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Foram encontradas 50 questões.

2530329 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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De acordo com o Código de Saúde do Estado de Minas Gerais, o conceito de vigilância epidemiológica é o conjunto de
 

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2530281 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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De acordo com a Lei 6.437/1977, no que se refere aos recursos de decisão condenatória, relativas às infrações à legislação sanitária federal, considere as afirmativas a seguir:
I- Os recursos interpostos das decisões não definitivas somente terão efeito suspensivo relativamente ao pagamento da penalidade pecuniária, não impedindo a imediata exigibilidade do cumprimento da obrigação subsistente.
II- A discordância entre os resultados da análise fiscal condenatória e da perícia de contraprova ensejará recurso à autoridade superior no prazo de dez dias.
III- Não caberá recurso na hipótese de condenação definitiva do produto em razão de laudo laboratorial, confirmado em perícia de contraprova, ou nos casos de fraude, falsificação ou adulteração.
Estão corretas as afirmativas
 

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De acordo com a Resolução Anvisa nº 216/2004, os serviços de alimentação devem implementar Procedimentos Operacionais Padronizados (POP), relacionados ao
 

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2529982 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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De acordo com a Lei 6.437/1977, no que se refere ao processamento de multas relativas a infrações à legislação sanitária federal, considere as afirmativas a seguir:
I- As infrações sanitárias serão apuradas em processo administrativo próprio, iniciando com a lavratura de auto de infração.
II- As multas impostas em auto de infração poderão sofrer redução de vinte por cento, caso o infrator efetue o pagamento no prazo de vinte dias, contados da data em que for notificado.
III- O auto de infração só poderá ser lavrado no local em que for verificada a infração, pela autoridade sanitária que a houver constatado.
Estão corretas as afirmativas
 

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2529704 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Nos casos em que a infração configura risco iminente à saúde pública, os autos de imposição de penalidades poderão ser aplicados de imediato, sem prejuízo de outras eventualmente cabíveis. Dentre os diferentes tipos de autos de imposição de penalidade, é correto citar:
 

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São procedimentos de boas práticas, citados na resolução Anvisa nº 216/2004, que devem ser adotados por serviços de alimentação a fim de garantir a qualidade higiênico-sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária, EXCETO:
 

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2525331 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Texto 1
A “facebookização” do jornalismo
Cleyton Carlos Torres
A crise que embala o jornalismo não é de hoje. Críticas a aspectos conceituais, morais, editoriais e até financeiros já rondam esse importante pilar da democracia há um bom tempo. O digital, então, acabou surgindo para dar um empurrãozinho – tanto para o bem como para o mal – nas redações mundo afora. Prédios esvaziados, startups revolucionárias, crise existencial e um suposto adversário invisível: o próprio leitor.
O leitor – e suas mídias sociais digitais conectadas em rede – passou a ser visto como um inimigo a ser combatido, um mal necessário para que o jornalismo conseguisse sobreviver. Não mais se fazia jornalismo para a sociedade, mas se fazia um suposto jornalismo dinâmico e frenético para que os grandes nomes da imprensa sobressaíssem diante dos “jornalistas cidadãos”. Esse era um dos primeiros e mais graves erros – dentro de uma sucessão – que seriam seguidos.
As redações continuaram a ser esvaziadas, a crise existencial tornou-se mais aguda e o suposto adversário invisível cada vez se tornava mais forte. Havia um clima de que os “especialistas de Facebook” superariam a imprensa. Não era mais necessário investir em jornalismo, já que as mídias sociais supririam toda a nossa fome por conhecimento e informação. O mito – surgido nas próprias redes sociais – parecia ter sido absorvido de tal maneira que a imprensa não mais reagia. Mesmo com o crescente número de startups sobre jornalismo, o canibalismo jornalístico parecia mais importante.
Agora, outros erros tão graves quanto os citados estão sendo cometidos pela imprensa. O comportamento infantilizado de muitos veículos através das mídias sociais, por exemplo, demonstra imaturidade e desestruturação de pensamento. A aposta em modismos – e não mais em jornalismo – tem causado um efeito em cadeia que faz com que tanto canais grandes como pequenos se comportem de maneira duvidosa – pelo menos perante os conceitos do que se entendia como jornalismo.
O abuso de listas, o uso de “especialistas de Facebook” como fonte, pautas sendo construídas com base em timelines alheias ou o frenesi encantador de likes e shares têm feito com que uma das maiores armadilhas das redes sociais abocanhe o jornalismo. O jornalismo, como instituição e pilar da democracia, agora se comporta como um usuário de internet, jovem, antenado, mas que não tem como privilégio o foco ou a profundidade. A armadilha se revela justamente no momento em que “ser um usuário” passa a valer como entendimento de “dialogar com o usuário”.
As mídias sociais digitais conectadas em rede trouxeram a “midiatização da mídia”, ou a “facebookização do jornalismo”. Quando se falava em jornalismo cidadão e em participação do usuário, muitos pensavam em um jornalismo global-local, com o dinamismo e velocidade que a internet exige. Porém o que temos visto não vai ao encontro desse pensamento, já que o espaço do cidadão no jornalismo é medido apenas pelo seu humor, a participação do usuário é medida em curtidas e o jornalismo, muitas vezes, não é jornalismo, é apenas uma mera isca para likes e shares.
Fonte: Observatório da Imprensa, edição 886 - 19/01/2016. Disponível em: <http:// observatorio daimprensa.com.br/jornal-de-debates/a-facebookizacao-do-jornalismo>. Acesso em 20 jan. 2016. Fragmento de texto adaptado.
VOCABULÁRIO DE APOIO:
1- Startup: iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
2- Facebook: é um site e serviço de rede social, lançado em 2004, operado pela Facebook Inc.
3- Facebookização: neologismo (nova palavra) criado a partir de facebook.
4- Timeline: (linha do tempo): espaço para compartilhamento de dados, imagens e ideias nas redes sociais.
5- Like (curtir) e share (compartilhar): opções de interação e compartilhamento disponíveis nas redes sociais
O uso de termos como ‘empurrãozinho’ e ‘abocanhe’ demonstra que o registro linguístico, no texto 1, apresenta marcas de
 

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2523741 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Considerando a Lei n.º 3.245/1995, a qual dispõe acerca do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Município de Barbacena:
 

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A Resolução Anvisa nº 216/2014 dispõe sobre o regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação. Em relação às definições estabelecidas nesta resolução,
 

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2522944 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Texto 1
A “facebookização” do jornalismo
Cleyton Carlos Torres
A crise que embala o jornalismo não é de hoje. Críticas a aspectos conceituais, morais, editoriais e até financeiros já rondam esse importante pilar da democracia há um bom tempo. O digital, então, acabou surgindo para dar um empurrãozinho – tanto para o bem como para o mal – nas redações mundo afora. Prédios esvaziados, startups revolucionárias, crise existencial e um suposto adversário invisível: o próprio leitor.
O leitor – e suas mídias sociais digitais conectadas em rede – passou a ser visto como um inimigo a ser combatido, um mal necessário para que o jornalismo conseguisse sobreviver. Não mais se fazia jornalismo para a sociedade, mas se fazia um suposto jornalismo dinâmico e frenético para que os grandes nomes da imprensa sobressaíssem diante dos “jornalistas cidadãos”. Esse era um dos primeiros e mais graves erros – dentro de uma sucessão – que seriam seguidos.
As redações continuaram a ser esvaziadas, a crise existencial tornou-se mais aguda e o suposto adversário invisível cada vez se tornava mais forte. Havia um clima de que os “especialistas de Facebook” superariam a imprensa. Não era mais necessário investir em jornalismo, já que as mídias sociais supririam toda a nossa fome por conhecimento e informação. O mito – surgido nas próprias redes sociais – parecia ter sido absorvido de tal maneira que a imprensa não mais reagia. Mesmo com o crescente número de startups sobre jornalismo, o canibalismo jornalístico parecia mais importante.
Agora, outros erros tão graves quanto os citados estão sendo cometidos pela imprensa. O comportamento infantilizado de muitos veículos através das mídias sociais, por exemplo, demonstra imaturidade e desestruturação de pensamento. A aposta em modismos – e não mais em jornalismo – tem causado um efeito em cadeia que faz com que tanto canais grandes como pequenos se comportem de maneira duvidosa – pelo menos perante os conceitos do que se entendia como jornalismo.
O abuso de listas, o uso de “especialistas de Facebook” como fonte, pautas sendo construídas com base em timelines alheias ou o frenesi encantador de likes e shares têm feito com que uma das maiores armadilhas das redes sociais abocanhe o jornalismo. O jornalismo, como instituição e pilar da democracia, agora se comporta como um usuário de internet, jovem, antenado, mas que não tem como privilégio o foco ou a profundidade. A armadilha se revela justamente no momento em que “ser um usuário” passa a valer como entendimento de “dialogar com o usuário”.
As mídias sociais digitais conectadas em rede trouxeram a “midiatização da mídia”, ou a “facebookização do jornalismo”. Quando se falava em jornalismo cidadão e em participação do usuário, muitos pensavam em um jornalismo global-local, com o dinamismo e velocidade que a internet exige. Porém o que temos visto não vai ao encontro desse pensamento, já que o espaço do cidadão no jornalismo é medido apenas pelo seu humor, a participação do usuário é medida em curtidas e o jornalismo, muitas vezes, não é jornalismo, é apenas uma mera isca para likes e shares.
Fonte: Observatório da Imprensa, edição 886 - 19/01/2016. Disponível em: <http:// observatorio daimprensa.com.br/jornal-de-debates/a-facebookizacao-do-jornalismo>. Acesso em 20 jan. 2016. Fragmento de texto adaptado.
VOCABULÁRIO DE APOIO:
1- Startup: iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
2- Facebook: é um site e serviço de rede social, lançado em 2004, operado pela Facebook Inc.
3- Facebookização: neologismo (nova palavra) criado a partir de facebook.
4- Timeline: (linha do tempo): espaço para compartilhamento de dados, imagens e ideias nas redes sociais.
5- Like (curtir) e share (compartilhar): opções de interação e compartilhamento disponíveis nas redes sociais
Texto 2
Malvados
Enunciado 2863841-1
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 13/08/2012 – tirinha de André Dahmer
A partir da relação entre os textos 1 e 2, constata-se que ambos os textos
 

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