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Foram encontradas 317 questões.

A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, ao preparo para o exercício da cidadania e à qualificação para o trabalho. Nesse sentido, assinale a alternativa correta quanto ao que deve ser assegurado.

 

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Em relação à jornada escolar no ensino fundamental, assinale a alternativa correta.

 

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A avaliação na educação infantil será organizada mediante:

 

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Entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com:

I. Deficiência.

II. Transtornos globais do desenvolvimento.

III. Altas habilidades ou superdotação.

Quais estão corretas?

 

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Os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal compreendem, EXCETO:

 

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Em relação à educação infantil e ensino fundamental, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, quanto às suas regras comuns.

( ) Atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada integral.

( ) O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.

( ) Avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Os pais ou responsáveis devem matricular suas crianças na educação básica a partir de que idade?

 

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A educação básica é obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade. Nesse sentido, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto a maneira que é organizada a educação básica.

( ) Pré-escola.

( ) Ensino fundamental.

( ) Ensino médio.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2309638 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ametista Sul-RS

Mulheres com deficiência revelam o que esperam de um futuro inclusivo

Isabella D’Ercolle

Mariana Torquato nunca foi apenas Mariana. Desde pequena, sempre que seu nome era citado, ele vinha acompanhado de um comentário cruel relacionado com a sua deficiência. Via as pessoas apontando para mim; algumas perguntavam o que tinha acontecido, conta a criadora do Vai uma Mãozinha Aí?, o maior canal sobre deficiência do YouTube no Brasil. A catarinense de 27 anos nasceu sem o antebraço esquerdo e cresceu sabendo que a sociedade não estava preparada para conviver com pessoas com deficiência (PcDs). Mariana faz parte dos mais de 25 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, seja física ou intelectual, segundo o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do elevado índice, as iniciativas governamentais voltadas tal parcela da população ainda são escassas. E mesmo as principais legislações em vigor – a Lei de Inclusão, de 2015, que assegura o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, e a Lei de Cotas, de 1991, que exige que empresas com mais de 100 funcionários tenham vagas destinadas a essas pessoas – muitas vezes são desrespeitadas. “Há quem ache as cotas um absurdo, mas elas se mostram extremamente necessárias em um país como o nosso, que ainda não inseriu socialmente as PcDs. É o único modo de garantir que as empresas percebam que nós existimos”, afirma Carolina Ignarra, sócia-fundadora da Talento Incluir, consultoria especializada em inclusão no mercado de trabalho. Ela abriu o negócio depois de, em 2001, sofrer um acidente, que a deixou paraplégica. Na época, mesmo com um currículo excelente, Carolina só era convocada para vagas que não tinham relação com sua formação acadêmica, de educadora física. Percebeu, então, que, para as corporações, tratava-se apenas de uma tentativa de preencher vagas obrigatórias; elas não estavam preocupadas com as pessoas. “As mulheres são vistas ainda como mais incapazes, e existe a questão da maternidade, que, para algumas companhias, é uma pedra no sapato”, revela Rosemeire Andrade, gerente de inclusão do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, que capacita grupos minoritários para o retorno ao mercado de trabalho em São Paulo.

Em parte, a dificuldade de conseguir um emprego é resultado do pouco acesso ao sistema de ensino. As estatísticas entregam: 60% das PcDs brasileiras não completaram o ensino fundamental e apenas 0,5% delas está no mercado de trabalho. As barreiras incluem falta de acessibilidade física e também intelectual, já que boa parte das instituições de ensino não oferece auxílio e monitorias especializadas a pessoas com deficiência. E não é um problema exclusivo do sistema público. A estudante paulista de jornalismo Ana Clara Moniz, 21 anos, que tem atrofia muscular espinhal tipo 2, enfrentou obstáculos mesmo tendo frequentado escolas particulares durante toda a vida. “Só depois que entrei no colégio percebi, de fato, o que significava ter uma deficiência. As escolas não queriam me aceitar quando descobriam que eu era PcD”, lembra. Após uma longa busca dos pais, Ana Clara finalmente ingressou na educação infantil e, apesar da falta de experiência da instituição, nunca teve problemas. “Mas sei que sou privilegiada. Isso não é a realidade para a maioria”, completa. Na faculdade, a história é outra. Ela enfrenta certa resistência nos pedidos de mudanças do espaço. “É complicado conseguir chegar salas em cadeira de rodas, e alguns professores não são muito compreensivos. Quando está chovendo, é difícil passar pelas rampas descobertas. Uma vez reclamei que estava tomando chuva e ouvi: ‘Pelo menos em Campinas não chove muito’”, revela. Após o diagnóstico de AME, os médicos acreditavam que Ana Clara Moniz não viveria mais do que dois anos. Hoje, ela cursa jornalismo.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática exercida pela oração a seguir “que sou privilegiada” (l. 36).

 

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2309637 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ametista Sul-RS

Mulheres com deficiência revelam o que esperam de um futuro inclusivo

Isabella D’Ercolle

Mariana Torquato nunca foi apenas Mariana. Desde pequena, sempre que seu nome era citado, ele vinha acompanhado de um comentário cruel relacionado com a sua deficiência. Via as pessoas apontando para mim; algumas perguntavam o que tinha acontecido, conta a criadora do Vai uma Mãozinha Aí?, o maior canal sobre deficiência do YouTube no Brasil. A catarinense de 27 anos nasceu sem o antebraço esquerdo e cresceu sabendo que a sociedade não estava preparada para conviver com pessoas com deficiência (PcDs). Mariana faz parte dos mais de 25 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, seja física ou intelectual, segundo o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do elevado índice, as iniciativas governamentais voltadas tal parcela da população ainda são escassas. E mesmo as principais legislações em vigor – a Lei de Inclusão, de 2015, que assegura o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, e a Lei de Cotas, de 1991, que exige que empresas com mais de 100 funcionários tenham vagas destinadas a essas pessoas – muitas vezes são desrespeitadas. “Há quem ache as cotas um absurdo, mas elas se mostram extremamente necessárias em um país como o nosso, que ainda não inseriu socialmente as PcDs. É o único modo de garantir que as empresas percebam que nós existimos”, afirma Carolina Ignarra, sócia-fundadora da Talento Incluir, consultoria especializada em inclusão no mercado de trabalho. Ela abriu o negócio depois de, em 2001, sofrer um acidente, que a deixou paraplégica. Na época, mesmo com um currículo excelente, Carolina só era convocada para vagas que não tinham relação com sua formação acadêmica, de educadora física. Percebeu, então, que, para as corporações, tratava-se apenas de uma tentativa de preencher vagas obrigatórias; elas não estavam preocupadas com as pessoas. “As mulheres são vistas ainda como mais incapazes, e existe a questão da maternidade, que, para algumas companhias, é uma pedra no sapato”, revela Rosemeire Andrade, gerente de inclusão do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, que capacita grupos minoritários para o retorno ao mercado de trabalho em São Paulo.

Em parte, a dificuldade de conseguir um emprego é resultado do pouco acesso ao sistema de ensino. As estatísticas entregam: 60% das PcDs brasileiras não completaram o ensino fundamental e apenas 0,5% delas está no mercado de trabalho. As barreiras incluem falta de acessibilidade física e também intelectual, já que boa parte das instituições de ensino não oferece auxílio e monitorias especializadas a pessoas com deficiência. E não é um problema exclusivo do sistema público. A estudante paulista de jornalismo Ana Clara Moniz, 21 anos, que tem atrofia muscular espinhal tipo 2, enfrentou obstáculos mesmo tendo frequentado escolas particulares durante toda a vida. “Só depois que entrei no colégio percebi, de fato, o que significava ter uma deficiência. As escolas não queriam me aceitar quando descobriam que eu era PcD”, lembra. Após uma longa busca dos pais, Ana Clara finalmente ingressou na educação infantil e, apesar da falta de experiência da instituição, nunca teve problemas. “Mas sei que sou privilegiada. Isso não é a realidade para a maioria”, completa. Na faculdade, a história é outra. Ela enfrenta certa resistência nos pedidos de mudanças do espaço. “É complicado conseguir chegar salas em cadeira de rodas, e alguns professores não são muito compreensivos. Quando está chovendo, é difícil passar pelas rampas descobertas. Uma vez reclamei que estava tomando chuva e ouvi: ‘Pelo menos em Campinas não chove muito’”, revela. Após o diagnóstico de AME, os médicos acreditavam que Ana Clara Moniz não viveria mais do que dois anos. Hoje, ela cursa jornalismo.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que NÃO apresenta estrutura retirada do texto na voz passiva.

 

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