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Foram encontradas 40 questões.

1726097 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Com relação ao Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT, é INCORRETO afirmar que
 

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1430288 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O que é considerada doença do trabalho?
 

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1364160 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Com relação aos equipamentos de proteção individual (EPIs), é INCORRETO afirmar que
 

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1363030 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL

Qual é o atributo do SESMT, serviços especializados em engenharia de segurança do trabalho, conforme a Norma Regulamentadora – NR – 4?

 

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1362052 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL

Com relação à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), é INCORRETO afirmar que

 

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1360748 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Acerca das classes de fogo, afirmam-se:
I. Classe C - quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios.
II. O primeiro, em um incêndio Classe C, é desligar o quadro de força, pois, assim, ele se tornará um incêndio de Classe D.
III. Classe D - elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio.
IV. Classe A: são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície, não deixando resíduos, como óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina.
V. Classe B: são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibra.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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Você é um só

Por Luli Radfahrer

E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.

Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.

Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.

Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.

Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.

Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.

Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.

Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.

Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.

É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.

Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.

Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.

Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.

Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.

Enunciado 1360747-1

Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>

Acesso em: 01 jul. 2013

Considere o trecho abaixo para a resolução desta questão:

“... ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.”

Sobre o funcionamento dos adjetivos presentes no trecho, é correto afirmar que

 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 1360741-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
A partir da leitura do texto, depreende-se, como uma das principais ideias defendidas pelo autor, que
 

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1360141 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL

NÃO está de acordo com a NR-18.

 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes!$ ^{A)} !$, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas!$ ^{B)} !$. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz!$ ^{C)} !$ mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder!$ ^{D)} !$ nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 1359741-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Em que alternativa o elemento sublinhado está contribuindo para a progressão temática do texto?
 

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