Foram encontradas 1.015 questões.
Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso
de humor humano?
No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela
empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um
nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a
realmente levar a IA para o público em geral.
Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já
aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego
de redatores freelancers e inundou as redes sociais com
conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador.
Especialistas alertam sobre um possível apocalipse
causado pela IA, à medida que as máquinas se
aprimoram ao ponto de realmente superar o
desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia
hipotética conhecida como "inteligência artificial geral"
(IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto
algum dia.
Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA
generativa, por natureza, conseguirá ser realmente
criativa.
Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em
inglês), como o ChatGPT, trabalham processando
bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de
outras fontes, aprendendo os padrões e as relações
entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA
gera respostas que, estatisticamente, são as mais
prováveis para perguntas específicas.
Isso significa que as ferramentas de IA só podem
reproduzir informações que já existem de alguma forma,
embora possam resultar em combinações de ideias
inéditas.
Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma
questão filosófica e, no momento, não há uma resposta
satisfatória.
Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z
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Questão presente nas seguintes provas
O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a
ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e
outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre,
que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e
são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um
e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses
pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz
de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da
Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em
22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que
estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e
havia capturado algumas fotos de um gatinho de
aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas −
um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já
havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra
ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40
pesquisadores de pequenos felinos para propor
formalmente uma nova espécie conhecida como
gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número
total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e
armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar
tamanhos, formas e padrões de cores entre os
gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada
espécie vive. Eles também analisaram a genética do
gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada
recentemente na revista científica Scientific Reports, os
cientistas também descobriram uma realidade sombria:
cada espécie de gato-tigre existe em muito menos
lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original",
explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi
ligado".
Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a
ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e
outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre,
que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e
são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um
e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses
pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz
de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da
Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em
22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que
estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e
havia capturado algumas fotos de um gatinho de
aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas −
um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já
havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra
ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40
pesquisadores de pequenos felinos para propor
formalmente uma nova espécie conhecida como
gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número
total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e
armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar
tamanhos, formas e padrões de cores entre os
gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada
espécie vive. Eles também analisaram a genética do
gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada
recentemente na revista científica Scientific Reports, os
cientistas também descobriram uma realidade sombria:
cada espécie de gato-tigre existe em muito menos
lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original",
explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi
ligado".
Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a
ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e
outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre,
que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e
são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um
e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses
pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz
de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da
Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em
22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que
estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e
havia capturado algumas fotos de um gatinho de
aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas −
um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já
havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra
ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40
pesquisadores de pequenos felinos para propor
formalmente uma nova espécie conhecida como
gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número
total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e
armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar
tamanhos, formas e padrões de cores entre os
gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada
espécie vive. Eles também analisaram a genética do
gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada
recentemente na revista científica Scientific Reports, os
cientistas também descobriram uma realidade sombria:
cada espécie de gato-tigre existe em muito menos
lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original",
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ligado".
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a
ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e
outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre,
que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e
são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um
e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses
pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz
de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da
Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em
22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que
estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e
havia capturado algumas fotos de um gatinho de
aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas −
um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já
havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra
ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40
pesquisadores de pequenos felinos para propor
formalmente uma nova espécie conhecida como
gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número
total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e
armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar
tamanhos, formas e padrões de cores entre os
gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada
espécie vive. Eles também analisaram a genética do
gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada
recentemente na revista científica Scientific Reports, os
cientistas também descobriram uma realidade sombria:
cada espécie de gato-tigre existe em muito menos
lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original",
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ligado".
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OMS declara Mpox como emergência de saúde
pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como
varíola dos macacos, na África fez com que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta
quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional,
depois de o principal órgão de saúde pública do
continente classificar, na véspera, a disseminação como
uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a
doença pode se espalhar rapidamente, se medidas
imediatas para contê-la não forem tomadas —
alimentando temores de que uma pandemia mais mortal
de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de
Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da
União Africana e principal órgão de saúde pública do
continente, disse ontem que um surto crescente de mpox
na República Democrática do Congo e países vizinhos
constitui uma "emergência de saúde pública de
segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à
crescente preocupação sobre a disseminação rápida e
descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é
mais letal do que a versão do vírus responsável pelo
surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um
desdobramento do vírus clade I que causou surtos
esporádicos por décadas e parece se espalhar mais
facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de
rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram
confinadas à África Central, predominantemente à
República Democrática do Congo, mas o CDC da África
disse que a doença agora se espalhou para para pelo
menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda,
Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do
subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a
declaração "não é meramente uma formalidade", mas
um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma
"crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de
viagem neste momento", acrescentando que a decisão
desbloqueará financiamento e outros recursos e
mobilizará instituições em países afetados para capacitar
autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente"
diante de surtos.
Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb
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pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como
varíola dos macacos, na África fez com que a
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quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional,
depois de o principal órgão de saúde pública do
continente classificar, na véspera, a disseminação como
uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a
doença pode se espalhar rapidamente, se medidas
imediatas para contê-la não forem tomadas —
alimentando temores de que uma pandemia mais mortal
de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de
Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da
União Africana e principal órgão de saúde pública do
continente, disse ontem que um surto crescente de mpox
na República Democrática do Congo e países vizinhos
constitui uma "emergência de saúde pública de
segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à
crescente preocupação sobre a disseminação rápida e
descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é
mais letal do que a versão do vírus responsável pelo
surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um
desdobramento do vírus clade I que causou surtos
esporádicos por décadas e parece se espalhar mais
facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de
rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram
confinadas à África Central, predominantemente à
República Democrática do Congo, mas o CDC da África
disse que a doença agora se espalhou para para pelo
menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda,
Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do
subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a
declaração "não é meramente uma formalidade", mas
um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma
"crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de
viagem neste momento", acrescentando que a decisão
desbloqueará financiamento e outros recursos e
mobilizará instituições em países afetados para capacitar
autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente"
diante de surtos.
Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb
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pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como
varíola dos macacos, na África fez com que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta
quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional,
depois de o principal órgão de saúde pública do
continente classificar, na véspera, a disseminação como
uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a
doença pode se espalhar rapidamente, se medidas
imediatas para contê-la não forem tomadas —
alimentando temores de que uma pandemia mais mortal
de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de
Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da
União Africana e principal órgão de saúde pública do
continente, disse ontem que um surto crescente de mpox
na República Democrática do Congo e países vizinhos
constitui uma "emergência de saúde pública de
segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à
crescente preocupação sobre a disseminação rápida e
descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é
mais letal do que a versão do vírus responsável pelo
surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um
desdobramento do vírus clade I que causou surtos
esporádicos por décadas e parece se espalhar mais
facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de
rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram
confinadas à África Central, predominantemente à
República Democrática do Congo, mas o CDC da África
disse que a doença agora se espalhou para para pelo
menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda,
Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do
subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a
declaração "não é meramente uma formalidade", mas
um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma
"crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de
viagem neste momento", acrescentando que a decisão
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quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional,
depois de o principal órgão de saúde pública do
continente classificar, na véspera, a disseminação como
uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a
doença pode se espalhar rapidamente, se medidas
imediatas para contê-la não forem tomadas —
alimentando temores de que uma pandemia mais mortal
de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de
Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da
União Africana e principal órgão de saúde pública do
continente, disse ontem que um surto crescente de mpox
na República Democrática do Congo e países vizinhos
constitui uma "emergência de saúde pública de
segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à
crescente preocupação sobre a disseminação rápida e
descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é
mais letal do que a versão do vírus responsável pelo
surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um
desdobramento do vírus clade I que causou surtos
esporádicos por décadas e parece se espalhar mais
facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de
rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram
confinadas à África Central, predominantemente à
República Democrática do Congo, mas o CDC da África
disse que a doença agora se espalhou para para pelo
menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda,
Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do
subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a
declaração "não é meramente uma formalidade", mas
um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma
"crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de
viagem neste momento", acrescentando que a decisão
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autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente"
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Como a guerra contra a pornografia pode mudar a
internet
Se você for ao Estado americano do Texas e tentar
visitar hoje um determinado website de pronografia,
poderá ficar suspreso.
Em vez do conteúdo normalmente encontrado em um
site pornográfico, você irá ver um único vídeo. Nele, uma
estrela de filmes adultos chamada Cherie DeVille
aparece totalmente vestida para discutir políticas
públicas.
"Como talvez você saiba, suas autoridades eleitas
exigem que nós verifiquemos a sua idade antes de
permitir que você tenha acesso ao nosso website",
afirma DeVille no vídeo.
Ela explica que, em vez de pedir aos seus usuários que
apresentem sua identidade fotográfica a cada visita, o
website e sua rede de sites associados decidiram
simplesmente bloquear todos os visitantes do Estado.
E os texanos não estão sozinhos. Neste exato momento,
ocorre um apagão das pornografia pelos Estados
Unidos.
Em 2023, os Estados do Arkansas, Mississippi, Utah e
Virgínia aprovaram leis que exigem a verificação da
idade dos visitantes. O website bloqueou todos eles,
assim que as leis entraram em vigor.
No início de 2024, foi a vez da Carolina do Norte e de
Montana. E novas leis exigindo o mesmo tratamento
foram aprovadas nas últimas semanas em Idaho,
Kansas, Kentucky e Nebraska.
Com novas normas programadas para entrar em vigor, o
desligamento poderá atingir a maior parte do sul dos
Estados Unidos nos próximos 12 meses. Com isso, o
website − o quarto website mais popular do planeta,
segundo alguns índices − poderá em breve estar
bloqueado para um a cada três norte-americanos.
Formalmente, o objetivo dessas leis é evitar que as
crianças tenham acesso a conteúdo pornográfico, em
meio às preocupações de que elas possam ser
prejudicadas pela normalização de comportamento
sexual violento ou agressivo e pelo incentivo de
expectativas irreais em relação ao sexo.
De 2022 até o momento, 19 Estados americanos
aprovaram leis exigindo que os sites pornográficos
verifiquem a idade dos seus usuários. E os legisladores
já propuseram leis federais de verificação da idade.
A adoção de verificações de identidade não se limita aos
sites adultos. Outras regulamentações propostas nos
EUA, Reino Unido, União Europeia, Austrália e em
partes da Ásia poderão exigir em breve a verificação de
idade para as redes sociais e uma série de outras
plataformas.
Seus proponentes afirmam que esta verificação não é
diferente da apresentação da identidade exigida para
comprar um maço de cigarros − que são esforços de
segurança baseados no bom senso, que irão funcionar
tão bem online quanto no comércio físico.
"É muito simples", afirma Terry Schilling, presidente do
think tank conservador (centro de pesquisa e debates)
Projeto dos Princípios Americanos (American Principles
Project), uma das principais organizações que defendem
as leis de verificação da idade.
"Achamos que as crianças não devem poder ter acesso
à quantidade de pornografia que elas têm disponível
hoje", afirma ele.
Mas os opositores às novas regras defendem que as leis
são mal elaboradas e podem até levar as pessoas para
partes mais sombrias da internet, expondo as crianças e
os adultos a riscos ainda maiores. Eles também
argumentam que as repercussões da nova legislação
podem trazer profundas consequências para o futuro da
internet e a liberdade que ela oferece.
"Vamos ser honestos, entre as redes sociais e a
pornografia, provavelmente temos a maior parte da
atividade online das pessoas", afirma Daniel Kahn
Gillmor, tecnólogo da União Americana para as
Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês).
A maioria das pessoas concorda que é uma boa ideia
evitar que as crianças tenham acesso à pornografia na
internet. Mas alguns acreditam que existem melhores
formas de controle do que a imposição de regras de
verificação da idade.
Colocando de lado o debate político cada vez maior
sobre qual a melhor forma de regulamentar o mundo
online e as plataformas de tecnologia que o sustentam, a
internet parece estar passando por um momento
decisivo.
Acesso em: https://tinyurl.com/mtastvbj
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