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Refazenda
Gilberto Gil
Abacateiro, acataremos teu ato
Nós também somos do mato como o pato e o leão
Aguardaremos, brincaremos no regato1
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração
Abacateiro, teu recolhimento é justamente o significado
Da palavra teamporão
Enquanto o tempo não trouxer teu abacate
Amanhecerá tomate e anoitecerá mamão
Abacateiro, sabes ao que estou me referindo
Porque todo tamarindo tem
O seu agosto azedo, cedo, antes que o janeiro
Doce manga venha ser também
Abacateiro, serás meu parceiro solitário
Nesse itinerário da leveza pelo ar
Abacateiro, saiba que na Refazenda
Tu me ensina a fazer renda, que eu te ensino a namorar
Refazendo tudo
Refazenda
Refazenda toda
Guariroba2
1 regato: riacho
2 Guariroba: palmeira nativa do Paraguai e do Brasil, muito cultivada pelo palmito amargo.
Considere o trecho da canção popular a seguir:
Olê muié rendeira
Olê muié rendá
Tu me ensina a fazê renda
Que eu te ensino a namorá.
Pode-se afirmar que, na canção Refazenda, o compositor faz uso da intertextualidade, por meio da
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Refazenda
Gilberto Gil
Abacateiro, acataremos teu ato
Nós também somos do mato como o pato e o leão
Aguardaremos, brincaremos no regato1
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração
Abacateiro, teu recolhimento é justamente o significado
Da palavra temporão
Enquanto o tempo não trouxer teu abacate
Amanhecerá tomate e anoitecerá mamão
Abacateiro, sabes ao que estou me referindo
Porque todo tamarindo tem
O seu agosto azedo, cedo, antes que o janeiro
Doce manga venha ser também
Abacateiro, serás meu parceiro solitário
Nesse itinerário da leveza pelo ar
Abacateiro, saiba que na Refazenda
Tu me ensina a fazer renda, que eu te ensino a namorar
Refazendo tudo
Refazenda
Refazenda toda
Guariroba2
1 regato: riacho
2 Guariroba: palmeira nativa do Paraguai e do Brasil, muito cultivada pelo palmito amargo.
Nessa canção, o eu lírico faz uma metáfora com o abacateiro para se expressar sobre
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Lady Gaga transforma Copacabana em Gagacabana
2,1 milhões de pessoas e já se fala em muito mais. Esse foi o número que parou Copacabana para ver Lady Gaga fazer o maior show pop da história do Brasil. Superando até mesmo Madonna, Gaga fez mais do que um show: ela entregou um acontecimento.
Depois de um ensaio surpresa na sexta e um figurino feito especialmente com as cores do Brasil, a Mother Monster começou o espetáculo com o hino sombrio “Bloody Mary” e a inédita “Abracadabra” —
Mas a noite ganhou outro nível quando Gaga chamou um fã ao palco para hastear a bandeira do Brasil e ler uma carta que ela escreveu especialmente para o país. A praia silenciou. As palavras ecoaram em ondas.
O show seguiu como um filme dirigido por ela mesma — gótico, teatral, romântico, pop.
O show acabou. Mas a sensação de que a gente viveu um marco cultural do nosso tempo ainda vai demorar pra sair do corpo. Foi histórico. Foi catártico. Foi Brasil com Gaga. E foi pra sempre.
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada para isolar um vocativo.
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Lady Gaga transforma Copacabana em Gagacabana
2,1 milhões de pessoas e já se fala em muito mais.
Depois de um ensaio surpresa na sexta e um figurino feito especialmente com as cores do Brasil, a Mother Monster começou o espetáculo com o hino sombrio “Bloody Mary” e a inédita “Abracadabra” — e dali em diante, não teve respiro. O público vibrou em “Judas”, explodiu em “Poker Face”, e enlouqueceu quando ela apareceu com uma guitarra nas mãos em “Garden of Eden”.
Mas a noite ganhou outro nível quando Gaga chamou um fã ao palco para hastear a bandeira do Brasil e ler uma carta que ela escreveu especialmente para o país. A praia silenciou. As palavras ecoaram em ondas.
O show seguiu como um filme dirigido por ela mesma — gótico, teatral, romântico, pop. No gran finale, a música “Bad Romance” chegou como um cometa. Fogos, gritos, lágrimas, aplausos. E um coro que não parava: “Gaga, eu te amo”.
O show acabou. Mas a sensação de que a gente viveu um marco cultural do nosso tempo ainda vai demorar pra sair do corpo. Foi histórico. Foi catártico. Foi Brasil com Gaga. E foi pra sempre.
No trecho “Esse foi o número que parou Copacabana”, a palavra destacada está acentuada pelo mesmo motivo que as palavras:
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Lady Gaga transforma Copacabana em Gagacabana
2,1 milhões de pessoas e já se fala em muito mais. Esse foi o número que parou Copacabana para ver Lady Gaga fazer o maior show pop da história do Brasil. Superando até mesmo Madonna, Gaga fez mais do que um show: ela entregou um acontecimento.
Depois de um ensaio surpresa na sexta e um figurino feito especialmente com as cores do Brasil, a Mother Monster começou o espetáculo com o hino sombrio “Bloody Mary” e a inédita “Abracadabra” — e dali em diante, não teve respiro. O público vibrou em “Judas”, explodiu em “Poker Face”, e enlouqueceu quando ela apareceu com uma guitarra nas mãos em “Garden of Eden”.
Mas a noite ganhou outro nível quando Gaga chamou um fã ao palco para hastear a bandeira do Brasil e ler uma carta que ela escreveu especialmente para o país. A praia silenciou. As palavras ecoaram em ondas.
O show seguiu como um filme dirigido por ela mesma — gótico, teatral, romântico, pop. No gran finale,
O show acabou. Mas a sensação de que a gente viveu um marco cultural do nosso tempo ainda vai demorar pra sair do corpo. Foi histórico. Foi catártico. Foi Brasil com Gaga. E foi pra sempre.
Pode-se afirmar que a palavra “Gagacabana”, no título do texto, foi formada a partir da composição por aglutinação das palavras Lady Gaga e Copacabana, assim como ocorre em:
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Lady Gaga transforma Copacabana em Gagacabana
2,1 milhões de pessoas e já se fala em muito mais. Esse foi o número que parou Copacabana para ver Lady Gaga fazer o maior show pop da história do Brasil. Superando até mesmo Madonna, Gaga fez mais do que um show: ela entregou um acontecimento.
Depois de um ensaio surpresa na sexta e um figurino feito especialmente com as cores do Brasil, a Mother Monster começou o espetáculo com o hino sombrio “Bloody Mary” e a inédita “Abracadabra” — e dali em diante, não teve respiro. O público vibrou em “Judas”, explodiu em “Poker Face”, e enlouqueceu quando ela apareceu com uma guitarra nas mãos em “Garden of Eden”.
Mas a noite ganhou outro nível quando Gaga chamou um fã ao palco para hastear a bandeira do Brasil e ler uma carta que ela escreveu especialmente para o país. A praia silenciou. As palavras ecoaram em ondas.
O show seguiu como um filme dirigido por ela mesma — gótico, teatral, romântico, pop. No gran finale,
O show acabou. Mas a sensação de que a gente viveu um marco cultural do nosso tempo ainda vai demorar pra sair do corpo. Foi histórico. Foi catártico. Foi Brasil com Gaga. E foi pra sempre.
No trecho “A música ‘Bad Romance’ chegou como um cometa”, o autor utiliza um recurso estilístico, com o objetivo de
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Lady Gaga transforma Copacabana em Gagacabana
2,1 milhões de pessoas e já se fala em muito mais. Esse foi o número que parou Copacabana para ver Lady Gaga fazer o maior show pop da história do Brasil. Superando até mesmo Madonna, Gaga fez mais do que um show: ela entregou um acontecimento.
Depois de um ensaio surpresa na sexta e um figurino feito especialmente com as cores do Brasil, a Mother Monster começou o espetáculo com o hino sombrio “Bloody Mary” e a inédita “Abracadabra” — e dali em diante, não teve respiro. O público vibrou em “Judas”, explodiu em “Poker Face”, e enlouqueceu quando ela apareceu com uma guitarra nas mãos em “Garden of Eden”.
Mas a noite ganhou outro nível quando Gaga chamou um fã ao palco para hastear a bandeira do Brasil e ler uma carta que ela escreveu especialmente para o país. A praia silenciou. As palavras ecoaram em ondas.
O show seguiu como um filme dirigido por ela mesma — gótico, teatral, romântico, pop. No gran finale, a música “Bad Romance” chegou como um cometa. Fogos, gritos, lágrimas, aplausos. E um coro que não parava: “Gaga, eu te amo”.
O show acabou. Mas a sensação de que a gente viveu um marco cultural do nosso tempo ainda vai demorar pra sair do corpo. Foi histórico. Foi catártico. Foi Brasil com Gaga. E foi pra sempre.
De acordo com o texto, o ápice do show de Lady Gaga no Brasil foi
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O modo imperativo é empregado para dar uma ordem, como em “Vá se sentar”, ou para simplesmente solicitar que o interlocutor cumpra a ação indicada pelo verbo, como o destacado em:
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Um recurso próprio do texto escrito que busca trazer a devida formalidade ao bilhete é o emprego
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O efeito de humor da tirinha se dá porque
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