Foram encontradas 50 questões.
Considere a figura a seguir de uma planilha do Microsoft Excel sendo editada.

Todas as linhas das colunas “Valor” (Coluna A) e “Multiplicador” (Coluna B) tiveram seus valores inseridos manualmente. Já as linhas da coluna “Resultado” (Coluna C) tiveram seus valores obtidos através do produto da multiplicação da Coluna A com a Coluna B. Para isso, o usuário inseriu uma fórmula em C2 e utilizou a alça de preenchimento para construir, automaticamente, as demais entre C3 e C6. A fórmula inserida em C2 foi:
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Segundo L inongi França (2015), o conceito de cargos se baseia nas noções de: tarefa, atribuição e função. O desenho de cargos, leva em conta a hierarquia, posição do cargo no organograma, supervisão e relações laterais com os outros cargos. Desenhar um cargo, significa estabelecer quatro condições fundamentais: Conteúdo do Cargo;Métodos e Processos; Responsabilidade e Autoridade. Sabendo disso, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.
1- Conteúdo do Cargo
2- Métodos e Processos
3- Responsabilidade
4- Autoridade
( ) Quem o ocupante do cargo deverá supervisionar ou dirigir, isto é, relação com subordinados.
( ) Representa como o conjunto de tarefas ou atribuições deverá ser desempenhado.
( ) É o conjunto de tarefas ou atribuições que o ocupante deverá desempenhar.
( ) A quem o ocupante do cargo deverá reportar-se, isto é, sua relação com sua chefia.
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O gráfico a seguir mostra as alturas A, B, C, D, E e F de seis amigos: Jonas, Caio, Bruno, Hamilton, Paulo e Rodrigo, não necessariamente nessa ordem.
Com relação ao gráfico, são dadas as seguintes informações:
• Caio tem 1,65 m de altura.
• Hamilton tem 20 centímetros a mais de altura que Caio e 5 centímetros a mais de altura que Rodrigo.
• Jonas tem 5 centímetros a mais de altura que Paulo e 15 centímetros a menos de altura que Bruno.
• Hamilton tem 20 centímetros a mais de altura que Caio e 5 centímetros a mais de altura que Rodrigo.
• Jonas tem 5 centímetros a mais de altura que Paulo e 15 centímetros a menos de altura que Bruno.
De acordo com as informações apresentadas no gráfico e com os dados informados, identifique a alternativa que associa corretamente cada um dos seis amigos com cada uma das alturas (A, B, C, D, E e F) representadas no gráfico:
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A Lei n. 8.429/92, ao definir a tipificação dos atos de improbidade administrativa, instituiu termos genéricos e abrangentes para a definição e qualificação das condutas ímprobas, agrupando-os em três categorias,conforme o bem jurídico atingido. Indique a alternativa que apresenta corretamente as três categorias, conforme descritas na Lei n. 8.429/92:
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisClassificação de Sistemas Operacionais
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisSistemas Monousuário
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisSistemas Multiusuário/Multiprogramáveis
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA com relação a Sistemas Operacionais:
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Observe a sequência:
Qual quadrado abaixo completa a sequência?
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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Identifique o item que melhor expressa a ideia central do texto de Luis Gonzaga Fragoso:
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Mariana, Paula e Renata são amigas. Uma delas namora com Joaquim, a outra com Roberto e a outra com Lucas. Sabe-se que:
I- Paula namora com Roberto ou Mariana namora com Joaquim;
II- Se Renata namora com Joaquim, então Paula não namora com Lucas;
III- Se Mariana não namora com Joaquim, então Renata namora com Joaquim;
IV- Ora, Mariana não namora com Joaquim.
Portanto, os namorados de Mariana, Paula e Renata são, respectivamente:
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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Fragoso utiliza várias aspas ao longo do texto. Todos os itens a seguir apresentam regras para o uso desse sinal de pontuação, exceto:
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Assinale a alternativa que apresenta falha de paralelismo sintático:
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