Lady Gaga transforma Copacabana em Gagacabana
2,1 milhões de pessoas e já se fala em muito mais.
Depois de um ensaio surpresa na sexta e um figurino feito especialmente com as cores do Brasil, a Mother Monster começou o espetáculo com o hino sombrio “Bloody Mary” e a inédita “Abracadabra” — e dali em diante, não teve respiro. O público vibrou em “Judas”, explodiu em “Poker Face”, e enlouqueceu quando ela apareceu com uma guitarra nas mãos em “Garden of Eden”.
Mas a noite ganhou outro nível quando Gaga chamou um fã ao palco para hastear a bandeira do Brasil e ler uma carta que ela escreveu especialmente para o país. A praia silenciou. As palavras ecoaram em ondas.
O show seguiu como um filme dirigido por ela mesma — gótico, teatral, romântico, pop. No gran finale, a música “Bad Romance” chegou como um cometa. Fogos, gritos, lágrimas, aplausos. E um coro que não parava: “Gaga, eu te amo”.
O show acabou. Mas a sensação de que a gente viveu um marco cultural do nosso tempo ainda vai demorar pra sair do corpo. Foi histórico. Foi catártico. Foi Brasil com Gaga. E foi pra sempre.
No trecho “Esse foi o número que parou Copacabana”, a palavra destacada está acentuada pelo mesmo motivo que as palavras: