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Foram encontradas 40 questões.

2513911 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Sobre estágio probatório no serviço público federal, assinale (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
( ) o servidor não aprovado no estágio probatório será demitido ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado.
( ) o servidor em estágio probatório poderá exercer cargo de provimento em comissão ou funções de direção, chefia ou assessoramento no órgão.
( ) a aptidão e capacidade do servidor serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os fatores de assiduidade, disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade.
( ) ao servidor em estágio probatório podem ser concedidas, dentre outras, a licença para o exercício de mandato eletivo e para o desempenho de mandato classista.
A ordem correta, de cima para baixo, é
 

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2513379 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Excesso de bom humor pode atrapalhar desempenho profissional
Existe um ditado que prega que “tudo o que é demais é nocivo”, seja na vida pessoal ou profissional, e por isso é importante saber dosar as emoções e controlar o bom e o mau humor na hora de tomar decisões. Para sermos mais eficazes, é primordial estarmos sempre atentos ao nosso estado interior, pois é ele quem nos influencia no desempenho das atividades cotidianas.
Shana Wajntraub, psicóloga e consultora de carreiras da Eleve Consulting, conta que “pesquisas apontam que o lado positivo de estar com bom humor é que somos mais flexíveis mentalmente, nossa criatividade aflora, nos tornamos melhores na resolução de problemas e mais eficientes ao tomarmos decisões. Já o lado negativo do bom humor, é o de que podemos tomar decisões muito rapidamente ou não prestar a devida atenção aos detalhes de uma tarefa a ser realizada”.
E, para surpresa de muitos, a profissional também explica que “há benefícios de estarmos de mau humor”, e um deles é “a nossa capacidade para focar nos detalhes, ainda que em tarefas repetitivas”. “Também nos tornamos mais céticos, de mau humor, o que pode ser útil em algumas ocasiões. O ponto desagradável é sermos mais pessimistas e negativos ao que estamos levando em consideração, sem falar que uma pessoa mal humorada contamina e perturba a harmonia de uma equipe”, explica.
Disponível em: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/12/10/excesso-de-bom-humor-pode-atrapalhar-desempenho-profissional/> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Leia o seguinte trecho:
“Para sermos mais eficazes, é primordial estarmos sempre atentos ao nosso estado interior, pois é ele quem nos influencia no desempenho das atividades cotidianas.”
Se colocássemos “nosso estado interior” no plural, quantas palavras após a segunda vírgula deveriam obrigatoriamente sofrer flexão de número?
 

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2512826 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Excesso de bom humor pode atrapalhar desempenho profissional
Existe um ditado que prega que “tudo o que é demais é nocivo”, seja na vida pessoal ou profissional, e por isso é importante saber dosar as emoções e controlar o bom e o mau humor na hora de tomar decisões. Para sermos mais eficazes, é primordial estarmos sempre atentos ao nosso estado interior, pois é ele quem nos influencia no desempenho das atividades cotidianas.
Shana Wajntraub, psicóloga e consultora de carreiras da Eleve Consulting, conta que “pesquisas apontam que o lado positivo de estar com bom humor é que somos mais flexíveis mentalmente, nossa criatividade aflora, nos tornamos melhores na resolução de problemas e mais eficientes ao tomarmos decisões. Já o lado negativo do bom humor, é o de que podemos tomar decisões muito rapidamente ou não prestar a devida atenção aos detalhes de uma tarefa a ser realizada”.
E, para surpresa de muitos, a profissional também explica que “há benefícios de estarmos de mau humor”, e um deles é “a nossa capacidade para focar nos detalhes, ainda que em tarefas repetitivas”. “Também nos tornamos mais céticos, de mau humor, o que pode ser útil em algumas ocasiões. O ponto desagradável é sermos mais pessimistas e negativos ao que estamos levando em consideração, sem falar que uma pessoa mal humorada contamina e perturba a harmonia de uma equipe”, explica.
Disponível em: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/12/10/excesso-de-bom-humor-pode-atrapalhar-desempenho-profissional/> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Observe os fragmentos a seguir:
“...ao tomarmos decisões.”
“...pesquisas apontam...”
Em que alternativa a palavra destacada está corretamente escrita com S, assim como as palavras em destaque nos fragmentos?
 

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2512236 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Excesso de bom humor pode atrapalhar desempenho profissional
Existe um ditado que prega que “tudo o que é demais é nocivo”, seja na vida pessoal ou profissional, e por isso é importante saber dosar as emoções e controlar o bom e o mau humor na hora de tomar decisões. Para sermos mais eficazes, é primordial estarmos sempre atentos ao nosso estado interior, pois é ele quem nos influencia no desempenho das atividades cotidianas.
Shana Wajntraub, psicóloga e consultora de carreiras da Eleve Consulting, conta que “pesquisas apontam que o lado positivo de estar com bom humor é que somos mais flexíveis mentalmente, nossa criatividade aflora, nos tornamos melhores na resolução de problemas e mais eficientes ao tomarmos decisões. Já o lado negativo do bom humor, é o de que podemos tomar decisões muito rapidamente ou não prestar a devida atenção aos detalhes de uma tarefa a ser realizada”.
E, para surpresa de muitos, a profissional também explica que “há benefícios de estarmos de mau humor”, e um deles é “a nossa capacidade para focar nos detalhes, ainda que em tarefas repetitivas”. “Também nos tornamos mais céticos, de mau humor, o que pode ser útil em algumas ocasiões. O ponto desagradável é sermos mais pessimistas e negativos ao que estamos levando em consideração, sem falar que uma pessoa mal humorada contamina e perturba a harmonia de uma equipe”, explica.
Disponível em: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/12/10/excesso-de-bom-humor-pode-atrapalhar-desempenho-profissional/> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Sobre o emprego dos conetivos, são feitas as seguintes afirmações:
I. Em “Para sermos mais eficazes, é primordial...”, o vocábulo destacado é uma conjunção de valor consecutivo, podendo ser substituído pela conjunção “a fim de”.
II. Em “...mais eficientes ao tomarmos decisões.”, a expressão destacada pode ser substituída pela expressão de valor temporal “quando tomamos”.
III. Em “...focar nos detalhes, ainda que em tarefas repetitivas.”, o elemento destacado apresenta valor condicional, podendo ser substituído pela conjunção “embora”.
Está (ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões)
 

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2512065 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Senso de humor no trabalho é uma competência de destaque
Luiz Carlos Cabrera
As conversas sobre o desempenho de executivos procuram descrever um conjunto ideal de competências, aquelas que garantiriam alta produtividade. As mais conhecidas são foco no resultado, capacidade de execução, capacidade analítica e competência de estabelecer e sustentar relações e alianças.
A minha privilegiada observação do cotidiano, em função da extensão da minha rede de relações depois de anos atuando como professor e headhunter, permite-me acrescentar uma competência que é eterna e fundamental: o senso de humor. Não me refiro ao piadismo barato, à gozação agressiva ou ao deboche.
O humor é uma demonstração clara de inteligência emocional e uma competência que se destaca nas relações profissionais. Falo de sagacidade, de leitura rápida do contexto. Os britânicos riem de supostos diálogos ácidos entre o primeiro-ministro Winston Churchill (1874 -1965) e Lady Nancy Astor (1879 –1964), primeira mulher a ocupar uma cadeira no parlamento britânico.
No mais célebre deles, Lady Astor diz: “Se o senhor fosse meu marido, eu colocaria veneno em seu chá”. E Churchill responde: “Madame, se a senhora fosse minha mulher, eu beberia”. Lady Astor, igualmente rápida, também tinha suas tiradas.
Em uma delas, Churchill pergunta com que personagem deveria ir a um baile à fantasia, e Lady Astor sugere: “Por que você não vai sóbrio, primeiro-ministro?”. Se esses diálogos ocorreram de fato, nunca se saberá. Mas são ótimos exemplos de pensamento ágil, agudo e bem-humorado.
O humor propicia o chamado alto-astral, facilita as relações, abre as portas e diminui as resistências. É possível pensá-lo como uma habilidade, aprimorável por meio da prática? Considero o senso de humor uma competência eterna, que se desenvolve ao longo da vida de um indivíduo.
Desde criança, a pessoa tem maior interesse (ou é estimulada) a avaliar o contexto, a contar histórias e a reproduzir situações. O desenvolvimento de um olhar crítico começa na tenra infância.
O bom humor é antes de tudo um sinal de que a pessoa está balanceada, que seus sentimentos e opiniões estão equilibrados. A pessoa bem-humorada pensa com o cérebro e sente com o coração. O senso de humor tem de ser perseguido, requer uma abertura para olhar o mundo por vários ângulos, pede uma mente alerta e ativa e em geral se expressa por um gesto milenar e universal: o sorriso. Sorria!
Vocabulário:
headhunter – termo em inglês que significa “caçador de cabeças”, ou seja, recrutador dos melhores profissionais do mercado.
Disponível em: <http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/178/noticias/humor-competencia-eterna> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Em “Considero o senso de humor...”, o vocábulo destacado é uma palavra
 

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2511891 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Senso de humor no trabalho é uma competência de destaque
Luiz Carlos Cabrera
As conversas sobre o desempenho de executivos procuram descrever um conjunto ideal de competências, aquelas que garantiriam alta produtividade. As mais conhecidas são foco no resultado, capacidade de execução, capacidade analítica e competência de estabelecer e sustentar relações e alianças.
A minha privilegiada observação do cotidiano, em função da extensão da minha rede de relações depois de anos atuando como professor e headhunter, permite-me acrescentar uma competência que é eterna e fundamental: o senso de humor. Não me refiro ao piadismo barato, à gozação agressiva ou ao deboche.
O humor é uma demonstração clara de inteligência emocional e uma competência que se destaca nas relações profissionais. Falo de sagacidade, de leitura rápida do contexto. Os britânicos riem de supostos diálogos ácidos entre o primeiro-ministro Winston Churchill (1874 -1965) e Lady Nancy Astor (1879 –1964), primeira mulher a ocupar uma cadeira no parlamento britânico.
No mais célebre deles, Lady Astor diz: “Se o senhor fosse meu marido, eu colocaria veneno em seu chá”. E Churchill responde: “Madame, se a senhora fosse minha mulher, eu beberia”. Lady Astor, igualmente rápida, também tinha suas tiradas.
Em uma delas, Churchill pergunta com que personagem deveria ir a um baile à fantasia, e Lady Astor sugere: “Por que você não vai sóbrio, primeiro-ministro?”. Se esses diálogos ocorreram de fato, nunca se saberá. Mas são ótimos exemplos de pensamento ágil, agudo e bem-humorado.
O humor propicia o chamado alto-astral, facilita as relações, abre as portas e diminui as resistências. É possível pensá-lo como uma habilidade, aprimorável por meio da prática? Considero o senso de humor uma competência eterna, que se desenvolve ao longo da vida de um indivíduo.
Desde criança, a pessoa tem maior interesse (ou é estimulada) a avaliar o contexto, a contar histórias e a reproduzir situações. O desenvolvimento de um olhar crítico começa na tenra infância.
O bom humor é antes de tudo um sinal de que a pessoa está balanceada, que seus sentimentos e opiniões estão equilibrados. A pessoa bem-humorada pensa com o cérebro e sente com o coração. O senso de humor tem de ser perseguido, requer uma abertura para olhar o mundo por vários ângulos, pede uma mente alerta e ativa e em geral se expressa por um gesto milenar e universal: o sorriso. Sorria!
Vocabulário:
headhunter – termo em inglês que significa “caçador de cabeças”, ou seja, recrutador dos melhores profissionais do mercado.
Disponível em: <http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/178/noticias/humor-competencia-eterna> Acesso em: 10 jul. 2016. (adaptado)
Segundo o texto, o senso de humor é
 

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2511849 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Os documentos do Padrão Ofício, como o memorando e o ofício, por exemplo, devem obedecer a determinadas formas de apresentação, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, entre elas:
I. Deve ser utilizada fonte do tipo Arial de corpo 12 no texto em geral e, 11 nas citações.
II. É facultativo constar o número da página nesses tipos de documentos, mesmo que eles tenham mais de uma página.
III. Deve ser utilizado espaçamento simples entre as linhas de cada parágrafo.
IV. Terá, no mínimo, 3,0 cm de largura o campo destinado à margem lateral esquerda.
V. Terá 1,5 cm o campo destinado à margem lateral direita.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2511819 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para formatar uma página no programa LibreOffice Writer, no menu Formatar-Página é possível
 

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2529831 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Qual informação deve constar do cabeçalho do ofício?
Questão Desatualizada

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2518399 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Considere as afirmativas a seguir sobre memorando:
I. É um tipo de comunicação entre unidades administrativas de diferentes órgãos.
II. É uma forma de comunicação cuja característica principal é conferir agilidade entre unidades administrativas de um mesmo órgão.
III. Devem ser dados, no próprio documento, os despachos ao memorando.
IV. Possui como finalidade o tratamento de assuntos oficiais entre órgãos da Administração Pública.
Estão corretas apenas as afirmativas
Questão Desatualizada

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