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Foram encontradas 50 questões.

2524246 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Os procedimentos para a coleta de sangue para hemocultura são, EXCETO
 

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2524180 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Considerando o Código de Ética da Enfermagem, a respeito das relações com os trabalhadores de enfermagem, saúde e outros, é responsabilidade e dever do auxiliar de enfermagem,
 

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2523932 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Na limpeza de superfícies,
 

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2523741 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Considerando a Lei n.º 3.245/1995, a qual dispõe acerca do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Município de Barbacena:
 

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2523715 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Analise as afirmativas abaixo a respeito da conduta do profissional, durante o banho no leito, e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) Deve expor todo o corpo do paciente, durante o banho, para agilizá-lo.
( ) Deve deixar o ângulo da cama a 180º para evitar criar pregas no corpo, devido à inclinação, dificultando a limpeza.
( ) Deve realizar a higiene da região mais limpa para a mais suja, evitando levar sujidade e contaminação às áreas limpas.
( ) Deve iniciar a lavagem pelos órgãos genitais e região ventral, seguindo para as extremidades braços e pernas.
( ) Deve ensaboar um segmento do corpo por vez, com luva de banho, enxaguá-lo, tomando o cuidado de remover todo o sabão e secá-lo, criteriosamente, com toalha de banho.
A sequência correta é
 

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2522944 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Texto 1
A “facebookização” do jornalismo
Cleyton Carlos Torres
A crise que embala o jornalismo não é de hoje. Críticas a aspectos conceituais, morais, editoriais e até financeiros já rondam esse importante pilar da democracia há um bom tempo. O digital, então, acabou surgindo para dar um empurrãozinho – tanto para o bem como para o mal – nas redações mundo afora. Prédios esvaziados, startups revolucionárias, crise existencial e um suposto adversário invisível: o próprio leitor.
O leitor – e suas mídias sociais digitais conectadas em rede – passou a ser visto como um inimigo a ser combatido, um mal necessário para que o jornalismo conseguisse sobreviver. Não mais se fazia jornalismo para a sociedade, mas se fazia um suposto jornalismo dinâmico e frenético para que os grandes nomes da imprensa sobressaíssem diante dos “jornalistas cidadãos”. Esse era um dos primeiros e mais graves erros – dentro de uma sucessão – que seriam seguidos.
As redações continuaram a ser esvaziadas, a crise existencial tornou-se mais aguda e o suposto adversário invisível cada vez se tornava mais forte. Havia um clima de que os “especialistas de Facebook” superariam a imprensa. Não era mais necessário investir em jornalismo, já que as mídias sociais supririam toda a nossa fome por conhecimento e informação. O mito – surgido nas próprias redes sociais – parecia ter sido absorvido de tal maneira que a imprensa não mais reagia. Mesmo com o crescente número de startups sobre jornalismo, o canibalismo jornalístico parecia mais importante.
Agora, outros erros tão graves quanto os citados estão sendo cometidos pela imprensa. O comportamento infantilizado de muitos veículos através das mídias sociais, por exemplo, demonstra imaturidade e desestruturação de pensamento. A aposta em modismos – e não mais em jornalismo – tem causado um efeito em cadeia que faz com que tanto canais grandes como pequenos se comportem de maneira duvidosa – pelo menos perante os conceitos do que se entendia como jornalismo.
O abuso de listas, o uso de “especialistas de Facebook” como fonte, pautas sendo construídas com base em timelines alheias ou o frenesi encantador de likes e shares têm feito com que uma das maiores armadilhas das redes sociais abocanhe o jornalismo. O jornalismo, como instituição e pilar da democracia, agora se comporta como um usuário de internet, jovem, antenado, mas que não tem como privilégio o foco ou a profundidade. A armadilha se revela justamente no momento em que “ser um usuário” passa a valer como entendimento de “dialogar com o usuário”.
As mídias sociais digitais conectadas em rede trouxeram a “midiatização da mídia”, ou a “facebookização do jornalismo”. Quando se falava em jornalismo cidadão e em participação do usuário, muitos pensavam em um jornalismo global-local, com o dinamismo e velocidade que a internet exige. Porém o que temos visto não vai ao encontro desse pensamento, já que o espaço do cidadão no jornalismo é medido apenas pelo seu humor, a participação do usuário é medida em curtidas e o jornalismo, muitas vezes, não é jornalismo, é apenas uma mera isca para likes e shares.
Fonte: Observatório da Imprensa, edição 886 - 19/01/2016. Disponível em: <http:// observatorio daimprensa.com.br/jornal-de-debates/a-facebookizacao-do-jornalismo>. Acesso em 20 jan. 2016. Fragmento de texto adaptado.
VOCABULÁRIO DE APOIO:
1- Startup: iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
2- Facebook: é um site e serviço de rede social, lançado em 2004, operado pela Facebook Inc.
3- Facebookização: neologismo (nova palavra) criado a partir de facebook.
4- Timeline: (linha do tempo): espaço para compartilhamento de dados, imagens e ideias nas redes sociais.
5- Like (curtir) e share (compartilhar): opções de interação e compartilhamento disponíveis nas redes sociais
Texto 2
Malvados
Enunciado 2863841-1
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 13/08/2012 – tirinha de André Dahmer
A partir da relação entre os textos 1 e 2, constata-se que ambos os textos
 

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2522864 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG

No lançamento de três dados, dois cubos numerados de 1 a 6 e um tetraedro numerado de 0 a 3, a probabilidade da soma dos valores encontrados ser menor ou igual a 5 é

 

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2520851 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Texto 1
A “facebookização” do jornalismo
Cleyton Carlos Torres
A crise que embala o jornalismo não é de hoje. Críticas a aspectos conceituais, morais, editoriais e até financeiros já rondam esse importante pilar da democracia há um bom tempo. O digital, então, acabou surgindo para dar um empurrãozinho – tanto para o bem como para o mal – nas redações mundo afora. Prédios esvaziados, startups revolucionárias, crise existencial e um suposto adversário invisível: o próprio leitor.
O leitor – e suas mídias sociais digitais conectadas em rede – passou a ser visto como um inimigo a ser combatido, um mal necessário para que o jornalismo conseguisse sobreviver. Não mais se fazia jornalismo para a sociedade, mas se fazia um suposto jornalismo dinâmico e frenético para que os grandes nomes da imprensa sobressaíssem diante dos “jornalistas cidadãos”. Esse era um dos primeiros e mais graves erros – dentro de uma sucessão – que seriam seguidos.
As redações continuaram a ser esvaziadas, a crise existencial tornou-se mais aguda e o suposto adversário invisível cada vez se tornava mais forte. Havia um clima de que os “especialistas de Facebook” superariam a imprensa. Não era mais necessário investir em jornalismo, já que as mídias sociais supririam toda a nossa fome por conhecimento e informação. O mito – surgido nas próprias redes sociais – parecia ter sido absorvido de tal maneira que a imprensa não mais reagia. Mesmo com o crescente número de startups sobre jornalismo, o canibalismo jornalístico parecia mais importante.
Agora, outros erros tão graves quanto os citados estão sendo cometidos pela imprensa. O comportamento infantilizado de muitos veículos através das mídias sociais, por exemplo, demonstra imaturidade e desestruturação de pensamento. A aposta em modismos – e não mais em jornalismo – tem causado um efeito em cadeia que faz com que tanto canais grandes como pequenos se comportem de maneira duvidosa – pelo menos perante os conceitos do que se entendia como jornalismo.
O abuso de listas, o uso de “especialistas de Facebook” como fonte, pautas sendo construídas com base em timelines alheias ou o frenesi encantador de likes e shares têm feito com que uma das maiores armadilhas das redes sociais abocanhe o jornalismo. O jornalismo, como instituição e pilar da democracia, agora se comporta como um usuário de internet, jovem, antenado, mas que não tem como privilégio o foco ou a profundidade. A armadilha se revela justamente no momento em que “ser um usuário” passa a valer como entendimento de “dialogar com o usuário”.
As mídias sociais digitais conectadas em rede trouxeram a “midiatização da mídia”, ou a “facebookização do jornalismo”. Quando se falava em jornalismo cidadão e em participação do usuário, muitos pensavam em um jornalismo global-local, com o dinamismo e velocidade que a internet exige. Porém o que temos visto não vai ao encontro desse pensamento, já que o espaço do cidadão no jornalismo é medido apenas pelo seu humor, a participação do usuário é medida em curtidas e o jornalismo, muitas vezes, não é jornalismo, é apenas uma mera isca para likes e shares.
Fonte: Observatório da Imprensa, edição 886 - 19/01/2016. Disponível em: <http:// observatorio daimprensa.com.br/jornal-de-debates/a-facebookizacao-do-jornalismo>. Acesso em 20 jan. 2016. Fragmento de texto adaptado.
VOCABULÁRIO DE APOIO:
1- Startup: iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
2- Facebook: é um site e serviço de rede social, lançado em 2004, operado pela Facebook Inc.
3- Facebookização: neologismo (nova palavra) criado a partir de facebook.
4- Timeline: (linha do tempo): espaço para compartilhamento de dados, imagens e ideias nas redes sociais.
5- Like (curtir) e share (compartilhar): opções de interação e compartilhamento disponíveis nas redes sociais
No trecho: “As mídias sociais digitais conectadas em rede trouxeram a midiatização da mídia [...].”, o vocábulo grifado pode ser substituído, sem perdas semânticas, por
 

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Questão presente nas seguintes provas
2519288 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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O aspecto a ser orientado, para favorecer a amamentação, é a
 

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2518948 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Provas:
Relacione o método contraceptivo com sua respectiva descrição:
I- Ogino-Knaus
II- Ovulação
III- Barreira
IV- Espermicida
V- Hormonais
( ) Impede o contato do sêmen com o canal vaginal. Esse método protege tanto a mulher quanto o homem de doenças sexualmente transmissíveis.
( ) Contracepção realizada pelo controle do ciclo menstrual da mulher. As mulheres que possuem o ciclo menstrual irregular não devem utilizar esse método.
( ) Contracepção realizada pelas características do muco cervical, sendo que, na fase ovulatória, o muco está esbranquiçado e pegajoso, podendo-se puxá-lo em fio.
( ) Contracepção realizada por hormônios esteroides sintéticos. A mulher deve ser submetida a uma avaliação criteriosa do médico.
( ) Controle mecânico e bioquímico, realizado pelo impedimento da penetração dos espermatozoides e sua destruição.
A sequência correta é
 

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