Foram encontradas 40 questões.
Considere o gráfico abaixo sobre as ocorrências de uma semana registradas pela Guarda Municipal de um Município.

- O dia da semana que teve mais ocorrências foi
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Segundo o Estatuto do Servidor Público, Lei 002/2007, a ordem correta das fases de um processo disciplinar é
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A tabela abaixo apresenta uma inconsistência no ano de

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Na Guarda Municipal de uma cidade, a quantidade de mulheres corresponde à terça parte do número de guardas homens, e, com isso, o número de homens supera em 18 o quantitativo de guardas mulheres. No total, essa cidade tem
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A razão entre o número de homens e o número de mulheres no ano de 2014, indica que, nesse ano, havia
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Um quarto do que um Guarda Municipal recebe por mês é gasto com alimentação e ainda lhe restam R$ 900,00. Nesse caso, esse guarda recebe mensalmente
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923026
Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Baião-PA
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Baião-PA
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Os incêndios em equipamentos elétricos cuja extinção exige um meio não condutor de energia elétrica estão relacionados na classe
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Um dos beneficiários das pensões vitalícias do guarda municipal é o(a)
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QUEM GUARDA COM FOME...
Eduardo Loureiro Jr.
Há algumas décadas, quando minha tia médica foi fazer residência!$ ^{d)} !$ em São Paulo capital, minha avó, nascida e crescida no interior do Ceará, deu-lhe um único conselho: "Em terra de sapos, de cócoras como eles." O conselho foi seguido e há cinco anos, quando comemorávamos o aniversário de 80 anos de minha avó, minha tia escolheu a lembrança desse conselho para falar de sua mãe.
Os ditados, ou provérbios, constituem uma sabedoria simples que nós, em nossos delírios de complexidade urbana, já quase não conseguimos entender: para nós, soam simplistas ou moralistas, e quando os repetimos é mais por um hábito de linguagem do que por acreditar em suas palavras.
Entretanto, brinco de imaginar que minha avó poderia ter aconselhado minha tia com um ditado diferente: "Em terra de cegos, quem tem um olho é rei". O provérbio, de sentido praticamente oposto ao anterior, incentivaria não a adaptação mas a autoexpressão diferenciada. Está aí a riqueza dos provérbios: para cada um deles, há um outro que diz o inverso, de forma que há ditados para tudo. "Incoerência", poderia pensar nossa mente racionalizada. Eu prefiro ver outra riqueza valiosa no fundo dessa riqueza "incoerente": a grandeza dos provérbios!$ ^{a)} !$ não está apenas no que eles explicitamente expressam, está na sabedoria de saber usar o ditado certo na hora certa.
Meses atrás, durante um almoço em família, um de meus cunhados falou do seu hábito de guardar a melhor parte da comida para o final e de como sua mulher, minha irmã, tinha o "dom" de chegar justo na hora em que ele estava prestes a saborear!$ ^{c)} !$ seu pequeno tesouro, pedindo: "Amor, me dá esse pedacinho." Depois de muito rir, lembrei daquele outro ditado: "Quem guarda com fome, o gato vem e come".
Sim, há qualquer coisa maravilhosa em se guardar o melhor para depois, ou mesmo para o final: que filme ou história teria graça!$ ^{b)} !$ se o final feliz fosse no começo? Talvez até a sobremesa não parecesse tão apetitosa se tivéssemos por hábito comê-la antes do prato principal.
Eu também tinha esse costume de adiar as coisas boas para torná-las ainda mais atraentes algum tempo depois. Ultimamente, tenho guardado menos e tenho brincado mais de descobrir o ponto exato da vontade: se quero, como; se não quero, passo. [...]
Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2008/02/quem-guarda-com-fome-eduardo-loureiro.html. Acesso em 4 maio 2016.
A palavra destacada que não pode ser substituída pela palavra entre colchetes, pois isso alteraria o sentido original do texto, é
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QUEM GUARDA COM FOME...
Eduardo Loureiro Jr.
Há algumas décadas, quando minha tia médica foi fazer residência em São Paulo capital, minha avó, nascida e crescida no interior do Ceará, deu-lhe um único conselho: "Em terra de sapos, de cócoras como eles." O conselho foi seguido e há cinco anos, quando comemorávamos o aniversário de 80 anos de minha avó, minha tia escolheu a lembrança desse conselho para falar de sua mãe.
Os ditados, ou provérbios, constituem uma sabedoria simples que nós, em nossos delírios de complexidade urbana, já quase não conseguimos entender: para nós, soam simplistas ou moralistas, e quando os repetimos é mais por um hábito de linguagem do que por acreditar em suas palavras.
Entretanto, brinco de imaginar que minha avó poderia ter aconselhado minha tia com um ditado diferente: "Em terra de cegos, quem tem um olho é rei". O provérbio, de sentido praticamente oposto ao anterior, incentivaria não a adaptação mas a autoexpressão diferenciada. Está aí a riqueza dos provérbios: para cada um deles, há um outro que diz o inverso, de forma que há ditados para tudo. "Incoerência", poderia pensar nossa mente racionalizada. Eu prefiro ver outra riqueza valiosa no fundo dessa riqueza "incoerente": a grandeza dos provérbios não está apenas no que eles explicitamente expressam, está na sabedoria de saber usar o ditado certo na hora certa.
Meses atrás, durante um almoço em família, um de meus cunhados falou do seu hábito de guardar a melhor parte da comida para o final e de como sua mulher, minha irmã, tinha o "dom" de chegar justo na hora em que ele estava prestes a saborear seu pequeno tesouro, pedindo: "Amor, me dá esse pedacinho." Depois de muito rir, lembrei daquele outro ditado: "Quem guarda com fome, o gato vem e come".
Sim, há qualquer coisa maravilhosa em se guardar o melhor para depois, ou mesmo para o final: que filme ou história teria graça se o final feliz fosse no começo? Talvez até a sobremesa não parecesse tão apetitosa se tivéssemos por hábito comê-la antes do prato principal.
Eu também tinha esse costume de adiar as coisas boas para torná-las ainda mais atraentes algum tempo depois. Ultimamente, tenho guardado menos e tenho brincado mais de descobrir o ponto exato da vontade: se quero, como; se não quero, passo. [...]
Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2008/02/quem-guarda-com-fome-eduardo-loureiro.html. Acesso em 4 maio 2016.
As palavras que não são acentuadas de acordo com a mesma regra são:
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