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Além do vencimento e das vantagens previstas na
Lei nº 8.112/1990, serão deferidos aos servidores
as seguintes retribuições, gratificações e
adicionais, EXCETO
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José, na qualidade de servidor público efetivo, em
exercício em determinado Instituto Federal de
Ensino, vem atuando de forma desidiosa no
serviço público. Diante desse fato, foi determinada
a instauração de processo administrativo
disciplinar contra José. À luz das disposições da
Lei nº 8.112/1990, qual é a penalidade prevista para
o fato apurado no processo disciplinar?
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Na forma da Lei nº 8.112/1990, assinale a alternativa
correta acerca das disposições sobre as vantagens
e as indenizações que podem ser pagas aos
servidores.
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Fernanda é servidora pública da União, sujeita,
portanto, às regras da Lei nº 8.112/1990, que
estabelece o regime jurídico dos servidores
públicos civis da União, das autarquias e das
fundações públicas federais. Em certa ocasião,
Fernanda cometeu uma infração disciplinar, sujeita
à penalidade de advertência. Diante dessa
situação, é correto afirmar que a autoridade que irá
instaurar o processo disciplinar
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- Organização do EstadoAdministração PúblicaServidores Públicos
- Ordem SocialSeguridade SocialPrevidência social
Em relação à aposentadoria dos servidores
públicos, na forma do texto da Constituição
Federal de 1988, é correto afirmar que
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Helena prestou concurso público, foi aprovada e
devidamente nomeada para cargo efetivo no
serviço público. Decorridos três anos de efetivo
exercício, teve reconhecida a estabilidade, com
avaliação especial de desempenho realizada por
comissão instituída para essa finalidade. Meses
após, foi demitida por insuficiência de
desempenho, com fundamento em regulamento
interno do órgão que instituiu avaliação periódica
anual, assegurando contraditório e ampla defesa,
mas sem lei complementar disciplinando o tema.
Ela questionou o ato judicialmente, mas ficou
sabendo que, após seu afastamento do cargo, sua
vaga havia sido ocupada por Fátima, também
servidora estável. Diante dessas ocorrências, à luz
da Constituição Federal de 1988, é correto afirmar
que a demissão de Helena
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Sobre o regime próprio de previdência social dos
servidores, na forma disciplinada pela
Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa
correta.
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- Agentes PúblicosCargos, Empregos e Funções PúblicasAcumulação de Cargos, Empregos e Funções Públicas
- Lei 8.112/1990: RJU
Alberto é servidor público de determinado Instituto
Federal, atuando na área administrativa, com
jornada de 8 (oito) horas diária. Recentemente,
passou em outro concurso para uma sociedade de
economia mista, controlada indiretamente pelo
Poder Público. Diante dessa situação, à luz da
Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que
Alberto
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
“O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação.”.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
“Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.”
I. A expressão “ao construir o conhecimento” corresponde a uma oração subordinada adverbial reduzida de infinitivo com valor temporal.
II. A estrutura “quanto mais…, mais…” estabelece relação de proporcionalidade entre as ideias apresentadas.
III. A oração introduzida por “que” exerce função de sujeito do verbo “compreende”.
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