Um intensivista monitora a saturação venosa de bulbo
de jugular (SjO₂) de um paciente com hipertensão
intracraniana refratária. O valor encontrado é de 48%.
Sobre a interpretação desse achado, é CORRETO
afirmar que:
Médico intensivista avalia paciente de 50 anos,
receptor de transplante de células-tronco
hematopoiéticas há 3 semanas, em neutropenia
profunda, que evolui com hemoptise maciça,
insuficiência respiratória e infiltrados bilaterais
difusos na TC de tórax, com opacidades em vidro
fosco, consolidação difusa e padrão de pavimentação
em mosaico surgido após 2 dias do início dos
sintomas. As causas mais comuns dessa condição em
pacientes imunocomprometidos incluem:
Paciente de 52 anos, receptor de transplante renal há
6 meses em uso de tacrolimo e micofenolato, é
admitido na UTI com febre, tosse produtiva,
hemoptise e dor torácica pleurítica. A TC de tórax
evidencia nódulos com halo de atenuação em vidro
fosco e consolidações cuneiformes com base pleural.
Sobre o tema, a principal hipótese diagnóstica e o
achado tomográfico tardio que indica evolução
favorável são, CORRETA e respectivamente:
Homem de 47 anos, sem diagnóstico prévio de hipertensão, é admitido na UTI com PA 260/150 mmHg, cefaleia holocraniana, náuseas e rebaixamento do nível de consciência. A equipe suspeita de emergência hipertensiva e solicita avaliação de hipertensão intracraniana à beira-leito por ultrassonografia point of care. Com base no caso, o parâmetro que confirma a suspeita de hipertensão intracraniana nesse exame é:
Um homem de 58 anos, hipertenso em uso irregular de medicamentos, é admitido no departamento de emergência com PA 240/130 mmHg, dispneia intensa, taquipneia, sudorese e estertores crepitantes bilaterais difusos. Apresenta expectoração rósea e SatO₂ de 82% em ar ambiente. A conduta farmacológica CORRETA para controle pressórico nesse contexto, é:
Paciente de 63 anos com IAMCSST é submetido a
terapia fibrinolítica na emergência e transferido à
UTI. A equipe deve escolher o inibidor de P2Y12
para compor a dupla antiagregação. Diante do
exposto, o antiplaquetário que deve ser associado ao
AAS é:
Paciente de 62 anos, em uso crônico de verapamil e
propranolol por arritmia cardíaca, é encontrado
inconsciente com frascos vazios dos medicamentos
ao lado. Na UTI, evolui com PCR em AESP. Após
início de RCP e administração de epinefrina, a equipe
busca tratar a causa reversível. Nesse caso, os
antagonistas específicos indicados para reverter os
efeitos tóxicos dessas duas classes farmacológicas
são, respectivamente:
Um paciente de 58 anos, admitido na UTI por infarto agudo do miocárdio, evolui com parada cardiorrespiratória. O monitor cardíaco evidencia fibrilação ventricular. Após o terceiro choque e dois ciclos de RCP de 2 minutos com epinefrina já administrada, o ritmo persiste em FV. Considerando as condutas de suporte avançado de vida, a conduta CORRETA para esse caso é:
Paciente de 40 anos, vítima de politrauma com
contusão pulmonar bilateral, está em ventilação
mecânica controlada. A gasometria arterial mostra PaCO₂ de 52 mmHg. No mesmo momento, a
capnografia registra EtCO₂ de 30 mmHg. O gradiente
PaCO₂ − EtCO₂ calculado é de 22 mmHg. Sobre o
tema, assinale CORRETAMENTE a explicação
fisiopatológica para esse gradiente elevado:
Um médico intensivista assume a coordenação de
uma UTI Adulto Tipo II com 10 leitos em hospital do
SUS. Ao revisar o dimensionamento de equipamentos
da unidade, identifica que o quantitativo de
ventiladores pulmonares mecânicos
microprocessados está abaixo do mínimo
regulamentar. Conforme a Portaria GM/MS n.º
2.862/2023, o número mínimo total (incluindo
reserva) de ventiladores exigido para essa unidade é: