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Foram encontradas 50 questões.

1351102 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Os lados congruentes de um triângulo isósceles medem 13 cm e sua base mede 10 cm. A medida, em cm, do raio da circunferência circunscrita a esse triângulo, é a fração de numerador 169 e denominador
 

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1351059 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Sejam três números inteiros x, y, z. Tirando a média aritmética de dois deles e depois somando com o terceiro número, obtemos 9 ou 10 ou 11, de acordo com a ordem em que os números são escolhidos. A média aritmética de x, y e z é
 

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1350960 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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No MS Word 2003, em sua configuração padrão, no documento aberto foi inserida uma caixa de texto e, dentro desta, uma imagem. Assinale a alternativa que deve ser selecionada na barra de Tela de desenho em Disposição do texto, de forma que um texto fique visível sobre a imagem.
 

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1350352 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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No desenvolvimento de (17) 171, o dígito das unidades é o algarismo
 

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1350023 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto e responda à questão.

A devassa da devassa

Provei a cerveja Devassa num dia no aeroporto. Mas, quando vi na TV sua propaganda com uma norte-americana rica que deve a fama a um vídeo pornô que circulou na internet, achei de mau gosto e perdi a simpatia pela bebida. Ponto. Agora, quando o Conar retirou a propaganda do ar, vale a pena discutir um pouco o assunto.

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) é um órgão privado, que nada tem a ver com o governo. Numa pesquisa de 2000, analisei alguns de seus julgamentos e notei uma certa contradição. Quando o Conselho de Enfermagem reclamou de quatro propagandas mostrando enfermeiras como mulheres fáceis, o Conar concordou e as publicidades sumiram. Já quando psicólogos reclamaram duas vezes porque sua profissão era ridicularizada, o Conar disse que as propagandas eram, só, engraçadas. Em suma, onde para uns há humor, para outros há preconceito; mas a linha de corte depende, muito, do grau de mobilização dos que se sentem ofendidos.

A questão do humor ou do preconceito é ponto em que a publicidade converge com uma preferência dos jornalistas que tratam de entretenimento e variedades: segundo eles, o politicamente correto se distinguiria pela falta de humor.

“Politicamente correto” é um termo pejorativo, usado para criticar a preocupação, nascida nos EUA, de movimentos sociais com expressões que depreciam grupos historicamente perseguidos. Por exemplo, os verbos denegrir e judiar vêm do preconceito contra negros e judeus – embora ninguém pense nisso hoje, quando os usa.

É difícil, mas necessário, separar o que é justo, para combater preconceitos de largas raízes históricas. Denegrir, judiar, humor negro não me parecem exprimir, hoje, preconceito. Tampouco vejo problema em piadas de loira, de português, de papagaio e do Juquinha. Já afirmar que “o asfalto é o preto de quem todo mundo gosta”, como disse um ministro dos Transportes em 1997, é grave. E o é justamente porque o ministro o disse sem maldade: mostra que em nossos costumes há brincadeiras preconceituosas que rotulam negativamente grupos discriminados. Sem o “politicamente correto”, isso passaria batido.

A propaganda da Devassa recorda que, na TV brasileira, a publicidade de cerveja a alia a mulheres gostosas. Lembro uma publicidade que fazia um corpo feminino tornar-se garrafa de cerveja. Mulheres são convertidas em coisa, em objeto de consumo? São, sim.

Nas relações macrossociais, justiça não se dá, não se recebe passivamente, mas se constrói. Por isso, se as mulheres recusam o papel de objeto, a decisão do Conar pode ser uma conquista delas. Contudo, para várias mulheres, tornar-se objeto não é redução, mas aumento, de poder.

É o que leva algumas ao “Big Brother Brasil”. Nos anos 90, a revista “Playboy” colhia suas capas nas novelas da Globo. Hoje, seu maior estoque é o “BBB”. Há décadas, a mulher que posava para calendários de borracharia saía mal na reputação. Mas, hoje, na mídia, é ela, como objeto de desejo, que controla o sujeito desejante.

O jogo ficou mais complexo. O sujeito não manda, necessariamente, no objeto. Há mulheres que extraem poder de uma condição de objeto habilmente constituída. Madonna explicitou isso com seus clipes, com seu livro “Sex”. O problema é que essa não é uma verdade universal nem majoritária. A mulher atacada sexualmente na rua não controla nada, não tem poder, é vítima de uma violência inadmissível. O problema é que há mais estupros do que capas de “Playboy”, de modo que o poder e a riqueza de algumas não apagam o abuso sobre muitas.

(Renato Janine Ribeiro, “Mais!”, Folha de S.Paulo, 07.03.2010. Adaptado)

O termo devassa, em sua primeira ocorrência no título, tem o sentido de

 

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1349663 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Leia o texto e responda à questão.

A devassa da devassa

Provei a cerveja Devassa num dia no aeroporto. Mas, quando vi na TV sua propaganda com uma norte-americana rica que deve a fama a um vídeo pornô que circulou na internet, achei de mau gosto e perdi a simpatia pela bebida. Ponto. Agora, quando o Conar retirou a propaganda do ar, vale a pena discutir um pouco o assunto.

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) é um órgão privado, que nada tem a ver com o governo. Numa pesquisa de 2000, analisei alguns de seus julgamentos e notei uma certa contradição. Quando o Conselho de Enfermagem reclamou de quatro propagandas mostrando enfermeiras como mulheres fáceis, o Conar concordou e as publicidades sumiram. Já quando psicólogos reclamaram duas vezes porque sua profissão era ridicularizada, o Conar disse que as propagandas eram, só, engraçadas. Em suma, onde para uns há humor, para outros há preconceito; mas a linha de corte depende, muito, do grau de mobilização dos que se sentem ofendidos.

A questão do humor ou do preconceito é ponto em que a publicidade converge com uma preferência dos jornalistas que tratam de entretenimento e variedades: segundo eles, o politicamente correto se distinguiria pela falta de humor.

“Politicamente correto” é um termo pejorativo, usado para criticar a preocupação, nascida nos EUA, de movimentos sociais com expressões que depreciam grupos historicamente perseguidos. Por exemplo, os verbos denegrir e judiar vêm do preconceito contra negros e judeus – embora ninguém pense nisso hoje, quando os usa.

É difícil, mas necessário, separar o que é justo, para combater preconceitos de largas raízes históricas. Denegrir, judiar, humor negro não me parecem exprimir, hoje, preconceito. Tampouco vejo problema em piadas de loira, de português, de papagaio e do Juquinha. Já afirmar que “o asfalto é o preto de quem todo mundo gosta”, como disse um ministro dos Transportes em 1997, é grave. E o é justamente porque o ministro o disse sem maldade: mostra que em nossos costumes há brincadeiras preconceituosas que rotulam negativamente grupos discriminados. Sem o “politicamente correto”, isso passaria batido.

A propaganda da Devassa recorda que, na TV brasileira, a publicidade de cerveja a alia a mulheres gostosas. Lembro uma publicidade que fazia um corpo feminino tornar-se garrafa de cerveja. Mulheres são convertidas em coisa, em objeto de consumo? São, sim.

Nas relações macrossociais, justiça não se dá, não se recebe passivamente, mas se constrói. Por isso, se as mulheres recusam o papel de objeto, a decisão do Conar pode ser uma conquista delas. Contudo, para várias mulheres, tornar-se objeto não é redução, mas aumento, de poder.

É o que leva algumas ao “Big Brother Brasil”. Nos anos 90, a revista “Playboy” colhia suas capas nas novelas da Globo. Hoje, seu maior estoque é o “BBB”. Há décadas, a mulher que posava para calendários de borracharia saía mal na reputação. Mas, hoje, na mídia, é ela, como objeto de desejo, que controla o sujeito desejante.

O jogo ficou mais complexo. O sujeito não manda, necessariamente, no objeto. Há mulheres que extraem poder de uma condição de objeto habilmente constituída. Madonna explicitou isso com seus clipes, com seu livro “Sex”. O problema é que essa não é uma verdade universal nem majoritária. A mulher atacada sexualmente na rua não controla nada, não tem poder, é vítima de uma violência inadmissível. O problema é que há mais estupros do que capas de “Playboy”, de modo que o poder e a riqueza de algumas não apagam o abuso sobre muitas.

(Renato Janine Ribeiro, “Mais!”, Folha de S.Paulo, 07.03.2010. Adaptado)

Conforme o autor,

 

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1349524 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Uma pessoa vendeu dois carros por R$ 18.000,00 cada. Um dos carros foi vendido por um preço 20% superior ao seu custo e o outro, por um preço 20% abaixo do valor pago. O resultado combinado desse negócio resultou em
 

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1349319 Ano: 2010
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Lucas irá comprar uma casa pelo valor de R$ 172.000,00 em duas parcelas de igual valor, sendo a primeira parcela paga no ato da compra e a segunda, um ano depois. Sobre o saldo devedor incidirão juros anuais de 15%. O valor de cada parcela será de
 

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1349216 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Para se enviar uma mensagem de email com várias cópias para destinatários distintos, sem que eles saibam para quem foi enviada a mensagem, deve-se usar o campo ___________ de um cliente de email.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
 

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1348836 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: FAPESP
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Observe a tabela a seguir, construída no MS Excel 2003, em sua configuração padrão, para resolver a questão.
enunciado 2217803-1
Deseja-se conceder uma bolsa de R$ 800,00 para os funcionários que tenham Filhos ("S") e uma bolsa de R$ 300,00 para os funcionários que não tenham Filhos ("N"). Assinale a fórmula que deve ser aplicada em E4 e copiada até a célula E10.
 

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