Foram encontradas 60 questões.
Em uma secretaria municipal, três auditores fiscais dividiram um valor de gratificação de produtividade em partes inversamente proporcionais ao número de dias em que não cumpriram metas de fiscalização no mês. O auditor que deixou de
cumprir metas por 6 dias recebeu R$ 500,00. Sabendo-se que os outros dois auditores deixaram de cumprir metas por 2 e 3
dias, respectivamente, qual foi o valor total da gratificação distribuída?
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4195943
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
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Considere a seguinte sentença no contexto de uma ação de fiscalização tributária municipal: “Se o auditor fiscal cometeu um
erro na autuação, então ele deverá sofrer sanção administrativa”. Uma sentença equivalente à sentença dada é:
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4195942
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
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Em determinada secretaria municipal, os auditores fiscais podem realizar parte de suas atividades em trabalho externo
(fiscalizações em campo) e parte presencialmente na repartição. Foi estabelecido que cada auditor fiscal trabalha, de
segunda a sexta-feira, exatamente dois dias presencialmente na secretaria e três dias em atividades externas, de modo que,
em cada dia da semana, há exatamente 12 auditores presentes na secretaria. De acordo com o exposto, quantos auditores
fiscais trabalham nessa secretaria?
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4195941
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
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Em uma secretaria municipal de fazenda, as servidoras Ana, Beatriz e Carla exercem as funções de auditora fiscal, analista
tributária e técnica administrativa, mas não necessariamente nessa ordem. Considerando a remuneração dessas três servidoras, sabe-se que:
• Beatriz recebe uma remuneração mais alta do que a servidora que exerce a função de técnica administrativa;
• Ana exerce a função de auditora fiscal; e
• Carla não recebe a menor remuneração dentre as três.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
• Beatriz recebe uma remuneração mais alta do que a servidora que exerce a função de técnica administrativa;
• Ana exerce a função de auditora fiscal; e
• Carla não recebe a menor remuneração dentre as três.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
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4195940
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
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Sabe-se que em determinada secretaria municipal:
• Todos os auditores fiscais que participam de treinamentos de fiscalização avançada obtêm progressão funcional;
• Alguns auditores fiscais que obtêm progressão funcional são designados para funções de chefia; e
• Carlos é auditor fiscal e não foi designado para função de chefia.
Com base exclusivamente nessas informações, é correto afirmar que:
• Todos os auditores fiscais que participam de treinamentos de fiscalização avançada obtêm progressão funcional;
• Alguns auditores fiscais que obtêm progressão funcional são designados para funções de chefia; e
• Carlos é auditor fiscal e não foi designado para função de chefia.
Com base exclusivamente nessas informações, é correto afirmar que:
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Texto para responder à questão.

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Texto para responder à questão.

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Trecho de reportagem para responder à questão.
Carta Educação: Há como mensurar o início das fake news? Vivemos uma ascensão das notícias falsas?
Pollyana Ferrari: As fake news sempre existiram. No meu livro eu cito relatos e resumos de jornais fake desde Roma Antiga.
Então não é que a gente não tinha, sempre tivemos a imprensa marrom, o próprio Cidadão Kane, de 1941, é um exemplo, bem
como a Guerra dos Mundos, de Orson Welles. Não estamos diante de um fenômeno novo, que começa em 2016. O que temos
de considerar é a questão da escala. O que mudou é a questão da escala. Com as redes sociais, basicamente as temos há 14
anos, todo mundo ganhou voz, temos produção de conteúdo via celulares, blogs, influenciadores digitais. E, veja, eu não sou
contra esse movimento, é positivo termos outras vozes para além da grande mídia. A questão é que nos grandes veículos há
etapas de apuração de informação, um mínimo de checagem, independentemente da linha editorial que sigam. Não estou
falando de viés político, mas de etapas de apuração. Com a pulverização, isso se perde. E, sim, estamos em um momento de
ascensão das fake news, o que é muito preocupante.
CE: Qual a relação entre fake news e pós-verdade?
PF: A pós-verdade aponta para uma sociedade informacional que compartilha personas digitais, desejos que não têm lastro
com o real. Vejo que às vezes as pessoas até têm dimensão de que determinada informação é falsa, mas como isso vai ao
encontro do seu desejo, elas compartilham.
CE: Como isso ganha força e pode ser prejudicial no contexto digital da internet e das redes socias?
PF: Vamos imaginar duas situações. Um jovem, adaptado à presença nessas plataformas e que acredita mais nos seus amigos
e na sua “timeline” do que nos veículos e até em seu professor. Agora, o idoso que, por sua vez, não está acostumado com a
presença digital e que vinha de uma relação com a informação em que se preservava uma checagem mínima. Isso parece
inofensivo, mas, quando consideramos que só no Facebook há dois bilhões de pessoas, é preocupante. Isso sem contar os
aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, um dos mais utilizados pelos brasileiros e um dos disseminadores de
fake news em potencial. O que estou querendo dizer é que, geralmente, o dedo é mais rápido que o cérebro, se compartilha muita
coisa sem checar informação, sem questionar de onde vem a foto, o vídeo. É preciso ter senso crítico e questionar o que se recebe.
(FERRARI, Pollyana. Entrevista cedida a Ana Luiza Basilio. Carta Capital, São Paulo, 17/04/2018.)
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Trecho de reportagem para responder à questão.
Carta Educação: Há como mensurar o início das fake news? Vivemos uma ascensão das notícias falsas?
Pollyana Ferrari: As fake news sempre existiram. No meu livro eu cito relatos e resumos de jornais fake desde Roma Antiga.
Então não é que a gente não tinha, sempre tivemos a imprensa marrom, o próprio Cidadão Kane, de 1941, é um exemplo, bem
como a Guerra dos Mundos, de Orson Welles. Não estamos diante de um fenômeno novo, que começa em 2016. O que temos
de considerar é a questão da escala. O que mudou é a questão da escala. Com as redes sociais, basicamente as temos há 14
anos, todo mundo ganhou voz, temos produção de conteúdo via celulares, blogs, influenciadores digitais. E, veja, eu não sou
contra esse movimento, é positivo termos outras vozes para além da grande mídia. A questão é que nos grandes veículos há
etapas de apuração de informação, um mínimo de checagem, independentemente da linha editorial que sigam. Não estou
falando de viés político, mas de etapas de apuração. Com a pulverização, isso se perde. E, sim, estamos em um momento de
ascensão das fake news, o que é muito preocupante.
CE: Qual a relação entre fake news e pós-verdade?
PF: A pós-verdade aponta para uma sociedade informacional que compartilha personas digitais, desejos que não têm lastro
com o real. Vejo que às vezes as pessoas até têm dimensão de que determinada informação é falsa, mas como isso vai ao
encontro do seu desejo, elas compartilham.
CE: Como isso ganha força e pode ser prejudicial no contexto digital da internet e das redes socias?
PF: Vamos imaginar duas situações. Um jovem, adaptado à presença nessas plataformas e que acredita mais nos seus amigos
e na sua “timeline” do que nos veículos e até em seu professor. Agora, o idoso que, por sua vez, não está acostumado com a
presença digital e que vinha de uma relação com a informação em que se preservava uma checagem mínima. Isso parece
inofensivo, mas, quando consideramos que só no Facebook há dois bilhões de pessoas, é preocupante. Isso sem contar os
aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, um dos mais utilizados pelos brasileiros e um dos disseminadores de
fake news em potencial. O que estou querendo dizer é que, geralmente, o dedo é mais rápido que o cérebro, se compartilha muita
coisa sem checar informação, sem questionar de onde vem a foto, o vídeo. É preciso ter senso crítico e questionar o que se recebe.
(FERRARI, Pollyana. Entrevista cedida a Ana Luiza Basilio. Carta Capital, São Paulo, 17/04/2018.)
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4195935
Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Angra dos Reis-RJ
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Determinado agente tributário precisa elaborar um ofício para comunicar a uma empresa sobre a necessidade de
regularização de pendências fiscais. Considerando os princípios da redação oficial, assinale a alternativa que apresenta a
forma mais adequada para esse tipo de comunicação.
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