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Foram encontradas 40 questões.

Considere algumas perspectivas teóricas educacionais abaixo:
I. Educação Tradicional
II. Educação Nova
III. Educação Internacionalizada
IV. Paradigma Holonômico
V. Paradigma Clássico
Relacione-os aos textos correspondentes:
( ) O positivismo e o marxismo podem ser considerados seus principais representantes, marcados pela ideologia e utopia de uma sociedade plena, na qual tudo o que acontece na realidade é função ou efeito do macroestrutural, do sistema.
( ) Surge de forma mais clara a partir da obra de Rousseau, instaurando conquistas sobretudo no campo das ciências da educação e das metodologias de ensino; parte da concepção de educação como processo de desenvolvimento individual.
( ) Tem-se na complexidade a maior crítica à razão produtivista e a racionalização moderna. Sustenta um princípio unificador do saber, do conhecimento em relação ao ser humano, valorizando o seu cotidiano, a sua vivência, o pessoal, a singularidade, o entorno dentre outras categorias.
( ) Enraizada na sociedade escravista da Idade Antiga, destinada a uma pequena minoria, iniciou seu declínio no movimento renascentista, mas ela sobrevive até hoje, apesar da extensão média da escolaridade trazida pela educação burguesa.
( ) A UNESCO pode ser considerada sua principal representante, buscando uma uniformidade nos sistemas de ensino com a diminuição de custos e elevação dos benefícios pela universalização do ensino fundamental e eliminação do analfabetismo.
A alternativa que contém a seqüência correta, de cima para baixo, é:
 

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O professor
PARA SER GRANDE, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim como em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis
O professor eis o grande agente do processo educacional. A alma de qualquer instituição de ensino é o professor. Por mais que se invista na equipagem das escolas, em laboratórios, bibliotecas, anfiteatros, quadras esportivas, piscinas, campos de futebol – sem negar a importância de todo esse material –, tudo isso não se configura mais do que aspectos materiais se comparados ao papel e à importância do professor.
Há quem afirme que o computador irá substituir o professor, que nesta era, em que a informação chega de muitas maneiras, o professor perdeu sua importância. O computador nunca substituirá o professor. Por mais evoluída que seja a máquina, por mais que a robótica profetize evoluções fantásticas, há um dado que não pode ser desconsiderado. A máquina reflete e não é capaz de dar afeto, de passar emoção, de vibrar com a conquista de cada aluno. Isso é um privilégio humano.
Pode-se ter todos os poemas, romances ou dados no computador, como há nos livros, nas bibliotecas; pode até haver a possibilidade de buscar informações pela Internet, cruzar dados num toque de teclas, mas falta a emoção humana, o olhar atento do professor, sua gesticulação, a fala, a interrupção do aluno, a construção coletiva do conhecimento, a interação com a dificuldade ou facilidade da aprendizagem.
Os temores de que a máquina possa vir a substituir o professor só atingem aqueles que não têm verdadeiramente a vocação do magistério, os que são meros informadores desprovidos de emoção. Professor é muito mais do que isso. Professor tem luz própria e caminha com pés próprios. Não é possível que ele pregue a autonomia sem ser autônomo; que fale de liberdade sem experimentar a conquista da independência que é o saber; que ele queira que seu aluno seja feliz sem demonstrar afeto. E para que possa transmitir afeto é preciso que sinta afeto, que viva o afeto. Ninguém dá o que não tem. O copo transborda quando está cheio; o mestre tem de transbordar afeto, cumplicidade, participação no sucesso, na conquista de seu educando, o mestre tem de ser o referencial, o líder, o interventor seguro, capaz de auxiliar o aluno em seus sonhos, seus projetos.
A formação é um fator fundamental para o professor. Não apenas a graduação universitária ou a pós-graduação, mas a formação continuada, ampla, as atualizações e os aperfeiçoamentos. Não basta que um professor de matemática conheça profundamente a matéria, ele precisa entender de psicologia, pedagogia, linguagem, sexualidade, infância, adolescência, sonho, afeto, vida. Não basta que o professor de geografia conheça bem sua área e consiga dialogar com áreas afins como história; ele precisa entender de ética, política, amor, projetos, família. Não se pode compartimentar o conhecimento e contentar-se com bons especialistas em cada uma das áreas.
Para que um professor desempenhe com maestria a aula na matéria de sua especialidade, ele precisa conhecer as demais matérias, os temas transversais que devem perpassar todas elas e, acima de tudo, conhecer o aluno. Tudo o que diz respeito ao aluno deve ser de interesse do professor. Ninguém ama o que não conhece, e o aluno precisa ser amado! E o professor é capaz de fazer isso.
(CHALITA, Gabriel. Educação: a solução está no afeto. São Paulo: Editora Gente, 2001, pp. 163-165)
Levando-se em consideração a coerência com as informações e com as idéias do texto, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso para avaliar os comentários a seguir:
( ) Uma das principais idéias do texto é mostrar que, se temos um bom professor, não são importantes ou necessários laboratórios, bibliotecas, anfiteatros, quadras esportivas, piscinas e campos de futebol.
( ) A máquina nunca será capaz de substituir o professor porque falta àquela a emoção, que é um privilégio humano.
( ) Segundo o autor, somente professores que não têm vocação para o magistério e que são meros informadores temem serem substituídos pela máquina.
( ) De acordo com o texto, a condição para que um professor possa pregar autonomia é a de ser autônomo.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2379820 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: CEC
Orgão: Pref. Araucária-PR

Sobre aspectos econômicos e políticos do litoral paranaense e sua importância para o povoamento e integração do nosso Estado, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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2379805 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: CEC
Orgão: Pref. Araucária-PR
Leia o artigo abaixo e, em seguida, resolva a questão proposta.
O Bolívar de Hugo Chávez
Fabiana de Souza Fredrigo
Especial para O POVO
Em artigo especial para O POVO, a historiadora Fabiana Fredrigo, do departamento de História da UFG, analisa os diversos “Bolívares” que foram recriados no imaginário social ao longo dos anos.
Desvendar o chavismo exige uma leitura apurada de seu baluarte discursivo: a “revolução bolivariana”. Demétrio Magnoli, em artigo recentemente publicado em O Estado de São Paulo, criou uma imagem interessante a esse respeito: Chávez teria “seqüestrado” Bolívar. O general das independências, além de ferrenho defensor do liberalismo desde que capturado pela lógica de um republicanismo centralizador, fora admirador inconteste da Revolução Americana. Numa leitura distinta, o bolivarismo chavista propõe-se, sobretudo, anti-neoliberal e anti-imperialista. Imediatamente, as diferenças temporais devem ser consideradas. Para tanto, é necessário, detidamente, decompor os distintos projetos, o de Chávez e o de Bolívar, de quem se toma de empréstimo as máximas sobre liberdade e unidade latino-americana. [...] O culto ao general extrapolou as fronteiras da Venezuela; o que permite afirmar que Bolívar, como nenhum outro, faz parte do panteão latino- americano. Ao conceder um lugar de destaque a Simón Bolívar, a historiografia venezuelana, desde o século XIX, manteve suas análises sobre a emancipação vinculadas à biografia dessa liderança. [...] Em tempos de construção de uma identidade nacional, a figura combativa de Simón Bolívar tinha o poder de anunciar que era sempre legítimo lutar pela liberdade e que, a despeito da ação corrosiva das oligarquias, a sobrevivência e a melhor organização da república dependeriam de uma luta incessante e gloriosa.
(Fabiana de Souza Fredrigo é professora do Departamento
de História da Universidade Federal de Goiás – UFG) http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/665783.html Acesso em 14/5/2008 – 18h03min
A partir da leitura do artigo acima e suas referências sobre a História da América Latina, analise as afirmações a seguir:
I. Muito se fala atualmente no chamado “bolivarismo”, resgatando um antigo conceito defendido por Simon Bolívar e que é combatido na América Latina por líderes de esquerda como Hugo Chávez, atual presidente da Venezuela.
II. O “bolivarismo” e sua idéia de construção de uma forte nação latino-americana é freqüentemente utilizado pelo venezuelano Hugo Chávez como instrumento de crítica à hegemonia política e econômica dos EUA no continente americano.
III. Embora atemporais (Simón Bolívar viveu no século XIX), os chamados chavismo e bolivarismo apresentaram projetos idênticos para a América Latina se desenvolver livre de um possível domínio imperialista imposto pelos Estados Unidos.
IV. A utilização da imagem do libertador Simon Bolívar por Hugo Chávez é inovadora e surpreendente, pois na História da América Latina não temos registro de outros líderes políticos que resgataram o “bolivarismo”, uma vez que foi um projeto fracassado no século XIX.
De acordo com a análise das afirmações anteriores, assinale a alternativa correta:
 

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2379777 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: CEC
Orgão: Pref. Araucária-PR
Leia atentamente o fragmento de texto abaixo.
“Os terrores do ano 1000 são famosos. Mas foi três séculos depois, nos anos 1300, no crepúsculo da Idade Média, que o medo passou a pautar todas as facetas da vida. Cristalizaram-se, então, temores desmesurados, baseados em epidemias, conflitos políticos e angústias escatológicas. Para o historiador Jacques Le Goff, o que dominava a mentalidade e a sensibilidade dos homens da época era o sentimento de insegurança. Medo da privação, em primeiro lugar, pois a pobreza estava por toda parte. Medo da violência, em seguida, pois bandos de jovens cavaleiros sem vínculos infestavam os caminhos e assaltavam os viajantes indefesos. Medo da doença, acima de tudo, pois as péssimas condições sanitárias da Europa não Ihes permitiam tratar mais que um reduzido número de enfermidades. Medo do além, finalmente, pois a morte, o juízo final e os tormentos do interno pairavam no horizonte da existência.”
História Viva. Ano IV – nº 38 – dezembro de 2006. p. 37
Um dos grandes especialistas em História Medieval, o historiador francês Jacques Le Goff, estuda o comportamento e a mentalidade das populações européias diante das dificuldades e da crise que atingiu a Europa naquele período histórico. O texto acima faz referência aos grandes problemas enfrentados pelo homem medieval. A esse respeito, assinale a alternativa correta:
 

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O professor
PARA SER GRANDE, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim como em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis
O professor eis o grande agente do processo educacional. A alma de qualquer instituição de ensino é o professor. Por mais que se invista na equipagem das escolas, em laboratórios, bibliotecas, anfiteatros, quadras esportivas, piscinas, campos de futebol – sem negar a importância de todo esse material –, tudo isso não se configura mais do que aspectos materiais se comparados ao papel e à importância do professor.
Há quem afirme que o computador irá substituir o professor, que nesta era, em que a informação chega de muitas maneiras, o professor perdeu sua importância. O computador nunca substituirá o professor. Por mais evoluída que seja a máquina, por mais que a robótica profetize evoluções fantásticas, há um dado que não pode ser desconsiderado. A máquina reflete e não é capaz de dar afeto, de passar emoção, de vibrar com a conquista de cada aluno. Isso é um privilégio humano.
Pode-se ter todos os poemas, romances ou dados no computador, como há nos livros, nas bibliotecas; pode até haver a possibilidade de buscar informações pela Internet, cruzar dados num toque de teclas, mas falta a emoção humana, o olhar atento do professor, sua gesticulação, a fala, a interrupção do aluno, a construção coletiva do conhecimento, a interação com a dificuldade ou facilidade da aprendizagem.
Os temores de que a máquina possa vir a substituir o professor só atingem aqueles que não têm verdadeiramente a vocação do magistério, os que são meros informadores desprovidos de emoção. Professor é muito mais do que isso. Professor tem luz própria e caminha com pés próprios. Não é possível que ele pregue a autonomia sem ser autônomo; que fale de liberdade sem experimentar a conquista da independência que é o saber; que ele queira que seu aluno seja feliz sem demonstrar afeto. E para que possa transmitir afeto é preciso que sinta afeto, que viva o afeto. Ninguém dá o que não tem. O copo transborda quando está cheio; o mestre tem de transbordar afeto, cumplicidade, participação no sucesso, na conquista de seu educando, o mestre tem de ser o referencial, o líder, o interventor seguro, capaz de auxiliar o aluno em seus sonhos, seus projetos.
A formação é um fator fundamental para o professor. Não apenas a graduação universitária ou a pós-graduação, mas a formação continuada, ampla, as atualizações e os aperfeiçoamentos. Não basta que um professor de matemática conheça profundamente a matéria, ele precisa entender de psicologia, pedagogia, linguagem, sexualidade, infância, adolescência, sonho, afeto, vida. Não basta que o professor de geografia conheça bem sua área e consiga dialogar com áreas afins como história; ele precisa entender de ética, política, amor, projetos, família. Não se pode compartimentar o conhecimento e contentar-se com bons especialistas em cada uma das áreas.
Para que um professor desempenhe com maestria a aula na matéria de sua especialidade, ele precisa conhecer as demais matérias, os temas transversais que devem perpassar todas elas e, acima de tudo, conhecer o aluno. Tudo o que diz respeito ao aluno deve ser de interesse do professor. Ninguém ama o que não conhece, e o aluno precisa ser amado! E o professor é capaz de fazer isso.
(CHALITA, Gabriel. Educação: a solução está no afeto. São Paulo: Editora Gente, 2001, pp. 163-165)
A epígrafe citada pelo autor do texto é um trecho do poeta português Fernando Pessoa, aqui sob o heterônimo de Ricardo Reis. O texto foi escrito em segunda pessoa do singular. Assinale a alternativa que contém este mesmo trecho em terceira pessoa do singular:
 

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2379582 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: CEC
Orgão: Pref. Araucária-PR
Observe a narrativa a seguir:
“‘A Bastilha foi tomada’ ... Não acreditei e fui ver o cerco de perto ...
No meio da revolta encontro um corpo sem cabeça estendido no meio do riacho, rodeado por cinco ou seis indiferentes...
É o governador da Bastilha.”
(Restil de la Bretonne, As Noites Revolucionárias.)
O episódio acima narrado marca o início de um dos momentos políticos mais significativos da História francesa: a Revolução de 1789. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma das causas deste importante movimento histórico:
 

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Em qual das alternativas a seguir, temos um verbo grafado INCORRETAMENTE?
 

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2379459 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: CEC
Orgão: Pref. Araucária-PR
A partir do fragmento abaixo, responda à questão proposta sobre a conquista e colonização espanhola na América.
[...] os cabelos estão espalhados.
Destelhadas estão as casas,
incandescentes estão seus muros.
Vermes abundam por ruas e praças,
e as paredes estão manchadas de miolos arrebentados.[...]
O canto triste dos conquistados: os últimos dias de Technochtitlan (México, 1521-1528)
Sobre o tema apresentado, assinale a alternativa correta:
 

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O professor
PARA SER GRANDE, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim como em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis
O professor eis o grande agente do processo educacional. A alma de qualquer instituição de ensino é o professor. Por mais que se invista na equipagem das escolas, em laboratórios, bibliotecas, anfiteatros, quadras esportivas, piscinas, campos de futebol – sem negar a importância de todo esse material –, tudo isso não se configura mais do que aspectos materiais se comparados ao papel e à importância do professor.
Há quem afirme que o computador irá substituir o professor, que nesta era, em que a informação chega de muitas maneiras, o professor perdeu sua importância. O computador nunca substituirá o professor. Por mais evoluída que seja a máquina, por mais que a robótica profetize evoluções fantásticas, há um dado que não pode ser desconsiderado. A máquina reflete e não é capaz de dar afeto, de passar emoção, de vibrar com a conquista de cada aluno. Isso é um privilégio humano.
Pode-se ter todos os poemas, romances ou dados no computador, como há nos livros, nas bibliotecas; pode até haver a possibilidade de buscar informações pela Internet, cruzar dados num toque de teclas, mas falta a emoção humana, o olhar atento do professor, sua gesticulação, a fala, a interrupção do aluno, a construção coletiva do conhecimento, a interação com a dificuldade ou facilidade da aprendizagem.
Os temores de que a máquina possa vir a substituir o professor só atingem aqueles que não têm verdadeiramente a vocação do magistério, os que são meros informadores desprovidos de emoção. Professor é muito mais do que isso. Professor tem luz própria e caminha com pés próprios. Não é possível que ele pregue a autonomia sem ser autônomo; que fale de liberdade sem experimentar a conquista da independência que é o saber; que ele queira que seu aluno seja feliz sem demonstrar afeto. E para que possa transmitir afeto é preciso que sinta afeto, que viva o afeto. Ninguém dá o que não tem. O copo transborda quando está cheio; o mestre tem de transbordar afeto, cumplicidade, participação no sucesso, na conquista de seu educando, o mestre tem de ser o referencial, o líder, o interventor seguro, capaz de auxiliar o aluno em seus sonhos, seus projetos.
A formação é um fator fundamental para o professor. Não apenas a graduação universitária ou a pós-graduação, mas a formação continuada, ampla, as atualizações e os aperfeiçoamentos. Não basta que um professor de matemática conheça profundamente a matéria, ele precisa entender de psicologia, pedagogia, linguagem, sexualidade, infância, adolescência, sonho, afeto, vida. Não basta que o professor de geografia conheça bem sua área e consiga dialogar com áreas afins como história; ele precisa entender de ética, política, amor, projetos, família. Não se pode compartimentar o conhecimento e contentar-se com bons especialistas em cada uma das áreas.
Para que um professor desempenhe com maestria a aula na matéria de sua especialidade, ele precisa conhecer as demais matérias, os temas transversais que devem perpassar todas elas e, acima de tudo, conhecer o aluno. Tudo o que diz respeito ao aluno deve ser de interesse do professor. Ninguém ama o que não conhece, e o aluno precisa ser amado! E o professor é capaz de fazer isso.
(CHALITA, Gabriel. Educação: a solução está no afeto. São Paulo: Editora Gente, 2001, pp. 163-165)
Assinale a alternativa que contém um comentário INCORRETO em relação às informações e às idéias do texto:
 

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