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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só!$ ^{A)} !$.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo!$ ^{B)} !$ terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa!$ ^{C)} !$, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você!$ ^{D)} !$.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.

Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Segundo Platão e Fiorin (1997), “Pressuposto são ideias não expressas de maneira explícita, que decorrem logicamente do sentido de certas palavras ou expressões contidas na frase”.
Com base nessa afirmação, em que alternativa a palavra sublinhada NÃO acarreta um conteúdo pressuposto?
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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.

Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
No 3º e 4º parágrafos, há ocorrência de nexos de concomitância, os quais indicam
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450976
Ano: 2013
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
A Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I. Condições para o acesso e permanência na escola para aqueles em situação de vulnerabilidade social comprovada em estudo socioeconômico.
II. Direito de ser respeitado por seus educadores.
III. Direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores.
IV. Direito de organização e participação em entidades estudantis.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.

Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Leia este trecho: “... você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo...”.
A palavra “que”, na língua portuguesa, apresenta classificações diversificadas, podendo ser pronome, conjunção, preposição, advérbio, interjeição. No trecho destacado para esta questão, observe que a palavra “que” é um pronome.
Em que alternativa a palavra “que” NÃO é um pronome?
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A finalização de um estudo socioeconômico requer a elaboração de um documento final, com emissão de um parecer social. Portanto, trabalhar na realização de estudos sociais pressupõe que as informações e as análises geradas são fundamentais para desencadear outros processos que visem tanto a garantia como a ampliação de direitos de cidadania: a proteção social (MIOTO, 2009).
Qual alternativa corresponde a essa afirmação?
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Conforme os "Subsídios para a atuação de Assistentes Sociais na Política de Educação", as demandas apresentadas aos/às assistentes sociais em relação à educação nunca estiveram limitadas a uma inserção restrita aos estabelecimentos educacionais tradicionais, envolvendo tanto o campo da educação formal como as práticas no campo da educação popular (CFESS, 2012), sendo acionadas, também, a partir
I. das instituições do poder judiciário.
II. das empresas.
III. das instituições de qualificação da força de trabalho juvenil e adulta.
IV. da solicitação dos movimentos sociais.
Estão corretas as afirmativas
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Acerca da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece que:
I. A preparação geral para o trabalho e, facultativamente, a habilitação profissional poderão ser desenvolvidas nos próprios estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições especializadas em educação profissional.
II. Os cursos de educação profissional técnica de nível médio, nas formas articulada concomitante e subsequente, quando estruturados e organizados em etapas com terminalidade, possibilitarão a obtenção de certificados de qualificação para o trabalho após a conclusão, com aproveitamento, de cada etapa que caracterize uma qualificação para o trabalho.
III. Os diplomas de cursos de educação profissional técnica de nível médio, quando registrados, terão validade nacional, mas não habilitarão ao prosseguimento de estudos na educação superior.
IV. A educação profissional técnica de nível médio articulada poderá ser desenvolvida de forma integrada ou concomitante.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
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Por Luli Radfahrer
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Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.

Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Sobre o emprego da vírgula em “Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável...”, são feitas as seguintes afirmações:
I. A colocação da vírgula limita a abrangência do destinatário.
II. A vírgula é facultativa, visto o antecedente ser um pronome de tratamento.
III. A vírgula indica que a qualidade atribuída ao termo antecedente é inerente a este.
IV. A retirada da vírgula, embora não provoque erro gramatical, acarreta alteração de sentido.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
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Segundo Netto (2008), é dispensável qualquer argumentação detalhada para verificar o antagonismo entre o Projeto Ético-Político do Serviço Social e a ofensiva neoliberal.
O que corresponde aos resultados do projeto societário inspirado no neoliberalismo?
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- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 que dispõe sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, prescreve:
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