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Saúde mental: os desafios e os valores de uma relação em que há grande diferença etária
Um estudo mostrou que no Irã, por exemplo, a satisfação dos casais com gap etário maior com o casamento não foi diferente daquela em que o par tinha mais ou menos a mesma idade, porque naquela cultura a diferença de idade numa relação amorosa é mais aceita.
Outro desafio diz respeito às referências e expectativas, que podem ser bem distintos. Isso não quer dizer, no entanto, que cada um não possa aprender a respeitar e valorizar os gostos e valores do outro e, com isso, ampliar o próprio repertório de referências. Aliás, isso vale até para casais em que não há muita distinção etária.
Um outro ponto é que, quase sempre (senão sempre), encaramos duas pessoas que estão em fases de vida significativamente diferentes como uma delas tendo uma forma de poder sobre a outra, não importa se a pessoa mais velha é o homem ou a mulher.
Não podemos negar que existam relacionamentos intergeracionais que passam por isso ou que o mais velho queira tirar alguma vantagem do mais novo por meio da relação, mas também é possível pensar que dois adultos maduros, independentemente de qual seja a diferença de idade entre eles, possam ter um relacionamento saudável.
Idade afetiva, ou seja, a maturidade que temos para encarar a vida e as dificuldades que ela nos traz, conta mais do que idade cronológica.
Acesso em: https://tinyurl.com/79xnx558
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O uso da expressão "análise linguística" não se deve ao
mero gosto por novas terminologias. A análise linguística
inclui tanto o trabalho sobre as questões tradicionais da
gramática quanto amplas a propósito do texto, entre as
quais vale a pena citar: coesão e coerência internas do
texto; adequação do texto aos objetivos pretendidos,
análise dos recursos expressivos utilizados (metáforas,
metonímias, paráfrases, citações, discurso direto e
indireto etc.); organização e inclusão de informações etc.
Essencialmente, a prática de análise linguística não
poderá limitar-se à higienização do texto do aluno em
seus aspectos gramaticais e ortográficos, limitando- -se a
'correções'. Trata-se de trabalhar com o aluno o seu
texto para que ele atinja seus objetivos junto aos leitores
que se destina.
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula: leitura e
produção. Cascavel: Assoeste, 1984.
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O uso da expressão "análise linguística" não se deve ao
mero gosto por novas terminologias. A análise linguística
inclui tanto o trabalho sobre as questões tradicionais da
gramática quanto amplas a propósito do texto, entre as
quais vale a pena citar: coesão e coerência internas do
texto; adequação do texto aos objetivos pretendidos,
análise dos recursos expressivos utilizados (metáforas,
metonímias, paráfrases, citações, discurso direto e
indireto etc.); organização e inclusão de informações etc.
Essencialmente, a prática de análise linguística não
poderá limitar-se à higienização do texto do aluno em
seus aspectos gramaticais e ortográficos, limitando- -se a
'correções'. Trata-se de trabalhar com o aluno o seu
texto para que ele atinja seus objetivos junto aos leitores
que se destina.
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula: leitura e
produção. Cascavel: Assoeste, 1984.
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O uso da expressão "análise linguística" não se deve ao
mero gosto por novas terminologias. A análise linguística
inclui tanto o trabalho sobre as questões tradicionais da
gramática quanto amplas a propósito do texto, entre as
quais vale a pena citar: coesão e coerência internas do
texto; adequação do texto aos objetivos pretendidos,
análise dos recursos expressivos utilizados (metáforas,
metonímias, paráfrases, citações, discurso direto e
indireto etc.); organização e inclusão de informações etc.
Essencialmente, a prática de análise linguística não
poderá limitar-se à higienização do texto do aluno em
seus aspectos gramaticais e ortográficos, limitando- -se a
'correções'. Trata-se de trabalhar com o aluno o seu
texto para que ele atinja seus objetivos junto aos leitores
que se destina.
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula: leitura e
produção. Cascavel: Assoeste, 1984.
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O futuro como ele deveria ser
O escritor Ray Bradbury (1920-2012) disse em um de
seus principais livros, "Fahrenheit 451", que "todos
devem deixar algo para trás" como legado. "A diferença
entre o homem que apenas apara gramados e um
verdadeiro jardineiro está no toque. O aparador de
grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro
estará lá uma vida inteira."
Uma transformação que deixamos no mundo são filhos
(exemplo citado inclusive pelo próprio Bradbury). Mas
ainda assim, esse pensamento, irrefutável como pareça,
soa um tanto incompleto. Afinal, muito do que há de
errado no mundo é promovido por nós, seres humanos −
que, obviamente, somos filhos de alguém. Há uma
dimensão a mais a ser levada em conta − e esta, a meu
ver, seria: cumpre transformar, sim, alguma coisa − mas
para melhor.
A noção (ou a definição) de "melhor", claro, é e será
tema para debate. Nem se pretende aqui defini-lo.
Filosofias e religiões debatem isso desde que o homem
passou a pensar, e não se vê como se chegaria a uma
definição única e universal, válida para todo, em todos os
contextos e épocas. Mas, observando a realidade tal
como se dá aos nossos olhos, é óbvio que há melhoras
a que se pode chegar, em diversos contextos. Um
desses contextos, desde sempre presente nas
discussões em diversos âmbitos, é o do acesso à saúde.
No Brasil, um país de desigualdades presentes, tem no
acesso a serviços de saúde de qualidade uma imensa
barreira ao avanço rumo a uma sociedade mais justa.
Convivemos com carências seculares, como falta de
infraestrutura (hospitais, laboratórios, postos de saúde)
— mesmo infraestrutura sanitária (esgoto, água
encanada).
Não significa que não tenha havido avanços e
conquistas. O SUS (Sistema Único de Saúde) é um
avanço civilizacional, reconhecido por sua abrangência.
O desenvolvimento da tecnologia digital, cuja presença
ganhou força ao longo da pandemia e ainda hoje, é uma
via para que se leve serviços de saúde a todo o território
brasileiro. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, tem
estabelecido, desde 2001, parcerias com o setor público
na cidade de São Paulo, no acompanhamento do
trabalho de equipes médicas, em c?apacitação,
aprimoramento e gestão.
Aos jovens se atribui o narcisismo, por vezes desmedido,
provocado pela disseminação incontida das redes
sociais. Mas como em tudo que diz respeito ao ser
humano, este não é, óbvio, o único quadro que se pode
formar da juventude. A "rebeldia", a irreverência, mesmo
um certo desrespeito, podem gerar legados positivos,
deixar boas obras pelo caminho, construir a ponte entre
divisões sociais que, se não podem ser eliminadas, de
modo algum deveriam ser tão grandes. Tudo é questão
de saber que vêm aí novas gerações, que necessidades
terão de ser atendidas ainda por um bom tempo, que
melhorias são possíveis, seja qual for a noção de
"melhor" que se considere.
Deixamos a eles um legado, que eles − como os
jardineiros de Ray Bradbury − vão adaptar e transformar
em novos legados, sempre com um mundo cada vez
melhor em vista, para estarem aí pela vida inteira.
Acesso em: https://tinyurl.com/ypas2n3u
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O futuro como ele deveria ser
O escritor Ray Bradbury (1920-2012) disse em um de
seus principais livros, "Fahrenheit 451", que "todos
devem deixar algo para trás" como legado. "A diferença
entre o homem que apenas apara gramados e um
verdadeiro jardineiro está no toque. O aparador de
grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro
estará lá uma vida inteira."
Uma transformação que deixamos no mundo são filhos
(exemplo citado inclusive pelo próprio Bradbury). Mas
ainda assim, esse pensamento, irrefutável como pareça,
soa um tanto incompleto. Afinal, muito do que há de
errado no mundo é promovido por nós, seres humanos −
que, obviamente, somos filhos de alguém. Há uma
dimensão a mais a ser levada em conta − e esta, a meu
ver, seria: cumpre transformar, sim, alguma coisa − mas
para melhor.
A noção (ou a definição) de "melhor", claro, é e será
tema para debate. Nem se pretende aqui defini-lo.
Filosofias e religiões debatem isso desde que o homem
passou a pensar, e não se vê como se chegaria a uma
definição única e universal, válida para todo, em todos os
contextos e épocas. Mas, observando a realidade tal
como se dá aos nossos olhos, é óbvio que há melhoras
a que se pode chegar, em diversos contextos. Um
desses contextos, desde sempre presente nas
discussões em diversos âmbitos, é o do acesso à saúde.
No Brasil, um país de desigualdades presentes, tem no
acesso a serviços de saúde de qualidade uma imensa
barreira ao avanço rumo a uma sociedade mais justa.
Convivemos com carências seculares, como falta de
infraestrutura (hospitais, laboratórios, postos de saúde)
— mesmo infraestrutura sanitária (esgoto, água
encanada).
Não significa que não tenha havido avanços e
conquistas. O SUS (Sistema Único de Saúde) é um
avanço civilizacional, reconhecido por sua abrangência.
O desenvolvimento da tecnologia digital, cuja presença
ganhou força ao longo da pandemia e ainda hoje, é uma
via para que se leve serviços de saúde a todo o território
brasileiro. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, tem
estabelecido, desde 2001, parcerias com o setor público
na cidade de São Paulo, no acompanhamento do
trabalho de equipes médicas, em c?apacitação,
aprimoramento e gestão.
Aos jovens se atribui o narcisismo, por vezes desmedido,
provocado pela disseminação incontida das redes
sociais. Mas como em tudo que diz respeito ao ser
humano, este não é, óbvio, o único quadro que se pode
formar da juventude. A "rebeldia", a irreverência, mesmo
um certo desrespeito, podem gerar legados positivos,
deixar boas obras pelo caminho, construir a ponte entre
divisões sociais que, se não podem ser eliminadas, de
modo algum deveriam ser tão grandes. Tudo é questão
de saber que vêm aí novas gerações, que necessidades
terão de ser atendidas ainda por um bom tempo, que
melhorias são possíveis, seja qual for a noção de
"melhor" que se considere.
Deixamos a eles um legado, que eles − como os
jardineiros de Ray Bradbury − vão adaptar e transformar
em novos legados, sempre com um mundo cada vez
melhor em vista, para estarem aí pela vida inteira.
Acesso em: https://tinyurl.com/ypas2n3u
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Quantos continentes existem na Terra?
A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em
várias massas continentais, tanto grandes como também
menores, chamadas continentes, explica o The World
Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA)
do governo dos Estados Unidos.
O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica
(plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem
e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte,
América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.
A Oceania, como explica Education National Geographic,
é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela
Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os
países insulares das regiões de ilhas do Pacífico:
Melanésia, Micronésia e Polinésia.
Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são
consideradas como um único continente por comporem
uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia,
acrescenta a Britannica.
Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as
ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são
agrupadas como um só continente: Américas, resultando
em um total de seis continentes (ou cinco, se a
designação Eurásia for usada), explica a fonte
norte-americana da CIA.
Juntos, todos os continentes mencionados acima
totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros
quadrados de terra, detalha a Education National
Geographic.
Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
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Quantos continentes existem na Terra?
A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em
várias massas continentais, tanto grandes como também
menores, chamadas continentes, explica o The World
Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA)
do governo dos Estados Unidos.
O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica
(plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem
e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte,
América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.
A Oceania, como explica Education National Geographic,
é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela
Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os
países insulares das regiões de ilhas do Pacífico:
Melanésia, Micronésia e Polinésia.
Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são
consideradas como um único continente por comporem
uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia,
acrescenta a Britannica.
Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as
ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são
agrupadas como um só continente: Américas, resultando
em um total de seis continentes (ou cinco, se a
designação Eurásia for usada), explica a fonte
norte-americana da CIA.
Juntos, todos os continentes mencionados acima
totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros
quadrados de terra, detalha a Education National
Geographic.
Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
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Quantos continentes existem na Terra?
A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em
várias massas continentais, tanto grandes como também
menores, chamadas continentes, explica o The World
Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA)
do governo dos Estados Unidos.
O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica
(plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem
e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte,
América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.
A Oceania, como explica Education National Geographic,
é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela
Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os
países insulares das regiões de ilhas do Pacífico:
Melanésia, Micronésia e Polinésia.
Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são
consideradas como um único continente por comporem
uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia,
acrescenta a Britannica.
Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as
ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são
agrupadas como um só continente: Américas, resultando
em um total de seis continentes (ou cinco, se a
designação Eurásia for usada), explica a fonte
norte-americana da CIA.
Juntos, todos os continentes mencionados acima
totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros
quadrados de terra, detalha a Education National
Geographic.
Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
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Quantos continentes existem na Terra?
A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em
várias massas continentais, tanto grandes como também
menores, chamadas continentes, explica o The World
Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA)
do governo dos Estados Unidos.
O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica
(plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem
e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte,
América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.
A Oceania, como explica Education National Geographic,
é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela
Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os
países insulares das regiões de ilhas do Pacífico:
Melanésia, Micronésia e Polinésia.
Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são
consideradas como um único continente por comporem
uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia,
acrescenta a Britannica.
Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as
ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são
agrupadas como um só continente: Américas, resultando
em um total de seis continentes (ou cinco, se a
designação Eurásia for usada), explica a fonte
norte-americana da CIA.
Juntos, todos os continentes mencionados acima
totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros
quadrados de terra, detalha a Education National
Geographic.
Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
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