Foram encontradas 80 questões.
Três amigos – João, Mário e Paulo – têm 1, 2 ou 3 filhos,
moram em cidades distintas, sendo Santos, Campinas
e Jaú, e cada um tem um animal de estimação devidamente
regularizado, sendo gato, cachorro e coelho, não
necessariamente nessas ordens. Sabe-se que João
tem mais filhos do que Mário e do que o outro amigo,
que mora em Santos. Quem mora em Santos tem gato.
O morador de Campinas tem menos filhos do que Paulo
e do que aquele que tem o coelho. Com base nessas
informações, assinale a alternativa que apresenta uma
associação correta.
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Considere a seguinte proposição:
Todas as pessoas podem reunir-se pacificamente e têm o direito a receber informações de seu interesse.
Uma negação lógica para essa proposição está contida na alternativa:
Todas as pessoas podem reunir-se pacificamente e têm o direito a receber informações de seu interesse.
Uma negação lógica para essa proposição está contida na alternativa:
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Considere falsidade a proposição I, e verdade a proposição II:
I. Se Ana é auxiliar de papiloscopista, então Caio é investigador.
II. Caio é investigador ou Monica é escrivã.
Com base no que foi apresentado, é verdade que
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Se Mirian não é formada em Direito ou José não é formado
em Psicologia, então Roberto é advogado. Se Valéria
é juíza, então Mirian não é formada em Direito. Se José
não é formado em Psicologia, então Anderson não é engenheiro
e Walter é dentista. Sabendo-se que Roberto
não é advogado, é correto afirmar que
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Segundo a Lei Federal nº
12.037/2009, em seu artigo 3º
,
embora apresentado documento de identificação, poderá
ocorrer identificação criminal quando
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De acordo com a Lei Federal nº
12.037/2009, artigo 2º
, a
identificação civil é atestada, entre outros, pelo seguinte
documento:
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Segundo a Lei Federal nº
7.116/1983, artigo 3º, a Carteira
de Identidade conterá o seguinte elemento:
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A Lei Federal nº
9.454/1997 versa sobre
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Leia o texto para responder a questão.
Automação vai mudar a carreira de 16 milhões de brasileiros até 2030
A elite política e econômica global está preocupada com
o futuro do trabalho.
Além das já conhecidas ameaças geopolíticas e ambientais,
as transformações do mercado de trabalho também
ganharam lugar de destaque. Só no Brasil, 15,7 milhões de
trabalhadores serão afetados pela automação até 2030, segundo
estimativa da consultoria McKinsey.
No mundo, no período entre 2015 e 2020, o Fórum Econômico
Mundial prevê a perda de 7,1 milhões de empregos,
principalmente aqueles relacionados a funções administrativas
e industriais.
A avaliação de especialistas da área é que o mercado de
trabalho passa por uma grande reestruturação, semelhante à
revolução industrial. A diferença é que agora tudo acontece
muito mais rápido: desde 2010, o número de robôs industriais
cresce a uma taxa de 9% ao ano, segundo a Organização
Internacional do Trabalho (OIT).
A mudança é positiva na medida em que libera profissionais
de tarefas monótonas, que, por sua vez, podem ser
feitas com maior rapidez e eficiência quando automatizadas.
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos
terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”,
afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional
da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito
legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas
serão gerados?”, questiona.
Nesse cenário de grande extinção de trabalhos que exigem
pouca qualificação e de criação de um número menor
dos que exigem muita, a tendência é de aumento da desigualdade,
alerta a OIT.
O fim de funções hoje exercidas pela população de baixa
e média renda vai gerar desemprego e pressionar para baixo
o salário das que restarem, diante da massa de pessoas
buscando trabalho.
“Há uma forte preocupação com os trabalhadores de menor
qualificação, em termos do impacto da tecnologia. Essas
pessoas não são realmente alfabetizadas digitais, e não terão
oportunidade para aprender habilidades específicas. Eles
serão deixados para trás e terão uma empregabilidade muito
pequena”, diz Salazar-Xirinachs.
(Fernanda Perrin. Folha de S.Paulo. http://www1.folha.uol.com.
br/mercado/2018/01/1951904-16-milhoes-de-brasileiros-sofrerao
-com-automacao-na-proxima-decada.shtml. 21.01.2018. Adaptado)
“A boa notícia é que fica claro que os trabalhos para humanos terão que envolver qualidades humanas, como criatividade”, afirma José Manuel Salazar-Xirinachs, diretor regional da OIT para a América Latina e Caribe. “Isso soa muito legal, mas a questão é: quantos trabalhos para pessoas criativas serão gerados?”, questiona.
Nessa passagem, faz-se referência a
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Leia o texto para responder a questão.
O padeiro
Levanto cedo, ponho a chaleira no fogo para fazer café
e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão
costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma
coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”
– uma greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno;
acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã
com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.
Está bem. E enquanto tomo meu café vou me lembrando
de um homem modesto que conheci antigamente. Quando
vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava
gritando:
– Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar
aquilo?
“Então você não é ninguém?”
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo
de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra
pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando
quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer
para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim
ficara sabendo que não era ninguém...
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu
ainda sorrindo. Eu preferi não o deter para explicar que estava
falando com um colega, ainda que menos importante.
Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
noturno. Era pela madrugada que deixava a redação
de jornal – e muitas vezes saía já levando na mão um dos
primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da
máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes
me julgava importante porque no jornal que levava para
casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem
assinar, ia uma crônica ou um artigo em meu nome. O jornal
e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro
do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem
entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é
o padeiro!”
E assobiava pelas escadas.
(Rubem Braga. Para gostar de ler. Vol. 1 – crônicas.
São Paulo: Ática, 1979. Adaptado)
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