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Foram encontradas 540 questões.

4129133 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).

 

À margem de uma fonte¹, que corria,

Lira² doce dos pássaros cantores,

A bela ocasião³ das minhas dores

Dormindo estava ao despertar do dia.

 

Mas como dorme Sílvia, não vestia

O céu seus horizontes de mil cores;

Dominava o silêncio sobre as flores,

Calava o mar, e rio não se ouvia.

 

Não dão o parabém4 à bela Aurora5

Flores canoras6, pássaros fragrantes7,

Nem seu âmbar8 respira a rica Flora9.

 

Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,

Tudo a Sílvia festeja, e tudo a adora

Aves cheirosas, flores ressonantes10.

 

(Gregório de Matos. Poemas atribuídos:

Códice Asencio-Cunha, volume 4, 2013)

 

Glossário :

1 fonte: nascente, ponto onde nasce um curso de água.

2 lira: música.

3 ocasião: razão, causa.

4 parabém: parabéns.

5 Aurora: personificação do nascer do dia, ou seja, do início da manhã.

6 canoras: que cantam bem.

7 fragrantes: cheirosos, perfumados.

8 âmbar: cor entre o castanho e o amarelo.

9 Flora: personificação da vida vegetal.

10 ressonantes: que ressoam, que produzem sons.

 

No soneto, os olhos de Sílvia são comparados

 

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4129132 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).

 

À margem de uma fonte¹, que corria,

Lira² doce dos pássaros cantores,

A bela ocasião³ das minhas dores

Dormindo estava ao despertar do dia.

 

Mas como dorme Sílvia, não vestia

O céu seus horizontes de mil cores;

Dominava o silêncio sobre as flores,

Calava o mar, e rio não se ouvia.

 

Não dão o parabém4 à bela Aurora5

Flores canoras6, pássaros fragrantes7,

Nem seu âmbar8 respira a rica Flora9.

 

Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,

Tudo a Sílvia festeja, e tudo a adora

Aves cheirosas, flores ressonantes10.

 

(Gregório de Matos. Poemas atribuídos:

Códice Asencio-Cunha, volume 4, 2013)

 

Glossário :

1 fonte: nascente, ponto onde nasce um curso de água.

2 lira: música.

3 ocasião: razão, causa.

4 parabém: parabéns.

5 Aurora: personificação do nascer do dia, ou seja, do início da manhã.

6 canoras: que cantam bem.

7 fragrantes: cheirosos, perfumados.

8 âmbar: cor entre o castanho e o amarelo.

9 Flora: personificação da vida vegetal.

10 ressonantes: que ressoam, que produzem sons.

 

As dores a que eu lírico se refere na primeira estrofe do soneto são motivadas

 

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4129131 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).

 

À margem de uma fonte¹, que corria,

Lira² doce dos pássaros cantores,

A bela ocasião³ das minhas dores

Dormindo estava ao despertar do dia.

 

Mas como dorme Sílvia, não vestia

O céu seus horizontes de mil cores;

Dominava o silêncio sobre as flores,

Calava o mar, e rio não se ouvia.

 

Não dão o parabém4 à bela Aurora5

Flores canoras6, pássaros fragrantes7,

Nem seu âmbar8 respira a rica Flora9.

 

Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,

Tudo a Sílvia festeja, e tudo a adora

Aves cheirosas, flores ressonantes10.

 

(Gregório de Matos. Poemas atribuídos:

Códice Asencio-Cunha, volume 4, 2013)

 

Glossário :

1 fonte: nascente, ponto onde nasce um curso de água.

2 lira: música.

3 ocasião: razão, causa.

4 parabém: parabéns.

5 Aurora: personificação do nascer do dia, ou seja, do início da manhã.

6 canoras: que cantam bem.

7 fragrantes: cheirosos, perfumados.

8 âmbar: cor entre o castanho e o amarelo.

9 Flora: personificação da vida vegetal.

10 ressonantes: que ressoam, que produzem sons.

 

O soneto enquadra-se em uma conhecida vertente da poética de Gregório de Matos, a saber, sua poesia

 

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4129130 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, examine a tirinha do cartunista Richard Bittencourt, o Fí.

 

Enunciado 4648703-1

(Richard Bittencourt. As lágrimas sinceras de Júlio Gilson, 2023)

 

A frase “Não gostei deste celular, vim devolvê-lo!” (1º quadrinho) pode ser reescrita, sem prejuízo para o seu sentido original, da seguinte forma:

 

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4129129 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, examine a tirinha do cartunista Richard Bittencourt, o Fí.

 

Enunciado 4648702-1

(Richard Bittencourt. As lágrimas sinceras de Júlio Gilson, 2023)

 

Para obter seu efeito humorístico, a tirinha explora o recurso expressivo

 

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4129128 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia a conhecida cantiga de amigo “Ondas do mare de Vigo” do trovador Martim Codax (meados do século XIII-início do século XIV).

 

Ondas do mare de Vigo¹,

se vistes meu amigo?

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

Ondas do mare levado,

se vistes meu amado?

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

Se vistes meu amigo,

o por que eu sospiro?

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

Se vistes meu amado,

o por que ei gran coidado!

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

[= Ondas do mar de Vigo,]

[= vós vistes meu amigo?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

[= Ondas do mar agitado,]

[= vós vistes meu amado?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

[= Vós vistes meu amigo,]

[= aquele por quem eu suspiro?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

[= Vós vistes meu amado,]

[= aquele por quem tenho muito carinho?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

(Segismundo Spina. Apresentação da lírica trovadoresca, 1956)

 

GLOSSÁRIO:

1 Vigo: região noroeste da Península Ibérica.

 

Do ponto de vista formal, essa cantiga caracteriza-se

 

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4129127 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia a conhecida cantiga de amigo “Ondas do mare de Vigo” do trovador Martim Codax (meados do século XIII-início do século XIV).

 

Ondas do mare de Vigo¹,

se vistes meu amigo?

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

Ondas do mare levado,

se vistes meu amado?

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

Se vistes meu amigo,

o por que eu sospiro?

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

Se vistes meu amado,

o por que ei gran coidado!

E ai Deus! Se verrá cedo?

 

[= Ondas do mar de Vigo,]

[= vós vistes meu amigo?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

[= Ondas do mar agitado,]

[= vós vistes meu amado?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

[= Vós vistes meu amigo,]

[= aquele por quem eu suspiro?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

[= Vós vistes meu amado,]

[= aquele por quem tenho muito carinho?]

[= E ai Deus! Ele virá logo?]

 

(Segismundo Spina. Apresentação da lírica trovadoresca, 1956)

 

GLOSSÁRIO:

1 Vigo: região noroeste da Península Ibérica.

 

Nessa cantiga de amigo,

 

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4129126 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o comentário do escritor Márcio Cotrim sobre a origem da expressão “presente de grego”.

 

Presente de Grego

 

Páris, filho do rei Príamo, de Troia, rapta a belíssima Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta. Para se vingar, Menelau forma um poderoso exército.E) Explode sangrento conflito, que dura dez anos.

 

Numas das investidas, os gregos, espertos, conseguem enganar os troianos. Como quem não quer nada, deixam à porta dos muros fortificados da cidade inimiga um enorme cavalo de madeira, o chamado Cavalo de Troia, autêntico presente de grego. Assim conta a lenda – e mostra o cinema, em filme de estrondoso sucesso.A)

 

Os ingênuos troianos, agradecidos pelo presente, abrem as portas e põem o equino para dentro. Na calada da noite, os soldados gregos, escondidos, saem do interior do cavalãoD) e, graças ao efeito surpresa, quase sem resistência arrasam impiedosamente a cidade.

 

Esta é a origem da expressão presente de grego.B) Até hoje, muita gente também é seduzida por mimos que, na verdade, disfarçam um saco de maldades. É que o homem nunca deixou de ser o lobo do homemC)...

 

(Márcio Cotrim. O pulo do gato: o berço das palavras, 2005. Adaptado)

 

Está empregada em sentido figurado a palavra sublinhada em

 

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4129125 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o comentário do escritor Márcio Cotrim sobre a origem da expressão “presente de grego”.

 

Presente de Grego

 

Páris, filho do rei Príamo, de Troia, rapta a belíssima Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta. Para se vingar, Menelau forma um poderoso exército. Explode sangrento conflito, que dura dez anos.

 

Numas das investidas, os gregos, espertos, conseguem enganar os troianos. Como quem não quer nada, deixam à porta dos muros fortificados da cidade inimiga um enorme cavalo de madeira, o chamado Cavalo de Troia, autêntico presente de grego. Assim conta a lenda – e mostra o cinema, em filme de estrondoso sucesso.

 

Os ingênuos troianos, agradecidos pelo presente, abrem as portas e põem o equino para dentro. Na calada da noite, os soldados gregos, escondidos, saem do interior do cavalão e, graças ao efeito surpresa, quase sem resistência arrasam impiedosamente a cidade.

 

Esta é a origem da expressão presente de grego. Até hoje, muita gente também é seduzida por mimos que, na verdade, disfarçam um saco de maldades. É que o homem nunca deixou de ser o lobo do homem...

 

(Márcio Cotrim. O pulo do gato: o berço das palavras, 2005. Adaptado)

 

Os ditados populares são frases curtas que condensam experiências de vida e conhecimentos acumulados ao longo do tempo. Um ditado popular brasileiro que teria sido de grande valia para os troianos é:

 

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4129124 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Examine o meme.

 

Enunciado 4648697-1

(@southamericamemes, www.instagram.com, 15.03.2025)

 

Depreende-se do meme que seu autor se sente

 

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