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Foram encontradas 100 questões.

“Apesar de redução, Brasil é país que mais derrubou florestas tropicais em 2018, diz pesquisa”. (Fonte: O Liberal. Acesso: 27Abril, 2019). Sobre a notícia apresentada, marque a única alternativa errada:
 

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3123426 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Aponte a avaliação da Educação Básica a qual se refere a descrição seguinte:

Avaliação para diagnóstico, em larga escala, na qual estudantes do 5° e 9° anos do ensino fundamental respondem a questões de língua portuguesa e matemática, com o objetivo de avaliar a qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro a partir de testes padronizados e questionários socioeconômicos.

(Portal do MEC, Avaliação da Educação Básica, 2019)

 

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3123425 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Quanto aos procedimentos de avaliação na Educação Infantil (MEC, 2010), pode-se afirmar que:
 

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3123424 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

O Capítulo V da Lei n.° 2.355, de 16 de janeiro de 2009, (Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações dos Servidores do Magistério Público Municipal de Ananindeua, e dá outras providências.) trata da Lotação. Em atenção a essa matéria, analise os itens a seguir e marque a alternativa correta:

I- Dependerá da fixação prévia de vagas, a lotação do Professor e do Pedagogo que não poderá ser alterada nos casos de modificação da distribuição numérica ao nível de unidade de ensino, comprovada através de processo específico.

II- Lotação é o ato pelo qual o titular da Secretaria Municipal da Educação determina o local de trabalho do servidor integrante da carreira do magistério, observadas as disposições desta Lei.

III- São passíveis de alteração de lotação os casos comprovados de redução do número de alunos matriculados na unidade de ensino.

IV- O servidor integrante da carreira do magistério será lotado como Pedagogo, em unidade de ensino ou em unidade técnica da secretária Municipal de Educação.

 

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3123423 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

O regime jurídico dos servidores públicos da Administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Município de Ananindeua é o estatutário. O disposto neste Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ananindeua - Lei n.° 2.177, l de 07 de dezembro de 2005, não se aplica:

I- aos servidores investidos em cargos públicos, assim definidos em lei municipal específica.

II- aos empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e outras entidades da Administração indireta que explorem atividade econômica.

III- aos contratados por tempo determinado, para atender à necessidade temporária por excepcional interesse público.

Marque a alternativa correta:

 

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3123422 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Hora da verdade.

Criança sabe ou não de sexo? Com que idade? Não estou falando do que seria ideal, em termos educacionais, teóricos etc, etc. Mas do real. Informações sobre sexo variam imuito entre as classes sociais e locais de moradia. Escrevo livrosinfantojuvenis. Em certa época, muitos autores amigos achavam importante falar de sexo em seus livros. Eu não. Pelo simplesfato, comentei com uma escritora amiga minha, que as criançassaberiam mais sobre sexo do que eu. Já soube de casosabsurdos. Uma escola adotou um livro de um amigo para leituraparadidática. Em certa página, o casal de adolescentes descobria o sexo. Alguns pais fizeram escândalo. A solução da escola foi arrancar a página específica e queimar! Muitos adultospensam, esquecendo a própria infância, que a criança é umanjinho ingênuo e intocável, a quem as informações jamais devem ser oferecidas, Nossa, quanta bobagem! Entre meus muitos livros, tenho um que aborda a questão do crack, Vida de Droga. A personagem é uma adolescente que se vicia. Escrevi a partir de entrevistas com adolescentes. Achava que seria um :fracasso absoluto, devido à ousadia do tema. Para minha surpresa, logo após o lançamento, fui chamado para dar muitas palestras em escolas religiosas. Um dia perguntei para uma :freira se não se chocava com o tema.

- A gente quer mostrar como realmente acontece. O fundo do poço! Para evitar o vício - disse ela.

Achei interessante. Mas foi em um colégio público, na periferia de São Paulo, que descobri a real. Dei uma palestra e, em seguida, assisti à dramatização de meu livro, feita pelos próprios alunos. Para minha surpresa, havia cachimbos em cena ;e uma descrição do uso de crack absolutamente completa! No intervalo, falei com a diretora e com os professores. Comenteisobre o meu medo de o livro ser pesado. A diretora apontou ajanela.

- Está vendo aquela esquina? Atravessando a rua?

Concordei.

- Boa parte das alunas sai daqui no fim da tarde e vai se prostituir, logo ali.

Eu todo cheio de dedos. A diretora me revelou outras coisas de arrepiar

- Pegamos uma aluna com seis garotos. Chamamos a família. Mas...como lidar com isso?

Eu já quebrei a cara em palestra. Tenho outro livro, Acorrente da vida, que fala sobre a contaminação do HIV entrejovens. Fui a uma cidade próxima a São Paulo. Terminada apalestra em que falo sobre os riscos-nessas ocasiões, sou bemprofessoral-, pedi aos alunos que me enviassem perguntasescritas e anônimas, para que cada um se sentisse a vontadepara perguntar o que quisesse. Lá pelas tantas veio: “É possívelreutilizar uma seringa?”

Olhei para aqueles rostinhos, entre 10 e 12 anos. E mesenti no papel de moralizar. Respondi:

- Nunca se pode reutilizar uma seringa, porque há riscode contaminação.

Sinceramente, eu só queria que ninguém naquela salausasse a tal seringa... Um garoto de no máximo 11 anos ergue amão.

- O senhor está mentindo. Para esterilizar uma seringa, agente faz assim, assim....

E dei o serviço. Quase cai duro.

Meus livros abordam temas atuais, mas não em torno dasexualidade. Vi amigos despencar nas vendas porque pais reclamam de situações que, segundo dizem, os filhos não'podem saber. Na televisão e em todo meio de comunicação, amesma pressão. Até na propaganda. Proíbem-se anúncios ecomerciais para crianças, para não criar desejos que redundemem frustrações se o pai não puder comprar. Fui um meninopobre, tive muitos desejos que meus pais não puderamsatisfazer. Isso me deu noção de limites. Não um sofrimentoatroz, a não ser por um cavalo branco, que eu desejava ter noquintal. Foram anos de brigas como Papai Noel, que nunca traziao tal cavalo.

Eu vejo argumentos de educadores e penso onde é queeles estão, num país em que adolescentes têm seu primeiro filhoaos 12,13 anos? E onde o problema já é evitar o segundo? Ondeas drogas correm solto nas praias, escolas? Vamos continuarfingindo que nada disso existe ....Que a criança é um anjinho deprocissão?

Penso que está na hora de rever o Estatuto da Criança edo Adolescente. Rever situações que satisfazem aos adultos aosteóricos, mas não resolvem as questões básicas. Penso queaulas de educação sexual, com valores, jamais poderiam serabolidas, porque ou a criança já sabe ou vai saber de um jeitopior.

Eu só não entendo como os teóricos de educação etantos pais podem ser tão inocentes - enquanto para crianças eadolescentes basta abrir a internet e fazer o diabo.

Walcyr Carrasco é jornalista, autor de livros peças teatrais e novelas detelevisão. Época, 26/01/2018.

Ao redigir um texto, autores empregam elipses para evitar repetições. Este recurso foi empregado com a palavra em: “Entre meus muitos livros, tenho um que aborda a questão do crack, (...)”. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
 

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3123421 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Texto I O Emblema da Sirene.

Um dos maiores especialistas em acidentes do mundo, o professor Charles Perow, da Universidade de Yale, diz que existem tragédias virtualmente inevitáveis, que decorrem de falhas de sistema. São o que ele chama de “acidentes normais". Praticamente impossíveis de antecipar, como um terremoto ao qual se segue um tsunami, são, por isso mesmo, os mais desafiadores. É possível, embora improvável, que o rompimento da barragem de Brumadinho, cuja causa ainda não foi esclarecida, venha a ser incluído na categoria dos “acidentes normais” precisam resultar em catástrofes com tamanhas perdas humanas. Aí, entra o descaso.

Tome-se o exemplo das sirenes de Brumadinho. Depois do desastre de Mariana, que deixou dezenove mortos, a lei passou a exigir que as operadoras de barragens instalassem sirenes para alertar os trabalhadores e moradores das cercanias em caso de rompimento. Cumprindo a lei, a Vale instalou sirenes em Brumadinho e orientou a população sobre rotas de fuga e locais mais seguros para se abrigar. Acontece que, na tarde da sexta-feira 25, a sirene da barragem que se rompeu não tocou. A medida de segurança mais básica, e talvez a mais eficaz para salvar vidas, simplesmente não funcionou. Porquê?

A assessoria de imprensa da Vale explica que a sirene não tocou “devido à velocidade com que ocorreu o evento”. Parece piada macabra, e não deixa de sê-lo, mas sobretudo descaso letal. Ou alguém deveria acreditar que a Vale instalou um sistema de alerta capaz de funcionar apenas no caso de acidentes que se anunciam cerimoniosamente a si mesmos, aguardam que sejam tomadas as providências de segurança e só então liberam sua fúria?

O descaso não é órfão. É filho dileto de uma mentalidade que mistura atraso com impunidade. O atraso foi o que levou as empresas de mineração a ignorar as lições de Mariana. Pior: elas trabalharam discretamente, sempre nos bastidores, para barrar iniciativas que, visando a ampliar a segurança nas barragens ,as levariam a gastar algum tempo e algum dinheiro. A impunidade é velha conhecida dos brasileiros. Três anos depois, dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama à Samarco, responsável pelo desastre de Mariana, a mineradora não pagou nem um centavo até hoje.

Acidentes acontecem e voltarão a acontecer. Há os que decorrem de falha humana, os que resultam de erro de engenharia, os produzidos por falhas sistêmicas. Alguns são mais complexos do que outros. Nenhum deles, porém mesmo os inevitáveis "acidentes normais” de Perow, precisa ceifar tantas vidas. Eliminando-se o atraso e a impunidade, pode-se começar com uma sirene que toca.

Fonte: Veja,16 de fevereiro de 2019.

Texto II

I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga

Ai, entes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais

Quantos ais!

III.

A dívida interna

A dívida externa

A dívida eterna

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?

Fonte: 1984, Lira Itabirana, Carlos Drummond de Andrade.

Sobre os dois textos de referência, é adequado afirmar:
 

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3123420 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Texto I O Emblema da Sirene.

Um dos maiores especialistas em acidentes do mundo, o professor Charles Perow, da Universidade de Yale, diz que existem tragédias virtualmente inevitáveis, que decorrem de falhas de sistema. São o que ele chama de “acidentes normais". Praticamente impossíveis de antecipar, como um terremoto ao qual se segue um tsunami, são, por isso mesmo, os mais desafiadores. É possível, embora improvável, que o rompimento da barragem de Brumadinho, cuja causa ainda não foi esclarecida, venha a ser incluído na categoria dos “acidentes normais” precisam resultar em catástrofes com tamanhas perdas humanas. Aí, entra o descaso.

Tome-se o exemplo das sirenes de Brumadinho. Depois do desastre de Mariana, que deixou dezenove mortos, a lei passou a exigir que as operadoras de barragens instalassem sirenes para alertar os trabalhadores e moradores das cercanias em caso de rompimento. Cumprindo a lei, a Vale instalou sirenes em Brumadinho e orientou a população sobre rotas de fuga e locais mais seguros para se abrigar. Acontece que, na tarde da sexta-feira 25, a sirene da barragem que se rompeu não tocou. A medida de segurança mais básica, e talvez a mais eficaz para salvar vidas, simplesmente não funcionou. Porquê?

A assessoria de imprensa da Vale explica que a sirene não tocou “devido à velocidade com que ocorreu o evento”. Parece piada macabra, e não deixa de sê-lo, mas sobretudo descaso letal. Ou alguém deveria acreditar que a Vale instalou um sistema de alerta capaz de funcionar apenas no caso de acidentes que se anunciam cerimoniosamente a si mesmos, aguardam que sejam tomadas as providências de segurança e só então liberam sua fúria?

O descaso não é órfão. É filho dileto de uma mentalidade que mistura atraso com impunidade. O atraso foi o que levou as empresas de mineração a ignorar as lições de Mariana. Pior: elas trabalharam discretamente, sempre nos bastidores, para barrar iniciativas que, visando a ampliar a segurança nas barragens ,as levariam a gastar algum tempo e algum dinheiro. A impunidade é velha conhecida dos brasileiros. Três anos depois, dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama à Samarco, responsável pelo desastre de Mariana, a mineradora não pagou nem um centavo até hoje.

Acidentes acontecem e voltarão a acontecer. Há os que decorrem de falha humana, os que resultam de erro de engenharia, os produzidos por falhas sistêmicas. Alguns são mais complexos do que outros. Nenhum deles, porém mesmo os inevitáveis "acidentes normais” de Perow, precisa ceifar tantas vidas. Eliminando-se o atraso e a impunidade, pode-se começar com uma sirene que toca.

Fonte: Veja,16 de fevereiro de 2019.

Texto II

I

O Rio? É doce.

A Vale? Amarga

Ai, entes fosse

Mais leve a carga.

II

Entre estatais

E multinacionais

Quantos ais!

III.

A dívida interna

A dívida externa

A dívida eterna

IV

Quantas toneladas exportamos

De ferro

Quantas lágrimas disfarçamos

Sem berro?

Fonte: 1984, Lira Itabirana, Carlos Drummond de Andrade.

A leitura do poema do poeta mineiro exclui a compreensão de que:
 

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3123419 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Considerando os conceitos relativos ao projeto político-pedagógico, marque a alternativa com as palavras que completam, respectivamente, as quatro lacunas.

I- É porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo.

II- É por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.

III- É porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.

IV- O se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que todos os membros das equipes gestora e pedagógica de uma escola devem consultar na tomada de decisão.

 

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3123418 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Leia as asserções a respeito da educação inclusiva (BRASIL, 2015) e marque a alternativa que julgar pertinente.

I- O Atendimento Educacional Especializado é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, como também em Centro de Atendimento Educacional Especializado.

II- O Atendimento Educacional Especializado deve ser realizado no turno da escolarização do aluno como substitutivo às classes comuns.

III- A educação inclusiva prevê a elaboração, a disponibilização a avaliação de estratégias pedagógicas, de serviços e recursos de acessibilidade para a promoção efetiva do direito de todos à educação.

 

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