Foram encontradas 40 questões.
Conhecer a escrita correta das palavras é fundamental
para evitar confusão de entendimento daquilo que se lê.
Analise as sentenças a seguir, considerando o contexto,
e assinale a alternativa em que a palavra destacada está
corretamente escrita:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Analise as concordâncias dos verbos destacados a
seguir e as justificativas. Registre V, para verdadeiras, e
F, para falsas:
( ) Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.
( ) Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.
( ) Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) Em "Era um abrir e fechar de livros e não decidia qual leria", a concordância está correta porque o verbo pode ficar no singular se os substantivos formam uma noção única.
( ) Em "Tanto ficção científica quanto romance de fantasia eram lidos com voracidade", há duas possibilidades de concordância porque, se o sujeito composto tem os seus núcleos ligados por série aditiva enfática, o verbo concorda com o mais próximo ou vai para o plural.
( ) Em "Cada um daqueles livros seria lido com tempo e dedicação", o verbo fica no singular porque o sujeito é representado pela expressão "cada um de".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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Leia o texto e complete as lacunas:
Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante
A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?
Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.
(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
Conheça benefícios e saiba _________ a leitura é importante
A leitura é uma habilidade social, uma ponte de acesso ao mundo e às outras pessoas. Para a neurociência, é uma das habilidades mais incríveis que a humanidade já desenvolveu. Principalmente _________ a leitura é capaz de transformar nosso cérebro. [...] Afinal, precisamos ser apresentados a um conjunto de códigos para, finalmente, aprendermos essa habilidade. Assim, a leitura é importante __________?
Um importante __________ é o fato de a leitura promover novas descobertas, posicionamentos e discussões, possibilitando o desenvolvimento de empatia e sensibilidade sobre o outro. E também __________ a leitura possibilita ao estudante uma jornada de desenvolvimento mais autônoma em que poderá encontrar muito mais facilidade para falar, perguntar, opinar e formular perguntas, bem como encontrar caminhos para respondê-las.
(Disponível em: https://www.arvore.com.br/blog/por-que-leitura-e-importante. Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no texto:
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Assinale a alternativa em que a colocação pronominal
está corretamente feita:
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Analise as sentenças quanto à concordância nominal
das palavras destacadas:
I.Concentrados , a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos . Eram crianças.
IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado.
É correta a concordância nominal em:
I.Concentrados , a filha e o amigo brincavam de criar histórias de aventura.
II.Chegaram correndo do terreiro. Estavam cobertos de lama: cobertos o cabelo, a roupa, o corpo.
III.Como se um grande redemoinho tivesse passado pelo quintal e derrubado as folhas, as flores e os galhos velhos . Eram crianças.
IV.Toda sua ânsia e desejos, todos seus sacrifícios e renúncias. Ela sabia aonde havia chegado.
É correta a concordância nominal em:
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[...]
A invenção do que podemos chamar de
presença-monstro (que é parte do negar dignidade
humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que
ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a
humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em
perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova
sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da
Proclamação da República — a partir da instituição da
República, esse deslocamento ganha complexidade e
amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas
violências que se oportunizam como verdadeiro processo
de isolamento racial ao longo das décadas seguintes.
São dois momentos que colocam a relação entre o
Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro
plano.
Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro
Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares
das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado
brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em
segregar o corpo negro do espaço público na forma de
uma espécie de violência preventiva em face da
'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro
em suas mais diversas manifestações culturais. A
violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro
para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo
negro se encontra emboscado".
Em algum momento do seu processo de dominação do
território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se
eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a
desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização
das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado
para outro patamar e proclama: não se dialoga com
monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização
subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do
monstro, para a caçada e a condenação do monstro.
Esta solução depende do sucesso daquela.
Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço
decidem por transformar o processo todo em uma
perpétua temporada de caça, destinando aos
subordinados movimentações institucionais muito sutis,
movimentações institucionais nada sutis, que adesivem
neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do
projeto de construção de um Brasil ideal — o que
justificará o colocar em movimento uma máquina mais
agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma
ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de
esmagar, de extinguir.
Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço
aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará
com a aprovação da redução da maioridade penal. E
isso, admitido pelo direito posto, é trágico.
[...]
(Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/.
Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
( ) O travessão tem três empregos básicos. Entre eles o de servir para delimitar um adendo, um comentário, uma ponderação que se intercala no discurso. É o que acontece nos parágrafos 1, 3 e 4.
( ) As aspas, especialmente as duplas, têm a função de delimitar palavras, expressões e trechos, de acordo com o que o autor deseja indicar. No caso do parágrafo 2, as aspas foram utilizadas para abrir e fechar uma citação.
( ) O autor lançou mão dos parênteses em duas situações, nos parágrafos 1 e 3. Esse sinal de pontuação tem como função intercalar num texto qualquer indicação acessória. No caso do parágrafo 1, eles foram usados para inserir no texto um comentário, uma ressalva, uma ponderação, uma explicação. No parágrafo 3, os parênteses foram usados para esclarecer ou informar o sentido de uma palavra ou expressão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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[...]
A invenção do que podemos chamar de
presença-monstro (que é parte do negar dignidade
humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que
ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a
humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em
perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova
sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da
Proclamação da República — a partir da instituição da
República, esse deslocamento ganha complexidade e
amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas
violências que se oportunizam como verdadeiro processo
de isolamento racial ao longo das décadas seguintes.
São dois momentos que colocam a relação entre o
Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro
plano.
Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro
Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares
das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado
brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em
segregar o corpo negro do espaço público na forma de
uma espécie de violência preventiva em face da
'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro
em suas mais diversas manifestações culturais. A
violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro
para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo
negro se encontra emboscado".
Em algum momento do seu processo de dominação do
território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se
eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a
desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização
das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado
para outro patamar e proclama: não se dialoga com
monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização
subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do
monstro, para a caçada e a condenação do monstro.
Esta solução depende do sucesso daquela.
Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço
decidem por transformar o processo todo em uma
perpétua temporada de caça, destinando aos
subordinados movimentações institucionais muito sutis,
movimentações institucionais nada sutis, que adesivem
neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do
projeto de construção de um Brasil ideal — o que
justificará o colocar em movimento uma máquina mais
agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma
ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de
esmagar, de extinguir.
Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço
aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará
com a aprovação da redução da maioridade penal. E
isso, admitido pelo direito posto, é trágico.
[...]
(Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/.
Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
( ) De acordo com o texto, considerar as pessoas negras e indígenas como "monstros" é parte de um projeto de negar-lhes dignidade humana, de não reconhecê-las em igualdade com as pessoas brancas e de não conferir-lhes a mesma humanidade que se confere a uma pessoa branca.
( ) A segregação do corpo negro do espaço público deu-se como parte do processo pós-abolição. Naquele momento, segregar esse corpo era importante para prevenir violências diante do fim da escravização. Hoje, essa segregação não é mais uma realidade.
( ) Faz parte do projeto de construção de um Brasil ideal o rótulo de "monstro" às pessoas negras e indígenas, colocando-as como inimigas desse projeto. Para se alcançar esse Brasil ideal, aumenta-se a agressão e opressão, desacreditando, silenciando, esmagando e extinguindo esses corpos da sociedade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração Intercalada
[...]
A invenção do que podemos chamar de
presença-monstro (que é parte do negar dignidade
humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que
ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a
humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em
perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova
sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da
Proclamação da República — a partir da instituição da
República, esse deslocamento ganha complexidade e
amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas
violências que se oportunizam como verdadeiro processo
de isolamento racial ao longo das décadas seguintes.
São dois momentos que colocam a relação entre o
Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro
plano.
Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro
Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares
das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado
brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em
segregar o corpo negro do espaço público na forma de
uma espécie de violência preventiva em face da
'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro
em suas mais diversas manifestações culturais. A
violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro
para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo
negro se encontra emboscado".
Em algum momento do seu processo de dominação do
território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se
eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a
desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização
das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado
para outro patamar e proclama: não se dialoga com
monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização
subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do
monstro, para a caçada e a condenação do monstro.
Esta solução depende do sucesso daquela.
Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço
decidem por transformar o processo todo em uma
perpétua temporada de caça, destinando aos
subordinados movimentações institucionais muito sutis,
movimentações institucionais nada sutis, que adesivem
neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do
projeto de construção de um Brasil ideal — o que
justificará o colocar em movimento uma máquina mais
agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma
ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de
esmagar, de extinguir.
Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço
aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará
com a aprovação da redução da maioridade penal. E
isso, admitido pelo direito posto, é trágico.
[...]
(Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/.
Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
"Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal. E isso, admitido pelo direito posto, é trágico."
I.A vírgula após "periferia" foi usada para indicar o deslocamento de um termo da ordem direta da oração (Tudo isso que esboço aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará com a aprovação da redução da maioridade penal para jovens negros da periferia).
II.As vírgulas antes e depois de "reforço" são opcionais. Sem elas, a construção da oração não fica comprometida.
III.As vírgulas antes e depois de "admitido pelo direito posto" são necessárias porque delimitam um aposto explicativo.
É correto o que se afirma em:
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A invenção do que podemos chamar de
presença-monstro (que é parte do negar dignidade
humana a pessoas negras e indígenas, do afirmar que
ela não é igual a uma pessoa branca, não tem a
humanidade de uma pessoa branca), no Brasil, em
perspectiva histórica, ganhará nova dimensão, nova
sofisticação, após os adventos da Lei Áurea e da
Proclamação da República — a partir da instituição da
República, esse deslocamento ganha complexidade e
amplitude maiores, mais evidentes, ciclos de novas
violências que se oportunizam como verdadeiro processo
de isolamento racial ao longo das décadas seguintes.
São dois momentos que colocam a relação entre o
Estado brasileiro e as pessoas não brancas em outro
plano.
Veja-se o que observa Érico Andrade no seu livro
Negritude sem identidade: Sobre as narrativas singulares
das pessoas negras (n-1 edições, 2023): "[...] o Estado
brasileiro se comprometerá, no pós-abolição, em
segregar o corpo negro do espaço público na forma de
uma espécie de violência preventiva em face da
'desordem'. Essa desordem acompanharia o corpo negro
em suas mais diversas manifestações culturais. A
violência preventiva designa a ação do Estado brasileiro
para marginalizar o corpo negro. Nesse sentido o corpo
negro se encontra emboscado".
Em algum momento do seu processo de dominação do
território brasileiro, essa elite burguesa, pretendendo-se
eterna Narciso-rei, e sempre ganhando com a
desordem-ordem, percebe que o grau da estigmatização
das pessoas indígenas e negras deve ser deslocado
para outro patamar e proclama: não se dialoga com
monstro — e pode ser sutil o passar da estigmatização
subalternizadora (desrespeitosa) para a invenção do
monstro, para a caçada e a condenação do monstro.
Esta solução depende do sucesso daquela.
Assim, a elite burguesa e o Estado a seu serviço
decidem por transformar o processo todo em uma
perpétua temporada de caça, destinando aos
subordinados movimentações institucionais muito sutis,
movimentações institucionais nada sutis, que adesivem
neles o rótulo de inimigo-monstro, presença-monstro, do
projeto de construção de um Brasil ideal — o que
justificará o colocar em movimento uma máquina mais
agressiva e mais bem elaborada de oprimir, uma
ideologia mais efetiva de desacreditar, de silenciar, de
esmagar, de extinguir.
Para jovens negros da periferia, tudo isso que esboço
aqui, reforço, tem a ver com a gravidade que se ampliará
com a aprovação da redução da maioridade penal. E
isso, admitido pelo direito posto, é trágico.
[...]
(Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/mamae-o-monstro-vai-me-comer/.
Acesso em: 01 ago. 2026. Adaptado.)
I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.
II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.
III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".
É correto o que se afirma em:
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Analise as sentenças a seguir a respeito do emprego do
acento grave (crase) e registre V, para verdadeiras, e F,
para falsas:
( ) Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".
( ) Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.
( ) Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".
( ) Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) Na frase "Estava tão cansada que a única coisa que queria era tomar um banho quente, tomar um chá e ler seu livro a meia luz", não há acento grave antes de "meia luz" porque não se emprega o sinal grave indicativo de crase nas expressões cristalizadas formadas pelo adjetivo "meia".
( ) Na frase "Ao ler o primeiro capítulo, custou a compreender o que aquelas palavras queriam dizer", a ausência de crase na preposição "a" dá-se porque ela está seguida de verbo no infinitivo, logo, não é possível o acento grave.
( ) Na frase "De capa à capa, fez inúmeras anotações. Era assim que lia", a crase está correta porque a expressão "capa à capa" é uma locução formada por palavras femininas repetidas. O mesmo acontece em "face à face", "cara à cara", "gota à gota".
( ) Na frase "À medida que lia, entranhava naquela biografia como se fosse a sua própria história escrita ali", a crase em "à medida que" está correta porque essa expressão é uma locução conjuntiva formada por palavras femininas e consagrada pelo uso com o acento indicativo de crase. O mesmo ocorre em "à proporção que". Já em expressões como "à prestação", "à frente" e "à vista", a crase também é empregada, por se tratarem de locuções formadas por termos femininos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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