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Paciente de 68 anos, hipertenso e diabético, foi submetido a gastrectomia parcial por adenocarcinoma gástrico há 5 dias. No 5º pós-operatório, apresenta quadro súbito de dispneia, taquipneia (FR = 32 ipm), hipoxemia (SatO₂ = 88% em ar ambiente), taquicardia (FC = 124 bpm) e hipotensão (PA = 86/50 mmHg). Ao exame físico, murmúrio vesicular presente bilateralmente, sem sinais de congestão. MMI sem edema ou sinais de trombose venosa profunda. Exames laboratoriais: troponina normal, D-dímero = 4.500 ng/mL (valor de referência < 500). Gasometria arterial: PaO₂ = 58 mmHg, PaCO₂ = 32 mmHg, pH = 7,48. Conforme a principal hipótese diagnóstica e as recomendações atuais para manejo de complicações cirúrgicas, assinale CORRETAMENTE:
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Paciente de 72 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma gástrico, será submetido a gastrectomia total eletiva. Durante a avaliação préoperatória, o cirurgião identifica perda de peso não intencional de 12% nos últimos 4 meses, Índice de Massa Corporal (IMC) de 19 kg/m² e hipoalbuminemia (albumina sérica = 2,8 g/dL). O paciente nega disfagia ou obstrução. De acordo com as diretrizes mais recentes da European Society for Clinical Nutrition and Metabolism (ESPEN) para nutrição clínica em cirurgia (atualização 2025), a conduta nutricional pré-operatória CORRETA nesse caso é:
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Paciente de 68 anos, no 1º pós-operatório de gastrectomia total por adenocarcinoma gástrico, apresenta-se na UTI com os seguintes parâmetros hemodinâmicos: Pressão Arterial Média (PAM) = 58 mmHg, frequência cardíaca = 132 bpm, Pressão Venosa Central (PVC) = 2 mmHg (basal préoperatório = 8 mmHg), Variação da Pressão de Pulso (ΔPP) = 20%, Índice Cardíaco (IC) = 1,9 L/min/m², lactato arterial = 4,2 mmol/L e débito urinário nas últimas 3 horas = 35 mL. Não há sinais de sangramento ativo. De acordo com as diretrizes internacionais mais recentes para ressuscitação hemodinâmica no perioperatório, a conduta imediata CORRETA é:
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O abdome agudo é, sem dúvida, uma das queixas mais frequentes, sendo responsável por 5 a 10% das consultas nos serviços de urgência do mundo todo, sendo que no Brasil os estudos demonstram variação entre 8,6 e 12%. Em relação ao abdome agudo, analise as sentenças a seguir:
I- A forma perfurativa é a terceira mais comum de abdome agudo, contendo diversas etiologias. A principal causa é a Doença Ulcerosa Péptica (DUP), seguida de diverticulite aguda.
II- No caso de Doença Ulcerosa Péptica (DUP) a perfuração ocorre em 2-10% dos pacientes.
III- A perfuração intestinal por corpo estranho é pouco frequente, ocorrendo em aproximadamente 1% dos casos de ingestão de corpo estranho, sendo de maior risco de perfuração quando longos e pontiagudos como espinhas de peixe, ossos de galinha e palitos de dente.
IV- As localizações mais frequentes da perfuração intestinal por corpo estranho são válvula ileocecal (até 39% dos casos), íleo e transição sigmoide-retal.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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Paciente de 68 anos, admitido na UTI há 5 dias com diagnóstico de choque séptico de foco abdominal (perfuração de víscera oca), em uso de noradrenalina (0,5 mcg/kg/min) e ventilação mecânica. Apresenta atualmente: relação PaO₂/FiO₂ = 190, creatinina sérica = 3,5 mg/dL (basal 0,8 mg/dL), bilirrubina total = 4,2 mg/dL (direta = 3,1 mg/dL), plaquetas = 75.000/mm³ e escore SOFA (Sequential Organ Failure Assessment) de 12 pontos.
De acordo com a definição mais atual da síndrome, assinale a alternativa CORRETA sobre o diagnóstico e prognóstico do paciente:
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