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A resolução n.º 001/19, do Conselho Municipal de Educação (CME)/Blumenau, fixa normas para a elaboração do Projeto Político Pedagógico (PPP) e Regimento Interno das Instituições de Educação Básica, Integrantes no Sistema Municipal de Ensino do Município de Blumenau. Ao encontro dessa resolução, em seu § 2º, no Art. 5º, afirma-se que o CME, após a data de recebimento, deve avaliar e emitir parecer sobre o Projeto Político Pedagógico (PPP) no prazo máximo de:

 

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Servidores públicos estão diretamente envolvidos na prestação de serviços públicos essenciais. Praticamente metade dos servidores dos executivos municipais atuam nas áreas de educação e saúde, sendo estas compostas por professores, médicos, enfermeiros e agentes de saúde (MIGUEIS, 2023). Ao encontro dessa temática, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A maior parte dos servidores públicos brasileiros está vinculada aos Municípios.

(__)A remuneração das distintas categorias de servidores públicos no país é congruente, o que ratifica que os gastos com o funcionalismo público brasileiro são uniformes.

(__)Em relação à atuação, mais de 90% dos servidores estão ligados ao Poder Judiciário.

Assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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De acordo com o §2º, do artigo 9º, da lei complementar n.º 994/15, que aprova o Plano Municipal de Educação (PME) e dá outras providências, é correto afirmar que:

 

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O Plano Nacional de Educação para o decênio 2014/2024, instituído pela Lei n.º 13.005/14, definiu diretrizes que devem guiar a educação brasileira nesse período e estabeleceu metas a serem cumpridas na vigência. Ao encontro disso, o fortalecimento do regime de colaboração entre os Estados e respectivos Municípios incluirá a instituição de instâncias permanentes de negociação, cooperação e:

 

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Conforme o Art. 105 , da Lei Orgânica do Município de Blumenau, o Município estimulará:

 

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O Decreto n.º 7611/11, que dispõe sobre a Educação Especial no atendimento educacional especializado e dá outras providências, em seu Art. 3º, afirma que, entre outros, é objetivo do atendimento educacional especializado:

 

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De acordo com o art. 210 da Constituição da República Federativa do Brasil, serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores:

 

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Conforme o artigo 53-A, da lei de n.º 8069/90, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências, é dever da instituição de ensino, clubes e agremiações recreativas e de estabelecimentos congêneres assegurar medidas de conscientização, prevenção e enfrentamento ao uso ou dependência de:

 

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O destino dos painéis solares ao fim da vida útil

Um galpão de 2 mil metros quadrados em Valinhos, no interior paulista, vem armazenando centenas de painéis solares todos os meses. Apenas em maio, o material recebido, basicamente módulos inutilizados para a produção de energia fotovoltaica, chegou a 80 toneladas (t). Não se trata de uma nova usina de fonte renovável, mas de uma empresa aberta há pouco mais de três anos que decidiu apostar em um mercado ainda incipiente, porém em expansão, que deve explodir nos próximos anos: o da reciclagem de painéis solares descartados.

"No ano passado, crescemos mais de 700% em volume de material recebido e estamos projetando bem mais para este ano", afirma o empresário Leonardo Duarte, de 27 anos, fundador da SunR, uma das poucas empresas no país a se dedicar integralmente à reciclagem dos módulos fotovoltaicos que perderam sua eficiência. "Desde que abrimos, recebemos mais de 25 mil painéis, o equivalente a 730 toneladas de material", conta.

A questão sobre o que fazer com as placas solares inutilizadas vem se impondo ao redor do mundo, principalmente em países da Europa, como a Alemanha, que começou a adotar a energia solar ainda nos anos 1990. A estimativa de vida útil dos painéis é de 25 a 30 anos, e uma grande quantidade de módulos em solo europeu e em outros lugares já virou sucata.

Um relatório feito pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena) em 2016 sobre o gerenciamento dos painéis solares fotovoltaicos ao fim de sua vida útil alerta que a quantidade de lixo anual no começo dos anos 2030 atingirá algo entre 1,7 milhão e 8 milhões de t. Em 2050, esse tipo de resíduo poderá chegar a 78 milhões de t no planeta.

Por outro lado, a agência estimava em 2016 que o valor dos materiais capazes de ser recuperados nesses equipamentos poderia chegar a US$ 450 milhões em 2030, quantia suficiente para a produção de 60 milhões de painéis solares. Vinte anos depois, o valor da reciclagem superaria US$ 15 bilhões, o bastante para produzir 2 bilhões de placas, segundo projeções da Irena.

Vidro e alumínio compõem quase 90% dos módulos, mas eles contêm também uma pequena parcela de metais valiosos, como prata e cobre, além de substâncias mais poluentes, como chumbo e polímeros. No Brasil, onde a tecnologia fotovoltaica foi mais amplamente adotada a partir dos anos 2010, a questão deverá ganhar volume em alguns anos, mas também já começa a causar preocupações.

"O maior equívoco é achar que os resíduos só vão surgir a partir de 30 anos. Muito pelo contrário", diz Duarte, que trabalha diretamente com usinas, montadoras e importadoras de módulos solares no Brasil inteiro. "Estimamos que mais de 7% dos painéis são descartados antes de 15 anos de vida útil."

As camadas de polímero adesivo que protegem o produto da exposição às intempéries dificultam a desmontagem e a reciclagem. A parte mais simples de recuperar no processo é a estrutura de alumínio e os fios de cobre externos. Em seguida, vem o vidro, que compõe grande parte do painel (70% a 95%) e já tem uma indústria de reciclagem bem estabelecida. Outros materiais encontrados nas células solares apresentam um desafio maior. Prata, estanho, cobre e o próprio silício são elementos valiosos, embora haja uma quantidade ínfima nos módulos em comparação com o vidro. Especialistas calculam, no entanto, que eles respondem por mais de 40% do valor do painel.

Enunciado 3351498-1

(a primeira coluna é indicação "sem perda precoce" e a segunda, "com perda precoce", que consiste em descarte antes do previsto de vida útil − 30 anos).

Retirado e adaptado de: JONES, Frances. O destino dos painéis solares ao fim da vida útil. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: a -vvdaa-uui/ stapesquisa.fapesp.br/o-destino-dos-paineis-solares-ao-fim-da-vida-util/ Acesso em: 07 set., 2023.

Considere o seguinte trecho, retirado de "O destino dos painéis solares ao fim da vida útil":

"...há pouco mais de três anos que decidiu apostar em um mercado ainda incipiente, porém em expansão...".

Há, no trecho, uma figura de linguagem conhecida como:

 

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O destino dos painéis solares ao fim da vida útil

Um galpão de 2 mil metros quadrados em Valinhos, no interior paulista, vem armazenando centenas de painéis solares todos os meses. Apenas em maio, o material recebido, basicamente módulos inutilizados para a produção de energia fotovoltaica, chegou a 80 toneladas (t). Não se trata de uma nova usina de fonte renovável, mas de uma empresa aberta há pouco mais de três anos que decidiu apostar em um mercado ainda incipiente, porém em expansão, que deve explodir nos próximos anos: o da reciclagem de painéis solares descartados.

"No ano passado, crescemos mais de 700% em volume de material recebido e estamos projetando bem mais para este ano", afirma o empresário Leonardo Duarte, de 27 anos, fundador da SunR, uma das poucas empresas no país a se dedicar integralmente à reciclagem dos módulos fotovoltaicos que perderam sua eficiência. "Desde que abrimos, recebemos mais de 25 mil painéis, o equivalente a 730 toneladas de material", conta.

A questão sobre o que fazer com as placas solares inutilizadas vem se impondo ao redor do mundo, principalmente em países da Europa, como a Alemanha, que começou a adotar a energia solar ainda nos anos 1990. A estimativa de vida útil dos painéis é de 25 a 30 anos, e uma grande quantidade de módulos em solo europeu e em outros lugares já virou sucata.

Um relatório feito pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena) em 2016 sobre o gerenciamento dos painéis solares fotovoltaicos ao fim de sua vida útil alerta que a quantidade de lixo anual no começo dos anos 2030 atingirá algo entre 1,7 milhão e 8 milhões de t. Em 2050, esse tipo de resíduo poderá chegar a 78 milhões de t no planeta.

Por outro lado, a agência estimava em 2016 que o valor dos materiais capazes de ser recuperados nesses equipamentos poderia chegar a US$ 450 milhões em 2030, quantia suficiente para a produção de 60 milhões de painéis solares. Vinte anos depois, o valor da reciclagem superaria US$ 15 bilhões, o bastante para produzir 2 bilhões de placas, segundo projeções da Irena.

Vidro e alumínio compõem quase 90% dos módulos, mas eles contêm também uma pequena parcela de metais valiosos, como prata e cobre, além de substâncias mais poluentes, como chumbo e polímeros. No Brasil, onde a tecnologia fotovoltaica foi mais amplamente adotada a partir dos anos 2010, a questão deverá ganhar volume em alguns anos, mas também já começa a causar preocupações.

"O maior equívoco é achar que os resíduos só vão surgir a partir de 30 anos. Muito pelo contrário", diz Duarte, que trabalha diretamente com usinas, montadoras e importadoras de módulos solares no Brasil inteiro. "Estimamos que mais de 7% dos painéis são descartados antes de 15 anos de vida útil."

As camadas de polímero adesivo que protegem o produto da exposição às intempéries dificultam a desmontagem e a reciclagem. A parte mais simples de recuperar no processo é a estrutura de alumínio e os fios de cobre externos. Em seguida, vem o vidro, que compõe grande parte do painel (70% a 95%) e já tem uma indústria de reciclagem bem estabelecida. Outros materiais encontrados nas células solares apresentam um desafio maior. Prata, estanho, cobre e o próprio silício são elementos valiosos, embora haja uma quantidade ínfima nos módulos em comparação com o vidro. Especialistas calculam, no entanto, que eles respondem por mais de 40% do valor do painel.

Enunciado 3351497-1

(a primeira coluna é indicação "sem perda precoce" e a segunda, "com perda precoce", que consiste em descarte antes do previsto de vida útil − 30 anos).

Retirado e adaptado de: JONES, Frances. O destino dos painéis solares ao fim da vida útil. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: a -vvdaa-uui/ stapesquisa.fapesp.br/o-destino-dos-paineis-solares-ao-fim-da-vida-util/ Acesso em: 07 set., 2023.

Analise o seguinte trecho, retirado de "O destino dos painéis solares ao fim da vida útil":

A questão sobre o que fazer com as placas solares inutilizadas vem se impondo ao redor do mundo, principalmente em países da Europa, como a Alemanha, que começou a adotar a energia solar ainda nos anos 1990.

A palavra "ainda" foi empregada no trecho com o mesmo significado que em:

 

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