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819356 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – estabelece que:

I. A transposição de pisos quando houver uma diferença de nível superior a 0,40 m (quarenta centímetros), deve ser feita por meio de escadas ou rampas;

II. As escadas provisórias de uso coletivo devem ter largura mínima de 0,80m (oitenta centímetros);

III. É permitido o uso de escada de mão com montante único;

IV. As rampas provisórias usadas para trânsito de caminhões devem ter largura mínima de 5,00m (cinco metros);

V. É proibido o uso de escada de mão junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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817727 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Gratuidade de taxas para usuários de certos serviços públicos e incentivos ou renúncias fiscais, são exemplos de políticas públicas
 

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817666 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com Silva (2009), na perspectiva fenomenológica, o currículo não é, pois, constituído de fatos, nem mesmo de conceitos teóricos e abstratos assim sendo, o currículo é visto como
I. um local no qual docentes e aprendizes têm a oportunidade de examinar, de forma renovada, aqueles resultados da vida cotidiana que se acostumaram a ver como dados e naturais.
II. experiência e como local de interrogação e questionamento da experiência.
III. o conjunto de vivências experimentadas pelos sujeitos, durante toda sua vida.
IV. as mais variadas formas de expressão das experiências pedagógicas e sociais dos educadores e educandos.
Estão corretas as afirmativas
 

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817627 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Como as nossas mães
Por que as pessoas repetem os erros de suas famílias?
Por Ivan Martins
Quando se trata de família, acho que cada um de nós carrega um tipo de software.
Se você cresceu numa família com pais que se gostam e se respeitam, ganhou de brinde um software que ajuda a ficar casado. Se cresceu em meio a berros e a lágrimas, ou se num momento qualquer seus pais cansaram de brigar e se separaram, é provável que traga consigo um software menos útil para a manutenção da família. Como tudo que eu escrevo nesta coluna, essa é apenas uma impressão pessoal sem valor científico. Mas faz algum sentido.
Os valores e atitudes condizentes com a família são produzidos e repassados naturalmente em uma casa feliz – e o inverso acontece com famílias desestruturadas. São duas culturas, dois legados, dois softwares. Algo que a gente recebe, carrega e, frequentemente, reproduz. É sobre isso que eu queria falar.
No fim de semana, vi no cinema um lindo filme brasileiro, Sonhos Roubados. Ele conta a história de três meninas que se prostituem. Elas nasceram pobres, na favela, em famílias precárias. Uma é criada pelo tio que abusa dela sexualmente. Outra é expulsa de casa aos 16 anos. A terceira tem 17 anos e já cuida de uma família. Nenhuma delas tem pai. As três são filhas de mulheres prostituídas. As três repetem o mesmo caminho. O filme baseia-se em personagens reais extraídos do livro-reportagem de Eliane Trindade, As Meninas da Esquina, publicado pela Editora Record. Um livro tocante deu origem a um filme comovente.
A história dessas meninas me fez pensar na questão das famílias – no software que a gente carrega – e na vocação perversa que temos de reproduzir os erros dos nossos pais. A filha da gravidez indesejada deveria fugir como louca da mesma situação, mas nem sempre é isso que acontece. Vale o mesmo para o filho do bêbado e o do bandido, assim como para o do sujeito que abandona a família. O exemplo de sofrimento deveria conduzir as pessoas na direção contrária, mas não é necessariamente assim. As histórias muitas vezes se repetem.
A gente aprende com os pais a ser alguma coisa na vida, parecida com o que eles são. O que eles ensinam com seu exemplo e com seu convívio – ou com a sua ausência – se torna parte do que somos. Inspira-nos ou nos aterroriza, tem de ser abraçado ou combatido, mas, de alguma forma, está lá, como um software no computador.
Hoje em dia virou moda falar mal da psicanálise. É uma pena, porque uma das coisas que Freud ensinou a fazer é identificar nas nossas atitudes e nas nossas palavras o software secreto que nos dá alento ou que nos apavora. Um exemplo pessoal: logo que me separei, corri ao analista achando que minha vida iria acabar. Estava tudo em ordem, mas eu morria de medo. Por quê? Estava morto de culpa pela separação, é obvio. Mas havia outra coisa, que ficou clara com o tempo. Meus pais também se separaram e disso resultou uma distância enorme do meu pai. Quando eu me separei, um pedaço de mim achava que eu fosse também me afastar dos meus filhos. Estava apavorado com a ideia de me distanciar, de não ser um bom pai, de faltar com os meus filhos de alguma forma. Esse era o software da minha família, afinal. Era uma espécie de legado paterno que teve de ser entendido e abandonado.
Quantos de nós têm a chance de fazer isto: confrontar-se com os seus temores (ou com seus desejos) e perceber neles algo que foi herdado, que está nos atrapalhando ou sendo reproduzido de forma impensada na nossa vida?
Um dos momentos mais tristes e reveladores de Sonhos Roubados é, para mim, quando uma das meninas, a que foi expulsa de casa pela mãe prostituta, que nunca teve pai, diz ao namorado bandido que quer ter um filho dele. E o tem. Que coisa maluca é essa de tentar reproduzir (ou resolver) na nossa vida o que deu errado na vida dos nossos pais? Na falta de reposta melhor, eu repito: é software.
Claro, não estamos lidando apenas com as questões da subjetividade. O filme deixa claro que as meninas vivem em total abandono. A escola, que poderia ser um mecanismo de superação da miséria, nunca tem aulas. O Estado, que recolhe impostos e angaria votos, não provê segurança, nem trabalho, nem serviço de saúde. Crianças e velhos não têm o que comer, literalmente. O filme começa com uma panela vazia e termina com três meninas rodando bolsa na rua. Nem precisa de Freud para entender isso.
Disponível em: <revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI136466-15230,00-COMO+AS+NOSSAS+MAES.html> Acesso em: 20 mar. 2015.
Analise as afirmativas feitas a seguir sobre o texto, assinalando as verdadeiras com (V) e as falsas com (F).
( ) A proposição apresentada e comprovada pelo autor é a de que todo ser humano nasce portando um software que garante o sucesso ou o fracasso matrimonial.
( ) O autor vale-se de linguagem metafórica, ao usar a palavra software, para dizer denotativamente que o fracasso familiar é inato ao ser humano.
( ) O texto é desenvolvido em tom jocoso, frente à impossibilidade de o ser humano vir aparelhado de um software.
( ) O autor, para defender sua tese, vale-se do argumento de que o meio familiar tende a intervir nas decisões e nos comportamentos das pessoas.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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817544 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Analise as afirmativas feitas a seguir sobre o texto, assinalando as verdadeiras com (V) e as falsas com (F).
( ) Uma explicação plausível para justificar a escassez de estudantes apontada no texto é a de que o sistema educacional apresenta práticas retrógradas, as quais não acompanharam a evolução da sociedade.
( ) A desproporcionalidade, no Brasil, entre o crescimento do número de alunos e a diminuição do número de estudantes é fato que chama a atenção do autor e preocupa especialistas brasileiros da área da educação, dada a gravidade do problema.
( ) O estabelecimento da relação comparativa entre a extinção do mico-leão-dourado e a do lobo-guará com o processo de extinção dos estudantes configura-se em estratégia argumentativa, a fim de chamar a atenção para o agravamento do tema discutido no texto.
( ) A leitura integral do texto permite concluir que todos os estudantes são considerados alunos, mas o inverso não é verdadeiro, visto que os primeiros, ao contrário dos segundos, são passivos no processo de aprendizagem.
A ordem correta, de cima para baixo, é
 

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817458 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para Pedro Demo (2005, p. 32), “A educação pela pesquisa supõe cuidados propedêuticos decisivos, no professor e no aluno, por conta da qualidade educativa que a formação da competência formal e política implica. A habilidade questionadora reconstrutiva funda-se em procedimentos metodológicos que cercam e fecundam o conhecimento, para torná-lo inovador em termos teóricos e práticos.”
Os cuidados que contribuem para construir a capacidade de reconstruir são
 

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817414 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com o DECRETO Nº 5.825, DE 29 DE JUNHO DE 2006, é correto afirmar que
 

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817406 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Dentre as assertivas abaixo, constitui VEDAÇÃO do servidor público.
 

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817336 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
A reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens, de que trata a Lei n.º 8.112, de 1990, denomina-se
 

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816546 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com o autor Tomaz Tadeu da Silva (2011), o conceito de gênero foi introduzido na teoria feminista e chamou a atenção pelo caráter relacional das relações entre os sexos.
Nesse sentido, ele argumenta que
I. embora tenha sua origem no campo dos Estudos das Mulheres, a “análise de gênero” não é sinônimo de “estudo das mulheres”.
II. o fato de conceber as relações de gênero como relações entre os sexos tem levado ao aumento significativo dos estudos que focalizam a questão da masculinidade.
III. o fato de conceber as relações de gênero como relações entre os sexos não tem aumentado os estudos que focalizam a questão da masculinidade
IV. as questões de gênero, embora seu caráter relacional entre os sexos, devem priorizar questões relacionadas às mulheres, como a maternidade.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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