas isso nunca vai substituir um professor e uma escola.
        Posso me desdobrar em vinte, quem sabe até em quarenta, simultaneamente assobiar, fritar ovo e trocar fralda; segurar dois no colo, um na perna, outro na cacunda; ser a plateia cheia que ovaciona o teatrinho; fazer de mim um polvo, uma malabarista, uma comunidade em forma de mulher, mas isso vai fazer meu filho acreditar que eu sou uma heroína, e eu não quero dar para ele o exemplo de que mãe é mártir. De que mulher é mártir. De que qualquer pessoa deve ser mártir.
        Quem sabe, com todo esse amor que me escapa até pelas orelhas, eu possa me desdobrar até em algo de força sobre-humana e sair por aí pintando praça, improvisando creche, mas fui eu mesma que ensinei para o meu filho que podemos até ajudar no dever do outro, mas nunca fazer o dever do outro. E todas essas tarefas gigantes são dever do Estado.
        É, eu poderia ser muitas, mas só quero ser uma. Nem duas, nem uma vírgula três. E às vezes até menos do que uma. Quase uma. Lascada, quebrada, imperfeita, ferrada. Ou egoísta, como tantos homens, vangloriados por abraçarem a carreira e ganharem o mundo, por trabalharem em outras cidades, por cruzarem oceanos, sem nunca serem questionados como nós: quem ficou cuidando dos seus filhos?
        Olhe para mim: não tenho mais braços do que ninguém. E, ao contrário do que alguns pensam, não tenho "espírito de cuidadora". Se desenvolvi foi por força das circunstâncias.
        Pegando aquela frase da Simone de Beauvoir e indo um passo para lá: ninguém nasce mãe, torna-se mãe. Se tudo é uma construção, inclusive a maternidade, podemos reconstruí-la de outra maneira. Cruzar os braços e deixar que o outro faça. Dizer: segura você, que o filho é nosso. E quanto mais nosso, melhor para ele.
MADALOSSO, Giovana. Segura que o filho é nosso. Folha de São Paulo, 26 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/05/segura-que-o-filho-e-nosso.shtml.
Acesso em: 26 mai. 2024. Adaptado. 
Releia o trecho abaixo, observando as vírgulas em destaque entre colchetes:
“Posso me desdobrar em dez[,] mas nunca vou conseguir substituir a madrinha, o padrinho, a vizinha, o motorista da perua, o amigo de família, o primo que faz aviãozinho e tantos outros[,] porque cada pessoa é uma, e cada uma delas mostra para o meu filho que o mundo é feito de pessoas diferentes, com ideias diversas.” (4º parágrafo)

Qual é a função dessas vírgulas?
 

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3788601 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Bom Sucesso Sul-PR
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Segura que o filho é nosso
Posso me desdobrar em vinte, mas isso vai fazer meu filho acreditar que eu sou uma heroína, e eu não quero dar para ele o exemplo de que mãe é mártir
Giovana Madalosso | Escritora, roteirista e uma das idealizadoras do movimento Um Grande Dia para as Escritoras | 26.mai.2024
        Sou mãe e, como a maioria das outras, consigo me desdobrar em muitas, mas será que devo fazer isso?
        Posso me dividir um duas, mas nunca vou conseguir cobrir a figura do pai. E nem quero porque a presença paterna é importante para uma criança.
        Posso me desdobrar em quatro, mas nunca vou conseguir fazer o papel dos avós, com sua experiência e seu afeto açucarado pelos anos e hérnias.
        Posso me desdobrar em dez, mas nunca vou conseguir substituir a madrinha, o padrinho, a vizinha, o motorista da perua, o amigo de família, o primo que faz aviãozinho e tantos outros, porque cada pessoa é uma, e cada uma delas mostra para o meu filho que o mundo é feito de pessoas diferentes, com ideias diversas.
        Posso mostrar para o meu filho planetas, estrelas e constelações, ensinar matemática com 200 g de farinha e 100 ml de óleo, recortar na massa fresca um triângulo isósceles e um escaleno, mas isso nunca vai substituir um professor e uma escola.
        Posso me desdobrar em vinte, quem sabe até em quarenta, simultaneamente assobiar, fritar ovo e trocar fralda; segurar dois no colo, um na perna, outro na cacunda; ser a plateia cheia que ovaciona o teatrinho; fazer de mim um polvo, uma malabarista, uma comunidade em forma de mulher, mas isso vai fazer meu filho acreditar que eu sou uma heroína, e eu não quero dar para ele o exemplo de que mãe é mártir. De que mulher é mártir. De que qualquer pessoa deve ser mártir.
        Quem sabe, com todo esse amor que me escapa até pelas orelhas, eu possa me desdobrar até em algo de força sobre-humana e sair por aí pintando praça, improvisando creche, mas fui eu mesma que ensinei para o meu filho que podemos até ajudar no dever do outro, mas nunca fazer o dever do outro. E todas essas tarefas gigantes são dever do Estado.
        É, eu poderia ser muitas, mas só quero ser uma. Nem duas, nem uma vírgula três. E às vezes até menos do que uma. Quase uma. Lascada, quebrada, imperfeita, ferrada. Ou egoísta, como tantos homens, vangloriados por abraçarem a carreira e ganharem o mundo, por trabalharem em outras cidades, por cruzarem oceanos, sem nunca serem questionados como nós: quem ficou cuidando dos seus filhos?
        Olhe para mim: não tenho mais braços do que ninguém. E, ao contrário do que alguns pensam, não tenho "espírito de cuidadora". Se desenvolvi foi por força das circunstâncias.
        Pegando aquela frase da Simone de Beauvoir e indo um passo para lá: ninguém nasce mãe, torna-se mãe. Se tudo é uma construção, inclusive a maternidade, podemos reconstruí-la de outra maneira. Cruzar os braços e deixar que o outro faça. Dizer: segura você, que o filho é nosso. E quanto mais nosso, melhor para ele.
MADALOSSO, Giovana. Segura que o filho é nosso. Folha de São Paulo, 26 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-maladosso/2024/05/segura-que-o-filho-e-nosso.shtml.
Acesso em: 26 mai. 2024. Adaptado. 
A palavra “desdobrar” apresenta:
 

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