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Nos últimos anos, casos de sarampo têm sido reportados em várias partes do mundo e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os países dos continentes europeu e africano registraram o maior número de casos da doença. No Brasil, os últimos casos de sarampo foram registrados no ano de 2015, em surtos ocorridos nos estados do Ceará (211 casos), de São Paulo (dois casos) e de Roraima (um caso), associados ao surto do Ceará. Em 2016, o Brasil recebeu o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo pela OMS, declarando a região das Américas livre do sarampo.
A Venezuela enfrenta, desde julho de 2017, um surto de sarampo, sendo a maioria dos casos provenientes do estado de Bolívar. O estado de Roraima vem recebendo imigrantes desse país, que se encontram alojados em abrigos, residências alugadas e praças públicas. Em 14/2/2018, a Secretaria de Saúde do estado de Roraima (SES/RR) notificou ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do Ministério da Saúde um caso suspeito de sarampo, no município de Boa Vista-RR. Tratava-se de uma criança de um ano de idade, venezuelana, não vacinada, que apresentou febre, exantema, acompanhado de tosse, coriza e conjuntivite, sendo confirmado por critério laboratorial. Até o dia 1.º/10, foram notificados 516 casos suspeitos de sarampo, dos quais 330 foram confirmados e 101 estão em investigação. A tabela abaixo traz os casos confirmados de sarampo, por faixa etária, em Roraima, em 2018.

A partir dos dados da tabela apresentada, assinale a alternativa correta.
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Uma paciente de 65 anos de idade, hipertensa e diabética há dez anos, realiza acompanhamento regular na Unidade Básica de Saúde próxima de sua casa. Ela faz uso contínuo de medicações e, por isso, passa em consultas com o médico e a enfermeira periodicamente. Além disso, é conhecida na Unidade por ser fiel frequentadora do grupo de alongamento, realizado no salão da igreja semanalmente pela fisioterapeuta do NASF e por agentes comunitárias de saúde. Há duas semanas, a paciente apresentou um mal-estar em casa, tendo sido socorrida pela filha, que chamou o SAMU. Ela foi levada para o hospital, onde ficou internada por quatro dias, e recebeu alta. A família ligou para a Unidade, comunicando à equipe o seu retorno e solicitando a realização de uma visita domiciliar. Chegando lá, a médica foi informada de que a família não havia recebido um relatório de alta ou exames realizados no hospital, pouco sabendo informar sobre a paciente.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta no que se refere aos atributos da atenção primária à saúde.
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Um médico de família estava em dúvida sobre a indicação de estatinas para pacientes com hipercolesterolemia, sem eventos cardiovasculares prévios, e resolveu buscar evidências que respondessem à sua pergunta.
Nessa situação hipotética, o melhor estudo que o médico poderá utilizar para a tomada de decisão, considerando o delineamento e o desfecho analisados, é o(a)
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Uma paciente de trinta anos de idade procurou a Unidade de Saúde da Família para iniciar o pré-natal, levando um resultado de beta-hCG positivo, GIIPIA0. A paciente não referiu outras queixas, além do atraso menstrual. Ela tem histórico de imunização prévia, com três doses de vacina contra tétano na última gestação, há sete anos, e duas doses de vacina contra hepatite B. Apresenta IG de oito semanas.
Com relação à imunização da gestante nesse caso hipotético, a conduta adequada é realizar
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