Para responder a questão, leia a conhecida cantiga de amigo “Ondas do mare de Vigo” do trovador Martim Codax (meados do século XIII-início do século XIV).
Ondas do mare de Vigo¹,
se vistes meu amigo?
E ai Deus! Se verrá cedo?
Ondas do mare levado,
se vistes meu amado?
E ai Deus! Se verrá cedo?
Se vistes meu amigo,
o por que eu sospiro?
E ai Deus! Se verrá cedo?
Se vistes meu amado,
o por que ei gran coidado!
E ai Deus! Se verrá cedo?
[= Ondas do mar de Vigo,]
[= vós vistes meu amigo?]
[= E ai Deus! Ele virá logo?]
[= Ondas do mar agitado,]
[= vós vistes meu amado?]
[= E ai Deus! Ele virá logo?]
[= Vós vistes meu amigo,]
[= aquele por quem eu suspiro?]
[= E ai Deus! Ele virá logo?]
[= Vós vistes meu amado,]
[= aquele por quem tenho muito carinho?]
[= E ai Deus! Ele virá logo?]
(
Do ponto de vista formal, essa cantiga caracteriza-se