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Um paciente de 44 anos de idade, pós-operatório de dois anos e oito meses de bypass gástrico em Y de Roux laparoscópico (perdeu 70 kg em um ano e fez abdominoplastia), relata episódios agudos de dor abdominal pós-prandial, às vezes difusa, outras vezes localizada, em hipocôndrio direito, há quinze dias, com melhora parcial.
Nega febre. Refere ter, nos episódios de dor, um pouco de distensão abdominal, acompanhada de náuseas e vômitos.
Hábito intestinal sem alterações. Ao exame físico, apresenta-se com frequência cardíaca de 100 bpm, abdome flácido, doloroso difusamente à palpação, sem visceromegalias e sem sinais de peritonite. Ruídos hidroaéreos pouco aumentados. Exames laboratoriais: 9.500 leucócitos; 280.000 plaquetas; PCR de 2,5; e amilase sérica de 30 U/L. Realizou tomografia de abdome sem alterações.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
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Uma mulher de 35 anos de idade, com diagnóstico de coledocolitíase, foi submetida à colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), eletivamente, com papilotomia pela técnica de pré-corte, com saída de cálculo único e bile clara. Após seis horas do procedimento, a paciente iniciou dor abdominal, taquicardia e febre, procurando então o pronto-socorro.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o diagnóstico mais provável e a conduta mais plausível para a paciente.
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Um homem de sessenta anos de idade, portador de hérnia incisional complexa e com perda de domicílio, procurou atendimento no pronto-socorro de um hospital terciário com dor abdominal em cólica com início há um dia, associada a vômitos e à distensão abdominal importante. A gasometria mostra pH de 7,30 e bicarbonato de 15. O hemograma apresenta hemoglobina de 15 e 20 mil leucócitos, com 4% de bastões. A tomografia de abdome mostra diâmetro herniário de 13 cm, sinais de hérnia incisional encarcerada, presença de dilatação de alças de intestino delgado, com transição de calibre na região da hérnia, sem sinais de sofrimento de alças ou outras complicações. A somatória dos diâmetros dos ventres dos músculos retos abdominais bilateralmente é menor que duas vezes o diâmetro do maior eixo transverso da hérnia e a relação entre o volume do saco herniário e o volume da cavidade abdominal é maior de 30%.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta.
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Um paciente de 21 anos de idade fora vítima de ferimento por arma branca no 6.º espaço intercostal à direita, próximo à linha axilar média. Deu entrada no serviço de emergência de um hospital terciário em prancha longa e utilizando colar cervical. Foi atendido conforme os preceitos recomendados pelo ATLS. Durante a investigação, realizou-se um RX de tórax, que evidenciou hemopneumotórax.
Prosseguiu-se com a drenagem torácica no 5.º EIC, com saída de moderada quantidade de ar e aproximadamente 300 mL de sangue. RX de controle mostrou o dreno bem posicionado e o paciente foi internado em leito de observação. Após 48 horas de internação, o paciente evoluiu com saída de bile pelo dreno de tórax, mantendo-se sem dor abdominal. Sinais vitais: PA de 120 x 70 mmHg; FC de 85 bpm; e FR de 12 ipm.
Exames laboratoriais: Hb 12,5; leucócitos 9,5 mil; plaquetas 350 mil; INR 1,2; Bt 7,5; e Bd 6,5.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta a ser adotada.
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Um paciente de 35 anos de idade foi vítima de ferimento por arma de fogo em região cervical, próximo à cartilagem tireóidea. Foi levado ao serviço de emergência por amigos que presenciaram o ocorrido e referiram que aquele fora o único ferimento sofrido pelo paciente. Ele se encontrava calmo e contactuante, com um ferimento puntiforme em região cervical, sem sangramento ativo ou escape aéreo.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a sequência de atendimento a que o paciente deverá ser submetido.
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Um paciente de trinta anos de idade deu entrada na sala de trauma, vítima de colisão moto X automóvel em alta velocidade. A colisão foi frontal e o motorista da moto foi ejetado, com queda ao solo com a região glútea e dorsal.
Apresentava-se estável hemodinamicamente na cena e negava perda da consciência, com queixa apenas de dor em membro inferior esquerdo e região glútea/perineal. A avaliação inicial na sala de trauma mostrou: via aérea pérvia, com colar cervical e prancha longa; ofertada a máscara de O2 10 L/min., foram observados murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios; frequência respiratória de 18 ipm; saturação de oxigênio de 98%; boa perfusão periférica, sem sangramentos ativos aparentes; sínfise púbica fechada; frequência cardíaca de 100 bpm; pressão arterial de 130 x 80 mmHg; pupilas isofotorreagentes; ECG 15, sem deficits motores em membros superiores ou inferiores; escoriações em dorso; ferimento cortocontuso extenso na região glútea esquerda, que se estende para a região perineal e para a porção interna da coxa esquerda; membro inferior esquerdo com deformidade em porção proximal; toque retal sem alterações. À avaliação secundária: cabeça e pescoço – ausência de lesões, sem dor à palpação de coluna cervical; tórax – murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios e com som claro pulmonar à percussão; frequência respiratória de 18 ipm; saturação de O2 de 98% em uso de máscara de O2; BRNF em dois tempos, sem sopros; FC de 100 bpm; PA de 120 x 80 mmHg; abdome – plano, flácido, indolor à palpação, DB-; dorso – coluna torácica e lombar indolor à palpação, presença de escoriações associadas ao ferimento cortocontuso extenso na região glútea esquerda, que se estende para a região perineal e para a porção interna da coxa esquerda; membros superiores – presença de leves escoriações em palmas das mãos, ausência de deformidades, alterações sensitivas e motoras, força muscular presente bilateralmente, pulsos presentes e simétricos; membros inferiores – encurtamento de membro inferior esquerdo, associado à deformidade em região proximal deste membro, com importante perda de pele, e subcutâneo em região interna da coxa, na região glútea e na região perineal; pulsos presentes e simétricos; e ausência de alterações sensitivas e motoras. Realizadas as primeiras medidas de suporte ao paciente e exames complementares, diagnosticou-se fratura de fêmur à esquerda.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta cirúrgica mais adequada para o paciente.
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Uma mulher de 65 anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e doença do refluxo gastroesofágico foi ao pronto-socorro de um hospital universitário, referindo início abrupto de dor epigástrica, associada a náuseas e a vômitos, com volume pequeno, e estável hemodinamicamente. Houve uma tentativa de passagem de sonda nasogástrica sem sucesso. Realizou uma radiografia, que evidenciou nível hidroaéreo retrocardíaco.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta a ser adotada.
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Uma paciente de 72 anos de idade, sem comorbidades, totalmente independente para atividades da vida diária, foi ao pronto-socorro de um hospital terciário com quadro de dor abdominal difusa há algumas horas.
Refere início da dor em fossa ilíaca esquerda há dois dias, porém, nas últimas horas, houve piora importante da dor, que passou a ser difusa no abdome. Exames laboratoriais evidenciaram leucocitose e aumento de PCR. À tomografia, apresentava sinais de diverticulite em sigmoide e líquido difuso pela cavidade abdominal. Foi submetida à laparoscopia, que confirmou os achados tomográficos.
Durante todo o tratamento, a paciente permaneceu estável hemodinamicamente e afebril.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que, após a aspiração do conteúdo purulento, a melhor opção será a
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Quanto à hérnia interna após cirurgia bariátrica, assinale a alternativa correta.
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No que se refere à terapia de conversão no câncer gástrico, assinale a alternativa correta.
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