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Foram encontradas 90 questões.

4129053 Ano: 2025
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia a tirinha para responder a questão.

 

Enunciado 4648626-1

(https://illustrationconcentration.com/2016/03/26/.Acesso em 10.06.2025)

 

As informações na tirinha permitem afirmar que

 

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4129052 Ano: 2025
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Examine o quadrinho de Bill Waterson.

 

Enunciado 4648625-1

(Bill Watterson, The Essential Calvin and Hobbes: A Calvin and Hobber Treasury. Andrews McMeel Publishing, LLC)

 

A fala do menino perante a cena

 

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4129051 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia a tira.

 

Enunciado 4648624-1

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 21.09.2025)

 

No último quadro, a expressão “Tá na cara” está empregada em linguagem

 

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4129050 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto.

 

Para um poeta,

ganhar na loteria

é escrever sozinho

um poema que caiba

na voz da multidão.

 

(Sérgio Vaz. Flores da batalha, 2023)

 

No contexto em que se encontra, a expressão “ganhar na loteria” apresenta sentido

 

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4129049 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder a questão.

 

De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.

 

Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora”, disse, certa vez, um grande poeta nascido na cidade, Murilo Mendes. Pois, naquele momento, eu invejava o Paraibuna porque não só passava pela cidade, como avançava rumo ao Rio de Janeiro, lugar do meu sonho.

 

(Fernando Gabeira. Onde está tudo aquilo agora?, 2012)

 

Em conformidade com a norma-padrão, transpondo-se para o discurso indireto o trecho do 2º parágrafo “‘Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora...’, disse [...] Murilo Mendes.”, obtém-se:

 

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4129048 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder a questão.

 

De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.

 

Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora”, disse, certa vez, um grande poeta nascido na cidade, Murilo Mendes. Pois, naquele momento, eu invejava o Paraibuna porque não só passava pela cidade, como avançava rumo ao Rio de Janeiro, lugar do meu sonho.

 

(Fernando Gabeira. Onde está tudo aquilo agora?, 2012)

 

Mantendo-se o sentido do texto, o trecho do 2º parágrafo “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora” está corretamente reescrito em:

 

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4129047 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder a questão.

 

De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.

 

Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora”, disse, certa vez, um grande poeta nascido na cidade, Murilo Mendes. Pois, naquele momento, eu invejava o Paraibuna porque não só passava pela cidade, como avançava rumo ao Rio de Janeiro, lugar do meu sonho.

 

(Fernando Gabeira. Onde está tudo aquilo agora?, 2012)

 

Na passagem do 2º parágrafo “... dos amigos que ainda restavam ali.”, o termo destacado refere-se à expressão:

 

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4129046 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder a questão.

 

De repente, me vi na estação central com roupa limpa e passada e uma maleta. Estava sendo enviado a um colégio interno em Rio Novo, uma pequena cidade que ficava a cerca de três horas de Juiz de Fora. Meu problema era indisciplina, incapacidade de obedecer a ordens, cumprir horários. E um pouco de atrevimento, pois escrevia frases sem nexo nas composições, como uma espécie de protesto contra os temas que me pareciam muito formais.

 

Não tinha um guarda-pó para me proteger da fuligem, mas era o de menos. Não havia proteção contra a saudade antecipada das ruas da infância, dos amigos que ainda restavam ali. O trem passava pelo nosso bairro, eu corria de um lado para outro para ver a paisagem: de um lado os trilhos do bonde, de outro o curso do rio, na sua decantada missão de banhar a cidade. “Eu tenho uma pena do rio Paraibuna, não pode deixar de passar em Juiz de Fora”, disse, certa vez, um grande poeta nascido na cidade, Murilo Mendes. Pois, naquele momento, eu invejava o Paraibuna porque não só passava pela cidade, como avançava rumo ao Rio de Janeiro, lugar do meu sonho.

 

(Fernando Gabeira. Onde está tudo aquilo agora?, 2012)

 

A ida do narrador para um colégio interno em Rio Novo deveu-se à

 

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4129045 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).

 

Discreta e formosíssima Maria,

Enquanto estamos vendo a qualquer hora,

Em tuas faces a rosada Aurora1,

Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;

 

Enquanto com gentil descortesia2

O ar, que fresco Adônis3 te namora,

Te espalha a rica trança voadora,C)

Quando vem passear-te pela fria4;A)

 

Goza, goza da flor da mocidade,E)

Que o tempo trota5 a toda a ligeireza

E imprime em toda a flor sua pisada.B)

 

Oh, não aguardes que a madura idade

Te converta essa flor, essa beleza,D)

Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.

 

(Gregório de Matos. Poemas escolhidos, 2010. Adaptado)

 

GLOSSÁRIO:

1 Aurora: personificação do nascer do dia, ou seja, do início da manhã.

2 descortesia: falta de cortesia, de polidez; incivilidade, grosseria.

3 Adônis: divindade mitológica, protótipo da beleza masculina.

4 pela fria: pela madrugada

5 trotar: andar a trote.

 

O modo verbal imperativo é utilizado para expressar comandos, conselhos, solicitações ou orientações. Sua finalidade é a de induzir o interlocutor a cumprir a ação indicada pelo verbo. O eu lírico faz uso do modo imperativo no seguinte verso:

 

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4129044 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder a questão, leia o soneto do poeta barroco Gregório de Matos (1633-1696).

 

Discreta e formosíssima Maria,

Enquanto estamos vendo a qualquer hora,

Em tuas faces a rosada Aurora1,

Em teus olhos e boca, o Sol e o dia;

 

Enquanto com gentil descortesia2

O ar, que fresco Adônis3 te namora,

Te espalha a rica trança voadora,

Quando vem passear-te pela fria4;

 

Goza, goza da flor da mocidade,

Que o tempo trota5 a toda a ligeireza

E imprime em toda a flor sua pisada.

 

Oh, não aguardes que a madura idade

Te converta essa flor, essa beleza,

Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.

 

(Gregório de Matos. Poemas escolhidos, 2010. Adaptado)

 

GLOSSÁRIO:

1 Aurora: personificação do nascer do dia, ou seja, do início da manhã.

2 descortesia: falta de cortesia, de polidez; incivilidade, grosseria.

3 Adônis: divindade mitológica, protótipo da beleza masculina.

4 pela fria: pela madrugada

5 trotar: andar a trote.

 

Em “Goza, goza da flor da mocidade, / Que o tempo trota a toda a ligeireza / E imprime em toda a flor sua pisada.” (3ª estrofe), a conjunção destacada expressa ideia de

 

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