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Foram encontradas 540 questões.

4126840 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

A little girl with big dreams

Rebeca Andrade was born on May 8th, 1999 in Guarulhos, Brazil, a city just slightly outside of Sao Paulo. She started gymnastics at the young age of four, when her aunt took her to the gym she worked out at. Andrade found inspiration in Daiane dos Santos, the 2003 World Champion on floor exercise and she wanted to follow in her footsteps.

But dreams didn’t come easily to Rebeca Andrade. As one of eight children to a single mother, times were hard. Her mother cleaned houses and walked to work in order to pay for Rebeca’s gymnastics lessons. Rebeca herself often walked to the gym, as her mother didn’t even have enough money for her to take public transportation. Though money was tight, Rebeca was determined.

(https://www.boldandgrit.com/. Acesso em: 30.07.2024)

 

A leitura do texto permite identificar que

 

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4126839 Ano: 2024
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia as postagens a seguir.

POSTAGEM I

 

Enunciado 4654094-1

(https://www.instagram.com/. Acesso em: 31.07.2024. Adaptado)

 

A postagem I aponta que, nos Estados Unidos, 47% dos adultos com menos de 50 anos e sem filhos consideram ser improvável que venham a ter filhos . Entre os motivos apresentados pelos entrevistados na postagem II, é possível destacar

 

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4126838 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o poema “Verão”, de Mario Quintana.

 

Quando os sapatos ringem
– quem diria?
São os teus pés que estão cantando.

(Mario Quintana. Quintana de bolso. 2009)

 

No verso “São os teus pés que estão cantando”, a figura de linguagem presente é

 

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4126837 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Durante a maior parte da história humana, a altura dos indivíduos permaneceu relativamente estável. Até 1 800, a altura média na Europa oscilava entre 1,65 e 1,70 metro, mas, nos últimos 200 anos, algo notável aconteceu: a altura das pessoas, sobretudo na Europa, aumentou drasticamente. Muitos países europeus registraram aumentos nas alturas médias de mais de 15 centímetros, e isso ficou especialmente evidente na Holanda. Os holandeses cresceram em média 18 centímetros em apenas dois séculos. Os homens holandeses são atualmente os mais altos do mundo.

 

Embora a genética, sem dúvida, desempenhe um papel importante na determinação da altura dos indivíduos, essa tremenda mudança em uma população inteira não pode ser explicada apenas pela evolução – se fosse esse o caso, a mudança teria ocorrido em uma escala de tempo muito mais longa.

 

No entanto, nos últimos 200 anos, a Holanda, assim como grande parte do resto do mundo, experimentou uma enorme melhoria do padrão de vida das pessoas, desde a redução das taxas de mortalidade e doenças infecciosas até o maior acesso a alimentos de alta qualidade. Há, portanto, uma ligação clara entre ambientes de vida e populações mais saudáveis e mais altas.

 

(Kristina Thompson e Björn Quanjer. https://www.nexojornal.com.br/. Acesso em: 28.07.2024. Adaptado)

 

No trecho “Embora a genética, sem dúvida, desempenhe um papel importante…”, o vocábulo destacado está no mesmo modo do verbo destacado em:

 

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4126836 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia o texto para responder à questão.

Durante a maior parte da história humana, a altura dos indivíduos permaneceu relativamente estável. Até 1 800, a altura média na Europa oscilava entre 1,65 e 1,70 metro, mas, nos últimos 200 anos, algo notável aconteceu: a altura das pessoas, sobretudo na Europa, aumentou drasticamente. Muitos países europeus registraram aumentos nas alturas médias de mais de 15 centímetros, e isso ficou especialmente evidente na Holanda. Os holandeses cresceram em média 18 centímetros em apenas dois séculos. Os homens holandeses são atualmente os mais altos do mundo.

Embora a genética, sem dúvida, desempenhe um papel importante na determinação da altura dos indivíduos, essa tremenda mudança em uma população inteira não pode ser explicada apenas pela evolução – se fosse esse o caso, a mudança teria ocorrido em uma escala de tempo muito mais longa.

No entanto, nos últimos 200 anos, a Holanda, assim como grande parte do resto do mundo, experimentou uma enorme melhoria do padrão de vida das pessoas, desde a redução das taxas de mortalidade e doenças infecciosas até o maior acesso a alimentos de alta qualidade. Há, portanto, uma ligação clara entre ambientes de vida e populações mais saudáveis e mais altas.

(Kristina Thompson e Björn Quanjer. https://www.nexojornal.com.br/. Acesso em: 28.07.2024. Adaptado)

 

Na discussão que apresenta sobre a estatura média dos europeus, o texto deixa claro que

 

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4126835 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia uma passagem da crônica “Solidariedade”, de Ferreira Gullar, para responder à questão.

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não as machucar. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, logo a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

 

(Ferreira Gullar. Crônicas para jovens, 2014. Adaptado)

 

Considere o seguinte trecho.

 

Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, logo a devastaram.

 

O referente do pronome destacado é

 

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4126834 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia uma passagem da crônica “Solidariedade”, de Ferreira Gullar, para responder à questão.

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não as machucar. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, logo a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

(Ferreira Gullar. Crônicas para jovens, 2014. Adaptado)

 

No trecho “Só que as saúvas eram muitas…”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao texto original, por

 

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4126833 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Leia uma passagem da crônica “Solidariedade”, de Ferreira Gullar, para responder à questão.

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não as machucar. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, logo a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

(Ferreira Gullar. Crônicas para jovens, 2014. Adaptado)

 

A leitura do texto permite concluir que, para Décio, matar as saúvas seria uma atitude

 

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4126832 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder à questão, leia o conto romântico “O baú”, cuja autoria é desconhecida.

Isto foi há cinquenta anos: o tempo dos baús tinha passado, a maior parte deles se achava transformada em tulhas¹ de aveia junto das estrebarias².

 

Adélia, linda rapariga³, acabava de sair do convento; seus pais lhe deram parte do seu casamento: pensando nos vestidos, nas joias, nas plumas, Adélia era feliz… Chegou o dia das núpcias: grande era a alegria da família, da rapariga e de suas amigas. A festa foi bela e suntuosa4; o povo, ao ver passar os noivos, e os pobres, ao receber a esmola, exclamavam: “Que lindo par! Deus os abençoe! Deus os faça felizes!”

 

Felizes! Sim. Vós ides vê-lo. Um dia de casamento é sempre longo, e as horas correm penosamente. A jovem esposa propôs a suas amigas, para se divertirem, diversos jogos próprios da sua idade… “Vamos ao esconde-esconde…” E eu – disse Adélia – tenho um esconderijo em que ninguém me achará. Eis a bela e fresca desposada subindo a escada, abrindo e fechando a porta do forro5; levantando a custo a pesada tampa dum enorme baú e metendo-se dentro com o seu vestido de cetim branco, seu véu branco, mui contente de se ter lembrado de tão seguro esconderijo… Suas amigas não a acharão… não… e a pesada tampa se fechou sobre ela. Quem virá descobri-la?! Ninguém.

 

As companheiras de Adélia a procuraram longo tempo, bem longo… puseram-se enfim a gritar por ela na escada, nos corredores, à porta de todos os quartos: “Adélia! Aparece, acabou-se o jogo… e tua mãe, teu marido esperam por ti no salão!”

 

Era assim: todo o mundo a esperava; em breve todo o mundo se pôs em cuidado, e começou a procurá-la, e a gritar: “Adélia! Adélia!…” A pobre rapariga talvez que ouvisse todo esse ruído, todas essas vozes, mas não podia sair do baú. A tampa ao cair se tinha fechado, e as lindas mãos da noiva, ornadas de anéis e diamantes, não podiam abrir o caixão, que ia ser seu sepulcro. Quanto não gritaria ela?! Mas a grossura do velho baú lhe tinha sufocado a voz, e ninguém pôde imaginar, desgraçadamente, que se tivesse ali encerrado. Passaram-se semanas, meses e anos. Adélia não apareceu, e sua mãe ficou inconsolável. O marido de um dia não teve uma dor tão profunda. Esta estranha desaparição deu longo tempo muito que falar.

 

Depois que voltou a moda dos baús, foi tirado aquele do forro e trazido com outros móveis para o pátio, a fim de serem vistos e apreciados. O baú era bom… vai-se abrir para ver o seu estado por dentro.

 

Alguns ossos, restos dum esqueleto de mulher, pedaços de cetim branco, uma coroa de folhas de laranjeira, alguns diamantes e anéis enfiados em dedos descarnados… Eis o que restava da jovem e bela noiva.

 

(Vagner Camilo & Hélio Guimarães (orgs). O sino e o relógio: uma antologia do conto romântico brasileiro, 2021. Adaptado)

1 tulha: recipiente usado para armazenagem de cereais.

2 estrebaria: local onde ficam os cavalos.

3 rapariga: moça.

4 suntuoso: luxuoso.

5 forro: vão entre o teto e o telhado de uma casa.

 

Considere a seguinte passagem:

 

“Depois que voltou a moda dos baús, foi tirado aquele do forro e trazido com outros móveis para o pátio, a fim de serem vistos e apreciados.” No contexto em que se insere, a locução conjuntiva destacada expressa ideia de

 

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4126831 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PPS

Para responder à questão, leia o conto romântico “O baú”, cuja autoria é desconhecida.

Isto foi há cinquenta anos: o tempo dos baús tinha passado, a maior parte deles se achava transformada em tulhas¹ de aveia junto das estrebarias².

 

Adélia, linda rapariga³, acabava de sair do convento; seus pais lhe deram parte do seu casamento: pensando nos vestidos, nas joias, nas plumas, Adélia era feliz…e Chegou o dia das núpcias: grande era a alegria da família, da rapariga e de suas amigas. A festa foi bela e suntuosa4; o povo, ao ver passar os noivos, e os pobres, ao receber a esmola, exclamavam: “Que lindo par! Deus os abençoe! Deus os faça felizes!”

 

Felizes! Sim. Vós ides vê-lo. Um dia de casamento é sempre longo, e as horas correm penosamente. A jovem esposa propôs a suas amigas, para se divertirem, diversos jogos próprios da sua idadeb… “Vamos ao esconde-esconde…” E eu – disse Adélia – tenho um esconderijo em que ninguém me acharác. Eis a bela e fresca desposada subindo a escada, abrindo e fechando a porta do forro5; levantando a custo a pesada tampa dum enorme baú e metendo-se dentro com o seu vestido de cetim branco, seu véu branco, mui contente de se ter lembrado de tão seguro esconderijo… Suas amigas não a acharão… não… e a pesada tampa se fechou sobre ela. Quem virá descobri-la?! Ninguém.

 

As companheiras de Adélia a procuraram longo tempo, bem longo… puseram-se enfim a gritar por ela na escada, nos corredores, à porta de todos os quartos: “Adélia! Aparece, acabou-se o jogo… e tua mãe, teu marido esperam por ti no salão!”a

 

Era assim: todo o mundo a esperava; em breve todo o mundo se pôs em cuidado, e começou a procurá-la, e a gritar: “Adélia! Adélia!…” A pobre rapariga talvez que ouvisse todo esse ruído, todas essas vozes, mas não podia sair do baúd. A tampa ao cair se tinha fechado, e as lindas mãos da noiva, ornadas de anéis e diamantes, não podiam abrir o caixão, que ia ser seu sepulcro. Quanto não gritaria ela?! Mas a grossura do velho baú lhe tinha sufocado a voz, e ninguém pôde imaginar, desgraçadamente, que se tivesse ali encerrado. Passaram-se semanas, meses e anos. Adélia não apareceu, e sua mãe ficou inconsolável. O marido de um dia não teve uma dor tão profunda. Esta estranha desaparição deu longo tempo muito que falar.

 

Depois que voltou a moda dos baús, foi tirado aquele do forro e trazido com outros móveis para o pátio, a fim de serem vistos e apreciados. O baú era bom… vai-se abrir para ver o seu estado por dentro.

 

Alguns ossos, restos dum esqueleto de mulher, pedaços de cetim branco, uma coroa de folhas de laranjeira, alguns diamantes e anéis enfiados em dedos descarnados… Eis o que restava da jovem e bela noiva.

 

(Vagner Camilo & Hélio Guimarães (orgs). O sino e o relógio: uma antologia do conto romântico brasileiro, 2021. Adaptado)

1 tulha: recipiente usado para armazenagem de cereais.

2 estrebaria: local onde ficam os cavalos.

3 rapariga: moça.

4 suntuoso: luxuoso.

5 forro: vão entre o teto e o telhado de uma casa.

 

Verificam-se as vozes do narrador e de uma das personagens em:

 

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