Uma paciente de 72 anos de idade, sem comorbidades, totalmente independente para atividades da vida diária, foi ao pronto-socorro de um hospital terciário com quadro de dor abdominal difusa há algumas horas.
Refere início da dor em fossa ilíaca esquerda há dois dias, porém, nas últimas horas, houve piora importante da dor, que passou a ser difusa no abdome. Exames laboratoriais evidenciaram leucocitose e aumento de PCR. À tomografia, apresentava sinais de diverticulite em sigmoide e líquido difuso pela cavidade abdominal. Foi submetida à laparoscopia, que confirmou os achados tomográficos.
Durante todo o tratamento, a paciente permaneceu estável hemodinamicamente e afebril.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que, após a aspiração do conteúdo purulento, a melhor opção será a