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Foram encontradas 40 questões.

1209033 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Consiste na plena capacidade libidinal do indivíduo, mediante o acionamento de todos os elementos remanescentes dos estágios mais primários de maturação psicossexual, a
 

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466848 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considerando os aspectos psicossociais da adolescência, sabe-se que nesta fase do desenvolvimento, o papel da família e da escola se modificam: deixam de prover garantias para as suas necessidades, para exigindo determinadas atitudes que apontem para o comprometimento em aprender a ser adulto.
Em relação a como estes aspectos são tratados pelas instituições de educação e demais instituições sociais, o que é correto afirmar?
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só!$ ^{A)} !$.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo!$ ^{B)} !$ terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa!$ ^{C)} !$, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você!$ ^{D)} !$.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 466653-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Segundo Platão e Fiorin (1997), “Pressuposto são ideias não expressas de maneira explícita, que decorrem logicamente do sentido de certas palavras ou expressões contidas na frase”.
Com base nessa afirmação, em que alternativa a palavra sublinhada NÃO acarreta um conteúdo pressuposto?
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 465969-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
No 3º e 4º parágrafos, há ocorrência de nexos de concomitância, os quais indicam
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 398113-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Leia este trecho: “... você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo...”.
A palavra “que”, na língua portuguesa, apresenta classificações diversificadas, podendo ser pronome, conjunção, preposição, advérbio, interjeição. No trecho destacado para esta questão, observe que a palavra “que” é um pronome.
Em que alternativa a palavra “que” NÃO é um pronome?
 

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E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 391241-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Sobre o emprego da vírgula em “Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável...”, são feitas as seguintes afirmações:
I. A colocação da vírgula limita a abrangência do destinatário.
II. A vírgula é facultativa, visto o antecedente ser um pronome de tratamento.
III. A vírgula indica que a qualidade atribuída ao termo antecedente é inerente a este.
IV. A retirada da vírgula, embora não provoque erro gramatical, acarreta alteração de sentido.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
 

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391121 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A adolescência é um período evolutivo em que transformações biopsicosociais acontecem, determinando um momento de passagem do modo da infância ao mundo adulto.
É característica da adolescência
 

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368820 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Tendo por base o Condicionamento Operante de BF Skinner, afirma-se que “um comportamento pode ser reforçado pela remoção de um estímulo aversivo”, a isto chama-se
 

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364492 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Em relação ao Código de Ética Profissional do Psicólogo, é vedado
 

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325053 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em relação à psicologia do desenvolvimento, afirmam-se:
I. Tem como objetivo um entendimento sistemático da sequência de mudanças físicas, cognitivas e psicossociais que as crianças experimentam a medida que vão crescendo.
II. Seu campo de atuação se estende por hospitais, centros de atenção à criança, locais de recreação, clínicas e escolas, sendo responsável pela promoção do desenvolvimento saudável.
III. Possui o seu interesse voltado para três questões centrais: continuidade, fontes de desenvolvimento e diferenças individuais.
Esta (ão) correta (s) a (s) afirmativa (s)
 

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