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Foram encontradas 1.015 questões.

3379558 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso de humor humano?
No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a realmente levar a IA para o público em geral.
Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego de redatores freelancers e inundou as redes sociais com conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador.
Especialistas alertam sobre um possível apocalipse causado pela IA, à medida que as máquinas se aprimoram ao ponto de realmente superar o desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia hipotética conhecida como "inteligência artificial geral" (IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto algum dia.
Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA generativa, por natureza, conseguirá ser realmente criativa.
Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o ChatGPT, trabalham processando bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de outras fontes, aprendendo os padrões e as relações entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA gera respostas que, estatisticamente, são as mais prováveis para perguntas específicas.
Isso significa que as ferramentas de IA só podem reproduzir informações que já existem de alguma forma, embora possam resultar em combinações de ideias inéditas.
Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma questão filosófica e, no momento, não há uma resposta satisfatória.
Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z
É possível afirmar que todos os especialistas acreditam que a inteligência artificial geral (IAG) será alcançada em breve.
 

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3379557 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado".
Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t
De acordo com o texto, o estudo sobre os gatos-tigre descobriu que todas as espécies conhecidas vivem em áreas maiores do que se pensava anteriormente.
 

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3379556 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado".
Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t
É possível afirmar que o número total de espécies de gatos-tigre antes da descoberta do gato-nebuloso era de quatro.
 

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3379555 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado".
Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t
Depreende-se do texto que Tadeu de Oliveira teve acesso às fotos dos gatos-tigre em 2010 e ficou interessado na aparência desses felinos.
 

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3379554 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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O belo gato-nebuloso é uma descoberta para a ciência, mas já está sob ameaça
A maioria das pessoas conhece bem os leões, tigres e outros grandes felinos do mundo. Mas e os gatos-tigre, que têm o tamanho aproximado de um gato doméstico e são encontrados da Costa Rica à Argentina?
Há cerca de 14 anos, Tadeu de Oliveira recebeu um e-mail que o fez repensar tudo o que sabia sobre esses pequenos predadores. "Posso até precisar a data", diz de Oliveira, conservacionista da vida selvagem da Universidade Estadual do Maranhão, no Brasil. "Foi em 22 de junho de 2010."
A mensagem veio da pesquisadora Rebecca Zug, que estava trabalhando com ursos de óculos no Equador e havia capturado algumas fotos de um gatinho de aparência curiosa, com cauda longa e muitas manchas − um gato-tigre diferente de qualquer outro que Oliveira já havia visto. "Fiquei hipnotizado com o que vi", lembra ele.
Avançando para 2024, Oliveira se uniu a mais de 40 pesquisadores de pequenos felinos para propor formalmente uma nova espécie conhecida como gato-nebuloso (L. pardinoides), o que elevaria o número total de espécies de gatos-tigre para três.
A equipe examinou 1400 registros de museus e armadilhas fotográficas, o que lhes permitiu comparar tamanhos, formas e padrões de cores entre os gatos-tigre, bem como determinar os habitats onde cada espécie vive. Eles também analisaram a genética do gato-bebuloso para defender seu status de espécie.
Apesar da feliz notícia de uma nova espécie, publicada recentemente na revista científica Scientific Reports, os cientistas também descobriram uma realidade sombria: cada espécie de gato-tigre existe em muito menos lugares do que se acreditava.
"Eles perderam mais de 50% de sua área original", explica de Oliveira. "O alerta vermelho de extinção foi ligado".
Acesso em: https://tinyurl.com/bdh9tm2t
Infere-se do texto que a descoberta da nova espécie de gato-tigre foi possível graças à colaboração internacional entre cientistas e ao uso de tecnologia moderna, como armadilhas fotográficas.
 

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3379553 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos.
Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb
Depreende-se do texto que o surto atual de mpox na África está limitado a um número pequeno de países e não há risco de disseminação para outras regiões.
 

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3379552 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos.
Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb
Infere-se do texto que a variante mpox clade Ib (1B) é considerada mais perigosa do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022.
 

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3379551 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos.
Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb
É possível afirmar que o Africa CDC declarou que não são necessárias restrições de viagem no momento, mesmo com a emergência de saúde pública.
 

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3379550 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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OMS declara Mpox como emergência de saúde pública global
Um surto crescente de mpox, também conhecida como varíola dos macacos, na África fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse nesta quarta-feira (14) uma emergência sanitária internacional, depois de o principal órgão de saúde pública do continente classificar, na véspera, a disseminação como uma emergência de saúde pública. O alerta é de que a doença pode se espalhar rapidamente, se medidas imediatas para contê-la não forem tomadas — alimentando temores de que uma pandemia mais mortal de mpox possa acontecer.
O Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), órgão de vigilância sanitária da União Africana e principal órgão de saúde pública do continente, disse ontem que um surto crescente de mpox na República Democrática do Congo e países vizinhos constitui uma "emergência de saúde pública de segurança continental".
A designação de emergência ocorre em meio à crescente preocupação sobre a disseminação rápida e descontrolada de uma cepa preocupante de mpox, que é mais letal do que a versão do vírus responsável pelo surto global de 2022.
A variante, chamada mpox clade Ib (1B), é um desdobramento do vírus clade I que causou surtos esporádicos por décadas e parece se espalhar mais facilmente entre pessoas por meio de contato próximo de rotina, especialmente entre crianças.
As infecções do subtipo I historicamente ficaram confinadas à África Central, predominantemente à República Democrática do Congo, mas o CDC da África disse que a doença agora se espalhou para para pelo menos 13 países, com quatro deles — Burundi, Ruanda, Uganda e Quênia — relatando seus primeiros casos do subtipo I nos últimos meses.
O chefe do CDC da África, Jean Kaseya, enfatizou que a declaração "não é meramente uma formalidade", mas um "chamado claro à ação" em reconhecimento a uma "crise que exige nossa ação coletiva".
Kaseya disse que "não há necessidade de restrições de viagem neste momento", acrescentando que a decisão desbloqueará financiamento e outros recursos e mobilizará instituições em países afetados para capacitar autoridades de saúde a agirem "rápida e decisivamente" diante de surtos.
Acesso em: https://tinyurl.com/4d2mn7wb
De acordo com o texto, a declaração de emergência feita pela OMS foi realizada antes da declaração do Africa CDC.
 

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3379549 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Como a guerra contra a pornografia pode mudar a internet
Se você for ao Estado americano do Texas e tentar visitar hoje um determinado website de pronografia, poderá ficar suspreso.
Em vez do conteúdo normalmente encontrado em um site pornográfico, você irá ver um único vídeo. Nele, uma estrela de filmes adultos chamada Cherie DeVille aparece totalmente vestida para discutir políticas públicas.
"Como talvez você saiba, suas autoridades eleitas exigem que nós verifiquemos a sua idade antes de permitir que você tenha acesso ao nosso website", afirma DeVille no vídeo.
Ela explica que, em vez de pedir aos seus usuários que apresentem sua identidade fotográfica a cada visita, o website e sua rede de sites associados decidiram simplesmente bloquear todos os visitantes do Estado.
E os texanos não estão sozinhos. Neste exato momento, ocorre um apagão das pornografia pelos Estados Unidos.
Em 2023, os Estados do Arkansas, Mississippi, Utah e Virgínia aprovaram leis que exigem a verificação da idade dos visitantes. O website bloqueou todos eles, assim que as leis entraram em vigor.
No início de 2024, foi a vez da Carolina do Norte e de Montana. E novas leis exigindo o mesmo tratamento foram aprovadas nas últimas semanas em Idaho, Kansas, Kentucky e Nebraska.
Com novas normas programadas para entrar em vigor, o desligamento poderá atingir a maior parte do sul dos Estados Unidos nos próximos 12 meses. Com isso, o website − o quarto website mais popular do planeta, segundo alguns índices − poderá em breve estar bloqueado para um a cada três norte-americanos.
Formalmente, o objetivo dessas leis é evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo pornográfico, em meio às preocupações de que elas possam ser prejudicadas pela normalização de comportamento sexual violento ou agressivo e pelo incentivo de expectativas irreais em relação ao sexo.
De 2022 até o momento, 19 Estados americanos aprovaram leis exigindo que os sites pornográficos verifiquem a idade dos seus usuários. E os legisladores já propuseram leis federais de verificação da idade.
A adoção de verificações de identidade não se limita aos sites adultos. Outras regulamentações propostas nos EUA, Reino Unido, União Europeia, Austrália e em partes da Ásia poderão exigir em breve a verificação de idade para as redes sociais e uma série de outras plataformas.
Seus proponentes afirmam que esta verificação não é diferente da apresentação da identidade exigida para comprar um maço de cigarros − que são esforços de segurança baseados no bom senso, que irão funcionar tão bem online quanto no comércio físico.
"É muito simples", afirma Terry Schilling, presidente do think tank conservador (centro de pesquisa e debates) Projeto dos Princípios Americanos (American Principles Project), uma das principais organizações que defendem as leis de verificação da idade.
"Achamos que as crianças não devem poder ter acesso à quantidade de pornografia que elas têm disponível hoje", afirma ele.
Mas os opositores às novas regras defendem que as leis são mal elaboradas e podem até levar as pessoas para partes mais sombrias da internet, expondo as crianças e os adultos a riscos ainda maiores. Eles também argumentam que as repercussões da nova legislação podem trazer profundas consequências para o futuro da internet e a liberdade que ela oferece.
"Vamos ser honestos, entre as redes sociais e a pornografia, provavelmente temos a maior parte da atividade online das pessoas", afirma Daniel Kahn Gillmor, tecnólogo da União Americana para as Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês).
A maioria das pessoas concorda que é uma boa ideia evitar que as crianças tenham acesso à pornografia na internet. Mas alguns acreditam que existem melhores formas de controle do que a imposição de regras de verificação da idade.
Colocando de lado o debate político cada vez maior sobre qual a melhor forma de regulamentar o mundo online e as plataformas de tecnologia que o sustentam, a internet parece estar passando por um momento decisivo.
Acesso em: https://tinyurl.com/mtastvbj
Infere-se do texto que a medida de bloqueio adotada afeta exclusivamente o estado do Texas.
 

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