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2522227 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Sobre a história da terapia ocupacional no Brasil, é correto afirmar que
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quinalha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem-intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser algo celebrado e buscado como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trata de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, entre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth.
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 10 mar. 2016.
O autor do texto, Renan Quinalha, posiciona-se abertamente contra
 

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2522145 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Alterações que afetam vários sistemas orgânicos podem afetar o desempenho muscular. Assim, correlacione os principais termos e conceitos fundamentais relacionados ao desempenho muscular.
( ) É a distância perpendicular da linha de ação da força ao eixo de rotação.
( ) É o número máximo de unidades de força que um músculo consegue desenvolver em uma única contração.
( ) É a capacidade do músculo de sustentar forças repetidamente ou de gerar forças durante um certo período de tempo.
( ) É a magnitude de uma força que atua sobre um objeto multiplicado pela distância através da qual a força atua.
( ) É um agente que produz ou tende a produzir uma mudança no estado de repouso ou de movimento de um objeto.
( I ) Força máxima.
( II ) Unidade de força.
( III ) Braço de movimento.
( IV ) Trabalho.
( V ) Endurace.
A sequência que expressa corretamente a correlação entre as duas colunas é
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quinalha
É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem-intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais : funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser algo celebrado e buscado como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trata de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, entre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth.
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “ generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 10 mar. 2016.
A descrição, quanto ao emprego dos sinais de pontuação, está em conformidade com os preceitos das regras de escrita no seguinte enunciado:
 

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2522003 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Paciente de 52 anos, hipertenso e obeso, relata em consulta ter percebido, há um mês, que está urinando muito à noite (4 a 5 vezes), sentindo sede e que emagreceu de cerca de 4kg nesse período. Exames revelam glicemia 278, hemoglobina glicada A1c 10.3%, ureia 70mg/dl e creatinina 1.5mg/dl. Em relação a esta patologia, pode-se afirmar que
1 – pacientes diabéticos com alto risco de doença arterial coronária são aqueles com proteinúria e doença vascular periférica;
2 – o controle rigoroso da glicemia com hemoglobina glicada A1c de 7% reduz o risco de AVC;
3 – neste paciente, o tratamento pode ser iniciado com inibidores da DPP4;
4 – entre os efeitos colaterais dos análogos do GLP1 está o ganho de peso.
 

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2521994 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Quanto ao Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, disciplinado pela Lei n° 8.080/90, atualizada pela Lei nº 9.836, de 1999, é correto afirmar que
 

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2521810 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Na reabilitação de pacientes que sofreram traumatismo cranioencefálico, o terapeuta ocupacional utiliza a terapia de estimulação sensorial. Considerando-se as modalidades de estimulação sensorial, é correto afirmar que
 

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2521807 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Dona Vanilia, de 60 anos, diz que parou de menstruar há 8 anos e que não usou terapia hormonal (TH), pois tinha medo de câncer de mama. Recentemente viu na internet que a reposição é eficaz na prevenção da perda óssea na menopausa e, em conversa com seu médico, descobriu que há um consenso que reforça que a TH pode reduzir o risco de fraturas até em mulheres de alto risco. Hoje, se pudesse voltar uns anos, faria a reposição. Diante desse relato e respeitando o atual consenso da SOBRAC (2014) sobre TH na menopausa, NÃO é possível afirmar que
 

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2521730 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A imagem radiográfica se torna visível após a imersão da película sensibilizada pelos raios x, nas soluções reveladora e fixadora. A função da solução fixadora é
 

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2521593 Ano: 2016
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Sobre os tipos de preensão, pode-se afirmar que a apreensão do objeto entre
 

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