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2311930 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Barra Ribeiro-RS
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Convite para pensar a saúde mental na escola

Por Ana Carolina D’Agostine

As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.

Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.

Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.

Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.

(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)

Em relação à frase: “O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno”, retirada do texto, avalie as afirmações que seguem:

I. O sujeito da forma verbal foram é classificado como composto.

II. As ocorrências de artigos sublinhados no fragmento classificam-se como adjuntos adnominais.

III. A última oração do fragmento, destacada em negrito, classifica-se como subordinada adjetiva restritiva.

IV. O termo no país funciona como complemento nominal, visto sua relação com o vocábulo utilizados.

Quais estão corretas?

 

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2311929 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Barra Ribeiro-RS
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Convite para pensar a saúde mental na escola

Por Ana Carolina D’Agostine

As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.

Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.

Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.

Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.

(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)

Considere as seguintes propostas de substituição de palavras e expressões, assinalando aquela que NÃO provoca nenhuma alteração nos respectivos contextos de ocorrência.

 

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2311928 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Barra Ribeiro-RS
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Convite para pensar a saúde mental na escola

Por Ana Carolina D’Agostine

As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.

Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.

Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.

Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.

(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)

Sobre determinados vocábulos do texto, avalie as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Ao se analisar as palavras saúde (l. 01), país (l. 04) e época (l. 14), pode-se afirmar que há dois hiatos; que não ocorre nenhuma semivogal e que apenas duas são trissílabas.

( ) Em amplamente (l. 03) e abundância (l. 22), ocorrem dois dígrafos em cada; entretanto, apenas uma delas apresenta um encontro vocálico.

( ) país (l. 04), até (l. 08) e médica (l. 11) são vocábulos que, sem o acento gráfico, ainda se constituem em vocábulos da língua portuguesa.

( ) Cada uma das palavras que compõem o substantivo Rio de Janeiro (l. 13) tem o mesmo número de fonemas e de letras.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2311927 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Barra Ribeiro-RS
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Convite para pensar a saúde mental na escola

Por Ana Carolina D’Agostine

As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.

Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.

Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.

Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.

(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)

Sobre elementos de coesão, Koch (2010) diz que: “A remissão pode ser feita para trás e para frente, constituindo uma anáfora ou uma catáfora”. Nesse sentido, avalie as seguintes ocorrências do texto e as afirmações que são feitas:

I. A expressão Tais recursos terapêuticos (l. 04) é uma forma remissiva anafórica.

II. O pronome pessoal reto ela (l. 19) é anafórico, visto que tem por tarefa sinalizar que as indicações referenciais das predicações sobre o pronome devem ser colocadas em relação com as indicações referenciais de um determinado grupo nominal do contexto precedente.

III. Na linha 33, o pronome pessoal reto Eles tem o mesmo referente do Ela (l. 36).

Quais estão corretas?

 

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2311926 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Barra Ribeiro-RS
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Convite para pensar a saúde mental na escola

Por Ana Carolina D’Agostine

As formas de tratamento de saúde mental no Brasil já foram diversas. O encarceramento dos vistos como "loucos" em manicômios, o uso de choques elétricos, a camisa de força e a lobotomia – intervenção cirúrgica no cérebro – foram alguns dos métodos amplamente utilizados no país para cuidar daqueles que sofriam algum tipo de transtorno. Tais recursos terapêuticos influenciavam, inclusive, a forma como pessoas que sofriam questões de saúde mental eram vistas e acolhidas na sociedade, inclusive nas escolas. Entretanto, uma figura brasileira, chamada Nise da Silveira, foi responsável por revolucionar o tratamento da chamada "loucura" no país e no mundo e, até hoje, é referência quanto __ formas mais humanizadas de acolher aqueles que estão enfrentando alguma questão de saúde mental, ajudando __ diminuir também o estigma que essas pessoas carregam.

Nise da Silveira foi uma médica psiquiatra alagoana. Nascida em Maceió, em 1905, foi a única mulher a se formar em Medicina em uma turma de 157 alunos. Aos 29 anos, começou a trabalhar em um hospital psiquiátrico no Rio de Janeiro e se opôs às formas de tratamento convencionais da época. Para ela, o isolamento, os choques e a camisa de força não eram as maneiras mais efetivas de se cuidar de um paciente em sofrimento. Como punição por não seguir o protocolo, foi transferida para o setor de Terapia Ocupacional do hospital – e foi justamente ali que ela começou a explorar outras formas de cuidar da "loucura". Priorizando relações de afeto e usando as Artes Plásticas e a modelagem como canais de comunicação com os seus pacientes psiquiátricos graves, que já não se expressavam verbalmente, ela encontrou uma forma de dar "voz" ao que não havia palavras. O resultado foi a produção de um ateliê em seu setor de trabalho, que atraiu a atenção de profissionais não só de saúde mental, como também de críticos de arte. Posteriormente, devido __ abundância de produções, nasceu o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um espaço dedicado __ exibição das obras produzidas por esses pacientes que hoje já conta com mais de 360 mil trabalhos. Nise também foi a responsável por introduzir a Psicologia Junguiana (ou Analítica) no Brasil, linha teórica criada pelo suíço Carl Gustav Jung que tem foco na experiência simbólica da mente humana.

Embora Nise da Silveira não tenha tido contribuições diretas na Educação, ela tem muito a inspirar e a ensinar a esse setor. Nise mostra que devemos buscar formas de acessar as pessoas e que cada uma delas tem um universo interno imenso a ser explorado. Ela nos ensina que não devemos buscar a normatização, e sim a pluralidade, que quando encontra vias de expressão adequadas, é capaz de fortalecer não somente a pessoa, mas também todo o ambiente.

Para a psiquiatra, os vistos como "desajustados", "loucos" e "diferentes" não deveriam ser silenciados, excluídos e marginalizados. Eles precisavam ser vistos em sua singularidade e potencialidade, que só se torna visível quando é criado espaço intencional para tal. Nise suscita questionamentos sobre políticas públicas específicas de saúde mental na escola e nos convida a pensar na real inclusão de alunos com deficiência na escola. Ela nos provoca a pensar em formas de cuidados com professores que enfrentam questões de saúde mental e precisam se afastar de suas atribuições ou seguir trabalhando como se nada estivesse acontecendo. Nise da Silveira continua atual e mais que necessária para repensarmos a interface entre Educação e saúde mental.

(Disponível em: www.novaescola.org.br – texto especialmente adaptado para esta prova.)

Sobre a ocorrência da crase no texto, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.

( ) Na linha 08, o uso da crase poderia ser admitido se se admitisse, antes da palavra formas, o uso do artigo definido feminino plural.

( ) Na linha 09, a lacuna não poderia ser preenchida por à visto que diante de verbos não ocorre crase.

( ) Tanto na linha 22 quanto na 23, o uso a crase é obrigatório visto que se identifica, em ambos os casos, palavras femininas determinadas pelo artigo definido feminino e subordinadas a termos que exigem a preposição a.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Sabotagem, bullying e indisciplina também aparecem nas aulas online

Por Eduardo Marini

Professores, orientadores e diretores do infantil, fundamental e médio consideraram, em maioria, e na medida das possibilidades, positivo o saldo das primeiras semanas de ensino a distância impostas pela quarentena de combate ao novo coronavírus. Mas, desde que computadores, smartphones e sinais de internet se uniram nas residências das famílias brasileiras e de todo o mundo, ficou claro também que a combinação de criança, adolescente e jovem com logins, links, atalhos e senhas em atividades importantes, com controle limitado, com frequência, não produz final feliz.

Em meio informações sobre respostas, assiduidade, plataformas e aprendizado, há também reclamações de professores sobre bagunças, indisciplinas e até mesmo sabotagem de aulas por alunos. Tudo diante da liberdade, muitas vezes não monitorada pelos pais e familiares, de agir e interferir em áudio e videoaulas gravadas ou apresentadas ao vivo nas redes virtuais escolares com acesso mediante posse de uma senha.

Pagas ou gratuitas, desenvolvidas no Brasil ou no exterior, praticamente todas as plataformas de ensino a distância funcionam, em maior ou menor grau, com sistemas em que o aluno recebe links, logins ou atalhos virtuais, para localizar os endereços virtuais de entrada nas
aulas, tarefas ou conteúdos, quase sempre fechados e limitados ao universo da escola ou rede, e às senhas de acesso.

Aliás, nos episódios relatados, alunos repassam a senha para amigos, que invadem os espaços virtuais das aulas e atividades e postam palavrões, baixarias, cyberbullying, agressões e acusações contra estudantes da turma e, acima de tudo, professores.

Em algumas ocasiões, acabou sobrando para orientadores pedagógicos, integrantes da secretaria e até diretores. “É claro que esses casos ocorrem em quantidade e intensidade bem menores do que as das ações dos alunos responsáveis, mas, ainda assim, têm sido suficientes para incomodar e fazer alguns educadores se sentirem vulneráveis”, explica o professor, escritor e consultor educacional João Jonas Veiga Sobral.

João Jonas destaca que, para não serem descobertas, essas versões jovens e colegiais dos haters costumam ceder seus logins e senhas de acesso a amigos ex-alunos de seu colégio ou estudantes de outras escolas. Em troca, os colegas fazem o mesmo e passam seus caminhos e chaves digitais quem propôs o tumulto e o circuito toma corpo para tumultuar a vida de professores e companheiros de sala e escola.

“Esses meninos não são inocentes a ponto de entrar em programas que registram e dimensionam todos os passos dos participantes e deixar por lá as idiotices com os rastros dos autores”, explica o professor. “O que eles fazem quase sempre é uma espécie de conteúdo cruzado, ou seja, trocam as informações recebidas na escola com as de amigos alunos de outros lugares. Ou então cedem para jovens que estudaram, mas já não possuem ligação com o seu colégio”, acrescenta.

Além disso, outra atitude, também registrada nesses tempos de epidemia, é editar o que o professor fala nos momentos mais polêmicos das aulas, descartando premissas, relativizações e explicações. Portanto, o objetivo é divulgar apenas frases ou trechos soltos, fora de contexto, e levar a crer que o educador se aproveita de sua autoridade para forçar os alunos a defender determinadas ideias, pessoas, atitudes e grupos. Eis o que faltava: educador preocupado com a possibilidade real de sofrer bullying em sinal trocado.

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/05/04/bullying-aulas-online/ - texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas em destaque.

 

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A Costa Doce do Rio Grande do Sul reúne a beleza arquitetônica da imigração ibérica em uma região de águas lagunares, tocada pela costa oceânica. Além do município de Barra do Ribeiro, os municípios que integram a região são:

I. Arambaré.

II. Camaquã.

III. Arroio Grande.

Quais estão corretas?

 

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Com a conquista de quatro estatuetas, que filme foi o grande vencedor do Oscar 2020?

 

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Sabotagem, bullying e indisciplina também aparecem nas aulas online

Por Eduardo Marini

Professores, orientadores e diretores do infantil, fundamental e médio consideraram, em maioria, e na medida das possibilidades, positivo o saldo das primeiras semanas de ensino a distância impostas pela quarentena de combate ao novo coronavírus. Mas, desde que computadores, smartphones e sinais de internet se uniram nas residências das famílias brasileiras e de todo o mundo, ficou claro também que a combinação de criança, adolescente e jovem com logins, links, atalhos e senhas em atividades importantes, com controle limitado, com frequência, não produz final feliz.

Em meio às informações sobre respostas, assiduidade, plataformas e aprendizado, há também reclamações de professores sobre bagunças, indisciplinas e até mesmo sabotagem de aulas por alunos. Tudo diante da liberdade, muitas vezes não monitorada pelos pais e familiares, de agir e interferir em áudio e videoaulas gravadas ou apresentadas ao vivo nas redes virtuais escolares com acesso mediante a posse de uma senha.

Pagas ou gratuitas, desenvolvidas no Brasil ou no exterior, praticamente todas as plataformas de ensino a distância funcionam, em maior ou menor grau, com sistemas em que o aluno recebe links, logins ou atalhos virtuais, para localizar os endereços virtuais de entrada nas
aulas, tarefas ou conteúdos, quase sempre fechados e limitados ao universo da escola ou rede, e às senhas de acesso.

Aliás, nos episódios relatados, alunos repassam a senha para amigos, que invadem os espaços virtuais das aulas e atividades e postam palavrões, baixarias, cyberbullying, agressões e acusações contra estudantes da turma e, acima de tudo, professores.

Em algumas ocasiões, acabou sobrando para orientadores pedagógicos, integrantes da secretaria e até diretores. “É claro que esses casos ocorrem em quantidade e intensidade bem menores do que as das ações dos alunos responsáveis, mas, ainda assim, têm sido suficientes para incomodar e fazer alguns educadores se sentirem vulneráveis”, explica o professor, escritor e consultor educacional João Jonas Veiga Sobral.

João Jonas destaca que, para não serem descobertas, essas versões jovens e colegiais dos haters costumam ceder seus logins e senhas de acesso a amigos ex-alunos de seu colégio ou estudantes de outras escolas. Em troca, os colegas fazem o mesmo e passam seus caminhos e chaves digitais a quem propôs o tumulto e o circuito toma corpo para tumultuar a vida de professores e companheiros de sala e escola.

“Esses meninos não são inocentes a ponto de entrar em programas que registram e dimensionam todos os passos dos participantes e deixar por lá as idiotices com os rastros dos autores”, explica o professor. “O que eles fazem quase sempre é uma espécie de conteúdo cruzado, ou seja, trocam as informações recebidas na escola com as de amigos alunos de outros lugares. Ou então cedem para jovens que estudaram, mas já não possuem ligação com o seu colégio”, acrescenta.

Além disso, outra atitude, também registrada nesses tempos de epidemia, é editar o que o professor fala nos momentos mais polêmicos das aulas, descartando premissas, relativizações e explicações. Portanto, o objetivo é divulgar apenas frases ou trechos soltos, fora de contexto, e levar a crer que o educador se aproveita de sua autoridade para forçar os alunos a defender determinadas ideias, pessoas, atitudes e grupos. Eis o que faltava: educador preocupado com a possibilidade real de sofrer bullying em sinal trocado.

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/05/04/bullying-aulas-online/ - texto adaptado especialmente para esta prova).

Enunciado 2128560-1

Fonte: https://www.politize.com.br/cyberbullying-o-que-e/

Comparando o exposto pelo texto e a charge, analise as assertivas a seguir:

I. Os dois textos tratam da mesma realidade, ou seja, os problemas educacionais debatidos no texto seriam pertinentes na realidade expressa pela charge.

II. Na linha em destaque, o autor menciona os “haters”, mas não é possível identificá-los na imagem acima.

III. É possível identificar perfeitamente na imagem o público-alvo ao qual o texto se refere: os professores.

Quais estão corretas?

 

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Sabotagem, bullying e indisciplina também aparecem nas aulas online

Por Eduardo Marini

Professores, orientadores e diretores do infantil, fundamental e médio consideraram, em maioria, e na medida das possibilidades, positivo o saldo das primeiras semanas de ensino a distância impostas pela quarentena de combate ao novo coronavírus. Mas, desde que computadores, smartphones e sinais de internet se uniram nas residências das famílias brasileiras e de todo o mundo, ficou claro também que a combinação de criança, adolescente e jovem com logins, links, atalhos e senhas em atividades importantes, com controle limitado, com frequência, não produz final feliz.

Em meio às informações sobre respostas, assiduidade, plataformas e aprendizado, há também reclamações de professores sobre bagunças, indisciplinas e até mesmo sabotagem de aulas por alunos. Tudo diante da liberdade, muitas vezes não monitorada pelos pais e familiares, de agir e interferir em áudio e videoaulas gravadas ou apresentadas ao vivo nas redes virtuais escolares com acesso mediante a posse de uma senha.

Pagas ou gratuitas, desenvolvidas no Brasil ou no exterior, praticamente todas as plataformas de ensino a distância funcionam, em maior ou menor grau, com sistemas em que o aluno recebe links, logins ou atalhos virtuais, para localizar os endereços virtuais de entrada nas
aulas, tarefas ou conteúdos, quase sempre fechados e limitados ao universo da escola ou rede, e às senhas de acesso.

Aliás, nos episódios relatados, alunos repassam a senha para amigos, que invadem os espaços virtuais das aulas e atividades e postam palavrões, baixarias, cyberbullying, agressões e acusações contra estudantes da turma e, acima de tudo, professores.

Em algumas ocasiões, acabou sobrando para orientadores pedagógicos, integrantes da secretaria e até diretores. “É claro que esses casos ocorrem em quantidade e intensidade bem menores do que as das ações dos alunos responsáveis, mas, ainda assim, têm sido suficientes para incomodar e fazer alguns educadores se sentirem vulneráveis”, explica o professor, escritor e consultor educacional João Jonas Veiga Sobral.

João Jonas destaca que, para não serem descobertas, essas versões jovens e colegiais dos haters costumam ceder seus logins e senhas de acesso a amigos ex-alunos de seu colégio ou estudantes de outras escolas. Em troca, os colegas fazem o mesmo e passam seus caminhos e chaves digitais a quem propôs o tumulto e o circuito toma corpo para tumultuar a vida de professores e companheiros de sala e escola.

“Esses meninos não são inocentes a ponto de entrar em programas que registram e dimensionam todos os passos dos participantes e deixar por lá as idiotices com os rastros dos autores”, explica o professor. “O que eles fazem quase sempre é uma espécie de conteúdo cruzado, ou seja, trocam as informações recebidas na escola com as de amigos alunos de outros lugares. Ou então cedem para jovens que estudaram, mas já não possuem ligação com o seu colégio”, acrescenta.

Além disso, outra atitude, também registrada nesses tempos de epidemia, é editar o que o professor fala nos momentos mais polêmicos das aulas, descartando premissas, relativizações e explicações. Portanto, o objetivo é divulgar apenas frases ou trechos soltos, fora de contexto, e levar a crer que o educador se aproveita de sua autoridade para forçar os alunos a defender determinadas ideias, pessoas, atitudes e grupos. Eis o que faltava: educador preocupado com a possibilidade real de sofrer bullying em sinal trocado.

(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/05/04/bullying-aulas-online/ - texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho a seguir no plural e no pretérito perfeito do indicativo: “há também reclamações de professores sobre bagunças”.

 

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