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Respondida
Imbernón (2002) ressalta a importância da formação permanente como elemento essencial, mas não único, do
desenvolvimento profissional do professor. Na formação
permanente, o autor destaca cinco grandes linhas ou
eixos de atuação, além de outros. Entre os eixos de atuação citados por Imbernón, está
Respondida
Segundo Smole, Diniz e Cândido (2003), a resolução de
situações-problemas é uma atividade básica para fazer e
pensar matemática. De acordo com as autoras, é correto
afirmar que, inclusive na educação infantil, essas situações-problemas podem ser
A
realizadas com as crianças matriculadas no último
ano da pré-escola, exclusivamente, pois, nessa fase,
já possuem noções numéricas e estão sendo preparadas para o ingresso no ensino fundamental.
B
atividades escritas e de fácil resolução, que devem
ser realizadas com as crianças da pré-escola, apenas. Antes de propor situações-problemas, o professor deve ensinar a realização das contas e aplicar o
treino com diferentes números compreendidos entre
zero e dez.
C
somente atividades e situações que envolvam os
numerais escritos. Essas situações-problemas precisam ser propostas de forma lúdica, devem envolver
exclusivamente o conceito de número e estar relacionadas às parlendas e histórias que têm números.
D
atividades planejadas, jogos, busca e seleção de
informações, resolução de problemas não convencionais e, até mesmo, convencionais, desde que permitam o desafio, ou seja, desencadeiem na criança
a necessidade de buscar uma solução com os recursos de que ela dispõe no momento.
E
propostas até mesmo na creche, pois os bebês e as
crianças pequenas podem aprender a identificar
numerais com materiais e objetos concretos, podendo também aprender a fazer contas com números
baixos, devendo-se ensinar só até o número cinco.
Respondida
Enquanto Lúcia, professora de Educação Infantil, observa os bebês brincando pela sala, percebe que Pedro se
olha atentamente no espelho, movimenta as mãos, olha
para trás, movimenta o corpo, ri e bate palmas, sempre olhando atentamente para sua imagem especular.
Fonseca (2008) afirma que, ao reconhecer a sua imagem
refletida no espelho, a criança revela a compreensão de
que sua imagem corporal pertence ao plano da representação mental, integrando, simultaneamente, sensações,
percepções e imagens de si. A respeito desse tema,
Fonseca afirma que, segundo Wallon,
A
as crianças, aos seis meses, são insensíveis às suas
imagens especulares; mais tarde, elas se fixam nelas,
começando por se interessar pelos movimentos que
realizam diante do espelho, tentando apanhar as
suas próprias imagens sem conseguir, apesar de já
as perceberem como estranhas e exteriores a si.
B
é uma aquisição cognitiva insignificante para a criança pequena reconhecer-se no espelho, pois alguns
animais domésticos, como cães e gatos, também
apresentam essa capacidade.
C
crianças autistas se reconhecem no espelho ainda
muito pequenas, em média, cinco meses antes dos
bebês que não apresentam esse transtorno. Por
isso, esse comportamento se tornou um dado muito
relevante para contribuir no diagnóstico precoce do
autismo.
D
com um ano, a criança consegue atribuir a si mesma
a sua própria imagem refletida no espelho; é o acesso
a sua autoimagem, a verdadeira incorporação cognitiva multicomponencial do corpo na sua unidade pessoal, no seu eu total, um eu psíquico que caminha
para o estádio seguinte, o tônico-emocional.
E
aos dois anos, a criança, ao ver sua imagem no
espelho, toca-o, vira-o, como se quisesse pegar a
sua imagem, brincando com ela e fazendo jogos
mímicos e de interação. O seu interesse primeiro
centrado no espelho, e só depois na sua imagem,
revela a passagem de uma fase instrumental para
uma fase animista.
Respondida
Segundo Hoffmann (2010), muitas escolas vêm adotando
a elaboração de pareceres descritivos em termos de
registros de avaliação. Muitos professores passaram a
fazer relatos por escrito sobre o desempenho dos alunos,
principalmente na Educação Infantil e nos anos iniciais.
Mas, segundo a autora, a escrita de pareceres descritivos não vem sendo uma tarefa fácil para os professores
porque
A
muitos deles não sabem escrever corretamente; têm dificuldade com gramática, ortografia, pontuação e coerência do texto em virtude da má formação inicial dos docentes. E o professor, que ensina, não pode cometer erros.
B
os pareceres descritivos devem conter, exclusivamente, aspectos atitudinais e comportamentais dos
educandos, e, em virtude do grande número de alunos por sala, os professores não conseguem observar as crianças mais calmas, quietas ou as que não
apresentam dificuldade de aprendizado nem fazer
registro sobre elas.
C
a maioria dos pais de alunos não consegue ler ou
escrever corretamente ou não compreende a linguagem que os professores utilizam nos relatórios ou
pareceres, e não cabe aos professores se adequarem aos leitores (pais), mas sim o contrário.
D
ainda que os professores tenham escrito, nos pareceres, sobre os problemas ou o mau comportamento que os alunos apresentam, os pais não intervêm
nesse tipo de conduta da criança ou não ajudam os
seus filhos com as tarefas da escola.
E
desafia os docentes a prestarem atenção em todos
os alunos e a refletirem profundamente sobre a ação
educativa. Na elaboração e no relato dos pareceres,
revelam-se posturas pedagógicas, saberes didáticos
e referenciais teóricos que embasam a ação pedagógica.
Respondida
Paula, professora de uma turma de 3 anos, percebeu que
uma criança, Aline, apresentou mudança de comportamento: chora ou se irrita com facilidade, isola-se e não
aceita tirar o casaco mesmo em dias quentes. Certo dia,
ao convencer Aline a tirar o casaco, Paula percebeu uma
grande marca no ombro da criança. Ao observar melhor,
foram constatadas inúmeras lesões pelo corpo da menina, que chorava intensamente ao ser questionada sobre
o que teria acontecido. Diante da situação, Paula comunicou o fato à diretora da unidade escolar que agiu de
acordo com o artigo 13, da Lei Federal n° 8.069 de 1990
(Estatuto da Criança e do Adolescente), que entre outros,
afirma:
Respondida
Conforme o artigo 208 da Constituição Federal, o dever
do Estado com a educação será efetivado, entre outros,
mediante a garantia de
A
ensino fundamental facultativo e gratuito, conforme a
capacidade de cada um. E educação infantil, em creche e pré-escola, obrigatória e gratuita às crianças
até cinco ou seis anos de idade.
B
atendimento ao educando, apenas no ensino fundamental, através de programas suplementares de
transporte, livros, alimentação, uniforme, incentivo
ao esporte e assistência à saúde.
C
universalização do ensino médio regular e supletivo,
presencial e à distância; progressiva universalização do ensino técnico e ensino superior gratuito com
oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando.
D
educação básica obrigatória e gratuita dos quatro
aos dezessete anos de idade, assegurada inclusive
sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria.
E
garantia de atendimento instrucional especializado
e médico-hospitalar aos portadores de deficiência,
exclusivamente, na rede regular pública de ensino.
Respondida
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Arujá, o
Município aplicará, anualmente,
A
nunca mais que dezoito por cento da sua receita,
compreendidas as transferências constitucionais, na
manutenção e desenvolvimento do ensino público.
B
vinte por cento, no máximo, da receita na manutenção e desenvolvimento do ensino, incluindo-se nessa
receita as obras de infraestrutura, realizadas para
beneficiar direta ou indiretamente a rede escolar.
C
vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de
transferências, na manutenção e desenvolvimento
do ensino.
D
trinta por cento, no mínimo, do total de sua receita
resultante de impostos e demais arrecadações, na
manutenção de todas as modalidades de educação
básica, com prioridade para o ensino fundamental.
E
no mínimo, obrigatoriamente, cinquenta por cento de
sua receita resultante de impostos, excluída a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino.
Respondida
De acordo com a Lei Municipal n° 2.482/2012 – Estatuto,
Plano de Carreira e Remuneração dos Profissionais da
Educação Básica do Município de Arujá, artigo 87, parágrafo 3° , os docentes que atuam nos Centros Municipais
de Educação Infantil, com classes ou turmas de 0 a 3
anos, gozarão
A
recesso em forma de revezamento, organizado pela
direção da unidade escolar, pois os alunos deste
nível de ensino não gozam férias escolares completas no mês de julho.
B
férias em qualquer período de sua escolha, autorizadas pelo Secretário de Educação, de forma a atender as necessidades da comunidade escolar satisfatoriamente.
C
trinta dias de férias somente após um ano de efetivo
exercício, impreterivelmente, no mês em que completarem um ano de admissão no cargo de docente.
D
recesso exclusivamente no final do mês de dezembro enquanto permanecerem em estágio probatório.
Esses profissionais serão automaticamente convocados para trabalhar durante todo o mês de julho, até
adquirem estabilidade no serviço público municipal.
E
obrigatoriamente, apenas uma semana de recesso;
nos demais dias, deverão participar de planejamento,
replanejamento, seminários, cursos e outras atividades referentes ao seu campo de atuação, oferecidas
pela Secretaria Municipal de Educação de Arujá.
Respondida
De acordo com o artigo 48 do Decreto n° 6.666/2016,
Regimento Comum das Unidades Escolares Municipais
de Arujá, os resultados do processo de avaliação contínua terão a periodicidade e serão expressos da seguinte
forma na Educação Infantil:
A
semanalmente, através de registro descritivo e diário
de cada educando, que deverão ser sistematizados
ao longo da semana e entregues às sextas-feiras ao
coordenador para análise e realização dos encaminhamentos necessários.
B
mensalmente, através do preenchimento, pelo professor, da Ficha de Avaliação e Desenvolvimento do
Educando (FADE), devendo, ao final de cada bimestre, essas fichas ser analisadas pela equipe escolar
para verificar se a criança está alcançando os Índices Básicos de Desenvolvimento Infantil (IBDI).
C
bimestralmente, através de análise descritiva dos
avanços e dificuldades do aluno, mediante acompanhamento e registro de seu desenvolvimento na Ficha de Avaliação de Desempenho do Aluno – FADA.
D
trimestralmente, devendo ser elaborados relatórios
descritivos do desenvolvimento dos alunos. Esses relatórios devem ser apresentados às famílias, durante
as reuniões de pais, e precisam conter a porcentagem
de faltas do educando no decorrer do ano letivo.
E
semestralmente, através de registro das sínteses
bimestrais e finais dos resultados da avaliação do
aluno, efetuados em escala numérica de notas em
número de zero a dez; contendo ainda, encaminhamento para melhorias dos resultados apresentados.
Respondida
Conforme a Lei Federal n° 9.394/96, Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional, artigo 14, os sistemas de
ensino definirão as normas da gestão democrática do
ensino público na educação básica, de acordo com
as suas peculiaridades e conforme o(s) seguinte(s)
princípio(s):
A
obrigatoriedade de implementação, pelas secretarias de educação, até o ano de 2024, da erradicação
de concurso público e da realização de eleição direta
para os cargos de diretor e de assistente de diretor
de escola.
B
composição de colegiados na unidade escolar, associações de pais e mestres ou conselhos de escola,
ambos com funções consultivas, deliberativas e
poder legislativo no âmbito da unidade escolar e das
secretarias municipal ou estadual de educação.
C
definição pela equipe gestora, apenas, dos critérios
de organização da unidade, mínimo de dias letivos,
carga horária e critérios para agrupamentos de
idade, séries ou ciclos, assim como dos requisitos
para aprovação ou retenção que serão adotados
pela escola.
D
autonomia plena das instituições públicas de ensino
em relação às suas respectivas secretarias de educação, podendo gerir as verbas públicas e contratar
profissionais qualificados para atuarem nas escolas,
conforme as necessidades locais.
E
participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e participação das comunidades escolar e local em conselhos
escolares ou equivalentes.