Foram encontradas 1.015 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
Em meio às suas contas, Carlos confirmou que a probabilidade de tirar uma carta aleatoriamente e ela não ser um Ás é 12/13.
Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
Em meio às suas contas, Carlos confirmou que a probabilidade de tirar uma carta aleatoriamente e ela não ser um Ás é 12/13.
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Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
Considerando as características desse baralho, a probabilidade de Carlos tirar uma carta aleatoriamente e ela ser de copas é de 25%.
Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
Considerando as características desse baralho, a probabilidade de Carlos tirar uma carta aleatoriamente e ela ser de copas é de 25%.
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Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
Ana viu que Carlos estava brincando com o baralho, disse que entende tudo de probabilidade e calculou a chance de, tirando uma carta aleatoriamente, ela ser um REI. A resposta correta para o cálculo de Ana é 1/52.
Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
Ana viu que Carlos estava brincando com o baralho, disse que entende tudo de probabilidade e calculou a chance de, tirando uma carta aleatoriamente, ela ser um REI. A resposta correta para o cálculo de Ana é 1/52.
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Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
A probabilidade de Carlos tirar aleatoriamente uma carta vermelha é 26/52, o que equivale a 1/3.
Carlos comprou um baralho comum de 52 cartas, composto por 4 naipes (copas, espadas, ouros e paus), cada um contendo 13 cartas (As, 2, 3, ..., 10, Valete, Dama e Rei) e decidiu analisar as probabilidades de certos eventos acontecerem.
A probabilidade de Carlos tirar aleatoriamente uma carta vermelha é 26/52, o que equivale a 1/3.
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O tesouro encontrado junto a casal morto em
erupção em Pompeia
Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da
mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante
uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga
cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79
d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram
reveladas nesta semana.
Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii
Excavations, a casa onde o casal estava tinha um
pequeno cubículo que estava sendo usado
provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era
feita no restante do imóvel.
Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os
dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a
tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado
de fora. Mas, em determinado momento, as pedras
vulcânicas acabaram bloqueando a única porta
disponível.
"Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram
quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou
o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado.
A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa
noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os
cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as
cidades de Pompeia, Herculano e Estábia.
Em escavações recentes, os cientistas se depararam
com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula
10, um dos sítios de exploração arqueológica de
Pompeia.
O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama,
em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas
de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores.
Também havia algumas joias, como brincos de ouro e
pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os
arqueólogos também encontraram pistas de como era
aquela casa.
"Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário
e identificar sua localização exata no momento da
erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze
e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de
bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos
lugares", indica o artigo.
Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados
arqueológicos muito valiosos" sobre o cotidiano dos
moradores de Pompeia da época, afirmou o diretor do
Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel.
Acesso em: https://tinyurl.com/dyzp357f
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O tesouro encontrado junto a casal morto em
erupção em Pompeia
Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da
mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante
uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga
cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79
d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram
reveladas nesta semana.
Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii
Excavations, a casa onde o casal estava tinha um
pequeno cubículo que estava sendo usado
provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era
feita no restante do imóvel.
Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os
dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a
tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado
de fora. Mas, em determinado momento, as pedras
vulcânicas acabaram bloqueando a única porta
disponível.
"Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram
quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou
o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado.
A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa
noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os
cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as
cidades de Pompeia, Herculano e Estábia.
Em escavações recentes, os cientistas se depararam
com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula
10, um dos sítios de exploração arqueológica de
Pompeia.
O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama,
em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas
de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores.
Também havia algumas joias, como brincos de ouro e
pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os
arqueólogos também encontraram pistas de como era
aquela casa.
"Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário
e identificar sua localização exata no momento da
erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze
e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de
bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos
lugares", indica o artigo.
Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados
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Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel.
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O tesouro encontrado junto a casal morto em
erupção em Pompeia
Cientistas encontraram os restos mortais do homem e da
mulher, que guardavam um pequeno tesouro, durante
uma escavação arqueológica em Pompeia, a antiga
cidade romana destruída pela erupção vulcânica em 79
d.C., localizada no sul da Itália. As descobertas foram
reveladas nesta semana.
Segundo artigo publicado no E-Journal of the Pompeii
Excavations, a casa onde o casal estava tinha um
pequeno cubículo que estava sendo usado
provisoriamente como quarto, enquanto uma reforma era
feita no restante do imóvel.
Quando a erupção do Vesúvio começou em 79 d.C., os
dois se refugiaram no pequeno cômodo, enquanto a
tempestade de cinzas e material vulcânico caía do lado
de fora. Mas, em determinado momento, as pedras
vulcânicas acabaram bloqueando a única porta
disponível.
"Presos no cômodo pequeno e estreito, eles morreram
quando os fluxos piroclásticos os alcançaram", explicou
o Parque Arqueológico de Pompeia em comunicado.
A violenta erupção do Vesúvio — que ocorreu numa
noite de agosto ou outubro de 79 d.C., algo que os
cientistas ainda debatem — pegou de surpresa as
cidades de Pompeia, Herculano e Estábia.
Em escavações recentes, os cientistas se depararam
com o pequeno cômodo em que jazia o casal, na ínsula
10, um dos sítios de exploração arqueológica de
Pompeia.
O esqueleto da mulher foi encontrado sobre uma cama,
em que ela guardava "um pequeno tesouro de moedas
de ouro, prata e bronze", explicaram os pesquisadores.
Também havia algumas joias, como brincos de ouro e
pérolas. Os restos mortais do homem estavam caídos aos pés da cama. Fora do pequeno cômodo, os
arqueólogos também encontraram pistas de como era
aquela casa.
"Vestígios nas cinzas permitiram reconstruir o mobiliário
e identificar sua localização exata no momento da
erupção: uma cama, uma arca, um candelabro de bronze
e uma mesa com tampo de mármore, com os móveis de
bronze, vidro e cerâmica ainda em seus devidos
lugares", indica o artigo.
Esses trabalhos ajudam os cientistas a obter "dados
arqueológicos muito valiosos" sobre o cotidiano dos
moradores de Pompeia da época, afirmou o diretor do
Parque Arqueológico, Gabriel Zuchtriegel.
Acesso em: https://tinyurl.com/dyzp357f
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Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso
de humor humano?
No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela
empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um
nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a
realmente levar a IA para o público em geral.
Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já
aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego
de redatores freelancers e inundou as redes sociais com
conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador.
Especialistas alertam sobre um possível apocalipse
causado pela IA, à medida que as máquinas se
aprimoram ao ponto de realmente superar o
desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia
hipotética conhecida como "inteligência artificial geral"
(IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto
algum dia.
Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA
generativa, por natureza, conseguirá ser realmente
criativa.
Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em
inglês), como o ChatGPT, trabalham processando
bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de
outras fontes, aprendendo os padrões e as relações
entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA
gera respostas que, estatisticamente, são as mais
prováveis para perguntas específicas.
Isso significa que as ferramentas de IA só podem
reproduzir informações que já existem de alguma forma,
embora possam resultar em combinações de ideias
inéditas.
Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma
questão filosófica e, no momento, não há uma resposta
satisfatória.
Acesso em: https://tinyurl.com/26987b8z
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Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso
de humor humano?
No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela
empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um
nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a
realmente levar a IA para o público em geral.
Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já
aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego
de redatores freelancers e inundou as redes sociais com
conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador.
Especialistas alertam sobre um possível apocalipse
causado pela IA, à medida que as máquinas se
aprimoram ao ponto de realmente superar o
desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia
hipotética conhecida como "inteligência artificial geral"
(IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto
algum dia.
Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA
generativa, por natureza, conseguirá ser realmente
criativa.
Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em
inglês), como o ChatGPT, trabalham processando
bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de
outras fontes, aprendendo os padrões e as relações
entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA
gera respostas que, estatisticamente, são as mais
prováveis para perguntas específicas.
Isso significa que as ferramentas de IA só podem
reproduzir informações que já existem de alguma forma,
embora possam resultar em combinações de ideias
inéditas.
Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma
questão filosófica e, no momento, não há uma resposta
satisfatória.
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Inteligências artificiais conseguirão replicar o senso
de humor humano?
No espaço de dois anos, o ChatGPT, desenvolvido pela
empresa OpenAI, deixou de ser uma curiosidade em um
nicho tecnológico para ser a primeira ferramenta a
realmente levar a IA para o público em geral.
Desde que a IA se tornou facilmente acessível, ela já
aterrorizou professores e universidades, tirou o emprego
de redatores freelancers e inundou as redes sociais com
conteúdo de fácil produção e, às vezes, até perturbador.
Especialistas alertam sobre um possível apocalipse
causado pela IA, à medida que as máquinas se
aprimoram ao ponto de realmente superar o
desempenho dos seres humanos, com uma tecnologia
hipotética conhecida como "inteligência artificial geral"
(IAG). Já outros duvidam que a IA chegue a este ponto
algum dia.
Mas, quando o assunto é a arte, o debate é se a IA
generativa, por natureza, conseguirá ser realmente
criativa.
Os grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em
inglês), como o ChatGPT, trabalham processando
bilhões de linhas de texto retiradas da internet e de
outras fontes, aprendendo os padrões e as relações
entre as palavras e as sentenças. Com estes dados, a IA
gera respostas que, estatisticamente, são as mais
prováveis para perguntas específicas.
Isso significa que as ferramentas de IA só podem
reproduzir informações que já existem de alguma forma,
embora possam resultar em combinações de ideias
inéditas.
Mas isso conta como criatividade? Bem, esta é uma
questão filosófica e, no momento, não há uma resposta
satisfatória.
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