Foram encontradas 331 questões.
A partir da Técnica de Zulliger, de acordo com o Manual de Vaz e Alchieri (2016), classifique a categoria de CONTEÚDO da seguinte resposta: Aqui vejo um morcego voando – Pois é bem parecido, é preto, e dá a ideia de movimento das asas.
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Qual testes abaixo tem tempo de aplicação menor do que 3 minutos?
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Em qual dos testes abaixo é necessário o uso de lápis?
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Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, levando em conta os conceitos de Rocha, Oliveira e Kappler (2017) sobre a contratransferência na Terapia Cognitivo-Comportamental.
( ) Além de afetar a eficácia do processo terapêutico, a contratransferência pode trazer consequências negativas para a vida pessoal do terapeuta, como estresse, declínio na satisfação conjugal, sensação de incompetência, adoecimento, exaustão emocional, abuso ou dependência de álcool e outras drogas e ideações suicidas.
( ) A contratransferência é composta pelas reações do paciente em relação ao terapeuta.
( ) Embora a CT tenha se originado do modelo psicanalítico, a TCC desenvolveu definições distintas desse conceito, bem como se utiliza de outros meios para manejá-la.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De acordo com Berlitz e Pureza (2018), identificam-se dezoito esquemas iniciais desadaptativos específicos descritos na literatura científica, que são divididos em cinco domínios. Qual das alternativas abaixo NÃO é um desses domínios?
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Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, levando em conta os conceitos de Berlitz e Pureza (2018) sobre a teoria do esquema e esquemas iniciais desadaptativos.
( ) Os esquemas são formados pela interação do temperamento e a relação com os cuidadores primários, sendo formados, em sua maioria, nos primeiros anos de vida, o que os torna bastante arraigados, já que vão se perpetuando no decorrer da vida.
( ) Um indivíduo que apresenta um desenvolvimento saudável é o que tem suas necessidades emocionais básicas satisfeitas de forma adaptativa.
( ) Os esquemas iniciais desadaptativos são estruturas instáveis, flexíveis e passageiras que geram sofrimento, pois elas modelam o processamento das experiências do indivíduo, de forma a ocasionar uma falha no processamento da informação, causando emoções intensas e comportamentos prejudiciais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Levando em conta os conceitos de Medeiros e Hartmann Junior (2019) sobre terapia de aceitação e compromisso, são componentes do hexagrama de flexibilidade cognitiva, EXCETO:
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Convite para pensar a saúde mental na escola
Por Ana Carolina D’Agostine
As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.
Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.
Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.
Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.
(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Em relação à frase: “O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno”, retirada do texto, avalie as afirmações que seguem:
I. O sujeito da forma verbal foram é classificado como composto.
II. As ocorrências de artigos sublinhados no fragmento classificam-se como adjuntos adnominais.
III. A última oração do fragmento, destacada em negrito, classifica-se como subordinada adjetiva restritiva.
IV. O termo no país funciona como complemento nominal, visto sua relação com o vocábulo utilizados.
Quais estão corretas?
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Convite para pensar a saúde mental na escola
Por Ana Carolina D’Agostine
As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.
Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.
Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.
Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.
(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Considere as seguintes propostas de substituição de palavras e expressões, assinalando aquela que NÃO provoca nenhuma alteração nos respectivos contextos de ocorrência.
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Convite para pensar a saúde mental na escola
Por Ana Carolina D’Agostine
As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.
Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.
Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.
Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.
(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)
Sobre determinados vocábulos do texto, avalie as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Ao se analisar as palavras saúde (l. 01), país (l. 04) e época (l. 14), pode-se afirmar que há dois hiatos; que não ocorre nenhuma semivogal e que apenas duas são trissílabas.
( ) Em amplamente (l. 03) e abundância (l. 22), ocorrem dois dígrafos em cada; entretanto, apenas uma delas apresenta um encontro vocálico.
( ) país (l. 04), até (l. 08) e médica (l. 11) são vocábulos que, sem o acento gráfico, ainda se constituem em vocábulos da língua portuguesa.
( ) Cada uma das palavras que compõem o substantivo Rio de Janeiro (l. 13) tem o mesmo número de fonemas e de letras.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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